🌸 Muitas mulheres relatam que, ao chegar aos 45 anos, o corpo passa a responder de forma diferente, mesmo sem mudanças na alimentação. O aumento da gordura abdominal torna‑se uma das queixas mais frequentes, especialmente na região da cintura. Segundo especialistas, essa transformação está diretamente ligada às alterações hormonais que marcam o climatério e a transição para a menopausa, período em que o metabolismo desacelera e a distribuição de gordura se modifica.
🔥 De acordo com a ABESO, mais de 56% dos adultos brasileiros têm excesso de peso, e cerca de 20% vivem com obesidade. Entre mulheres acima dos 45 anos, o acúmulo de gordura abdominal tende a ser ainda mais comum devido ao declínio do estrogênio. Esse hormônio, responsável por manter a gordura distribuída em quadris e coxas, diminui gradualmente, favorecendo o acúmulo na região central do corpo.
💛 A médica Dra. Leila Gonzaga, especialista em emagrecimento e longevidade, explica que o estrogênio não é o único responsável por essa mudança. O cortisol, conhecido como hormônio do estresse, também influencia o aumento da gordura visceral. Rotina intensa, sobrecarga emocional e alterações no sono — comuns nessa fase — elevam seus níveis. O excesso desse hormônio está associado ao acúmulo de gordura profunda no abdômen, aumentando o risco cardiovascular.
🧬 A gordura abdominal vai além da estética: estudos relacionam seu acúmulo ao maior risco de diabetes tipo 2, hipertensão e doenças cardiovasculares. Outro fator que contribui para essa mudança corporal é a perda natural de massa muscular após os 40 anos. Com menos músculo, o gasto energético basal diminui, facilitando o ganho de peso mesmo com a mesma ingestão calórica. “O metabolismo realmente muda. A estratégia precisa acompanhar a nova fase hormonal”, reforça a médica.
🌿 Para enfrentar esse processo, a especialista orienta uma abordagem individualizada, incluindo avaliação hormonal, análise da composição corporal e revisão de hábitos de sono, alimentação e atividade física. “Não se trata de soluções radicais, mas de estratégia metabólica. Preservar massa muscular, controlar o estresse e avaliar possíveis deficiências hormonais são pilares para manter saúde e qualidade de vida”, afirma Leila Gonzaga.
SERVIÇO
Clínica de Longevidade e Emagrecimento
Endereço: Rua Guimarães Peixoto, 75 – Casa Amarela
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