📰 Em uma apresentação marcada por clareza e ritmo envolvente, Anselmo Albuquerque abriu o debate lembrando que, mesmo em “um domingo chuvoso”, havia disposição de sobra para falar de inovação. Ele celebrou o ambiente do encontro, descrevendo a proposta como “muito interessante”, e agradeceu aos organizadores e à prefeitura pela iniciativa. O palestrante sugeriu que o sucesso do evento já aponta para novas edições e mais oportunidades de formação. A plateia, já familiarizada com ferramentas digitais, foi conduzida a refletir sobre o uso cotidiano da inteligência artificial. O ponto de partida foi direto: a tecnologia deixou de ser curiosidade e passou a ocupar espaço real nas rotinas de trabalho, estudo e criação.
💡 No centro da fala, Anselmo resumiu a lógica da IA em uma frase precisa: “o prompt é o pedido que a gente faz”. Ele explicou que os erros mais comuns não nascem da máquina, mas da falta de contexto oferecido pelo usuário, reforçando a provocação: “A IA tem 2% de culpa. 98% a culpa é da gente”. Para melhorar resultados, insistiu na importância de detalhar cenário, meta, público e região, evitando comandos vagos que geram respostas genéricas. Também fez um alerta que arrancou identificação imediata da plateia: “o chat GPT não é Google”, criticando o uso apressado dessas plataformas. A mensagem foi objetiva: conversar melhor com a ferramenta transforma qualquer resposta em algo realmente útil.
🚀 Na parte mais prática da apresentação, Anselmo ampliou o horizonte ao afirmar que “a IA serve para tudo”, citando texto, imagem, vídeo, áudio, livro, fluxograma e podcast como exemplos de aplicação. Ele defendeu a ideia de “produtividade inteligente”, na qual a tecnologia não substitui o trabalho humano, mas amplia capacidades e economiza tempo em tarefas repetitivas. Entre demonstrações, mostrou como equipes podem usar IA para redigir e-mails, revisar perfis profissionais, pensar vitrines, avaliar ambientes e até testar escolhas de roupa. Ao incentivar o público a insistir na interação com as ferramentas, resumiu o raciocínio em outro chamado direto: “conversem e usem o chat com o chat”. A palestra terminou como começou: menos deslumbramento e mais prática, defendendo a IA como aliada concreta para quem quer trabalhar melhor e decidir com mais inteligência.