segunda-feira, 27 de fevereiro de 2023
Exposição na Fundaj celebra memórias da Nação Xambá
RobôCIn sobe ao pódio em três categorias da IronCup 2023
ONG Arco oferece atendimento psicológico gratuito para população LGBTQIAP+
Lançada hoje (27) a foto oficial do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva
Festival Motyrô arrecada doações para vítimas das chuvas no Litoral Norte de São Paulo
Sobre o nome MOTYRÕ
Em suas práticas históricas e contemporâneas, as definições do conceito de mutirão são dinâmicas e diversas. Majoritariamente, porém, trata-se de uma atividade laboral que tem por objetivo construir, reabilitar ou renovar unidades habitacionais (CALDEIRA, 1956).
Carneiro (1957) explica que mutirão é uma palavra aportuguesada que deriva etimologicamente da família linguística Tupi-Guarani motyrõ, que significa “reunião para a colheita ou construção”, ou simplesmente “trabalho em comum”. Ainda que a origem do vocábulo seja de origem indígena, refletindo uma antiga tradição (em alguns casos, ainda vigente) de trabalho coletivo solidário entre os povos originários da América, Caldeira (1956) observa a universalidade da prática do mutirão autogestionado, considerada como uma forma de apoio mútuo, observável nas mais diferentes comunidades ao longo da História, podendo ser compreendido como um traço ontológico ou característica intrinsecamente humana que qualifica o sentido e sentimento de solidariedade de todos os povos.
O mutirão autogestionado representa uma forma popular solidária e comunitária de trabalho baseado no apoio mútuo, organizado em sistema de rotação e sem hierarquias pré-estabelecidas. De modo que, além de sua dimensão instrumental (como meio para lograr um fim), a prática deve ser compreendida também em sua dimensão formativa/educativa e inclusive afetiva.
Ficha Técnica
Idealização, produção artística e direção musical: Curumin
Idealização e produção executiva: Otavio Argento - Brasuca Produções
Apoio: Casa Natura Musical
Apoio de comunicação: Patrícia Palumbo
Serviço
MOTYRÕ
Dia 7 de março, terça-feira, às 21h | Abertura da casa: 19h30
Ingressos à venda pelo Sympla*
* Neste show, não será cobrada taxa de conveniência pelo SYMPLA
Valores: de R$30 a R$500 (O público poderá escolher o valor a ser doado. O valor dos ingresso será inteiramente revertido ao Fundo Social de Solidariedade do Município de São Sebastião)
Classificação indicativa: 16 anos
Duração: 120 minutos
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Inspirado no filme clássico de 1992, O Guarda-Costas – O Musical estreia dia 16 de março no Teatro Claro
Sucesso de bilheteria em 1992, o clássico “O Guarda-Costas” marcou a estreia da diva Whitney Houston no cinema. E essa bela história vivida por ela e pelo ator Kevin Costner ganha uma versão teatral em O Guarda-Costas - O Musical, com direção de Ricardo Marques e direção associada de Igor Pushinov, que estreia no Teatro Claro, no dia 16 de março.
A direção musical é assinada por Ricardo Marques, e o elenco encabeçado pela talentosa atriz e cantora Leilah Moreno, que interpreta o papel da diva e praticamente não sai de cena durante todo o espetáculo, e pelo ator Fabrizio Gorziza, que dá vida ao guarda-costas.
Em cena, ainda estão Talita Cipriano, Davi Martins, Pedro Galvão, Marcelo Goes, Vinicius Conrad, Nalin Junior, Victor Barreto, Alvaro Real e Daiana Ribeiro. Já o ensemble traz os experientes bailarinos Mari Saraiva, Danilo Coelho, Felipe Tadeu, Leandro Naiss, Lucas Maia, Raquel Gattermeier, Fernanda Salla, Josemara Macedo, Thaiane Chuvas, Vicky Maila e Thiago Alves.
Com muitas referências ao filme original e aos anos 90 nos figurinos e no visagismo, o musical conta a história de Rachel Marron, uma cantora e atriz muito famosa, que recebe algumas cartas com ameaças de um misterioso stalker. Para protegê-la, o empresário dela contrata Frank Framer, ex-agente do Serviço Secreto que falhou ao proteger o presidente americano em um atentado.
