Sabores da Tia Val

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domingo, outubro 17, 2021

Qual a melhor cachaça do Brasil? Pernambucana concorre a título; deixe seu voto

 

A cachaçaria pernambucana Sanhaçu, de Chã Grande, no agreste do estado, está na corrida para se classificar na primeira fase do ‘V Ranking Cúpula da Cachaça 2022’, que ranqueia as melhores cachaças do Brasil. Para se classificar na etapa inicial, a marca busca o voto popular pela internet até os próximos dois meses, através do link (https://www.cupuladacachaca.com.br/2021/)

Elk Barreto, diretora da Sanhaçu, diz que só é possível registrar um voto por pessoa. A produtora diz que, na página oficial da organização, o internauta pode escolher três das quatro cachaças orgânicas que a família produz no engenho. São elas: Sanhaçu Freijó, Sanhaçu Umburana, Sanhaçu Origem e Sanhaçu Carvalho. “Contamos com todos para chegar na final e receber esse título nacional mais uma vez, a votação é rápida, compartilhem a informação para toda família, amigos e conhecidos, só assim Pernambuco será orgulhosamente representado”, conta Elk.

A votação popular online irá classificar as 250 cachaças mais mencionadas, sem a interferência de fabricantes ou de especialistas. A segunda etapa será uma seleção de 50 cachaças, feita por especialistas no ramo, diante das mais citadas e indicadas pelo público. Já na última etapa, a Cúpula da Cachaça, fará degustação às cegas, essas semifinalistas serão avaliadas sem a rotulagem original e classificadas em notas, através de três categorias. O resultado final será divulgado no primeiro semestre de 2022.

Premiações da Sanhaçu - A última medalha desse concurso foi conquistada em 2020. Até hoje, a família Barreto Silva, responsável pela criação do rótulo há 13 anos, conta com 38 premiações (nacionais e internacionais). No último mês, a Sanhaçu recebeu ouro em outro concurso nacional. Somente em 2021, o grupo recebeu três medalhas; neste mesmo ano, a Sanhaçu, que é a primeira cachaça orgânica certificada em Pernambuco, se tornou também, a primeira cachaça do Brasil a receber o Selo de Envelhecimento Sustentável (SES).

Sanhaçu - O engenho que já faz parte do turismo rural de Pernambuco tem a produção de orgânicos como a cachaça, açúcar mascavo, rapadura e também mel de engenho. Atualmente o espaço oferece visita guiada de sábados, domingos e feriados, às 11h e às 13h. Já a lojinha, que dispõe de todos os produtos da linha com preço de fábrica, abre diariamente das 9h às 16h. Os produtos da marca já estão em todo Brasil e exterior.

Sicred Pernambucred divulga projetos contemplados por Fundo Social

 

A Sicredi Pernambucred divulga o resultado da seleção da chamada pública para o Fundo Social 2021. Ao todo, foram selecionados 8 projetos da Região Metropolitana do Recife e do interior de Pernambuco. Eles receberão até 12 salários mínimos. 

 

São elas: Associação Mães Azuis de Moreno (Projeto Mães Azuis), Casa de Meu Pai (Projeto: Transforme Olinda) , Instituto Educacional para a Vida – Educavida (Projeto Educavida – App), Cooperativa Pernambucana de Trabalho em Serviços e Assistência Técnica- Cooperata (Projeto Empreendendo e Apreendendo), Organização de Auxílio Fraterno – OAF Recife ( Projeto Cantando a Cultura Familiar), Centro de Educação Popular Mailde Araújo (Projeto leitores Brincantes), Projeto Comunitário de Atendimento à Criança e ao Adolescente - Proac (Projeto Tocando em Frente), Centro de Treinamento Tribo de Gade (Projeto Centro de Treinamento Tribo de Gade). As ações são voltadas para educação, cultura, esportes, meio ambiente, segurança, inclusão social, entre outros. 

 

“A destinação de recursos para fins sociais é uma alternativa para contribuir para o desenvolvimento e a transformação das vida das pessoas dessas comunidades”, fala Luís Aureliano de Barros Correia, Presidente do Conselho de Administração da Sicredi Pernambucred. O Fundo Social da Sicredi Pernambucred é formado pela destinação de 2% do resultado do exercício para apoiar iniciativas voltadas para o desenvolvimento social.  

 

“Acompanhar e contribuir para a continuação e evolução de projetos sociais nos motiva e renova a nossa vontade de continuar a fazer a diferença”, destaca Giovanni Prado, Diretor Executivo da Sicredi Pernambucred. O fundo foi criado este ano por decisão coletiva dos associados, a partir de uma proposta do Conselho de Administração, em Assembleia Geral Ordinária.  A lista completa dos projetos aprovados no Fundo Social 2021 pode ser conferida no site: https://www.sicredi.com.br/coop/pernambucred/  

De ação colaborativa a instalação multimídia: Museu da Imigração promove agenda híbrida em outubro

 

A programação do Museu da Imigração – instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo – oferecerá, na segunda quinzena do mês, diferentes atividades para o público, tanto presencialmente quanto em ambiente digital. Os interessados poderão retirar pássaros de cerâmica, acompanhar lives e contação de história, prestigiar inauguração de instalação multimídia e participar de oficinas.

