terça-feira, 27 de janeiro de 2026

🏥 Vida Que Bate Mais Forte: Transplante Renal entre Vivos Encurta Filas e Multiplica Esperanças



💚 Um gesto de amor está revolucionando a fila do transplante renal no Brasil. A doação entre pessoas vivas garante um rim que funciona mais rápido e dura muito mais tempo, podendo superar 15 anos de funcionamento. Enquanto mais de 40 mil pacientes esperam por um órgão no país, esta alternativa oferece planejamento cirúrgico preciso e resultados superiores. Em Pernambuco, cada doação viva é uma vitória contra o tempo e o sofrimento. A espera transforma-se em vida nova.

📊 Os números revelam um potencial ainda pouco explorado. Até setembro de 2025, apenas 13% dos transplantes renais no Brasil foram feitos com doadores vivos. No estado, dos 343 procedimentos realizados, 23 foram dessa modalidade solidária. O Hospital das Clínicas da UFPE, referência na região, concentrou 12 dessas cirurgias que mudam destinos. Cada percentual aumentado representa centenas de vidas resgatadas da diálise. A fila nacional pede agilidade.

👨‍⚕️ "A segurança do doador é absoluta", afirma o urologista Eugênio Lustosa, do HC-UFPE. O processo envolve exames rigorosos e avaliação psicológica, assegurando que o doador viva plenamente com um único rim. A cirurgia minimamente invasiva reduz internações e acelera a recuperação de ambos. "É mais que ciência: é um gesto humano que transforma famílias inteiras", reflete o especialista. A técnica apoia-se em laços de solidariedade.

👫 Recentemente, um agricultor de Primavera (PE) deu um rim à irmã no HC-UFPE. Casos como esse ilustram a força dos vínculos e a eficácia do método, que ultrapassa 90% de sucesso após cinco anos. A doação permite transplante antes mesmo da diálise, poupando o organismo do desgaste do tratamento. Enquanto a fila nacional permanece imensa, cada história como esta é um chamado à conscientização. A informação salva vidas.