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sexta-feira, 9 de outubro de 2026

🌎🇧🇷 Diálogos Globais A Partir da Suíça: O Legado e a Inspiração do Fórum Internacional SABE


A jornada de 35 dias da primeira edição do Fórum Internacional SABE - Saúde, Autocuidado e Bem-Estar— realizado pela Revista Brasil Conexão Europa (RBCE Network), com sede em Genebra, Suíça — representou muito mais do que a cobertura de um grandioso evento internacional: traduziu-se em uma verdadeira experiência de expansão de horizontes, conexão humana e transformação intelectual. Inclusive para nós.

Idealizado e coordenado com brilhantismo pela escritora Linia Brandt, o Fórum estruturou-se sobre eixos fundamentais como Conexão, Ciência, Inovação, Autocuidado, Bem-Estar e Longevidade, guiando-nos por trilhas profundas de aprendizado e cuidado.

Eu, Taciana, atuei diretamente como Social Media dessa primeira edição ao longo desses 35 dias intensos. E o período foi de imensa aprendizagem e crescimento, tanto na área técnica quanto no aspecto pessoal, ao ser impactada pelos temas e pelas palestras.

Estar participando da divulgação, sob a coordenação de Linia Brandt, exigiu não apenas o domínio das estratégias digitais, mas uma imersão diária e sensível nos temas debatidos — saúde, literatura, bem-estar, autocuidado e qualidade de vida. Cada postagem, cada eixo e cada conexão transmitida reforçaram a nossa convicção de que comunicar propósitos transformadores exige escuta atenta e envolvimento genuíno.

A cobertura e divulgação desse importante evento internacional no Blog Taís Paranhos foi motivo de profunda honra. Mantendo a essência de um veículo radicado em Recife/Pernambuco/Brasil, mas sempre sintonizado com os grandes movimentos do planeta.

Acompanhar o ligamento dessas pontes que atravessam continentes permitiu aproximar o nosso público de discussões vanguardistas sobre a longevidade, a ciência e a inovação humana, provando que o diálogo cultural e intelectual não conhece fronteiras geográficas.

O encerramento oficial do Fórum Internacional SABE deixa um legado inestimável de reflexões e práticas voltadas para o bem-estar coletivo. Assinarmos esse artigo conjuntamente é celebrar a coroação de um trabalho dedicado à difusão de conhecimento com excelência.

Que as sementes plantadas por Linia Brandt e por toda a rede internacional de especialistas continuem a frutificar, inspirando-nos a novas formas de cuidar de nós mesmas, do outro e do mundo. Até a próxima edição, Fórum SABE!

Taciana Paranhos
Social Media - SABE

Taís Paranhos
Jornalista e CEO - Blog Taís Paranhos


✨ A Magia Subversiva do Vivencial está retratada em nova obra literária



📖 O jornalista e pesquisador Márcio Bastos mergulha fundo na história do icônico grupo teatral pernambucano Vivencial Diversiones para lançar a obra "Lantejoulas no Mangue: Teatro e desbunde do Vivencial", que integra a prestigiada coleção "Nossas Histórias" da Editora Autêntica. A pesquisa reconstrói com sensibilidade e rigor a trajetória de um dos coletivos mais transgressores e livres da cena artística brasileira das décadas de 1970 e 1980. Nascido em meio aos rigores e à forte vigilância da ditadura militar, o grupo transformou o improviso, o deboche, a alegria e a dissidência política em ferramentas vitais de resistência afetiva e cultural. Através de entrevistas exclusivas com as fundadoras, os fundadores e as chamadas "vivecas", além de farto material de arquivo, o livro recupera memórias preciosas que desafiaram a moral conservadora da época. A publicação consagra-se como um marco fundamental para a preservação e valorização da memória LGBTQIAPN+ e da cultura pernambucana.

🌍 O lançamento oficial e o bate-papo imperdível com o autor Márcio Bastos e o editor Schneider Carpeggiani acontecem amanhã, dia 10 de outubro,  às 14h. O evento de estreia será realizado no Museu de Arte Contemporânea (MAC), situado na Rua 13 de Maio, número 149, no bairro do Varadouro, dentro do Sítio Histórico de Olinda, em Pernambuco. Esta atividade inaugural abre uma intensa agenda de lançamentos presenciais planejada para o final de 2026. O cronograma prevê passagens por Recife em 13 de outubro e Caruaru em 16 de outubro. Em seguida, a turnê chega ao Sudeste e Centro-Sul com eventos no Rio de Janeiro em 1º de dezembro, em São Paulo no dia 4 de dezembro e em Belo Horizonte em 9 de dezembro de 2026. Mais informações detalhadas podem ser conferidas em breve, com a pré-venda já ativa no site da Editora Autêntica e nas principais plataformas digitais.

🎭 O livro revela como o Vivencial transformou a paisagem cultural do Nordeste ao criar um espaço pioneiro de acolhimento, visibilidade e liberdade para a comunidade queer através do célebre café-concerto Vivencial Diversiones. A narrativa detalha o cotidiano de um grupo que desafiou a censura e as convenções sociais de sua época, dialogando de forma intensa com o cinema, a literatura, as artes visuais e a música daquela geração. Márcio Bastos destaca em sua pesquisa a coragem de artistas marginalizados que utilizavam a criatividade e a irreverência como principais recursos, construindo um legado artístico inestimável cujos ecos reverberam fortemente nas artes cênicas contemporâneas de Pernambuco.

📸 Foto: Gabriel Mesgo


🎤 Entrevista com Márcio Bastos

1. Em que momento você percebeu que a história do Vivencial Diversiones precisava virar um livro, e não apenas uma pesquisa acadêmica ou jornalística?

"Lantejoulas no mangue" faz parte da coleção "Nossas Histórias", da Autêntica, que busca recuperar e celebrar acontecimentos marcantes para a memória LGBTQIAPN+ brasileira. Fico muito feliz que o Vivencial tenha sido escolhido como um exemplo dessa junção de luta, resistência e festa, pois a trajetória do grupo é importante em diferentes aspectos, que é o que busquei abordar no livro.
Acho muito difícil entrar em contato com a história do Vivencial e não se encantar. Tanto que, principalmente nos últimos anos, o grupo has sido revisitado em diferentes pesquisas e obras de arte, como o filme "Tatuagem". Quando iniciei minha carreira jornalística, em 2011, por coincidência, foi publicado o livro "Transgressão em 3 atos: nos abismos do Vivencial", de Alexandre Figueirôa, Claudio Bezerra e Stella Maris Saldanha. Foi, inclusive, uma das fontes de pesquisa para o meu trabalho.
Com "Lantejoulas no mangue", busquei ir atrás não só dos grandes fatos relacionados ao grupo, mas também de histórias dos integrantes, do Recife e de Olinda e da comunidade LGBTQIAPN+, estabelecendo relações que mostram como o Vivencial foi influenciado por seu tempo, mas também ajudou a transformá-lo e a moldar as décadas seguintes, tanto no teatro quanto no que diz respeito à visibilidade da população queer.

2. O que mais te surpreendeu quando começou a investigar o grupo e descobriu aspectos que não apareciam nas narrativas já conhecidas sobre o Vivencial?