 

Como parte da campanha “Meninas Ocupam”, promovida pela Plan International Brasil, uma live será realizada no perfil do MI no Instagram, no dia 21 (quinta-feira), às 17h. A conversa terá a presença da educadora Gabriela Santos e de representantes dessa instituição parceira e da Organização Internacional para as Migrações (OIM), bem como de uma das participantes do projeto “Aprender e Proteger”. A programação abordará a prevenção da violência sexual contra jovens imigrantes e refugiadas, os mitos espalhados nas mídias sociais sobre quem migra, a importância da formação dos brasileiros para desmistificar ideias preconcebidas, entre outros pontos.

 

Já no dia 23 (sábado), em diálogo com a exposição temporária “Mulheres em Movimento”, que será lançada em breve, a inauguração da instalação “Mátria: Êxodos contemporâneos” está marcada para às 11h. O projeto multimídia e sonoro, elaborado pelas artistas Eva Castiel, Fanny Feigenson e Fulvia Molina, é composto por canções de ninar de diversos povos, entoadas por mulheres imigrantes ou seus descendentes nas suas línguas originais. Ocupando o jardim e a estação ferroviária, a proposta representa o universo feminino, afetivo e maternal, em contraponto à pátria, que remete ao poder territorial, armado, masculino e patriarcal. Nesse sentido, resgata a presença da mulher nos fluxos migratórios em meio a incertezas, dor e desafios.

 

Na mesma data, a mediadora do espaço “Semear Leitores”, Gabrielli Chagas, apresentará uma contação de história baseada no livro “A árvore generosa”, de Shel Silverstein, às 15h. A atividade poderá ser prestigiada presencialmente, sendo também transmitida no InstagramAo mesmo tempo, o público poderá participar de uma oficina sobre a literatura de cordel, em referência ao Dia do Nordestino (08 de outubro). No Zoom, o poeta cordelista Rouxinol do Rinaré fará uma introdução às técnicas e à história desse gênero. As inscrições estão abertas no site e as vagas são limitadas.

 

Ensinando o passo a passo do nó festone, para macramê, a nova edição da oficina “Ponto a Ponto” também será no dia 23 (sábado), às 15h, na mesma plataforma. Na aula gratuita, os educadores Bruna Marques e Luiz Gregório demonstrarão como criar esse recurso, que pode ser utilizado para produções de parede, bijuterias e mais. Para acompanhar, é necessário se inscrever antecipadamente, sendo que há limite de vagas.

 

No dia 29 (sexta-feira), a nova conversa da série de lives “A situação das mobilidades humanas na pandemia” receberá a artista e integrante do grupo Maobé, Namíbia Neves, às 17h. No Instagram, o bate-papo com o pesquisador do MI, Thiago Haruo, tratará da produção artística do conjunto, que tem origem no Togo, e as mudanças enfrentadas desde o início do cenário pandêmico.

 

Encerrando o cronograma de outubro, outra transmissão ao vivo nessa mesma mídia social, em parceria com a Equipe de Base Warmis-Convergência das Culturas, contará, no dia 30 (sábado), com a participação de representantes das coletividades migrantes do Brasil, como uma ação concreta para uma proposta de estabelecer, na cidade de São Paulo, o “Outubro Marrom”. Marcada para às 14h, a atividade, novamente mediada por Haruo, será uma oportunidade de um público mais amplo conhecer as reinvindicações em torno da “identidade marrom”, um campo de reconhecimento, que cruza migração e ancestralidade indígena, em variados países latino-americanos. A ação compõe, ainda, a Marcha latino-americana pela Paz e pela Não Violência.

 

Serviço

 

Live Campanha “Meninas Ocupam”

Data: 21 de outubro

Horário: 17h

Plataforma: Instagram

 

Inauguração Instalação “Mátria: Êxodos contemporâneos”

Data: 23 de outubro

Horário: 11h

Local: Museu da Imigração

 

Contação de História “A árvore generosa”

Data: 23 de outubro

Horário: 15h

Plataforma: Instagram

Local: Museu da Imigração

 

Oficina “Ponto a Ponto: macramê nó festone”

Data: 23 de outubro

Horário: 15h

Inscrição: até 22 de outubro, às 17h

Plataforma: Zoom

 

Dia do Nordestino | Oficina de literatura de cordel

Data: 23 de outubro

Horário: 15h

Plataforma: Zoom

Inscreva-se

 

Live Série “A situação das mobilidades humanas na pandemia”

Data: 29 de outubro

Horário: 17h

Plataforma: Instagram

 

Live “Outubro Marrom”

Data: 30 de outubro

Horário: 14h

Plataforma: Instagram

 

Museu da Imigração

Rua Visconde de Parnaíba, 1.316 – Mooca – São Paulo/SP

Tel.: (11) 2692-1866

Funcionamento: de terça a sábado, das 9h às 18h, e domingo, das 10h às 18h (fechamento da bilheteria às 17h).