Diante das ameaças e do perigo, Frank e Rachel se apaixonam, mas, quanto mais eles se envolvem, mais o guarda-costas percebe que viver esse amor pode deixar a vida da cantora ainda mais vulnerável.
Embora tenha virado filme nos anos 90, a história trata de alguns temas bastante relevantes para o tempo presente, revela o diretor Ricardo Marques. “A trama fala de temas importantes como o stalker e o assédio vividos por Rachel; o sentimento de solidão experimentado pela protagonista mesmo diante da fama; e o fato de que o amor pode estar ao nosso lado”, comenta.
O musical ainda promete encantar pessoas de todas as idades ao trazer em sua trilha sonora as canções de Whitney Houston, como o hino ‘I Will Always Love You’, além de ‘Run to You’ e ‘I Have Nothing’, que concorreram ao Oscar na categoria de melhor canção original.
“O teatro musical faz com que tenhamos que traduzir músicas para o português para poder contar a história, mas, aqui optamos por fazer algo diferente, para que o público possa curtir e cantar junto todas essas canções maravilhosas de Whitney em inglês. Então, vamos ter apenas algumas músicas traduzidas, só aquelas que realmente contam a história, mas os grandes números serão em inglês”, revela o diretor.
Já a cenografia aposta em algo mais abstrato do que realista. “Vamos brincar com formas e algumas simbologias para representar ambientes como a casa da Rachel. E, para os shows dela, a ideia é que tenhamos um grande espetáculo de luz, figurino, coreografia. Estou pensando também em expandir o palco para dentro da plateia com uma passarela, para que ela consiga interagir com as pessoas como se fosse um show mesmo”, acrescenta Marques.
O Guarda Costas - O musical é apresentado pela 4Act Entretenimento, produtora conhecida por produções como Grease, o Musical, Ghost – o musical, A Era do Rock e Castelo Rá-Tim-Bum – o musical.
FICHA TÉCNICA
Equipe Criativa
Diretor: Ricardo Marques
Diretor Associado: Igor Pushinov
Diretor Musical: Paulo Nogueira
Coreografo: Tutu Morasi
Cenário: Rogerio Falcão
Visagista: Antonio Vanfil
Figurino: Bruno Oliveira
Desenho de Som: Marcelo Claret
Desenho de Luz: Rogério Cândido
Desenho de Associado: Marcel Rodrigues
Assistente de Coreografia/Coreógrafa Residente: Victoria Ariante
Assistente de direção Musical: Roniel de Souza
Versão Brasileira: Sofia Bragança Peres, Silvano Vieira e Ricardo Marques
Produtor de Objetos: Clau Carmo
Equipe de Stage
Production Stage Manager (PSM): Tatah Cerquinho
Stage Manager: Vivian Rodrigues
Stage Manager: Renatinho
Equipe de Produção
Gerente de Produção: Bia Izar
Produtor: Clayton Epfani
Assistente de Produção: Luis Felipe Gimenes
Produtora Administrativa: Juliana Lorensseto
Equipe de Comunicação
Produtora de Conteúdo: Marilia Di Dio
Assessoria de Imprensa: Pombo Correio
Agência de Comunicação: AR Propaganda
Elenco
Rachel: Leilah Moreno
Frank: Fabrizio Gorziza
Nicki: Talita Cipriano
Fletcher: Davi Martins
Fletcher: Pedro Galvão
Bill: Marcelo Goes
Stalker: Vinicius Conrad
Tony: Nalin Junior
Sy Spector: Victor Barreto
Ray Court: Alvaro Real
Back'n Vocal: Daiana Ribeiro
Ensemble: Mari Saraiva
Ensemble: Danilo Coelho
Ensemble: Felipe Tadeu
Ensemble: Leandro Naiss
Ensemble:
Ensemble: Lucas Maia
Ensemble: Raquel Gattermeier
Ensemble: Fernanda Salla
Ensemble: Josemara Macedo
Ensemble: Thaiane Chuvas
Swing: Vicky Maila
Swing: Thiago Alves
Orquestra
Maestro / Pianista 1: Paulo Nogueira
Pianista 2: André Repizo
Segundo Regente / Pianista 3: Roniel de Souza
Reed: Chiquinho de Almeida
Trompetista: Bruno Belasco
Baterista: Douglas Andrade
Percussão: Wagner Gusmão
Baixista: Mauro Domenech
Guitarrista 1: Thiago Lima
Guitarrista 2: Lucas Fragiacomo
Pianista (ensaio): Roniel de Souza e André Luz Coletti
PRODUÇÃO 4ACT PERFORMING ARTS
Sinopse:
Rachel Marron, uma cantora e atriz muito famosa, recebe algumas cartas anônimas com ameaças e seu agente contrata como guarda-costas, um ex-agente do Serviço Secreto: Frank Framer. Em meio a novas ameaças e atentados, Frank e Rachel se apaixonam.
