🍳 A noite começou com leveza e sotaques misturados quando Andréia Cruz, anfitriã da Casa de Déia, em Candeias, Jaboatão dos Guararapes, abriu o coração sobre sua relação com a cozinha. “Eu sou apaixonada… a casa pega perfeito”, contou, explicando como a culinária se entrelaça com sua rotina e sua família. Entre risos e lembranças, o ambiente revelava mais do que receitas: mostrava vínculos, memórias e a espontaneidade que só a cozinha afetiva proporciona. A Casa de Déia foi a campeã do Comida di Buteco em 2025.
🥘 Andréia descreveu como mergulhou no preparo do prato apresentado, lembrando que “entrei totalmente há alguns dias”, mas logo encontrou seu ritmo. Ao falar da preparação, destacou o bechamel como base essencial e definiu o processo como “o mais tático”. Sua dedicação aparece nos detalhes: limpar, ajustar, repetir — tudo para entregar algo que faça sentido no paladar e no coração de quem prova.
🍺 Entre panelas e histórias, Andréia comentou sobre o hábito de trocar “10 passeios no shopping por 10 feira”, revelando o gosto por tardes tranquilas e bem acompanhadas. Enquanto os participantes observavam o preparo, conversavam sobre o concurso e sobre a rotina da Casa de Déia. A expectativa era grande, mas o clima permanecia acolhedor, quase familiar, como se todos estivessem reunidos na cozinha de casa.
🍽️ Os demais participantes também trouxeram suas vivências, lembrando viagens, encontros e situações divertidas. Um deles contou sobre a sensação de estar “no aeroporto, cara italiana”, enquanto outro falava sobre o orgulho de ver o prato ganhar forma. Entre comentários sobre gás, técnica e cotidiano, surgia a percepção de que cozinhar é mais do que executar: é compartilhar.