R$10 e meia-entrada para estudantes e pessoas acima de 60 anos | Grátis aos sábados

Acessibilidade no local - Bicicletário na calçada da instituição

www.museudaimigracao.org.br

Dani Carmesim lança novo álbum “Resumo da Ópera”

 

A cantora e compositora Dani Carmesim marca seus 10 anos de carreira com lançamento de álbum “Resumo da Ópera”, que chega não só como uma síntese dessa década de rock alternativo, mas, principalmente com experimentações e novos caminhos. Alternando entre uma atmosfera densa e dançante, o contraste entre a luz e a escuridão fica claro nas letras pesadas acompanhadas por arranjos recheados de referências do Rock em seus timbres, riffs e solos, contudo, traz um toque contagiante e pulsante do Post Punk e Synthwave, entre outros elementos do mundo underground que deixam o disco mais fluido e gostoso.

O trabalho foi construído para dar voz a temas pertinentes e, como no enredo de uma Ópera, o disco abre de forma densa falando sobre as incertezas dos tempos em que estamos vivendo e que trazem à tona sentimentos como o medo, angústia, insegurança e ansiedade, passando por um segundo ato de transição atmosférica, mesclando temas como preconceito, autoconhecimento, autoafirmação e culminando com um ato final dramático, onde a crise política atual, o existencialismo e o rumo que a humanidade está tomando é questionado.

Depois de quase seis anos do lançamento do seu primeiro disco, ‘Das Tripas Coração’, em 2015, Dani chega com "Resumo da Ópera" fazendo uso mesmo do significado de encurtar uma narrativa ou ainda recapitular resumidamente aquilo que foi exposto. O álbum é uma síntese dos 10 anos da sua trajetória na música, mas, para além disso, marca uma nova sonoridade e abre margem para uma nova história ser escrita.

“São 12 músicas autorais e com participações de artistas e músicos que admiro e que são referência no cenário musical. Tudo isso, encaixado perfeitamente com o sotaque musical que vem da minha cidade, Recife-PE e que dá um toque único e com a minha personalidade no tipo de música que eu faço.”, explica Dani.

Todas as letras do álbum são de autoria da Dani Carmesim com exceção da faixa 01, ‘O Cheiro do Medo' que tem coautoria de Marcelo Rêgo da banda Sargaço Nightclub. Além disso, o disco tem participações especiais como na faixa 02, ‘Víbora’, que conta o guitarrista Neilton Carvalho da renomada banda Devotos. Com Kira Aderne; cantora, compositora e guitarrista da banda Diablo Angel, que divide o vocal, cantando em inglês, na faixa 07, ‘Over and Over’ e também com o cantautor Fernandes que gravou as guitarras das faixas 07 e 08 (Over and Over e Bolero Urbano).

Este é o segundo álbum autoral e independente de Dani, que computa ainda dois EP’s e um CD em sua carreira. Resumo da Ópera foi gravado por Fernando S. na Home Studio Área 51 que também assina a produção musical do disco além de contar com os músicos André Insurgente no baixo, Tiago Marditu na bateria e o próprio Fernando S. nas guitarras e sintetizadores. A Foto da capa do disco foi feita por Marina Branco, da Caldo de Cana Filmes e a diagramação e edição por André Insurgente. O álbum já está disponível em todas as plataformas digitais de músicas e segundo a própria cantora: “Resumo da Ópera é um disco pra se ouvir completo e no volume máximo!!”

Resumo da Ópera – Dani Carmesim

Entregues títulos de terra aos agricultores e agricultoras de Ribeirão

 

O sonho da posse definitiva da terra onde vivem tornou-se realidade para 14 famílias de agricultores e agricultoras do Assentamento Serrinha, em Ribeirão. Os títulos foram entregues pelas mãos do governador Paulo Câmara e do presidente do Iterpe, Henrique Queiroz, durante realização do Plano Retomada nesta quinta (14), na Mata Sul do Estado.

Os títulos de Concessão de Direito Real de Uso da Terra (CDRU) vão assegurar juridicamente aos homens e mulheres do campo o acesso às políticas públicas de desenvolvimento rural e social que visam fortalecer a agricultura de base familiar.

Durante o ato, os agricultores de outro assentamento, Frescundim, no município da Gameleira, agradeceram também ao governador pelos títulos recebidos no último dia 13, entregando uma cesta de produtos da reforma agrária.

