🤖 A Internet das Coisas está revolucionando o setor de saúde no Brasil ao conectar dispositivos, sensores e plataformas digitais. Essa troca contínua de dados cria um novo ecossistema de possibilidades para as healthtechs. Sormane Britto, médico ortopedista e especialista na área, destaca o poder transformador dessa tecnologia. Ele afirma que "A Internet das Coisas viabiliza a coleta e análise contínua de dados em tempo real, criando um novo paradigma para o cuidado assistencial, a gestão de serviços e a tomada de decisão baseada em evidências". Esse é o alicerce de uma mudança profunda.
🌍 No cenário do cuidado direto ao paciente, a tecnologia amplia o monitoramento clínico de forma inédita. Sormane Britto ressalta a relevância estratégica desse avanço para o Brasil. O médico explica que "o modelo de cuidado mais preventivo e contínuo é especialmente relevante em um país de dimensões continentais como o Brasil". Isso porque a conexão permite superar barreiras geográficas. O acompanhamento remoto se torna uma extensão natural do consultório.
💡 A viabilidade desse modelo se concretiza por meio de dispositivos inteligentes e interconectados. "Dispositivos vestíveis, sensores biométricos e equipamentos médicos conectados possibilitam o acompanhamento remoto de pacientes", complementa Sormane. Esses recursos coletam sinais vitais e informações clínicas preciosas. Os dados fluem para os profissionais, que podem agir com mais rapidez e precisão, muitas vezes antes mesmo de um agravamento.
🏥 Para além do paciente, toda a gestão de serviços de saúde é otimizada. A visão em tempo real de ativos, estoques e equipamentos gera eficiência operacional. A manutenção preditiva de máquinas evita interrupções em procedimentos críticos. Esse ambiente conectado permite que hospitais e clínicas aloquem recursos de forma mais inteligente. O resultado é um sistema mais resiliente e preparado para atender a demanda.
🔮 O futuro da saúde é integrado, e a IoHT (Internet das Coisas na Saúde) é a espinha dorsal dessa transformação. A tecnologia empodera os profissionais com dados, mas o julgamento clínico humano permanece central. O desafio contínuo será garantir a segurança e a ética no uso das informações sensíveis. A promessa, no entanto, é de um cuidado mais acessível, personalizado e proativo para todos os brasileiros.