O que mais me impressionou foi, de fato, o pioneirismo do Vivencial nas questões de sexualidade e gênero no âmbito cultural de Pernambuco. Os espetáculos e práticas do grupo ajudaram a abrir discussões que iam além dos ciclos da cultura. Com o café-concerto Vivencial Diversiones, que abriram no Complexo de Salgadinho, conseguiram construir um ecossistema de segurança e liberdade para pessoas LGBTQIAPN+, em um momento em que a própria ideia de comunidade para as dissidências começava a se fortalecer no Brasil. Em muitos aspectos, o Vivencial foi um dos grandes responsáveis pelo início de uma noite queer em Pernambuco.
Fiquei impressionado, também, com a forte presença do Vivencial na vida cultural de Pernambuco nas décadas de 1970 e 1980. Ao analisar os jornais da época, se percebe como o coletivo estava praticamente toda semana em evidência por quase dez anos. A ousadia do grupo não estava só no discurso, mas em todas as práticas dos seus integrantes. Era realmente um modo de vida transgressor, que abraçava as diferenças mesmo diante de toda a repressão da ditadura militar. É surpreendente perceber como o Vivencial foi ativo nas mais diversas frentes, dialogando não só com o pessoal do teatro, mas do cinema, da literatura, das artes visuais e da música. Eles eram, também, agitadores culturais e ajudaram a provocar muitos debates, entre eles os das questões de sexualidade e gênero.

3. Como foi o processo de localizar personagens, documentos, fotografias e testemunhos de uma experiência artística que se desenrolou há tantas décadas?

Meu livro anterior, "Pernalonga: uma sinfonia inacabada" (Cepe Editora) abriu muitas portas. Como se tratava de um perfil biográfico de um dos membros do Vivencial, cheguei há muitos deles já em 2022, quando comecei a apuração e escrita. Desde então, mantive contato com as vivecas, como eram chamados os integrantes do grupo. Em 2024, quando ainda nem havia ideia de escrever um livro sobre o Vivencial, organizamos uma festa para celebrar os 50 anos do grupo. Creio que por terem percebido a seriedade do trabalho, tiveram mais facilidade em compartilhar comigo suas memórias e arquivos. Além disso, tive acesso a novos materiais, o que foi ótimo, desde documentos como cartas até fotografias. E, mais uma vez, a Hemeroteca Digital Brasileira e o Arquivo Público de Pernambuco foram essenciais para a pesquisa em publicações da época. Também preciso agradecer ao Diario de Pernambuco e ao Jornal do Commercio, que permitiram que eu acessasse seus arquivos e utilizasse trechos das matérias.

4. Ao trabalhar com memórias, você encontrou versões conflitantes dos mesmos acontecimentos? Como decidiu lidar com essas divergências na construção da narrativa?

Sim, isso aconteceu algumas vezes. No geral, isso ocorria pela distância dos fatos – datas que eram trocadas por uma fonte, o nome de um espetáculo ou uma pessoa que estava presente em um evento. Como jornalista, mantive o compromisso constante de apuração, checando tudo que era possível. Em alguns casos em que houve conflitos de narrativas, busquei confrontar as versões e chegar o mais próximo possível do fato. Quando isso não foi possível, coloquei as múltiplas versões, pois acho que, principalmente quando estamos lidando com a subjetividade do outro, há mais do que uma simples “verdade”. Ainda mais quando se trata de fatos ocorridos há tanto tempo.
Me sinto muito lisonjeado com a confiança das fontes em mim. Não é fácil abrir sua vida, tocar em fatos muitas vezes íntimos, dolorosos. Por isso, na apuração, tive o cuidado de me munir do máximo de informações, de uma pesquisa vasta, mas também deixar espaço para que as miudezas, os pequenos fatos, pudessem vir à tona. Desse processo, surgiram detalhes que me fizeram enxergar fatos e personagens de forma mais complexa.

5. O Vivencial floresceu em plena ditadura militar. O que sua pesquisa revelou sobre as formas de resistência política, afetiva e artística construídas pelo grupo naquele contexto?

O Vivencial estreou em 1974, dez anos após o golpe militar. Era um momento em que a repressão estava intensa e Pernambuco continuava sendo um dos epicentros dessa vigilância e violência por parte do Estado, pois, foi, desde o início, um dos locais de forte resistência ao regime. O grupo surge a partir do encontro de Guilherme Coelho, que estudava para ser monge no Mosteiro de São Bento, com jovens que faziam parte da Arma - Associação de Rapazes e Moças do Amparo, grupo que estava ligado à Igreja Católica. Mas, logo em Vivencial I, o primeiro espetáculo do grupo, fica claro que o grupo não queria amarras de nenhum tipo: faziam críticas ao Estado, à Igreja, à família tradicional e pregavam liberdade para a juventude, questionavam a misoginia, o racismo, a homofobia. Era extremamente progressista. Tanto que, logo foram denunciados.
Os embates com a Censura foram constantes. Muitos espetáculos tiveram cenas cortadas ou alteradas. Mas, malcriadas, as vivecas davam seu jeitinho para apresentar os trabalhos na íntegra ou pelo menos mostrar que houve intervenção, como quando passavam com uma tesoura gigante de um canto a outro do palco. Por outro lado, o grupo tinha uma posição tão anárquica, que muitas vezes os discursos passavam pois a Censura achava que era uma grande brincadeira, quase como se fossem alienados. Era uma percepção que alguns setores da esquerda também tinham, como se o Vivencial não fosse engajado o suficiente. Os conservadores, de forma ainda mais incisiva, viam o grupo como um perigo constante por subverter todas as regras do socialmente aceito.
Porém, acredito que a resistência do grupo e o enfrentamento à ditadura se deu em muitas frente: tanto no palco como também nos próprios corpos dos integrantes que confrontavam e cisheteronormatividade e ofereciam outras possibilidades de existir. Imagina o choque que era ver aquele coletivo tão heterogêneo, orgulhosamente dissidente, ocupando espaços nos jornais, nos principais teatros da cidade e, depois, abrindo sua própria sede? Era como um lembrete de que ser diferente era viável — ainda que não fosse fácil.

6. Houve alguma entrevista ou descoberta de arquivo que tenha mudado profundamente os rumos da pesquisa ou sua compreensão sobre o Vivencial?

Acho que mudado profundamente os rumos da pesquisa, não. Mas alguns depoimentos me ajudaram, de fato, a ampliar muito minha compreensão sobre o Vivencial. Por exemplo, conversando com Guilherme Coelho, um dos fundadores do grupo, soube detalhes da entrada dele no Mosteiro de São Bento. Nunca havia encontrado um relato detalhado sobre esse momento. Quando ele narrou o percurso até a Igreja, tudo fez mais sentido para mim: era um hippie, um libertário, que queria virar monge não porque era um católico fervoroso, mas porque se interessava pelo senso de coletividade, pelos estudos, as artes, as pessoas. O pai dele era pai de santo. Havia um sincretismo total. Ou seja, totalmente a ver com o espírito do Vivencial. Ou ainda como quando durante conversa com Américo Barreto, também um dos fundadores, e Fabio Costa, soube mais detalhes sobre o primeiro espetáculo, sobre a construção do Diversiones, a chegada de alguns membros. Enfim, cada entrevistado me trazia uma perspectiva muito enriquecedora, que só fortalecia a pluralidade dessa história. Foram conversas muito reveladoras, que explicitaram que o espírito anárquico do grupo não era só uma escolha estética, mas uma prática de vida que alguns mantêm até hoje. Toda entrevista com as vivecas e seus contemporâneos continha um detalhe que me encantou e ajudou a ter uma dimensão mais concreta do que o grupo significou.