Participaram do evento o deputado Henrique Queiroz Filho; o prefeito de Ribeirão, Marcello Maranhão; o prefeito da Gameleira, Dr. Leandro; a equipe do Iterpe e demais autoridades estaduais e municipais.

lmprensa lterpe

TI Prazeres ganha duas linhas com destinos aos bairros de Piedade e Candeias

 

Duas novas linhas de ônibus começam a operar no Terminal Integrado Prazeres, em Jaboatão dos Guararapes, a partir deste sábado (16). São a 065 – Piedade/TI Prazeres e a 075 – Candeias/TI Prazeres que passam a circular em fase de testes nos dias úteis, sábado e domingos com tarifa A (R$ 3,75). Elas também poderão realizar a integração temporal com as linhas 161 – TI Aeroporto/TI Prazeres e 206 – TI Barro/TI Prazeres, que já operam no terminal, e a Estação de Metrô Prazeres.

 

Confira, abaixo, o itinerário das novas linhas:

 

065 – Piedade/TI Prazeres

Sentido Piedade/TI Prazeres: Rua João Fragoso de Medeiros, Rua Brasilândia, Rua do Jangadeiro, Rua Cuiabá, Rua Aniceto Varejão, Avenida Bernardo Vieira de Melo, Rua Cel. Francisco Galvão, Rua Emiliano Ribeiro, Travessa da Linha, Avenida Dr. Júlio Maranhão (rotatória), Avenida Barreto de Menezes e Terminal Integrado Prazeres.

 

Sentido TI Prazeres/Piedade: Terminal Integrado Prazeres, Travessa da Linha, Av. Dr. Júlio Maranhão (rotatória), Av. Barreto de Menezes, Rua Aarão Lins de Andrade, Avenida Ayrton Senna da Silva, Avenida Senador Paulo Guerra, Avenida Ayrton Senna da Silva, Rua Aniceto Varejão, Rua Cuiabá, Rua do Jangadeiro, Rua Caracol e Rua João Fragoso de Medeiros.

 

075 – Candeias/TI Prazeres

Sentido Candeias/TI Prazeres: Rua Cruz Alta, Rua Serra Negra, Rua Criciúma, Av. Ulisses Montarroyos, Rua Capitão Osias Ribeiro, Av. Bernardo Vieira de Melo, Rua Dr. Aniceto Varejão, Av. Bernardo Vieira de Melo, Rua Cel. Francisco Galvão, Rua Emiliano Ribeiro, Travessa da Linha, Av. Dr. Júlio Maranhão (rotatória), Av. Barreto de Menezes e Terminal Integrado Prazeres.

 

Sentido TI Prazeres/Candeias: Terminal Integrado Prazeres, Travessa da Linha, Av. Dr. Júlio Maranhão (rotatória), Av. Barreto de Menezes, Rua Aarão Lins de Andrade, Avenida Ayrton Senna da Silva, Rua Joaquim Marques de Jesus, Av. Presidente Kennedy, Av. Presidente Castelo Branco, Rua Capitão Médico Osias Ribeiro, Av. Ulisses Montarroyos, Rua Criciúma e Rua Cruz Alta.

 

Para tirar dúvidas, dar sugestões ou registrar reclamações, o usuário pode entrar em contato com a Central de Atendimento ao Cliente (0800 081 0158) ou WhatsApp (99488.3999), exclusivo para reclamações.


lmprensa Grande Recife 

Semana do Brincar 2021

 

Com o tema: "O Brincar: Inclusão e Construção que Acolhem as Diferenças", a Secretaria de Desenvolvimento Social, Direitos Humanos, Juventude e Políticas sobre Drogas (SDSDHJPD) realiza a 6ª edição da Semana do Brincar, que este ano será realizada de 18 a 22 de outubro. Na programação constam apresentações de artistas nos Parques da Macaxeira e de Santana e ainda brincadeiras para o público infantil e oficinas para crianças e adolescentes.

A Semana Municipal do Brincar do Recife tem por objetivo a valorização do brincar na vida das crianças, o reconhecimento da ludicidade como componente da cultura e da infância e o resgate de brincadeiras tradicionais como forma de preservação e recriação do patrimônio lúdico da sociedade.

Na próxima segunda-feira (18), das 14h às 16h, haverá atividade com Thânya Tulmuto e a Turma da Xuxa, no Parque da Macaxeira, no bairro da Macaxeira e, nesse dia, não vai faltar música, dança e brincadeiras para o público infantil. Já no dia 21, no Parque Santana, em Casa Forte, as atrações serão a Fada Magrinha e Tio Bruninho, que também se apresentam das 14h às 16h.

As palestras, jogos, oficinas de brinquedos e brincadeiras também acontecerão ao longo da semana em diversos pontos da cidade como o Compaz Ariano Suassuna, Compaz Miguel Arraes, Compaz Dom Helder, escolas municipais e Centros de Referência de Assistência Social (CRAS), localizados em diferentes bairros do Recife.

