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domingo, 9 de agosto de 2026

🌵 🎤 João Pessoa Celebra Petrúcio Amorim com Homenagem que Cruza Fronteiras



🎶 O cantor e compositor Petrúcio Amorim recebeu uma homenagem especial que reconhece sua relevância para a cultura nordestina e para o forró, celebrando sua trajetória de quatro décadas dedicadas à música. A distinção, concedida pelo projeto São João na Bahia, reforça o impacto de sua obra em diferentes cidades do estado, onde o São João é vivido como tradição, identidade e orgulho. Em João Pessoa, o reconhecimento ecoa entre fãs e artistas que acompanham sua caminhada.

🌟 Em publicação emocionada, Petrúcio destacou que o prêmio simboliza não apenas sua carreira, mas também o esforço coletivo dos forrozeiros que mantêm viva a chama do ritmo. Ele dedicou a homenagem à filha, Lara Amorim, e à sua banda, ressaltando que o forró segue unindo corações e derrubando fronteiras. A mensagem reforça o compromisso do artista com a preservação das raízes culturais e com a valorização da música regional.

🎼 A homenagem também evidencia a força do forró como expressão que atravessa gerações, conectando histórias e afetos. Petrúcio, conhecido por composições marcantes e interpretações que se tornaram clássicos, reafirma sua missão de celebrar o Nordeste através de cada canção. O reconhecimento chega como celebração de uma trajetória sólida, marcada por autenticidade e devoção à cultura popular.

🎤 O impacto da homenagem repercutiu entre admiradores e colegas de profissão, que destacaram a importância de Petrúcio para o cenário musical. Sua presença constante nos palcos e sua contribuição para o fortalecimento das tradições juninas fazem dele uma referência incontornável. A celebração reforça que sua obra segue viva, inspirando novos artistas e emocionando públicos diversos.

🔥 Em João Pessoa, onde o artista mantém forte ligação afetiva e musical, a homenagem é recebida como motivo de orgulho. A cidade reconhece sua contribuição para o fortalecimento da cultura nordestina e celebra o momento como marco de sua trajetória. Petrúcio Amorim segue cruzando fronteiras com música e amor, levando consigo a essência do forró e a força de suas raízes.

🌆 🎤 João Pessoa Revive Clássicos em Noite de Nostalgia Musical



🎶 O evento Revivendo ao Passado chega a João Pessoa com a promessa de transportar o público para uma viagem sonora repleta de memórias afetivas e ritmos que marcaram época. No Restaurante Panorâmico do Clube Cabo Branco, a atmosfera será de reencontro com sucessos que atravessam gerações, celebrando artistas que ajudaram a construir a identidade musical da cidade. A proposta une estilos diversos em uma noite dedicada à força da música como elo cultural e emocional.

🎸 Com apresentações de Los Cubanos, Vicente Jr. Trepidants e Banda e Condinho, o espetáculo reúne nomes que carregam a essência de diferentes fases da cena musical paraibana. Cada artista traz ao palco sua própria história, reforçando o caráter plural do evento. A participação especial da Banda Zé Amarok adiciona ainda mais energia, ampliando o repertório e a diversidade sonora da noite.

🎵 A programação acontece na sexta-feira, 28 de agosto, às 20h, em um dos espaços mais tradicionais da capital paraibana. O Restaurante Panorâmico do Clube Cabo Branco oferece o cenário ideal para uma noite de nostalgia, com estrutura acolhedora e vista privilegiada. A expectativa é de grande público, reunindo admiradores das bandas e amantes da música que marcou gerações.

🎼 O conceito do evento aposta na memória afetiva como protagonista, convidando o público a reviver canções que embalaram festas, encontros e histórias pessoais. A curadoria musical busca equilibrar emoção e diversão, criando um ambiente onde cada acorde desperta lembranças e cada performance reforça a importância da preservação cultural. Uma noite pensada para ouvir, dançar e recordar.

🎤 Com organização dedicada e artistas de destaque, Revivendo ao Passado surge como oportunidade única para quem deseja celebrar a música em sua forma mais afetiva. A produção reforça que o evento é mais que um show: é um reencontro com o que permanece vivo na memória coletiva. Uma celebração que promete marcar o calendário cultural de João Pessoa.

Serviço
Evento: Revivendo ao Passado  
Atrações: Los Cubanos, Vicente Jr. Trepidants e Banda, Condinho  
Participação Especial: Banda Zé Amarok  
Data: 28 de agosto (sexta-feira)  
Horário: 20h  
Local: Restaurante Panorâmico – Clube Cabo Branco, João Pessoa  
Informações: 83 9 8701-6917 Gilberto

🌟 Tributo que ecoa tradição e emoção no palco recifense



🎶 O grupo SaGrama prepara uma noite especial para celebrar a obra do mestre Dimas Sedícias, reunindo música, memória e afeto em um espetáculo que promete emocionar o público. A apresentação acontece no histórico Teatro de Santa Isabel, onde a atmosfera clássica se une à força da cultura popular pernambucana. Com convidados de destaque, o evento reforça a importância de Sedícias para a música regional e para gerações de artistas que seguem inspiradas por sua trajetória.

🎤 As participações especiais de Neris Rodrigues, Laís de Assis, Karol Maciel e Laila Campelo ampliam o brilho da homenagem, reunindo vozes que dialogam com a diversidade e a riqueza da produção musical pernambucana. Cada artista traz ao palco sua identidade e sua relação com o legado de Sedícias, compondo um mosaico afetivo que promete envolver o público. A união dessas intérpretes reforça o caráter coletivo da celebração, marcada pela reverência e pela continuidade da tradição.

🎼 O concerto, marcado para o dia 25 de agosto, numa terça-feira às 20h, surge como oportunidade única para quem deseja vivenciar uma noite de música de alta qualidade. O Teatro de Santa Isabel, conhecido por sua acústica privilegiada, oferece o cenário ideal para a homenagem. A expectativa é de casa cheia, reunindo admiradores do grupo, do homenageado e das convidadas. A iniciativa reafirma o compromisso de SaGrama com a preservação e difusão da cultura local.

📯 A homenagem a Dimas Sedícias também destaca sua influência na formação de músicos e na consolidação de uma estética sonora que atravessa décadas. SaGrama, reconhecido por sua maestria instrumental e por sua capacidade de reinventar tradições, revisita obras marcantes do compositor, criando pontes entre passado e presente. O espetáculo promete momentos de emoção, virtuosismo e celebração coletiva, reafirmando a força da música como elemento de identidade cultural.