7. O título Lantejoulas no Mangue carrega uma imagem muito poderosa. Como ele surgiu e de que maneira sintetiza o espírito do grupo e da época retratada?

O título surgiu depois de quebrarmos muito a cabeça em busca de uma imagem que capturasse a complexidade do Vivencial. Por muito tempo, íamos chamar o livro de “A casa das vivecas”, para dar o destaque ao Vivencial Diversiones e, também, uma referência à peça “Uma casa de Bonecas”, de Henrik Ibsen. Um dia, sugeri ao editor, Schneider Carpeggiani, que poderíamos chamar de “Purpurina no Mangue” pois me veio na cabeça essa ideia de um fim de noite no Diversiones, e os rastros que ficariam dessa exuberância em meio a uma área pobre. Ele adorou e, depois de conversar com o coordenador da coleção, Renan Quinalha, me disse: “Todos adoraram a ideia de ‘Lantejoulas no Mangue’”. Sem perceber, ele mudou de purpurina para lantejoulas e, na hora, tivemos certeza que era a imagem perfeita. As lantejoulas eram ornamentos muito usados na década de 1970, eram brilhosas, bonitas e acessíveis. Fazem parte, também, de um imaginário estético da comunidade LGBTQIAPN+. Estão na ordem do possível e, ao mesmo tempo, do imaginado, da transformação a partir do brilho, como o Vivencial fez. O título, então, traz essa imagem tão poderosa para representar esse bando de jovens das mais variadas origens, existindo dentro de uma ditadura militar, que resolvem usar a alegria, o desejo e a arte para criar uma utopia. E que lugar mais propício para colocar isso em prática do que em um ecossistema que é área de transição, riquíssima para a criação de vida?

8. Que desafios você enfrentou para reconstruir uma história LGBTQIA+ que, em muitos momentos, ficou fora dos registros oficiais e foi preservada principalmente pela memória de seus protagonistas?

Quando tratamos de memórias de grupos socialmente minorizados, nos deparamos com um retrato muito cruel nos principais veículos de comunicação. Nos jornais, as representações de dissidentes de sexualidade e gênero eram muito violentas. No entanto, também ofereciam brechas para percebermos como a resistência sempre esteve presente. Apesar de toda a perseguição, pessoas queer lutavam por seu direito de existir e criavam seus espaços de sociabilidade e afetividade, em público (ainda que em lugares pouco iluminados) e privados. Daí a importância de lutarmos pela preservação dos arquivos e também de ouvirmos os testemunhos de quem esteve lá.
Os depoimentos das vivecas e seus contemporâneos foram essenciais para reconstruir não só a história do grupo, mas para entender a sociedade da época. Também reforço a relevância dos arquivos pessoais para as pesquisas: fotos, cartas, documentos. Muitas vezes as pessoas acham que não têm valor e se desfazem dessa memória que está guardada em suas casas. Que são de suas vidas, mas também atravessam a de tantos outros. Muitos materiais sobre o Vivencial foram perdidos ao longo das décadas.

9. Depois de anos mergulhado nesse universo, qual você considera ser o principal legado do Vivencial para a cultura pernambucana, para o teatro brasileiro e para as novas gerações de artistas?

Para mim, o principal legado do Vivencial é o da audácia. Este grupo formado por pessoas socialmente marginalizadas conseguiu não só ganhar os holofotes da cena cultural, mas também mostrou que se podia criar a partir de outros paradigmas, subvertendo lógicas estabelecidas por vários sistemas. Muitas inspirações se encontravam ali, do Teatro do Oprimido ao Tropicalismo, passando pela psicodelia pernambucana, a cultura popular, a disco music, a franguisse, a televisão… Era uma panela de pressão de referências que, às vezes, não se enquadravam em nada. As vivecas também não se importavam com a ideia de perfeição. Tinham compromisso com a arte, mas não a voltada para a sensibilidade burguesa (apesar de, olha que contradição, a classe média ser a principal frequentadora do Diversiones). Adoravam, claro, a beleza, mas não achavam que ela deveria estar acima da verdade – da verdade deles. Suas vivências, angústias e sonhos precisavam ser protagonistas e essa ânsia por dar voz às subjetividades dos oprimidos é de uma força imensa.
Durante a maior parte da sua existência, o Vivencial não fez dinheiro. Criava a partir dos restos, com a criatividade dos seus membros como grande recursos. E, acima de tudo, era um projeto pautado na coletividade. Em um momento tão individualista e capitalista quanto o que experiencamos agora, essa ideia de pertencimento e de solidariedade é poderosíssima. Estamos também diante de uma onda conservadora terrível, o que torna a ideia das vivecas ainda mais necessária. Eram pobres, achincalhadas, dissidentes, mas irremediavelmente ferinas e esperançosas. Não baixavam a cabeça. Também não tinham medo de arriscar e de flertar com o fracasso, o que é libertador e, particularly, me fascina.
E hoje é possível ver muitos ecos dessa experiência no teatro pernambucano. Uma das mais evidentes é “Cinderela - a história que a sua mãe não contou”, maior fenômeno dos nossos palcos, que é uma dramaturgia escrita por Henrique Celibi, um dos membros do Vivencial, e que se apropria da caricatice, do humor escrachado e ácido e de uma simplicidade da encenação que marcou tanto o Diversiones.

10. Olhando para a trajetória da pesquisa até a publicação do livro, o que essa jornada transformou em você como pesquisador, jornalista e também como alguém que passou a conviver tão intensamente com essas memórias?

Ainda está me transformando. Quando paro para refletir sobre meu fazer como jornalista, penso que o maior aprendizado é o da escuta. Estou há 15 anos ouvindo histórias e tentando contá-las de forma justa e sensível. Em um trabalho como “Lantejoulas no Mangue”, esse processo se torna ainda mais desafiador porque não existe uma versão, um começo, meio e fim. Não existe um dono da história do Vivencial. Por isso, cada entrevista ampliava esse mosaico. Era mais uma lantejoula colada para produzir uma obra que chegue perto de capturar a beleza e as contradições de uma experiência tão radical.
Entender o tempo do outro, os limites, é um exercício contínuo de alteridade, de paciência e também de humildade. Às vezes, uma entrevista rendia muito pouco, mas era importante para o entrevistado ser ouvido. É preciso empenho na valorização da memória, ainda mais daqueles que foram tão silenciados por tanto tempo, como nós, LGBTQIAPN+. O trabalho dos jornalistas, dos pesquisadores e historiadores é um diálogo constante entre passado, presente e futuro.
O processo também ajudou a reforçar em mim o gosto por contar histórias. Fui incentivado pelo meu editor, Schneider Carpeggiani, e pelo coordenador da coleção, Renan Quinalha, dois grandes parceiros nesse processo, a pensar a narrativa sempre de uma forma mais ampla, entendendo-a como parte de uma história maior. Foi um desafio constante não me perder (muito). Sinto que terminei o livro, mas não a pesquisa. As vivecas seguem comigo.