Nesta edição, as ações serão desenvolvidas diretamente pelas Secretarias de Saúde (através do Centro de Referência para o Cuidado de Crianças, Adolescentes (CERCCA) e Programa Mãe Coruja Recife); Secretaria de Desenvolvimento Social, Direitos Humanos, Juventude e Políticas sobre Drogas (através das Secretarias Executivas de Assistência Social e Direitos Humanos); Secretaria de Educação, em especial, com a Secretaria Executiva da Primeira Infância; e, em parceria com a Secretaria de Segurança Cidadã (através dos Compaz).

De acordo com Elizabete Godinho, secretária-executiva de Direitos Humanos, o desenvolvimento de diversas ações em relação à temática do brincar já ocorre, ao longo do ano, por parte da SDSDHJPD, através da Gerência da Criança e Adolescente (GCA), porém, de modo especial, a Semana do Brincar Municipal contribui para maior visibilidade da importância da garantia do direito ao brincar, enquanto parte central para o desenvolvimento infantil, quando se trata de crianças e adolescentes, envolvendo também outras secretarias municipais.

"Considerando a importância do estímulo ao brincar de todas as crianças e adolescentes, de forma inclusiva, a Prefeitura do Recife está estimulando competências muito importantes do ser humano, desenvolvidas a partir de habilidades relacionais, em contato com outras crianças, adolescentes e adultos, que contribuem para a formação de uma sociedade mais saudável e feliz, em nossa cidade", afirma Elizabete, reforçando que as brincadeiras e atividades lúdicas dessa natureza favorecem o estabelecimento de vínculos afetivos, promovendo a amizade, o amor e a felicidade e, consequentemente, a saúde mental infantojuvenil e parental.

Elizabete Godinho ainda enfatiza que, desde que foi instituída a Semana Municipal do Brincar do Recife, comemorada anualmente na terceira semana do mês de outubro, por meio da Lei Municipal n.º 18.445/2017, mais secretarias se envolvem nas ações e o objetivo é ampliar tais iniciativas para que outras secretarias do município também desenvolvam atividades, diretamente, na Semana do Brincar.

lmprensa Recife

Olhos de Recomeço

 

Os escombros de uma casa, situada no terreno da antiga fábrica de cimento do bairro de Perus, situado na periferia da cidade de São Paulo, é o palco onde a dramaturgia de Bárbara Queiroz começa. Olhos de Recomeço é um [cine teatro documental] , dirigido e interpretado por Sandra Corveloni, que faz temporada de 30 de outubro a 19 de dezembro pelo Youtube, com ingressos disponíveis pelo Sympla.

O espetáculo nasce do desejo de resgatar as memórias de um lugar que foi berço da mistura de trabalhadores de várias partes do mundo, que estavam em busca de melhores condições de vida e oportunidades - e onde Sandra, diretora artística, passou grande parte da infância e juventude.

Sinopse - É primeiro de janeiro. Uma mesa posta carregada de lembranças de um passado cheio de acontecimentos, de uma vida que passou e projetos que ficaram por começar. Essa mulher, uma espécie de viajante no tempo, retorna para a vila de uma antiga fábrica onde morou. Nessa viagem ela recria imagens e sons daqueles momentos, enquanto fala sobre tempo, família, sentimentos e, principalmente, memória.

“Temos trabalhado com artistas que são agudos observadores da realidade e durante esse último ano, com o fechamento dos teatros e na impossibilidade de prever um prazo para que tudo voltasse a funcionar normalmente, começamos um processo de pesquisa dessa memória, dos lugares e de pessoas incríveis que nos rodeiam e não nos damos conta”, conta a idealizadora Sandra Corveloni.

O objetivo é levar para a cena toda a riqueza daquele local histórico junto com essa personagem mulher, uma espécie de viajante no tempo, um depoimento da vida naquela casa que um dia foi um lar. Ela relata suas observações sobre o tempo, o espaço, a família e, sobretudo, a memória. À medida que ela caminha pelos cômodos, lembranças de um passado cheio de acontecimentos vão surgindo.

“Através do confronto entre texto memorial e imagens reais de 2021 nos damos conta do quão importante é o Teatro Documentário e sua estreita relação com a imaginação e a tomada de consciência para a manutenção da vida”, conta Sandra, que avança:

“A junção das linguagens é super importante para a história que queremos contar, vídeo e palco se fundem numa sincronia total. As imagens da personagem principal foram gravadas nos escombros dessa casa abandonada e seus arredores. Na fusão com o palco, a mulher caminha em direção ao quintal, desaparece pela porta principal da casa e surge no palco, onde uma mesa de réveillon está sendo posta”, conclui.