🎵 Com ingressos já disponíveis, o público é convidado a garantir presença antecipadamente para não perder essa noite especial. A venda ocorre pela plataforma guichêweb, facilitando o acesso ao evento. A produção reforça que a homenagem é mais que um concerto: é um encontro de gerações, um gesto de reconhecimento e uma celebração da memória musical pernambucana. Uma noite para ouvir, sentir e celebrar.


Serviço
Evento: Homenagem a Dimas Sedícias – SaGrama  
Convidadas: Neris Rodrigues, Laís de Assis, Karol Maciel, Laila Campelo  
Data: 25 de agosto (terça-feira)  
Horário: 20h  
Local: Teatro de Santa Isabel  
Ingressos: À venda pelo guichêweb

🎶 O Poeta Cantador em Corpo Inteiro: Flávio Leandro abre o coração, a estrada e o sertão

 


🌵 O Teatro do Parque ficou pequeno para a energia de Flávio Leandro no último 1º de agosto. A estreia da turnê De Mala e Cuia no Recife foi um sucesso absoluto, com casa cheia, público emocionado e uma atmosfera de celebração que só o sertão sabe criar. O poeta cantador subiu ao palco com a força de quem carrega três décadas de estrada e reafirmou, mais uma vez, por que sua obra ocupa um lugar tão singular na música nordestina. “Eu creio que a questão da poesia é uma característica bem marcante da música popular nordestina”, disse ele ao lembrar que sua identidade artística nasceu do encontro entre palavra e melodia.

🎶 A trajetória de Flávio é profundamente marcada pela geografia afetiva do Araripe. Nascido em Bodocó, a poucos quilômetros de Exu, ele cresceu sob a sombra simbólica de Luiz Gonzaga, o Rei do Baião. “Essa influência geográfica já traz para mim todo o meu norte de composição”, afirma. Sua música nasce desse chão fértil, onde tradição e contemporaneidade convivem com naturalidade. Ao longo dos anos, Flávio transformou paisagens, histórias e personagens do sertão em canções que atravessam gerações e alcançam públicos de todo o país.

📸 No palco, o artista reafirma seu processo criativo particular, que ele define como um ato de fotografar o mundo. “Como poeta, eu me considero mais fotógrafo”, explica. Essa sensibilidade o levou a compor músicas que se tornaram símbolos de resistência, afeto e identidade, como “Chuva de Honestidade”, que marcou sua virada como intérprete. Flávio também se destaca por defender o forró pé de serra com firmeza, sem abrir mão da inovação, sempre respeitando o tripé essencial de sanfona, zabumba e triângulo.

🎭 O sucesso da apresentação no Recife confirma a força de uma carreira construída com autenticidade, coerência e muita estrada. A turnê De Mala e Cuia nasce do desejo de se aproximar ainda mais do público que acompanha sua trajetória pela internet e pelos palcos do Brasil. No teatro, Flávio encontra o ambiente ideal para cantar, conversar e tocar o coração das pessoas. E segue caminhando com a mesma filosofia que o guia desde o início: transformar fãs em amigos, e amigos em irmãos.

📸 Fotos: Reprodução Instagram do Artista

Vamos saber mais da entrevista?



Flávio, você é chamado de “Poeta Cantador”. Em que momento da sua trajetória você percebeu que poesia e música seriam inseparáveis na sua obra?

Olá, Taís. Coisa boa estar aqui com você. É isso. Eu creio que a questão da poesia é uma característica bem marcante da música popular nordestina. Isso já a partir do Luiz Gonzaga. Ele primava muito por essa coisa da poesia muito forte dentro da música. E, claro, como nossa poesia, como nossa poeta, ela é ligada diretamente à poesia do repente, onde os poetas também são chamados de cantadores, de poetas cantadores. Então, essa coisa talvez seja o diferencial de quem compõe para o Nordeste. Eu me descubro fazendo isso, compondo com essa medida, no terceiro disco, no terceiro álbum, que foi o álbum acústico. A poética dele foi tão forte que as pessoas realmente, de repente, começaram a me chamar de poeta cantador. Então, a partir daquele momento ali, eu praticamente assino um compromisso de continuar com esse olhar bem voltado para a poesia, não em detrimento da melodia, mas de uma forma que ela dê as caras primeiro. Porque a melodia, de todo modo, ela é uma característica sua já, ela é a sua impressão digital. Mas aí você tem que fazer com que sua poesia também se torne sua impressão digital. E é o que eu digo, você não aprende a ser poeta, não tem como. Porque isso tá muito dentro de você, é uma coisa muito peculiar. Mas aí você tem como melhorar essa poesia. Lendo mais, viajando mais, conhecendo mais, conversando mais. Observando mais. E é isso, eu tenho feito muito isso durante o meu caminhar de poeta, cantador.

Como o sertão do Vale do São Francisco molda sua forma de compor e de enxergar o mundo?

Eu sou do sertão do Araribe pernambucano, de Bodalcó. É uma região que compõe, que é composta por dez municípios. Dentre eles, tem o mais importante de todos em se tratando de coordenada geográfica, que é Exu. Existe um ponto específico em Ashu, na fazenda Kaisara, onde nasceu Luiz Gonzaga, o rei do Baião. E eu tenho a felicidade de nascer a menos de 40 quilômetros de Luiz Gonzaga. Essa influência geográfica já traz para mim todo o meu norte de composição, de intérprete, de ver o mundo, de enxergar. Então, eu creio que existe uma determinada magia nesse entorno. Eu não vou nem citar somente o entorno da Caixara, em Pernambuco, eu vou citar o entorno da Chapada do Araripe todinha. Então, do lado de Pernambuco, nós temos Gonzaga, Flavlan, Jorginho do Axu, Taz Carvalho, Leninho, Do outro lado, e aí, claro, João Gomes, a gente não pode deixar essa geração de fora, Zé Vaqueiro, Akinori Kuri. Do outro lado, nós temos Patativo do Assaré, Sega Deraldo, os irmãos Aniceto, de forma mais contemporânea, Luiz Fidelis, grandissíssimo compositor, tacis do acordeon. Então você veja que esse entorno da chapada é bem mágico. É muito bom fazer parte desse contexto. E eu tenho essa influência direta a partir dessa visão, e a partir dessa observação, e a partir desse horizonte do qual fui gerado.

Suas letras têm força poética e crítica social. Como nasce uma música sua: da emoção, da observação ou da necessidade de dizer algo?