Pergunta bônus:
Depois da publicação de Lantejoulas no Mangue, quais histórias, personagens ou questões sobre o Vivencial você acredita que ainda merecem ser investigados por futuras pesquisas?

Acredito que o Vivencial é uma fonte inesgotável para pesquisas. Gostaria de ver perfis mais detalhados sobre cada integrante, como aconteceu com Pernalonga, no meu livro anterior. São histórias fascinantes de pessoas que até hoje contribuem com a nossa cena artística. Também acho interessantíssimo pensar um recorte específico sobre a presença de pessoas trans no Diversiones, como o espaço foi importante para a visibilidade da comunidade, e como ela se expandiu desde então.


🧵 Círculo de Mulheres Fiandeiras promove noite de acolhimento, partilha e conexão em Olinda


🌻 Mulheres em busca de um momento de conexão, escuta e fortalecimento coletivo têm um encontro marcado no próximo dia 17 de outubro, em Olinda. O Círculo de Mulheres Fiandeiras convida participantes para uma vivência voltada ao cuidado do corpo, da mente e do espírito, reunindo atividades que estimulam o acolhimento, a troca de experiências e o fortalecimento dos laços femininos em um ambiente de respeito e partilha.

✨ A proposta do encontro é criar um espaço seguro para que mulheres possam compartilhar vivências, refletir sobre suas trajetórias e fortalecer vínculos através da convivência coletiva. A programação contempla momentos de dança, partilha, práticas de cuidado e acolhimento, promovendo uma experiência de reconexão consigo mesma e com outras mulheres.

🌺 Inspirado na simbologia das mulheres fiandeiras, o círculo busca resgatar saberes ancestrais e valorizar a construção coletiva do conhecimento feminino. A iniciativa reforça a importância do apoio mútuo e da escuta ativa como ferramentas para o desenvolvimento pessoal, emocional e espiritual das participantes.

💫 Com o tema “Lembrar de morar uma dentro da outra”, o encontro propõe uma reflexão sobre pertencimento, empatia e fortalecimento das redes de apoio entre mulheres. A vivência pretende reunir participantes de diferentes histórias e experiências em uma atmosfera de respeito, troca e celebração da diversidade feminina.

🌙 Realizado no Solar de Ritinha, o evento promete uma noite dedicada ao autoconhecimento, à integração e ao fortalecimento das conexões humanas. A iniciativa reforça a importância de espaços voltados ao bem-estar e ao desenvolvimento integral das mulheres na sociedade contemporânea.

📸 Foto: Divulgação/Solar de Ritinha

Serviço

Evento: Círculo de Mulheres Fiandeiras

Tema: Corpo, mente e espírito

Data: 17 de outubro de 2026

Horário: 23h

Atividades: Dança, partilha, medicina e acolhimento

Local: Solar de Ritinha

Endereço: Rua Dr. Milton Pina, 954, Bultrins, Olinda/PE

Frase-tema: “Lembrar de morar uma dentro da outra”

🎶 República Independente da Várzea promove edição da Black Noite Music nesta sexta-feira


🎤 A cena cultural recifense ganha mais uma noite de celebração à música e às expressões artísticas independentes com a realização da Black Noite Music. Promovido pela República Independente da Várzea, o evento acontece nesta sexta-feira, 9 de outubro, a partir das 21h, reunindo artistas e apreciadores da cultura alternativa em um espaço conhecido por fomentar encontros criativos e valorizar a produção cultural local.

🎧 A programação contará com apresentações da DJ Obinrin Jaguar e da artista Débora Léa, que comandam uma noite marcada pela diversidade sonora e pela conexão entre música, arte e público. A proposta é proporcionar uma experiência cultural que valorize diferentes linguagens artísticas e fortaleça a cena independente da cidade.

🌃 A República Independente da Várzea tem se consolidado como um espaço de convivência e efervescência cultural na Zona Oeste do Recife, abrindo espaço para artistas, produtores e coletivos. A realização da Black Noite Music reforça essa vocação ao transformar o local em ponto de encontro para quem busca experiências culturais fora dos circuitos tradicionais.

🎵 Mais do que uma programação musical, o evento busca estimular o intercâmbio de ideias, a circulação de artistas e o fortalecimento de iniciativas independentes. Em um ambiente acolhedor e descontraído, o público poderá desfrutar de uma noite dedicada à criatividade, à arte e à valorização da produção cultural contemporânea.

✨ Com atrações que dialogam com diferentes referências e estilos, a Black Note Music promete movimentar a Várzea e reafirmar a importância dos espaços culturais independentes para o desenvolvimento artístico e cultural do Recife.

📸 Foto: Divulgação

Serviço

Evento: Black Noite Music

Data: 9 de outubro

Horário: 21h

Atrações: DJ Obinrin Jaguar e Débora Léa

Realização: República Independente da Várzea

Local: República Independente da Várzea

Endereço: Rua Azeredo Coutinho, 11, Várzea, Recife/PE.

🎓 Primeira vencedora do “Quem Quer Ser Um Milionário” lança aulão preparatório para estudantes de todo o Brasil


💰 Conhecida nacionalmente por ter sido a primeira vencedora do quadro “Quem Quer Ser Um Milionário”, exibido pela TV Globo, a professora pernambucana Jullie Dutra agora aposta na educação como ferramenta de transformação ao lançar o projeto Aulão de Milhões. A iniciativa reúne um time de professores renomados para auxiliar estudantes na preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), vestibulares e outros processos seletivos, por meio de uma programação online com alcance nacional.

📚 Com o slogan #SeuSonhoValeMilhões, o projeto busca motivar candidatos que desejam conquistar uma vaga no ensino superior. O aulão contará com aulas de disciplinas fundamentais, como Redação, Matemática, Física, História, Biologia, Geografia, Química, Filosofia e Sociologia. A proposta é oferecer revisão de conteúdos, estratégias para realização das provas e orientação pedagógica para os participantes.

👩‍🏫 Além de Jullie Dutra, o corpo docente reúne nomes conhecidos da educação pernambucana, como Fernanda Bérgamo, Diego Calado, João Souza, Fernandinho Beltrão, Tácio Maciel, Ricardo Berardo, Éber Barbosa, Serafim Gomes, Gabi Andrade e Arnaldo Mendonça. A equipe promete uma abordagem dinâmica e direcionada às principais exigências dos exames, ajudando estudantes a reforçar conteúdos e ampliar a confiança para as provas.

🚀 A iniciativa reforça a trajetória de Jullie Dutra, que ganhou destaque nacional ao conquistar o prêmio máximo do programa apresentado por Luciano Huck e, desde então, passou a utilizar sua visibilidade para incentivar a educação e o desenvolvimento pessoal. O Aulão de Milhões surge como mais uma ação voltada para democratizar o acesso ao conhecimento e estimular jovens a acreditarem no próprio potencial.