Ficha técnica
Idealização: Sandra Corveloni
Produção: Companhia D’Alma
Direção: Sandra Corveloni
Direção de fotografia: André Grynwask
Montagem e edição: André Grynwask e Pri Argoud (Um Cafofo)
Dramaturgia: Bárbara Queiroz
Roteiro adaptado: André Grynwask
Atuação: Sandra Corveloni
Direção de produção: Bruna Lemela
Direção de arte: Felipe Samorano
Música: Marcelo Pellegrini
Coordenação de administração: Maurizio De Simone
Produtor assistente: Lucas Mello
Contrarregra: Gustavo Brandão
Técnico de luz: Vinicius Andrade
Estagiário de produção: Orlando Corveloni

Serviço
30 de outubro até 19 de dezembro
Sábados às 21h30 e domingos às 17h30
Pelo Youtube 
Retirada de ingressos gratuitos pelo Sympla https://www.sympla.com.br/produtor/companhiadalma
R$: Gratuito
Duração: 20 minutos
Classificação indicativa: Livre

"Pagode do Arlindinho" no Bar do Zeca Pagodinho, no Rio

 

O cantor e compositor Arlindinho apresenta o show “Pagode do Arlindinho”, no Bar do Zeca Pagodinho, dia 20 de Outubro, a partir das 20h30min.

Nascido em berço de bamba, o jovem é filho do consagrado sambista Arlindo Cruz e vem conquistando a cada dia, mais prestígio em sua carreira.

Arlindinho já gravou com grandes mestres, incluindo, Jorge Aragão, Zeca Pagodinho, Alcione, Xande de Pilares, Marquinhos Sensação, Vou Pro Sereno, entre outros.

Neste show, Arlindinho preparou um repertório de primeira com diversos sucessos como, “Você É Espinho, Não É Uma Flor”, “Num Sonho Lindo”, “Frasco Pequeno”, “Meu Filho”, entre outros mais.

O sambista será acompanhado por: Henrique Arcanjo (percussão), Luciano Santiago (bateria), Gege D'angola (cavaco), Danilo Rodrigues (violão), Mestre Júnior (pandeiro), William Pereira (violão), Edgar Lima (surdo) e Paulo Rufino (repique de mão)


Serviço
Local: Bar do Zeca Pagodinho
Endereço: Av. das Américas, 8585 – Shop. Vogue Square – B. da Tijuca
Dia: 20 de Outubro de 2021 - (quarta-feira)
Horário: 20h30min
Telefone: (21) 3030-9097
Preço: R$ 30,00
Capacidade: 50% do público
Faixa etária: 18 anos
Aceita todos os cartões de débito e crédito
OBS: *Não fazemos reservas de mesas
         * Entrada somente com máscaras

Heróis: musical on lne traz a cultura rock dos anos 60 e 70

 




Espetáculo que estreou em versão online e ao vivo em novembro de 2020 e cumpriu curta temporada em fevereiro deste ano, volta em únicas sessões nos dias 23 e 24 de outubro. David Bowie foi a principal inspiração do personagem. Porém, outros astros do rock britânico e americano dos anos 60 e 70, como Lou Reed, Jim Morrison, Bob Dylan e The Rolling Stones, além do lendário fotógrafo Mick Rock, também estão entre as influências da montagem. 

Inclusive, referência a autores, como Clarice Lispector, Guimarães Rosa e Samuel Beckett; e filmes como “SHOT! O Mantra Psico-Espiritual do Rock”, de Barney Clay; e “Encontros e Desencontros”, de Sofia Coppola, também estão presentes. “Esse espetáculo fala sobre um individuo só (mesmo cercado de muitos), tomado de questões acumuladas ao longo de uma vida. 

Esse momento da vida, em que se abre uma fresta (como que estamos passando em escala mundial!), e podemos acompanhar os minutos de extrema potência em que tudo pode ser visto de “um novo lugar. Seguir, fazer, reinventar a própria vocação por meio de novas e antigas companhias”, comenta Paulo Azevedo.

Sobre a encenação - A encenação se apropria do conceito de que o protagonista é o agente da cena. Acompanhamos o seu fluxo de pensamento no trânsito intenso entre os espaços de "fora" (realidade, o cotidiano) e o de "dentro" (o imaginário, o desejo, onde suas ideias e pensamentos se realizam com extrema liberdade). 

Como na performance, o jogo cênico é revelado a todo instante, temos um intérprete que, por vezes, canta, dubla ou apenas acompanha a tradução projetada em vídeo das canções e das rubricas (como uma ordem suprema para o performer, numa metáfora da presença do autor/diretor) - reflexões focadas no ser humano por trás do "artista/herói". 

O desvelar dos bastidores de uma criação aponta para um relato formado por muitas vozes. Os limites entre o que é real e o que é imaginário enriquecem o essencial: compor uma obra cênica compartilhada “com” e construída “para” o espectador.

Mais que escrever uma peça teatral, o autor buscou criar algo como uma entrevista com um artista. Por isso, a audiência assume um papel: a de jornalistas em uma coletiva de imprensa com o astro do rock, criando um jogo entre a ator e o espectador.

A trilha sonora traz composições originais e releituras de clássicos do rock, criadas por Barulhista, a partir da seleção musical de Paulo Azevedo. As cenas foram pensadas como faixas de um álbum, com títulos e minutagem, na qual as letras das músicas pontuam determinados momentos da narrativa. Alguns dos títulos vieram de nomes de canções de rock stars que inspiraram a obra. 