É isso. Eu sempre digo para as pessoas que, como poeta, eu me considero mais fotógrafo, porque minha mensagem poética é a mensagem de quem clica, de quem dá cliques na paisagem à frente do seu olhar. A minha poesia é bem dissertativa. Você colocou uma coisa aqui bem interessante, a necessidade de dizer algo. Eu creio que existe um pouco disso também. As coisas que eu clico ali e que me incomodam, ou que eu achei arretado e quero levar adiante essa mensagem. Então, tem um pouco de gozaga nessa coisa toda de sair dissertando sobre vários aspectos. Então, eu já falei sobre o embruseiro, Já falei sobre a pedra do claranã no meu município, sobre a minha terra, Bodalcó, sobre o Nordeste. E aí a gente vai dissertando. Então, como poeta, verdadeiramente eu sou um bom fotógrafo.

Essa música se tornou um hino para muita gente. O que motivou você a escrevê-la e como vê o impacto que ela ainda tem?

Chuva de Honestidade é um diferencial bem grande da minha carreira, porque até então eu era conhecido somente como compositor. Eu não conseguia, como intérprete, acompanhar minhas músicas. Eu fui assim com um monte delas. Mas aí chega Chuva de Honestidade e é a música que eu componho e que eu mesmo gravo. E que ela acontece comigo como intérprete. Então ela tem esse gosto bom de me mostrar para o mundo como intérprete. Eu já não estava mais sendo mostrado somente como compositor. A história dessa música é bem vasta, bem ampla, mas ela remonta 2013. Eu tinha acabado de chegar do Oriente Médio e tinha trazido algumas experiências de lá, porque eu tinha visitado o Oriente Médio todo ali. E eu estava, claro, buscando, fazendo uma pesquisa sobre as matrizes da cultura popular nordestina a partir de uma visão árabe. Estando no Oriente Médio, eu também não podia deixar de passar no Israel. Mesmo não tendo um existir árabe, mas o existir judaico no sertão nordestino também foi muito forte. E a gente queria trazer esses elementos todos para dentro da nossa pesquisa. E claro, como eu sou do sítio, da roça, eu também queria ver as experiências dos israelenses nos kibbutz e tal. Os kibbutz já nem existiam mais como foram originados, como foram concebidos. Já funcionavam mais como um ponto de turismo e tal. Mas a gente foi e viu várias pesquisas funcionando bem. E no sertão do Nordeste, pequenas práticas de irrigação mais sofisticadas, elas eram de origem israelense. E aí foi, tal. É uma música que eu fiz num ano de uma seca tremenda, mas que ela não é só daquele ano específico, ela é uma música de minha vida inteira, em contato com o semiárido nordestino. Tudo aquilo veio à tona, mas ela nasce por causa de um pedido de uma ONG, aliás, de uma ONG não, de várias ONGs da região do Araripe Pernambucano, que solicitaram que eu fizesse uma música, uma música não, um jingle, para ser colocado nos carros de som, e eu pelejei para fazer o jingle, mas aí só a música teimava em vir, teimava, então eu disse para o pessoal, pessoal, não me leve a mal, eu terminei compondo uma música e não um jingle, e mandei para eles. Eu fui para o estúdio ali, cheguei no Kraton com um amigo e aí a gente fez a música no estúdio em duas horas. Preparamos para mandar para o pessoal das ONGs, para botar nos carros de som. Terminou que eu botei também no meu palco MP3, que era a plataforma mais evidente à época. E ela foi sozinha criando isso, mas chuva de honestidade é de uma realidade localizada, específica para a região do Araripe e, claro, depois a dimensão do tumor me trouxe sabores e muitos de sabores, porque ela começou a ser utilizada com mediocridade por políticos no geral, que na verdade nem mereciam estar usando a música. E é isso. Ela ainda hoje é uma música muito forte.

Como você enxerga o forró pé de serra hoje, diante das novas tendências e da mistura de estilos?

Sobre o contemporâneo, Belchior dizia uma coisa interessante, o novo sempre vem. E eu acho que é inevitável. Porque o novo é exatamente uma condição humana. Essa própria ebulição, essa própria efervescência, eu acho que a marca maior do ser humano é a inovação. Mas também a humanidade só chegou viva até esse ponto por causa da cultura. Cultura, eu digo sempre, por onde eu passo, que cultura é acima de tudo sobrevivência. A cultura, na minha cabeça, são caminhos, vários caminhos. O caminho do São João, o caminho do forró, o caminho do reggae, o caminho do blue, da bossa nova, o caminho, são caminhos. E as pessoas que fazem a música do caminho do forró, elas vão caminhando e deixando as suas passadas, as suas pegadas, as suas marcas. É justo que essas pessoas, cada uma delas, elas queiram deixar as pegadas que melhor lhe definam nesses caminhos. Eu não posso passar de um caminho para o outro. Eu vou estar distorcendo. Então, o que ocorre muitas vezes, em muita coisa que se produz, é que o cara já saiu do caminho há muito tempo, ele não está mais naquele caminho. Por exemplo, para permanecer no caminho do forró, você não pode perder o contato com o sanfona, zabumba e triângulo. Você pode até colocar uma guitarra, um contrabaixo, um metal e tal, mas com esses três elementos bem na cara, disparadamente na cara, e com a rítmica, você consegue enxergar isso muito claramente. Então eu não quero tirar das pessoas, eu não sou muito Caxias nesse ponto, eu não quero tirar das pessoas a possibilidade delas deixarem as suas marcas nesse caminho, o caminho do forró. Mas também não quero dizer que tirando todos os elementos que caracterizam o forró, ela possa permanecer no caminho do forró. Ela já saiu, por si só ela já saiu. A gente viu muito muita cerveja vendida como vinho nesse tempo. É uma loucura. Então, a inovação é inevitável, mas o novo tem que ser feito olhando para dentro, respeitando esses caminhos que nos trouxeram vivos até aqui. O forró, para mim, eu considero como um pote em cima de um tripé. Ele está ali, cheio d'água, muito bonito. Você pode botar uma tampa de madeira, uma tampa de metal, uma tampa de lata, uma tampa de plástico. Você pode botar uma vestimentazinha, que tem muitas casas sartenesas que botavam uma vestimenta no pote. E aí você pode botar uma chita, você pode botar um saco de estopa, um saco de açúcar, um outro tecido que você goste. A única coisa que você não pode fazer é tirar um pé desse tripé, porque o pote vai cair e quebrar.

Você tem uma conexão muito forte com seus fãs. O que mais te emociona quando está no palco?