🌎 Com transmissão ao vivo para todo o Brasil, o projeto amplia as oportunidades para estudantes de diferentes regiões do país participarem do evento sem sair de casa. As inscrições já estão abertas e podem ser realizadas pela internet, permitindo que candidatos iniciem a preparação ao lado de especialistas e professores experientes.

📸 Foto: Divulgação

Serviço

Aulão de Milhões

Coordenação: Jullie Dutra

Transmissão: Ao vivo para todo o Brasil

Inscrições: Online


Professores participantes:
Fernanda Bérgamo (Redação)
Diego Calado (Física)
João Souza (História)
Fernandinho Beltrão (Biologia)
Tácio Maciel (Matemática)
Ricardo Berardo (Matemática)
Éber Barbosa (Química)
Serafim Gomes (Filosofia e Sociologia)
Gabi Andrade (Geografia)
Arnaldo Mendonça (Coordenação Pedagógica)

Hashtag oficial: #SeuSonhoValeMilhões

🎨 Artista pernambucana leva oficina de identidade e cultura nordestina para crianças pelo Nordeste



🖌️ A artista visual pernambucana Ewa Amor, natural de Garanhuns, no Agreste de Pernambuco, está circulando pelo Nordeste com a oficina autoral “Raízes e Sonhos: Brincando com Minha Identidade”, uma atividade que une arte, educação e valorização da cultura regional. Voltada para crianças a partir dos oito anos, a iniciativa propõe a criação de autorretratos em pintura a partir de referências culturais nordestinas, estimulando a criatividade, a autoestima e o sentimento de pertencimento. A próxima parada acontece em Mossoró, no Rio Grande do Norte, dentro da programação gratuita do Centro Cultural Banco do Nordeste.

🌵 A circulação da oficina é resultado do Edital de Ocupação Artística do Banco do Nordeste e já passou por Sousa, na Paraíba. Após a passagem por Mossoró, o projeto segue para cidades do Ceará, incluindo Fortaleza e Juazeiro do Norte. Em cada encontro, as crianças têm contato com histórias, manifestações populares, músicas, danças, personagens, paisagens e objetos que fazem parte do universo cultural nordestino, criando uma conexão entre arte e identidade regional.

🪞 A experiência começa com uma contação de histórias e a apresentação de elementos que representam a diversidade cultural do Nordeste. Em seguida, as crianças exploram objetos e materiais disponíveis, observam a própria imagem em espelhos e escolhem referências que dialogam com suas memórias, sonhos e gostos pessoais. A partir desse processo, produzem desenhos que posteriormente são transformados em pinturas sobre tela utilizando tinta guache e diferentes técnicas artísticas.

✨ Segundo Ewa Amor, a oficina foi criada para fortalecer o protagonismo infantil e incentivar o reconhecimento da cultura nordestina como parte da construção da identidade de cada criança. A proposta vai além do aprendizado técnico de desenho e pintura, funcionando como um espaço de expressão individual, imaginação e valorização das referências culturais presentes no cotidiano dos participantes.

🎭 Além de artista visual, Ewa Amor atua como designer, fotógrafa, arte-educadora e produtora cultural. Ela também é criadora do projeto de quadrinhos “Felizmina e Minos”, que reúne milhares de seguidores nas redes sociais. Com uma trajetória ligada à educação e às artes visuais, a pernambucana desenvolve projetos que aproximam infância, cultura e criação artística, ampliando o acesso às expressões culturais nordestinas por meio de atividades formativas e experiências sensoriais.

📸 Foto: Paulo Conceição

Serviço

Oficina: Raízes e Sonhos: Brincando com Minha Identidade

Artista: Ewa Amor

Data: 12 de outubro

Local: Centro Cultural Banco do Nordeste

Cidade: Mossoró/RN

Horários: 8h, 13h e 15h

Público-alvo: Crianças a partir de 8 anos

Participação: Gratuita

Instagram: @ewaamorarte

Projeto: @felizminaeminos

🎨 Alfaparf Milano transforma vitrine em obra de arte e promove experiência para imprensa e influenciadores no Recife



✨ A Alfaparf Milano Professional reuniu jornalistas e influenciadores em Recife para apresentar uma ação que une beleza, criatividade e experiência de marca no ponto de venda. Realizada na Rede Bel Cosméticos – Mundo do Cabeleireiro, no Shopping RioMar Recife, a iniciativa faz parte da estratégia da empresa de criar conexões mais próximas com consumidores e parceiros, transformando espaços comerciais em ambientes de experiência e interação.

🖌️ O destaque da ação foi uma intervenção artística criada especialmente para a vitrine da loja. A artista plástica Raquel Gorzalka realizou uma pintura feita à mão, desenvolvendo uma composição exclusiva inspirada no conceito de brilho, principal atributo associado ao Cristalli Liquidi, produto ícone da Alfaparf Milano Professional. A proposta levou ao público uma interpretação artística do universo da beleza, transformando a vitrine em uma verdadeira obra de arte.

💎 Mais do que apresentar um produto, a marca buscou demonstrar como o varejo pode ser utilizado de forma criativa para proporcionar impacto visual e fortalecer o relacionamento com o consumidor. A ação reforça a tendência de experiências imersivas no ponto de venda, onde arte, design e sensorialidade passam a fazer parte da jornada de compra e da construção de valor das marcas.

🤝 Durante o encontro, os convidados puderam conhecer de perto a intervenção artística, compreender o conceito da campanha e vivenciar a proposta da Alfaparf Milano Professional diretamente no ambiente onde ela foi criada. A iniciativa evidenciou a importância da parceria entre marcas, profissionais da comunicação, influenciadores e consumidores para a criação de novas narrativas e experiências no mercado de beleza.

🌟 Ao transformar o conceito de brilho em uma expressão artística, a Alfaparf Milano Professional reforça uma comunicação cada vez mais voltada para a experiência e a conexão emocional. Em Recife, o Cristalli Liquidi ultrapassou os limites da prateleira e ganhou vida por meio da arte, criando uma experiência que une inspiração, criatividade e identidade de marca.

📸 Fotos: Divulgação 

Serviço

Ação: Intervenção artística Alfaparf Milano Professional

Local: Rede Bel Cosméticos – Mundo do Cabeleireiro

Endereço: Shopping RioMar Recife

Artista convidada: Raquel Gorzalka

Produto destaque: Cristalli Liquidi

Participantes: Imprensa, influenciadores e convidados

Realização: Alfaparf Milano Professional

quinta-feira, 8 de outubro de 2026

🧶 Instituto Vizinhos Solidários transforma aprendizado em oportunidade de renda com cursos gratuitos


💜 Aprender uma nova profissão, desenvolver a criatividade e conquistar mais autonomia financeira são alguns dos benefícios oferecidos pelo Instituto Vizinhos Solidários por meio dos cursos gratuitos de Crochê e Bordado. A iniciativa é voltada para mulheres da comunidade e promove não apenas a capacitação em técnicas artesanais, mas também a criação de oportunidades concretas para geração de renda. As aulas acontecem semanalmente no bairro do Pina, no Recife, em um ambiente acolhedor e de convivência.