“Atravesse para o outro lado”; “Onde Estamos Agora?”; e “Voltando à Vida” são alguns deles. As letras das canções são também dramaturgia. Foram escolhidas a dedo. Por isso, a tradução em português é projetada pra que a audiência possa solfejar em inglês. Para que ao mesmo tempo, possa senti-la em nossa jovem língua mãe.

A trilogia - A “Trilogia Solo” é idealizada, escrita e dirigida por Paulo Azevedo sobre a relação entre o teatro e outras áreas afins - a música (“HERÓIS”), as artes plásticas (“PASSE-PARTOUT”) e o rádio/masculinidades (“FORA DO (M)AR”). Compõe a cena como um reflexo do impacto das questões contemporâneas nos indivíduos com uma linguagem baseada na confluência do teatro com a música, a literatura, as artes plásticas, o audiovisual e o rádio. 

Em comum, personagens que tornam o espectador cúmplice da própria condição universal do ser humano de estar em constante adaptação e vulnerabilidade diante das transformações da sociedade. Além disso, trazem um olhar aguçado e poético sobre o cotidiano, as contradições do ser urbano e seus conflitos, sem perder de vista um humor refinado e a poesia.

O blog Suacompanhia traz vídeos, entrevistas e clipes que inspiraram a montagem, além de impressões sobre o processo de criação: blogsuacompanhia.blogspot.com.

Sinopse - Ele é um astro do rock no auge da fama. Está esgotado pelas demandas de ser um mito. Precisa apenas de um respiro. No caminho para mais um compromisso com sua banda, Ele se depara com uma formiga. Esse encontro inesperado provoca uma jornada interna. Nisso, resgata questões deixadas para trás na correria da vida.

Exposto ao seu próprio cansaço nos bastidores, Ele se pergunta: "Por que eu levo esse tempo?"; "Em que momento eu crio? "; "Por que as pessoas admiram um artista? "; e "Vale a pena ser um herói? ". Nesse mergulho, busca as razões mais íntimas para seguir em frente, rumo a um novo lugar.

Escrito, encenado e com atuação de Paulo Azevedo, "HERÓIS" é inspirado livremente pelas músicas e vidas de David Bowie, Lou Reed e outros rock stars dos anos 60 e 70. O roteiro original cria um panorama do rock dos anos 60 e 70, com lendárias canções de David Bowie, Elton John, Lou Reed, Pink Floyd, The Rolling Stones, The Doors, entre outros.

A montagem parte dos mitos em torno do artista para abordar a relação com o tempo e os valores do mundo contemporâneo, além de revelar como somos todos um pouco heróis.

O caminho de Heróis até aqui - “HERÓIS” marcou o início do coletivo, fundado em 2014 por Paulo Azevedo e baseado em São Paulo, com a colaboração de antigos parceiros de diversos estados brasileiros. A primeira versão do texto escrito em 2014 tinha o título “HERÓIS: UMA PAUSA PARA DAVID”. 

Foi contemplada com o 1º lugar no Prêmio Funarte Myrian Muniz e cumpriu estreia e temporadas no SESC Palladium (2015) e CCBB BH (2016), sendo interpretada pela atriz Samira Ávila. Reestreia em novembro de 2020, em versão online e ao vivo, com o diretor e autor Paulo Azevedo como intérprete, voltando em curta temporada em 2021 por meio do edital PROAC EXPRESSO LAN No 36/2020 - Produção de Teatro (PJ) - Estado de São Paulo.

Sobre a SUACOMPANHIA

Fundada em 2014 pelo ator, autor, diretor teatral e comunicador Paulo Azevedo é um coletivo artístico sediado em São Paulo, com colaboradores de diversos estados brasileiros, caracterizado pela confluência de linguagens, a atualidade temática (as formas de relação e a busca de identidade na contemporaneidade) e o encontro de artistas com carreiras reconhecidas e fortemente ligadas a importantes projetos teatrais nacionais. 

O resultado são obras originais pautadas pela mescla de linguagens (teatro, cinema, dança, literatura, artes em geral) e experiências, que tocam a sensibilidade do espectador. Os espetáculos têm em comum o olhar aguçado e poético sobre o cotidiano, as contradições do homem urbano e seus conflitos éticos e políticos, o respeito pelas diferenças, sem perder de vista um humor refinado e a poesia.

Foi contemplada por importantes prêmios que subsidiaram alguns de seus trabalhos: Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz 2014 (“HERÓIS: UMA PAUSA PARA DAVID”, apresentado no CCBB BH e SESC Minas, em 2015 e 2016) e ProAC de Criação Literária – Texto de Dramaturgia 2015 (“PASSE-PARTOUT”). 

