domingo, 14 de junho de 2020

#SendoProsperidade

Olá gente linda que acompanha o #SendoProsperidade também aqui no blog da Taís Paranhos. Tudo bem? Vamos falar hoje sobre o sentido da vida.

É natural q depois de tanto tempo de confinamento sejamos convidados a aprofundar nossas reflexões sobre o sentido da vida, sobre nossas prioridades, verdades e também nossas fugas. Meus dias têm sido devotados a essa profunda contemplação da vida. É normal que sonhemos sonhos malucos, experimentado dejavus, sentido cheiros de infância, revisitado cenas e situações q nos tornaram o q somos. Algo como paisagens sensoriais que, de repente, aparecem no nosso horizonte particular trazendo notícias das primeiras vezes q sentimos sensações fortes. Por exemplo:

> a primeira sensação de solidão;
> o primeiro desejo;
> de onde vem o 😱 medo;
> o primeiro orgasmo;
> a noção de pertencimento;
> o maravilhamento do primeiro 💘 amor e a tristeza da primeira desilusão;
> resgatamos as forças dos vínculos com aqueles que nos deram a vida"
> nos demos conta da imensidão infinita que é o ❤amor de mãe e pai.

Talvez levássemos uma vida inteira para ter tempo e disponibilidade psíquicapara fazer essa viagem biográfica. No alto de todos os nossos privilégios, este tem sido o maior tesouro deste confinamento. Sentir muito e estudar o que sentimos. Até q chegamos a conclusão, neste processo intenso, de que não importa tanto que sentido a vida tem para nós, mas que sentido nós temos para a vida.

Afinal, que sentido a vida tem para as nossas vidas?

Permitamo-nos desfrutar os prazeres mais genuínos que podemos sentir:

> o prazer de degustar uma boa comida;
> o prazer de contemplar uma paisagem;
> o prazer de cultivar o ócio e o silêncio;
> o prazer de se relacionar, se unir; se tocar;
> o prazer de viver sem culpas, sem cobranças, sem tantas exigências!

Com ❤ amor e 🙏gratidão por mais este momento aqui com vocês, Mariângela Borba.

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