É interessante essa questão da relação com o público, porque eu sou do ramo já há 30 anos, mas tenho dois filhos que são na música também. E aí eu também inclusi essa minha esposa, que aí quando eu falo 30 anos meu, eu digo, eu não tenho, nós temos 30 anos já de caminhada. E eu digo sempre para os meus filhos que a gente tem que procurar fazer com que os fãs se tornem amigos. E depois de um certo tempo, de uma relação mais apurada, que esses amigos se tornem irmãos. E a gente tem muitos irmãos hoje espalhados no Brasil, pela proximidade que a gente permitiu. Então a nossa relação é muito de tato, de contato. Eu não consigo isso na virtualidade. Eu não consigo responder ninguém na virtualidade, a não ser nos comentários de postagens que eu faço. Eu gosto além de, após alguma postagem, fazer alguns comentários, vou responder alguns comentários. Eu gosto disso, mas no inbox, aquela coisa do... Eu não faço porque eu não consigo, porque aí eu começo a deixar de viver e de praticar aquilo que eu componho. A minha composição, ela traduz uma vida mais frugal, mais leve, onde você vive verdadeiramente. Então, se eu for me entregar totalmente à virtualidade da internet, eu não vou conseguir mais essa frugalidade. E essa relação com o público, ela nasce daí, dessa necessidade do tato, porque no ao vivo, a gente é muito forte. A gente consegue, mesmo que rapidamente, entrar na intimidade daquelas pessoas. Então, é uma coisa que a gente... Eu acho que é um diferencial muito forte, que são poucos os artistas que conseguem fazer isso. Até porque é exaustivo, né? Mas a gente faz com prazer enorme. Tanto eu quanto Cissa. Hoje eu já não consigo me dissociar de Cissa em relação a isso. E as pessoas também não querem ver só Flávio Leandro, querem ver Cissa também. Que é minha esposa, que toca triângulo e faz vocal junto comigo e cuida da parte administrativa também de tudo. Então essa relação é muito forte. A nossa relação é sempre essa, o norte. É transformar os fãs em amigos e os amigos em irmãos. E é isso, a gente vai caminhando muito tranquilamente assim e isso tem dado muito certo.

Em suas músicas, a cultura do Nordeste é protagonista. O que você sente que ainda precisa ser contado ou valorizado?

É isso, em relação à cultura nordestina, eu acho que a gente que faz música nordestina, isso já é a partir de Gonzaga. Ou a gente denuncia, ou a gente está denunciando alguma coisa, ou a gente está evidenciando alguma coisa, ou a gente apenas quer contar. Alguma coisa, mas que tenha essa ligação íntima com o Nordeste. Eu sempre faço a minha música de uma forma que eu não possa, de uma forma que eu não traduza apartheid, segregação, separatismo, eu não curto muito isso, apesar de muita gente pregar isso. E quando eu componho, eu componho com o sentimento de fortalecer uma região que por muito tempo foi injustiçada na balança do equilíbrio das federações. E quando a gente canta é para, de certa forma, repor um pouco dessa dívida. Meio que fazer um pagamento dessa dívida de longas datas. Uma dívida que o país inteiro tem com o Nordeste, em função desse desequilíbrio regional que houve por muito tempo. É só você ver que as oportunidades, quando são dadas, a gente solta os pés e corre, e vai pra longe. Então hoje você já não vê mais um movimento migratório, porque essas pessoas sempre tiveram a vontade de ficar no Nordeste. E a nossa música é feita a partir de Gonzaga para quem estava fora dele, com saudade, e no meu caso hoje para quem está nele com a certeza de que a gente vive um novo Nordeste. Mas eu repito, tudo isso deve ser feito com respeito às outras regiões para que a gente não parta para divisões desnecessárias, porque o Brasil é um país lindo e é bonito exatamente por causa dessas divergências existenciais de características, não de condições econômicas e sociais, que aí sim a gente tem que buscar uma coisa equitativa e justa para todas as regiões. Então, o Nordeste é muito forte em mim, nesse sentido da gente buscar essa justeza de causa, E, claro, hoje o Nordeste está em moda, está em voga, está sendo mais compreendido. A gente já não tem mais o Nordeste estampado pelos sertões de Euclides da Cunha ou ratificado pela denúncia do Luiz Gonzaga. A gente já tem um outro Nordeste diferenciado, mas que deve ser cantado e propagado cada vez mais pelos seus cantadores. Eu sou um deles.


🤣 Risos Depois do Fim: A Comédia Que Sobrevive ao Apocalipse



😀 Em meio a um cenário que brinca com o caos, o espetáculo Depois do Fim do Mundo surge como uma resposta bem‑humorada ao imaginário pós‑apocalíptico. A dupla Renato Bartolomeu e Drailton Oliveira transforma ruínas em palco e incertezas em piada, apostando na força do riso como alimento da alma. A proposta é simples e direta: se o mundo acabou, a comédia continua — e continua de pé, por enquanto.

😂 A ambientação remete a uma Recife devastada, onde placas tortas anunciam que o café acabou, mas a piada não. Nesse universo satírico, o humor funciona como resistência e como convite para enxergar leveza mesmo quando tudo parece desmoronar. O espetáculo promete provocar gargalhadas ao explorar o absurdo do cotidiano e a capacidade humana de rir até das próprias ruínas.

🤣 A apresentação acontece no Manguetown Comedy, reunindo público e artistas em uma noite que celebra a criatividade e a irreverência. Com linguagem afiada e referências locais, Renato e Drailton conduzem o público por situações improváveis, transformando o fim do mundo em ponto de partida para novas histórias. A comédia, afinal, é uma forma de sobrevivência.

SERVIÇO  
Depois do Fim do Mundo – Stand-up Comedy  
Com Renato Bartolomeu e Drailton Oliveira  
📍 Manguetown Comedy – Recife  
📅 14/08  
⏰ 20h30

🕺 Ritmos que Conectam: A Dança que Aquece Recife


💃 A Sala de Reboco abre as portas todas as quartas para transformar passos em encontros e música em alegria. O forró, tão presente na identidade cultural nordestina, ganha novo brilho com as aulas conduzidas por Marcelo Lima, que há anos dedica-se a fortalecer a dança de salão na cidade. Entre luzes coloridas e o clima acolhedor do espaço, iniciantes e iniciados encontram um ambiente perfeito para aprender, evoluir e celebrar a tradição que move gerações.

🪩 Às 19h, os alunos iniciados ocupam o salão com movimentos mais avançados, explorando giros, conduções e a expressividade que o forró permite. Já às 20h, é a vez dos iniciantes descobrirem o encanto dos primeiros passos, guiados por uma metodologia acessível e envolvente. A proposta vai além da técnica: é sobre criar laços, compartilhar risadas e sentir a energia contagiante que só o forró proporciona.