Já́ o espetáculo “A[R]MAR” foi subsidiado por meio de parcerias e também do aporte financeiro de 150 colaboradores por meio do Benfeitoria (plataforma de financiamento coletivo), estreou e cumpriu duas temporadas em São Paulo (Teatro Sérgio Cardoso e Cacilda Becker, em 2018) e integrou o Circuito Cultural Paulista.

Neste ano, prepara dois novos trabalhos: a adaptação para versão online do 2º (“PASSE- PARTOUT”, com atuação de Fafá Rennó) e 3o episódios (“FORA DO (M)AR”, com atuação de Paulo Azevedo) da “Trilogia Solo”.

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Sobre Paulo Azevedo

Idealizador, autor, diretor, ator e seleção musical

É ator, diretor e autor teatral, além de comunicador (UNI-BH, em 2000). Atua há mais de 20 anos nas artes cênicas como ator, autor, diretor e produtor teatral. Participou de espetáculos com grupos e diretores reconhecidos da cena brasileira, tais como: Hector Babenco (Hell), Cibele Forjaz (Cia Livre), Eric Lenate (A Serpente) e Yara de Novaes (Cia. Móvel). 

É fundador e ex-integrante do Grupo Espanca!, responsável por espetáculos premiados. Na companhia mineira, Paulo foi indicado pela criação de “Por Elise” na categoria especial do Prêmio Shell SP 2005 e como Melhor Ator Prêmio Qualidade Brasil SP e Usiminas SINPARC 2008 por “Amores Surdos”. Fundador da Suacompanhia, realizou, escreveu e dirigiu os espetáculos “Heróis: Uma Pausa Para David” (Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz 2014), “A[r] mar” e “Passe-Partout” (ProAC Dramaturgia 2015). 

Dirigiu os espetáculos “O Menino Que Tinha a Cara do Sol”, “Histórias de Chocar” e “A Carne Exausta” e ainda assinou a dramaturgia de “Sonetos de Areia” e “Nômades”. Foi parceiro e performer da artista de dança Dudude Herrmann de 2002 a 2009. Integrou oficinas em cinema, dança e teatro ministradas por Mikhail Chumachenko (GITIS), Yoshi Oïda (Teatro Bouffes du Nord - interpretação), Marco de Marinis (Itália), Cristiane Paoli Quito (técnica de clown), Christian Duurvoort, Sérgio Penna, entre outros.

No cinema, atuou em sete longas e 10 curtas-metragens, sendo vencedor na categoria Melhor Ator na Competição Nacional do Prêmio Português CinEuphoria 2017 (Prêmio do Público) pelo seu trabalho como protagonista no filme “Estive em Lisboa e Lembrei de você̂”, baseado na obra homônima de Luiz Ruffato e dirigido pelo português José Barahona. 

Pela mesma produção, foi indicado como Melhor Ator Filme Estrangeiro no “Melhores Filmes SESC 2016”. Na TV, atuou em de séries produzidas e exibidas pela Globo, Netflix, HBO, FOX, TNT, History Channel, TV Cultura e Record. Em 2019, participou da novela das 6 da TV Globo, "Éramos Seis", como Capitão Alves. Desde 2019, idealiza, roteiriza e apresenta o podcast e blog Almasculina – Conversas sobre masculinidades, disponível no Spotify e diversas plataformas de podcast.

FICHA TÉCNICA

Direção, Texto e Atuação: Paulo Azevedo
Codireção: Ana Paula Cançado
Consultoria Dramatúrgica: Adélia Nicolete
Direção de Arte e Figurinos: Martielo Toledo
Trilha Sonora Original: Barulhista
Seleção musical: Paulo Azevedo
Consultoria de Desenho de Luz: Marina Arthuzzi
Direção Vocal: Lucia Gayotto
Preparação de canto: Mariana Brant
Cabelo: Ricardo Rodrigues
Modelista/pilotista: Noemi Bernardes
Projeto Gráfico: Glaura Santos
Fotos e diretor de fotografia e streaming: Vitor Vieira
Consultoria de streaming: Janaína Patrocínio
Teasers e vídeos: Paulo Azevedo (roteiro, edição e direção), Vitor Vieira (direção de fotografia), Barulhista (trilha sonora) e Camila Picolo (operação de drone)
Operação de câmera e luz: Camila Picolo
Assessoria de imprensa: Pombo Correio (Douglas Picchetti e Heloísa Cintra Castilho)
Revisão de textos: Soraia Azevedo
Tradução espanhol e inglês: Gladys Souza
Corealização: Comcultura Comunicação e Cultura
Produção Executiva e Realização: Suacompanhia Criações Artísticas
Apoio cultural: RIRO Salon, JPZ Comunicação, Vitor Vieira Fotografia e Podcast Almasculina
Agradecimentos: Secretaria Municipal de Cultura, São Paulo Film Commission/Spcine.

Serviço:
Duração aproximada: 55 minutos
Classificação etária recomendada: 12 anos
Gênero e modalidade: Drama cômico
Link para acessar ingresso: https://www.sympla.com.br/suacompanhi