🪡 As atividades são realizadas todas as quartas-feiras na sede do Instituto. O curso de Bordado, ministrado pela professora Liege, acontece das 14h às 15h30, enquanto as aulas de Crochê, conduzidas pela professora Rosângela, ocorrem das 15h30 às 17h. Com turmas reduzidas, entre seis e dez participantes, o projeto garante acompanhamento mais próximo durante todo o processo de aprendizagem, facilitando o desenvolvimento das habilidades das alunas.

🧵 Um dos diferenciais da iniciativa é que todos os materiais utilizados durante as aulas são fornecidos gratuitamente pelo Instituto. Linhas, agulhas, tecidos e demais utensílios necessários para a produção das peças são disponibilizados sem custo para as participantes. Ao final do curso, cada aluna recebe certificado e um kit com materiais de Crochê ou Bordado, permitindo a continuidade da prática após a conclusão das atividades.

💰 Mais do que ensinar técnicas artesanais, o projeto incentiva a geração de renda. As peças produzidas durante as aulas são comercializadas no bazar do Instituto Vizinhos Solidários, e todo o valor arrecadado com as vendas é destinado às próprias artesãs responsáveis pela produção. A iniciativa contribui diretamente para o fortalecimento da autonomia financeira das participantes e para a valorização do trabalho manual.

🤝 O projeto também conta com o apoio da comunidade por meio da doação de linhas, agulhas, tecidos e outros materiais utilizados nas oficinas. As contribuições ajudam a manter as atividades e ampliar o alcance da ação social. Para o Instituto, cada doação representa uma nova oportunidade de aprendizado, produção e geração de renda para as mulheres atendidas pelo programa.

📸 Foto: Divulgação 

Serviço

Curso gratuito de Bordado

📅 Quartas-feiras

🕑 Horário: 14h às 15h30

👩‍🏫 Professora: Liege

Curso gratuito de Crochê

📅 Quartas-feiras

🕞 Horário: 15h30 às 17h

👩‍🏫 Professora: Rosângela

📍 Local: Instituto Vizinhos Solidários

Endereço: Rua Pereira da Costa, 211, Pina, Recife

📞 Inscrições gratuitas: (81) 3104-9369

⏰ Atendimento para inscrições: segunda a sexta-feira, das 8h às 18h.

💇 Seu cabelo pode estar revelando mais sobre sua saúde do que você imagina


🩺 Encontrar alguns fios de cabelo na escova, no travesseiro ou durante o banho é uma situação considerada normal dentro do ciclo natural de renovação capilar. No entanto, quando a queda se torna intensa, persistente ou passa a ser acompanhada por falhas, afinamento dos fios, coceira ou alterações no couro cabeludo, o quadro merece atenção. Especialistas alertam que esses sinais podem indicar problemas de saúde que vão muito além de uma questão estética.

🔍 De acordo com o médico tricologista Dr. Wellington Marques, da Clínica Novo Fio Recife, diversas condições podem interferir diretamente no ciclo de crescimento dos cabelos. Entre elas estão anemia, deficiência de ferro, alterações da tireoide, carências nutricionais, estresse intenso, mudanças hormonais, infecções e outras doenças. Por isso, a investigação adequada é essencial para identificar a verdadeira origem da queda e evitar que problemas de saúde passem despercebidos.

⚠️ Uma das alterações mais frequentes é o eflúvio telógeno, caracterizado por uma queda capilar difusa e acentuada. A condição pode surgir após episódios de febre, infecções, cirurgias, períodos de estresse, dietas muito restritivas ou perdas rápidas de peso. Segundo os especialistas, os fios costumam cair semanas ou até meses após o evento desencadeante, o que muitas vezes dificulta a associação entre a causa e o sintoma.

🧬 A avaliação médica especializada permite analisar o histórico do paciente, examinar o couro cabeludo e solicitar exames laboratoriais quando necessário. Ferramentas como a tricoscopia também auxiliam na identificação de alterações nos fios e folículos capilares. Além da queda persistente, sinais como descamação excessiva, vermelhidão, crostas, coceira constante e áreas localizadas sem cabelo são indícios que exigem investigação profissional.

💊 O especialista também faz um alerta sobre o uso indiscriminado de vitaminas, suplementos e produtos para queda capilar sem orientação médica. Como cada caso possui causas diferentes, o tratamento precisa ser individualizado. A automedicação pode mascarar sintomas importantes e atrasar o diagnóstico correto. Por isso, diante de qualquer alteração persistente, a recomendação é procurar um especialista para uma avaliação completa.

📸 Foto: Divulgação 

Serviço

Novo Fio Clínica Capilar

📍 Endereço: Rua José Osório, 193 – Madalena – Recife/PE

📱 Instagram: @novofiorecife

🧠 Outubro reforça a importância do diagnóstico correto do TDAH e combate à desinformação



📚 O mês de outubro é marcado por ações de conscientização sobre o Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), condição do neurodesenvolvimento que afeta crianças, adolescentes e adultos. Apesar de cada vez mais conhecido, o transtorno ainda é cercado por mitos, informações equivocadas e diagnósticos precipitados. A campanha busca ampliar o debate sobre o tema e destacar a importância da identificação correta dos sintomas para garantir qualidade de vida e acompanhamento adequado aos pacientes.

🔎 De acordo com estimativas do Ministério da Saúde, o TDAH está presente em cerca de 7,6% das crianças e adolescentes entre 6 e 17 anos e em 5,2% dos adultos entre 18 e 44 anos. O transtorno pode se manifestar por meio da desatenção, impulsividade e hiperatividade, impactando diretamente os estudos, o desempenho profissional, os relacionamentos e a organização da rotina. Embora seja frequentemente associado à infância, especialistas destacam que os sintomas podem acompanhar o indivíduo durante toda a vida.

⚠️ O médico da Família da PAD Saúde, Dr. Edivaldo Bezerra, alerta para os riscos do autodiagnóstico e da banalização dos sintomas. Segundo ele, dificuldades de concentração não significam necessariamente a presença do transtorno, já que condições como ansiedade, estresse e privação de sono podem provocar manifestações semelhantes. Por isso, a avaliação profissional é fundamental para analisar o histórico do paciente e os impactos dos sintomas em diferentes áreas da vida.

💙 A conscientização também contribui para combater preconceitos ainda existentes sobre o TDAH. Muitas pessoas acreditam, de forma equivocada, que o transtorno está relacionado à falta de disciplina, interesse ou esforço. No entanto, o diagnóstico adequado e o acompanhamento individualizado permitem desenvolver estratégias que favorecem a autonomia, a adaptação às demandas do cotidiano e a melhoria da qualidade de vida dos pacientes.

🌐 Especialistas reforçam que reconhecer os sinais e buscar orientação profissional são passos fundamentais para garantir um acompanhamento eficiente. Com informação correta e acesso ao suporte adequado, pessoas com TDAH podem desenvolver seu potencial, organizar melhor a rotina e construir relações mais saudáveis em diferentes contextos da vida pessoal e profissional.