🎶 Com mensalidade de R$ 100,00, as aulas se tornam uma opção acessível para quem busca atividade física, diversão e convivência. O espaço, localizado na Rua Gregório Júnior, 264, no bairro do Cordeiro, reforça a atmosfera tradicional do forró pé de serra, reunindo pessoas de diferentes idades e histórias. A Sala de Reboco Bar & Comedoria, já conhecida por sua programação cultural, fortalece ainda mais sua identidade como ponto de encontro dos amantes da dança.

🪗 A iniciativa de Marcelo Lima Dança de Salão destaca a importância de manter viva a cultura popular, oferecendo aulas que respeitam a essência do ritmo e incentivam novos talentos. Em cada encontro, o salão se transforma em palco de descobertas, onde quem chega sozinho rapidamente encontra parceiros e novas amizades. A dança, aqui, é ponte: conecta, acolhe e celebra a diversidade que faz do Recife um território pulsante.

SERVIÇO  
Aulas de Forró na Sala de Reboco  
📍 Rua Gregório Júnior, 264 – Cordeiro, Recife  
🗓 Toda quarta-feira  
⏰ 19h – Iniciados | 20h – Iniciantes  
💲 Mensalidade: R$ 100,00  
📱 Inscrições: Whatsapp 81 98613-8570  
🎤 Realização: Marcelo Lima Dança de Salão

🎶 Reencontro de Forró na Caixa promete sacudir Recife com baile de rabeca e energia pós‑São João


🌼 O Baile de Rabeca do projeto Forró na Caixa está de volta ao Recife, reacendendo a chama dos apaixonados pelo arrasta‑pé depois da maratona junina. A festa, marcada pela vibração calorosa da Casa Astral, promete reunir forrozeiros de todas as idades em uma celebração que mistura tradição, música de raiz e aquele clima acolhedor que só o espaço no Poço da Panela sabe oferecer. Com a saudade já apertando, o reencontro ganha ainda mais força e expectativa.

💃 A edição de agosto chega com a proposta de “lavar a alma” dos frequentadores, convidando o público a dançar coladinho até o corpo pedir descanso. A atmosfera do evento reforça o espírito comunitário do forró, onde quem chega sozinho encontra par no salão e quem chega acompanhado encontra música para fortalecer o abraço. A rabeca, símbolo da cultura nordestina, assume protagonismo e guia a noite com seu timbre marcante.

🎻 A participação especial do músico Tonfil adiciona brilho ao baile, trazendo sua habilidade com a rabeca e sua presença carismática para o palco. O artista, querido pelo público, promete elevar ainda mais a energia da noite com repertório que passeia entre o tradicional e o contemporâneo. A parceria reforça o compromisso do Forró na Caixa com a valorização de artistas regionais e da música de raiz.

🌺 O evento também marca o retorno das atividades do coletivo após o período intenso de festas juninas, quando o forró toma conta das ruas, palcos e arraiais do Nordeste. Agora, em clima de reencontro, a Casa Astral abre suas portas para receber quem deseja prolongar o espírito festivo e manter o corpo em movimento. A expectativa é de casa cheia e de uma noite marcada por sorrisos, reencontros e muita dança.

🔥 Com ingressos disponíveis na bio do perfil oficial e na plataforma Sympla, o Baile de Rabeca se firma como uma das programações culturais mais aguardadas do mês. A abertura da casa às 17h permite que o público chegue cedo, aproveite o ambiente e se prepare para uma noite de celebração da cultura nordestina. A promessa é clara: quem gosta de forró não vai querer perder.

Informações de Serviço
📅 Quando: 22 de agosto  
📍 Onde: Casa Astral — Poço da Panela, Recife  
⏰ Abertura da casa: A partir das 17h  
🎟️ Ingressos: Disponíveis na bio do @forronacaixa e na plataforma Sympla  

🌿 Um Mês de Saudade: Homenagem à Memória de Niedja Dias


🌼 A celebração de um mês de saudade de Niedja Dias será marcada por um encontro de caráter solene e profundamente respeitoso. O evento reunirá familiares, amigos e membros da comunidade que desejam prestar tributo à sua trajetória e ao legado afetivo que permanece vivo. A cerimônia tem como propósito reafirmar a importância da memória como elemento de continuidade, preservando a presença simbólica de Niedja entre aqueles que a amaram. Em um ambiente preparado para acolher e confortar, a homenagem busca transformar a saudade em expressão de reconhecimento. Assim, o momento se anuncia como um ato coletivo de reverência e dignidade.  

🌺 A capela da UNICAP será o espaço destinado à realização da cerimônia, oferecendo um ambiente sereno e apropriado para reflexões e manifestações de afeto. O encontro, marcado para o dia 10 de agosto, às 18h, pretende reunir pessoas que desejam celebrar a vida de Niedja por meio de lembranças compartilhadas e gestos simbólicos. A expectativa é de que o evento proporcione um ambiente de união, no qual histórias e memórias possam ser revisitadas com respeito e sensibilidade. A homenagem reforça a ideia de que o amor permanece como elo fundamental, mesmo diante da ausência física. Dessa forma, cada palavra e gesto contribuirá para a construção de um tributo significativo.  

🌸 A cerimônia, concebida como um marco de memória e continuidade, destaca a relevância de preservar afetos que atravessam o tempo. A proposta é oferecer um espaço onde a saudade possa ser vivida de maneira coletiva, fortalecendo vínculos e reafirmando a importância da lembrança como forma de honrar quem partiu. A presença simbólica de Niedja será evocada por meio de gestos, palavras e elementos cuidadosamente preparados para a ocasião. O evento busca transformar a dor em reflexão e a ausência em permanência afetiva. Assim, a celebração se configura como um momento de respeito, acolhimento e profunda significação.  

Serviço  
Celebração de um mês de saudade de Niedja Dias  
📍 Capela da UNICAP  
📅 10 de agosto (segunda-feira)  
⏰ 18h  

🪘 Ritmos que cruzam oceanos: o Baque Virado chega a Barcelona com Alexandre Garnizé



🌀 Com energia pulsante e raízes profundas, o Maracatu de Baque Virado desembarca em Barcelona para um encontro que promete transformar corpos, mentes e tambores. A Associação Besouro Preto anuncia a realização de um intensivo conduzido pelo mestre Alexandre Garnizé, referência mundial na pesquisa e difusão das culturas afro-brasileiras. Durante dois dias, participantes terão a oportunidade de vivenciar práticas, histórias e saberes que atravessam gerações. O evento acontece em setembro de 2026 e já desperta grande expectativa entre artistas e amantes da cultura popular.

🥁 Alexandre Garnizé, fundador dos grupos Tambores de Olokun e Abayomy Afrobeat, construiu uma trajetória que ecoa entre Brasil e diversos países do mundo. Seu trabalho une ancestralidade, arte e educação, fortalecendo expressões culturais da diáspora africana. Há mais de três décadas, o mestre promove encontros que valorizam tradições populares e ampliam o acesso ao conhecimento musical. Sua presença no workshop em Barcelona representa uma oportunidade rara de aprendizado e troca direta com um dos nomes mais importantes da percussão afro-brasileira.

🌍 A iniciativa reforça o compromisso da Associação Besouro Preto com a difusão do maracatu e a criação de espaços de formação acessíveis e potentes. O encontro será realizado no Xamfrà Arts, centro cultural localizado no coração da Ciutat Vella, conhecido por acolher projetos que celebram diversidade e expressão comunitária. Com vagas limitadas, o intensivo promete reunir pessoas de diferentes origens em torno do tambor, do movimento e da força coletiva que caracteriza o Baque Virado.

🎶 Além da prática musical, o workshop se destaca pela dimensão pedagógica e histórica que Garnizé traz em suas oficinas. Os participantes terão contato com fundamentos do maracatu, técnicas de execução, repertórios tradicionais e reflexões sobre a importância da cultura viva. A proposta é criar um ambiente de troca profunda, onde cada toque se conecta a narrativas ancestrais e a experiências contemporâneas. A expectativa é que o encontro fortaleça a cena cultural afro-brasileira na Catalunha.

🔥 Com inscrições disponíveis na bio do perfil @maracatubesouropreto, o chamado é para quem deseja mergulhar em um universo de ritmo, identidade e resistência. A organização reforça que esta é uma oportunidade única de vivenciar o maracatu com um mestre cuja trajetória inspira gerações. O convite está lançado: dois dias de imersão, aprendizado e celebração aguardam quem decidir responder ao chamado do tambor. Asé!

SERVIÇO
Taller de Maracatu de Baque Virado com Alexandre Garnizé  
📅 05 e 06 de setembro de 2026  
📍 Xamfrà – Carrer de les Tàpies, 9, Ciutat Vella, 08001 Barcelona  
📧 besouropretobcn@gmail.com  
📱 (34) 695845733  
🔗 Inscrições na bio do Instagram: @maracatubesouropreto

📀 A Aura da Quebrada Ascende: Jamal, Criador do Passinho do Jamal, Celebra 1 Milhão de Seguidores


🔥 Criador do fenômeno conhecido como Passinho do Jamal, Jamal da Capital atingiu a marca de um milhão de seguidores, consolidando sua força como referência cultural nas periferias brasileiras. Ele farmou aura — uma identidade própria, luminosa, que transcende a dança e se transforma em movimento social. O Passinho do Jamal, criado por ele, é um estilo de dança marcado por velocidade, precisão e criatividade, que mistura passos do funk com elementos da cultura de rua. A celebração, repleta de confetes dourados, simboliza a vitória de quem saiu “do gueto pro topo” sem esquecer suas origens.

✨ Ao lado da Tropa do Jamal, composta por Higor BGD, Eoo Chapa e Eoo Gatodoido, o artista reforça que cada conquista é fruto de fé, disciplina e propósito. O grupo destaca que cada passo dessa jornada é compartilhado com quem acredita na resistência, na quebrada e no sonho coletivo. A aura formada por Jamal representa mais que estilo: é linguagem, pertencimento e transformação cultural. O Passinho do Jamal, hoje viral nas redes, tornou-se símbolo de identidade periférica e expressão artística que conecta milhares de jovens.

💥 A marca de um milhão de seguidores não é apenas um número, mas a confirmação de que a dança criada por Jamal ultrapassou fronteiras e se tornou parte do imaginário popular. Sua aura, construída com autenticidade e impacto, inspira novos talentos e fortalece a cultura urbana. A tropa celebra não só a visibilidade conquistada, mas a força de um movimento que se consolidou como família, união e resistência. A vitória é coletiva, e a quebrada segue pulsando através de cada passo, cada vídeo e cada história compartilhada.

SERVIÇO
Criador: Jamal da Capital  
Movimento: Passinho do Jamal  
Tropa: @higorbgd | @eoochapa | @eoogatodoido  
Redes: Instagram, TikTok e demais plataformas  
Conteúdo: Dança, cultura periférica, lifestyle urbano  



🪗 🌙 Noite de Xamego Promete Agitar o Recife com Forró e Tradição

🎶 A programação do Sala de Reboco Bar & Comedoria segue firme e promete transformar a noite deste domingo em um grande encontro de forrozeiros. O evento “Domingou Vem Xamegar!!!”, que já movimentou a tarde, continua hoje à noite com a energia contagiante dos Xamegões do Forró. O clima de festa permanece, reunindo amantes do forró pé de serra em um ambiente decorado com luzes vibrantes e elementos que remetem ao sertão nordestino.

🌵 A casa, localizada no bairro do Cordeiro, segue recebendo o público com a proposta de celebrar a cultura regional. A abertura ficou por conta do Quinteto Sala de Reboco, que preparou o terreno para uma noite de muita dança e alegria. A mistura de gerações reforça a força do forró como expressão cultural viva, que atravessa décadas e continua reunindo famílias, amigos e apaixonados pelo ritmo.

🍹 Para quem chega mais tarde, as promoções continuam valendo e ajudam a manter o clima descontraído. Os sabores de Pitu seguem disponíveis por R$ 9,00, garantindo refresco para quem pretende aproveitar a noite. A porção de dez pastéis por R$ 28,00 também permanece como opção bastante procurada, acompanhando o embalo das músicas e a animação dos presentes.

💸 O couvert artístico permanece em R$ 20,00, mas mulheres e estudantes ainda podem aproveitar o desconto especial até às 18h, pagando apenas R$ 10 mediante apresentação de carteira estudantil. A iniciativa reforça o compromisso da casa em democratizar o acesso à cultura e incentivar a participação de diferentes públicos, mantendo o espaço como referência na cena musical recifense.

🎤 A expectativa para a apresentação noturna dos Xamegões do Forró é alta, já que o grupo promete um repertório repleto de clássicos e composições próprias. A sanfona, o triângulo e a zabumba devem conduzir a noite, transformando o Sala de Reboco em um verdadeiro arraial urbano. A celebração reforça a importância de espaços dedicados à música nordestina e mantém viva a tradição do forró na capital pernambucana.