📸 Foto: Divulgação 

Serviço

PAD Saúde

Unidade Caruaru

📍 Rua Nossa Senhora de Fátima, nº 78, Maurício de Nassau

Instagram: @clinicapadsaudecaruaru

Unidade Recife

📍 Rua Hermógenes de Morais, nº 317, Madalena, Recife

Instagram: @padsaude

🤖 Escola de Olinda orienta adolescentes para o uso responsável da Inteligência Artificial



📚 Com a Inteligência Artificial cada vez mais presente na rotina dos estudantes, escolas têm assumido o papel de orientar os jovens sobre como utilizar essas ferramentas de forma consciente e segura. Em Olinda, o Colégio Imaculado Coração de Maria desenvolve um trabalho voltado para a formação digital dos alunos, abordando temas como IA, privacidade, proteção de dados, fake news, cyberbullying, autoria e pensamento crítico. A proposta está alinhada à Base Nacional Comum Curricular (BNCC) Computação e busca preparar os estudantes para os desafios do mundo digital.

💡 Para a instituição, mais importante do que saber utilizar a tecnologia é compreender seus limites e possibilidades. Segundo o professor João Manuel Calado, a Inteligência Artificial pode ser uma importante aliada do aprendizado, desde que não substitua a capacidade de reflexão dos estudantes. A orientação é para que os adolescentes aprendam a formular perguntas relevantes, analisar informações, verificar respostas e desenvolver autonomia intelectual diante dos conteúdos produzidos por ferramentas digitais.

🔍 Entre os temas trabalhados em sala de aula está a necessidade de conferir informações antes de acreditar ou compartilhar conteúdos gerados por Inteligência Artificial. Os estudantes também são incentivados a desconfiar de materiais excessivamente convincentes, já que vídeos, imagens, áudios e textos produzidos por IA podem apresentar informações falsas ou manipuladas. O desenvolvimento do pensamento crítico é apontado como uma habilidade fundamental para navegar com segurança no ambiente digital.

🔒 A proteção de dados pessoais também integra as orientações oferecidas pela escola. Os alunos aprendem a não compartilhar informações sensíveis, como documentos, senhas, endereços e dados familiares em plataformas digitais. Além disso, são estimulados a respeitar direitos autorais e refletir sobre as consequências da publicação de conteúdos na internet, entendendo que atitudes responsáveis e empáticas devem estar presentes tanto no ambiente físico quanto no virtual.

🌐 Para o Colégio Imaculado Coração de Maria, discutir Inteligência Artificial vai além do uso de novas tecnologias. A iniciativa busca promover cidadania digital, ética e responsabilidade, preparando adolescentes para tomar decisões conscientes em uma sociedade cada vez mais conectada. A proposta reforça que a pergunta mais importante não é apenas o que a IA é capaz de fazer, mas como cada pessoa deve utilizar essa ferramenta de maneira equilibrada e responsável.

📸 Foto: Divulgação 

Serviço

Tema: Uso responsável da Inteligência Artificial na adolescência

Instituição: Colégio Imaculado Coração de Maria

Local: Olinda/PE

Abordagens trabalhadas: Inteligência Artificial, pensamento crítico, privacidade, proteção de dados, fake news, cyberbullying, autoria e cidadania digital

Público-alvo: Estudantes da educação básica

Objetivo: Promover o uso ético, seguro e consciente da tecnologia no ambiente escolar e na vida cotidiana.

🏠 Jovens de até 30 anos lideram compra da casa própria em Pernambuco

📈 A busca pela casa própria tem acontecido cada vez mais cedo entre os pernambucanos. Dados da MRV apontam que os consumidores com idade entre 18 e 30 anos representaram 54% das vendas de imóveis da construtora em Pernambuco entre janeiro e setembro de 2026. O mesmo percentual foi registrado nacionalmente no primeiro semestre do ano, evidenciando uma mudança no perfil de quem decide investir em um imóvel e construir patrimônio desde o início da vida adulta.

💰 Para muitos jovens, a aquisição do primeiro imóvel vai além da realização de um sonho. A decisão está ligada à busca por independência financeira, estabilidade e segurança patrimonial. Em vez de manter despesas contínuas com aluguel, muitos consumidores têm optado por direcionar seus recursos para o financiamento de um imóvel próprio, aproveitando condições de pagamento mais acessíveis e prazos mais longos para quitar o investimento.

🏡 O cenário favorável é impulsionado principalmente pelos programas habitacionais. Segundo Thiago Ely, vice-presidente Comercial e de Marketing da MRV, fatores como financiamentos com prazo de até 35 anos, taxas de juros que não acompanham diretamente as oscilações da Selic e maior previsibilidade das parcelas ajudam a tornar a compra mais acessível para os jovens. Além disso, a possibilidade de utilização do FGTS pode facilitar a entrada ou reduzir o saldo financiado.

📊 O interesse crescente dos mais jovens pelo mercado imobiliário também é confirmado por levantamento da Brain Inteligência Estratégica, divulgado pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (ABRAINC). A pesquisa mostrou que 67% dos consumidores entre 21 e 28 anos pretendem comprar um imóvel nos próximos meses, índice superior aos 57% registrados em 2025. Entre os principais motivos estão sair do aluguel, deixar a casa dos pais e buscar uma mudança de localidade.

🚀 O movimento acontece em um momento de expansão do crédito imobiliário no Brasil. Em julho de 2026, a Caixa informou que sua carteira de crédito imobiliário alcançou a marca de R$ 1 trilhão, com crescimento superior a 14% em relação aos 12 meses anteriores. Somente no primeiro trimestre deste ano, o banco liberou R$ 64,2 bilhões em crédito imobiliário, refletindo um mercado aquecido e cada vez mais atrativo para quem deseja antecipar o sonho da casa própria.

📸 Foto: Divulgação/MRV

Serviço

Tema: Jovens compradores ganham protagonismo no mercado imobiliário

Dados em Pernambuco: 54% dos compradores da MRV têm entre 18 e 30 anos

Período analisado: Janeiro a setembro de 2026

Programa habitacional: Minha Casa, Minha Vida

Benefícios: Financiamento de até 35 anos, uso do FGTS e parcelas com maior previsibilidade

Mais informações: www.mrv.com.br

🎵 Thera Blue’ lança “Belê”, álbum que celebra identidade, memória e diversidade cultural pernambucana



🌵 Após 13 anos sem lançar um disco de inéditas, o cantor e compositor caruaruense Thera Blue’ apresenta ao público o álbum “Belê”, seu quarto trabalho de estúdio. Aos 56 anos e com quatro décadas de trajetória artística, o músico retorna às plataformas digitais com uma obra autoral marcada pelas referências do Agreste pernambucano, pelas vivências do interior e por reflexões sobre pertencimento, relações humanas, espiritualidade e diversidade. O projeto é fruto de uma construção coletiva ao lado das artistas Carmen Farias e Ana Paula Marinho.

🎼 Com 11 faixas inéditas, “Belê” nasceu de um processo criativo iniciado em 2020, quando poemas escritos por Carmen Farias encontraram novas formas na música. A partir desses encontros, surgiram composições que transitaram entre a poesia, a melodia e a experimentação sonora. O resultado é um disco que une diferentes sensibilidades artísticas e que, segundo os criadores, foi moldado pelo tempo, pelas trocas afetivas e pelo desejo de continuar produzindo arte mesmo diante das incertezas daquele período.