Serviço
Sala de Reboco Bar & Comedoria  
Rua Gregório Júnior, 264 – Cordeiro, Recife  
Instagram: @saladerebocorecifepe  
Facebook: SALADEREBOCOBARECOMEDORIA  
Contato: 81 99949-8687

#SendoProsperidade com Mariângela Borba

A nova Torre de Babel e o preconceito contra o que não compreendemos

Por Mariângela Borba

Os textos, às vezes, começam muito antes da primeira frase.

Começam num áudio atravessado por risadas, numa noite inesperadamente bem dormida ou numa missa em que a homilia parece responder silenciosamente às perguntas que carregamos há dias.

Esta semana vivi essas três experiências. E, olhando agora com mais calma, percebo que todas falavam da mesma coisa: a dificuldade humana de escutar aquilo que não compreendemos imediatamente.

Tudo começou com um áudio de um amigo querido. Daquele jeito rude, afetuoso e absolutamente sincero que só algumas amizades conseguem sustentar sem cerimônia.

Ele confessou que tinha demorado a ler um artigo meu. Contou do corre-corre da vida, dos livros, das providências, da cabeça de velho — “que só serve pra separar as orelhas”, como ele mesmo disse. E então veio a frase que me fez parar para ouvir de verdade:

“Comecei a discordar… talvez meu machismo, né?”

Não havia pose de perfeição. Não havia preocupação em parecer moderno, desconstruído ou intelectualmente correto. Havia apenas um homem pensando em voz alta, reconhecendo o próprio desconforto diante de um tema que mexia com suas referências.

Ri quando ele reclamou dos filósofos e os definiu como “malucos que falavam sobre a vida inteiramente ao contrário”. Mas, passada a gargalhada, percebi algo precioso: ele continuou lendo.

Poderia ter abandonado o texto na primeira estranheza. Poderia ter me encaixado em algum rótulo conveniente — feminista demais, intelectual demais, complicada demais. Não fez isso. Permaneceu na conversa. E terminou reconhecendo que a comunicação valia a pena, mesmo atravessada pela divergência.

No dia seguinte, vivi outra experiência aparentemente sem relação com a primeira.

Fiz uma sessão de ventosaterapia após a aula de Pilates, por causa de um desconforto na coluna.

Não pretendo transformar uma experiência pessoal em tratado científico. Mas também não consigo ignorar um fato simples: após o Pilates, a ventosaterapia e as sessões de fisioterapia dos dias anteriores, dormi oito horas seguidas sem acordar de madrugada, algo que não acontecia havia bastante tempo.

E olha que preferi não recorrer a relaxantes musculares — não por desacreditar na medicina alopática, mas por optar, naquele momento, evitar possíveis efeitos colaterais.

Para quem repousa bem todas as noites, isso pode soar banal. Para alguém que há meses convivia com despertares sucessivos, tensão muscular, cansaço acumulado e a sensação de nunca concluir verdadeiramente o descanso, acordando cansada, não foi banal.

E foi justamente aí que os dois episódios se encontraram dentro de mim.

Percebi como somos rápidos em desqualificar aquilo que não cabe imediatamente em nossos esquemas mentais. Seja um texto que desafia nossas convicções, seja uma prática de cuidado sobre a qual sabemos pouco, a reação costuma ser instantânea:

“Placebo.”
“Bobagem.”
“Coisa de intelectual.”
“Exagero.”
“Mimimi.”
“Charlatanismo.”

Talvez exista uma arrogância silenciosa na necessidade de concluir tudo depressa.

E então veio a missa de hoje.

O padre Sérgio Absalão na homilia falou sobre a Sabedoria de Amenemope, sobre o alerta do Papa Leão XIV a respeito de uma humanidade que estaria construindo uma nova Torre de Babel, e terminou lembrando a oração de Pedro:

“Senhor, salva-me!”

Enquanto eu o ouvia, algo começou a fazer sentido.

A antiga sabedoria egípcia aconselhava prudência, humildade, escuta atenta e domínio da própria arrogância. O Papa falava de um mundo hiperconectado que já não consegue verdadeiramente se compreender. E Pedro, afundando nas águas, reconhecia aquilo que nossa cultura frequentemente tenta negar: o ser humano não é autossuficiente.

Foi impossível não pensar em mamãe.

Os ensinamentos de Amenemope me lembraram imediatamente aqueles conselhos simples que só entendemos plenamente depois de adultos: ouvir antes de responder, não humilhar ninguém, desconfiar das certezas excessivas, lembrar que cada pessoa carrega dores invisíveis.

Talvez toda grande sabedoria sobreviva porque um dia foi dita por alguém que nos amava.

E foi nesse ponto que compreendi o verdadeiro tema deste texto.

A nova Torre de Babel não é feita apenas de tecnologia, algoritmos ou redes sociais. Ela também é construída quando transformamos diferenças em trincheiras permanentes; quando reduzimos pessoas a rótulos políticos — direita, esquerda, Lula, Bolsonaro —; quando uma divergência vale mais do que uma história de vida; quando preferimos vencer discussões a preservar a humanidade do outro.

Vivemos cercados de vozes, opiniões e diagnósticos instantâneos, mas cada vez mais pobres em escuta verdadeira.

Jung dizia que a experiência humana é maior do que os compartimentos em que tentamos organizá-la. Muitas vezes somos transformados por algo antes mesmo de conseguirmos explicá-lo plenamente.

Lacan, por sua vez, lembrava que o sujeito nunca é totalmente transparente para si mesmo. Talvez por isso resistamos tanto ao que nos desloca: uma ideia, uma pessoa, uma fé, uma terapia, uma dor ou uma alegria que não conseguimos explicar completamente.

O problema do nosso tempo talvez não seja a existência de diferenças.

O problema é a incapacidade de permanecer humanos diante delas.

Não precisamos aceitar tudo sem senso crítico. Questionar é saudável. Investigar é necessário. Mas existe uma diferença profunda entre examinar algo com honestidade e descartá-lo por puro preconceito contra aquilo que ainda não compreendemos.

Hoje penso que tanto o áudio do meu amigo quanto minha noite de sono inesperadamente tranquila me ensinaram a mesma lição: há experiências que merecem, antes de qualquer julgamento, um pouco mais de escuta.

Escutar o outro.
Escutar o corpo.
Escutar a própria resistência.
Escutar aquilo que Deus talvez esteja tentando dizer através de caminhos que não escolheríamos espontaneamente.

Num mundo que fala cada vez mais alto e compreende cada vez menos, prosperar pode ser um gesto surpreendentemente simples:

trocar a pressa de julgar pela coragem de escutar.

E talvez seja justamente essa coragem — humilde, imperfeita e profundamente humana — que ainda possa nos salvar da Babel que nós mesmos estamos construindo.

Mariângela Borba é jornalista (DRT-PE 4095), especialista em Cultura Pernambucana, produtora cultural, estudante de psicanálise e pesquisadora da palavra como território de poder. É autora da coluna #SendoProsperidade 🌻


sábado, 8 de agosto de 2026

🤝 Solidariedade em ritmo de esperança para Maestro China


🎵 A campanha de apoio ao Maestro China mobiliza admiradores, amigos e integrantes da cena cultural pernambucana. Em meio a um momento delicado, o músico — conhecido por sua dedicação à arte e por levar alegria a diferentes gerações — recebe agora o carinho de quem reconhece sua trajetória. A iniciativa, organizada pelo Clube das Pás, busca reunir contribuições financeiras para auxiliar o maestro, reforçando o espírito comunitário que sempre marcou sua atuação.

💚 A vaquinha solidária destaca a importância de pequenos gestos que, somados, podem transformar realidades. A campanha ressalta que qualquer valor é bem-vindo e representa não apenas ajuda material, mas também reconhecimento e gratidão por décadas de trabalho dedicado à música e à cultura popular. O movimento cresce nas redes sociais, impulsionado por mensagens de apoio e lembranças afetivas de quem já foi tocado pelo talento do maestro.

🎷 O engajamento da comunidade demonstra a força da cultura pernambucana e sua capacidade de unir pessoas em torno de causas que importam. Maestro China, figura emblemática do cenário musical, sempre esteve presente em eventos, palcos e celebrações que marcaram a vida de muitos. Agora, é o público que se mobiliza para retribuir essa presença constante, reforçando o elo entre artista e sociedade.

🤝 A campanha segue aberta e incentiva novas adesões, reforçando que a solidariedade é um gesto que ultrapassa barreiras e fortalece vínculos. Em tempos de desafios, iniciativas como esta mostram que a união pode ser um instrumento poderoso de transformação. A expectativa é que mais pessoas se sensibilizem e contribuam, ampliando o alcance da ação e garantindo o suporte necessário ao maestro.

📞 Para participar, basta realizar uma doação via PIX utilizando a chave (81) 99969-9210, registrada em nome de Édson Silva de Moraes (Caixa Econômica). A organização reforça que qualquer ajuda importa e que cada contribuição representa um passo importante na construção de uma rede de apoio sólida e afetiva.

SERVIÇO  
Vaquinha Solidária – Maestro China  
Organização: Clube das Pás  
Doações via PIX: (81) 99969-9210 – Édson Silva de Moraes (Caixa Econômica)  

📣 Águias Protagonistas anuncia Cleice Neves como destaque do evento 2027



📝 Cleice Neves, referência consolidada em marketing de conteúdo, foi oficialmente confirmada como palestrante do Águias Protagonistas Brasil 2027. Com mais de uma década de atuação no digital, ela construiu uma trajetória marcada por criatividade, estratégia e conexão genuína entre marcas e pessoas. Sua comunidade, que já ultrapassa quase meio milhão de seguidores, acompanha diariamente seus insights sobre comunicação intencional e posicionamento estratégico.

🔥 No evento, Cleice apresentará a palestra sobre Marketing de Conteúdo, tema que domina com profundidade e prática. A especialista promete compartilhar métodos para transformar publicações soltas em comunicação estratégica, capaz de gerar autoridade, oportunidades e crescimento real para profissionais e negócios. Sua presença reforça o compromisso do Águias Protagonistas em reunir nomes que impactam o mercado digital brasileiro.

📍 O encontro será realizado em São Paulo nos dias 17 e 18 de abril de 2027, reunindo profissionais que buscam elevar o nível de suas estratégias de conteúdo. A participação de Cleice deve atrair criadores, empreendedores e marcas que desejam compreender como comunicar com intenção e construir presença digital sólida. O evento promete dois dias de imersão, troca e aprendizado com especialistas reconhecidos nacionalmente.

✨ A confirmação da palestrante movimentou as redes sociais, onde Cleice mantém forte presença e engajamento. Seu estilo direto, bem-humorado e estratégico tem conquistado seguidores que buscam orientação prática para se destacar no universo digital. A expectativa é que sua participação no Águias Protagonistas fortaleça ainda mais o impacto do evento no cenário de comunicação e marketing do país.

SERVIÇO – Águias Protagonistas Brasil 2027
📍 Local: São Paulo – Brasil  
📅 Data: 17 e 18 de abril de 2027  
🎤 Palestrante: Cleice Neves  
🔥 Tema: Marketing de Conteúdo  
🔗 Indicação: Profissionais que desejam transformar conteúdo em autoridade, conexão e oportunidades.

🎶 Quando o Destino Vira Melodia: Mariene de Castro e Almério Unem Vozes na Turnê "Acaso Casa"


✨ A música brasileira se prepara para testemunhar um encontro de pura poesia e ancestralidade com a turnê "Acaso Casa", projeto que reúne os talentos singulares de Mariene de Castro e Almério. Sob o lema inspirador de que "quando o acaso encontra a casa, a música acontece", o espetáculo promete emocionar o público ao misturar a força do samba da Bahia com a riqueza poética do agreste pernambucano. O show de estreia está marcado para o dia 21 de agosto na Concha Acústica, em Salvador, um dos palcos mais emblemáticos do país.

🌟 Após a primeira parada em solo soteropolitano, a dupla segue viagem para o estado de Pernambuco, onde fará duas apresentações muito especiais nos dias 22 e 23 de agosto no tradicional Teatro Parque, em Recife. Os artistas prometem entregar uma performance repleta de sensibilidade, sinergia e um repertório que celebra a identidade cultural do Nordeste brasileiro. A união desses dois grandes nomes da MPB contemporânea já gera grande expectativa entre os fãs e críticos, que aguardam ansiosos por essa celebração que exalta o afeto e a arte.

📸 Foto: Acervo Mariene de Castro

🗓️ Serviço:
 * Evento: Turnê "Acaso Casa" – Mariene & Almério
 * Salvador/BA:
   * Data: 21 de agosto
   * Local: Concha Acústica
 * Recife/PE:
   * Datas: 22 e 23 de agosto
   * Local: Teatro do Parque