🎸 A sonoridade do álbum dialoga com elementos da música popular brasileira, do rock e das tradições musicais pernambucanas. Com direção musical assinada por Vertin, músico radicado em Arcoverde, o trabalho reúne uma equipe majoritariamente formada por artistas do interior de Pernambuco. Gravado entre Pernambuco e São Paulo, o projeto conta ainda com uma rica diversidade instrumental, incluindo percussões tradicionais, sintetizadores, guitarras, contrabaixos e experimentações sonoras que reforçam a identidade singular da obra.

✨ O álbum também carrega uma forte carga afetiva. A obra é dedicada ao músico baiano Isaac Maia, falecido e homenageado por ter sugerido o título “Belê” ainda em 2018. Mais do que um nome, a palavra se transforma em símbolo da liberdade criativa presente no projeto. Para Thera Blue’, o disco representa um encontro entre experiência e renovação, reunindo a maturidade artística conquistada ao longo dos anos e a energia de quem continua descobrindo novos caminhos por meio da música.

🎤 Para celebrar o lançamento, Thera Blue’ sobe ao palco no dia 17 de outubro, em Caruaru, acompanhado por sua banda. O show acontece no espaço Lengo Tengo, no Alto do Moura, e levará ao público as músicas do novo álbum em uma apresentação especial. Mais do que um lançamento musical, “Belê” chega como um manifesto artístico que convida à escuta, ao acolhimento das diferenças e à valorização das múltiplas identidades que compõem a cultura pernambucana.

📸 Foto: Zanderson Hernandez

Serviço

Lançamento do álbum: Belê

Artista: Thera Blue’

Onde ouvir: Spotify e demais plataformas digitais

Show de lançamento

Data: 17 de outubro de 2026

Horário: 18h

Local: Lengo Tengo

Endereço: Rua Mestre Vitalino, nº 228, Alto do Moura, Caruaru/PE

Informações: @therablue

🎤 Voz Camará abre nova oportunidade para artistas pernambucanos entrarem na disputa musical



🎶 Quem sonha em mostrar seu talento nos palcos ainda tem uma nova chance de participar da 6ª edição do Festival Voz Camará. O projeto, realizado em Camaragibe, na Região Metropolitana do Recife, está com inscrições abertas para novas etapas de seleção destinadas a cantores e intérpretes a partir dos 18 anos. Os interessados podem garantir participação até o dia 17 de outubro, por meio da plataforma Even3, e disputar uma vaga nas próximas fases da competição, que chega à grande final em dezembro.

🌟 Nesta edição, o festival ampliou o processo seletivo e passou a contar com três rodadas de escuta, realizadas em datas diferentes para alcançar artistas de diversas cidades e trajetórias musicais. Depois das etapas de seleção, os participantes seguem para a Eliminatória, Semifinal e Finalíssima. Ao todo, 14 artistas chegarão à decisão, sendo 12 escolhidos pelo júri e dois definidos por votação popular, reforçando a participação do público no resultado final do concurso.

🏆 Além da visibilidade e da oportunidade de apresentar seu trabalho para um público maior, os participantes concorrem a premiações em dinheiro. O primeiro colocado receberá R$ 3.500, enquanto o segundo e o terceiro lugares serão contemplados com R$ 1.000 e R$ 500, respectivamente. Segundo o idealizador e fundador do festival, Tony Farias, a ampliação das rodadas de escuta busca democratizar o acesso e fortalecer a cena musical pernambucana ao abrir espaço para novos talentos.

🎼 O Voz Camará também integra oficialmente o calendário cultural de Camaragibe. Desde agosto de 2025, o município celebra o Dia Voz Camará em 9 de novembro. Em 2026, o homenageado será o músico, compositor e instrumentista Ricardo Correia dos Santos, conhecido artisticamente como Call Quintal. Nascido e criado na cidade, o artista construiu uma trajetória marcada por sua atuação em grupos de samba e pagode, tornando-se uma referência na cena musical local.

♿ Além de incentivar a cultura, o festival reforça seu compromisso com a inclusão e a responsabilidade social. A edição 2026 contará com intérpretes de Libras, audiodescrição, espaços reservados para pessoas com deficiência, banheiros acessíveis e equipe preparada para acolher os participantes e o público. Durante as etapas presenciais também serão arrecadados alimentos, que posteriormente serão destinados a famílias e comunidades em situação de vulnerabilidade social.

📸 Foto: Divulgação/Voz Camará

Serviço

Festival Voz Camará 2026 – 6ª Temporada

Quem pode participar: pessoas com 18 anos ou mais

Inscrições: até 17 de outubro pela plataforma Even3

Link para inscrição:

2ª Escuta: 11 de outubro

3ª Escuta: 18 de outubro

Eliminatória: 1º de novembro

Dia Voz Camará: 9 de novembro

Semifinal: 22 de novembro

Finalíssima: 13 de dezembro

Premiação:
1º lugar: R$ 3.500
2º lugar: R$ 1.000
3º lugar: R$ 500

Local: Camaragibe/PE

Instagram: @vozcamaraoficial

Informações: (81) 98274-3376

🎈 Recife Outlet prepara programação gratuita para celebrar o Dia das Crianças



🎉 O Recife Outlet entra no clima do Dia das Crianças com uma programação especial voltada para toda a família. Entre os dias 10 e 12 de outubro, das 11h às 17h, o centro de compras promove uma ação gratuita que reúne personagens infantis inspirados em sucessos do universo infantil, além de distribuição de pipoca e algodão-doce. A iniciativa promete transformar o fim de semana em um espaço de diversão, lazer e momentos inesquecíveis para os pequenos.

❄️ Durante os três dias de evento, personagens inspirados em Frozen e Homem-Aranha estarão distribuição gratuita de pipoca e algodão-doce ao longo das atividades.

🛍️ Enquanto as crianças aproveitam as atrações, os pais podem explorar as diversas opções de compras disponíveis no Recife Outlet. O empreendimento, que completa cinco anos de operação, ampliou seu mix comercial e reúne marcas voltadas para diferentes perfis de consumidores. Entre as opções para presentear os pequenos estão lojas como Fila, Tip Top, Crocs, Live, Aramis, Hering, Calvin Klein e Kipling, com produtos que vão de roupas e calçados a mochilas e acessórios.

🎁 O período também conta com promoções especiais em diversas marcas. A Kipling oferece descontos em mochilas, estojos e calçados infantis, enquanto a Aramis conta com ofertas na linha Next e brindes exclusivos para compras acima de determinados valores. Já a Calvin Klein disponibiliza preços promocionais em peças e acessórios infantis, ampliando as alternativas para quem deseja antecipar ou garantir o presente da criançada.

👨‍👩‍👧‍👦 Com atrações gratuitas, opções de compras e um ambiente pensado para receber toda a família, o Recife Outlet aposta em uma programação diversificada para marcar o Dia das Crianças. A expectativa é proporcionar momentos de lazer e entretenimento para visitantes de todas as idades durante um dos períodos mais aguardados do ano pelos pequenos.

📸 Foto: Sérgio Filho

Serviço

Dia das Crianças no Recife Outlet

Atrações: Personagens inspirados em Frozen e Homem-Aranha, distribuição de pipoca e algodão-doce

Data: De 10 a 12 de outubro

Horário: Das 11h às 17h

Local: Recife Outlet

Endereço: BR-232, Km 15, Moreno/PE

Entrada: Gratuita