SERVIÇO
O Guarda-Costas – o musical
Temporada a partir de 16 de março de 2023
Local: Teatro Claro SP – Shopping Vila Olímpia - R. Olimpíadas, 360 - Vila Olímpia, São Paulo - SP, 04551-000
Capacidade: 799 pessoas
Classificação: 12 anos
Duração: 125 minutos
Acessibilidade
Ar-condicionado
Sessões
Quintas e sextas às 21h
Sábados às 17h30 e 21h30
Domingos às 19h
Ingressos
de R$ 50,00 a R$ 200,00
Obs.: Confira legislação vigente para meia-entrada
CANAIS DE VENDAS OFICIAIS:
www.sympla.com.br – com taxa de serviço
Bilheteria física – sem taxa de serviço
Teatro Claro (Shopping Vila Olímpia)
De 2ª a sábado, das 10h às 22h
Domingos e feriados das 12h às 20h
Telefone: (11) 3448-5061
Como prevenir a LER - Lesão por Esforços Repetitivos
domingo, 26 de fevereiro de 2023
Especialistas dão dicas de como evitar lesões por esforço repetitivo
As Lesões por Esforços Repetitivos (LER) e os Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT) são as doenças que mais afetam os trabalhadores brasileiros. Desde do ano 2000 é celebrado no dia 28 de fevereiro o Dia Mundial de Combate à LER e à DORT. Dados do Ministério da Saúde mostram que o número de casos cresceu 184% entre 2007 e 2016 - situação que os especialistas acreditam ter piorado ainda mais na pandemia. A LER é uma doença ocupacional, causada pela realização de movimentos repetidos por longas horas por dia, tais como elevar objetos acima dos ombros, escrever ou digitar, fazer trabalhos artesanais ou mesmo torcer panos.
Segundo a coordenadora e professora do Curso de Fisioterapia da Wyden, Alice Bella Lisbôa, ambas as doenças ocorrem por movimentação articular de forma inadequada e repetitiva. “A LER pode ocorrer tanto na atividade de trabalho, domiciliar quanto em atividades de lazer e recreação. Já a DORT, está relacionada exclusivamente à atividade de trabalho e normalmente acomete pessoas em atividades que realizam o mesmo movimento por período prolongado”.
O diagnóstico das doenças é feito por meio de um exame clínico, no qual são avaliados os principais sintomas. Professor do IDOMED, o ortopedista Eduardo Duarte Pinto Godoy alerta que os sintomas são variados, mas entre os mais comuns estão: formigamento, fraqueza, limitação de movimento e dor. “A localização e intensidade variam de acordo com a atividade realizada pelo paciente, sendo os membros superiores os mais afetados”, diz.
A maior parte dos casos pode ser resolvida com tratamentos, sem a necessidade de cirurgias, com uso de analgésicos e anti-inflamatórios, fisioterapia e mudanças relacionadas à ergonomia. Apenas nos casos nos quais estes tipos de tratamentos não surtem efeito, a cirurgia pode ser a solução. O médico listou mudanças de hábitos que podem prevenir a LER e melhorar a qualidade de vida:
- Prestar atenção à postura ao realizar qualquer atividade.
- Alongar o corpo, incluindo os membros superiores por completo.
- Dar pausas para caminhar e movimentar o corpo.
“As pausas regulares são importantes. Por exemplo: em uma hora de trabalho com digitação, fazer 10 minutos de pausa
- Pratique exercícios laborais frequentes para compensar o esforço dos membros estressados
- Evite o excesso de carga horária.
“O corpo não foi feito para fazer o mesmo movimento sem fim, respeite isso”.
sábado, 25 de fevereiro de 2023
Educação do Paulista abre vagas para estagiários de Pedagogia
#OBlogExplica Salário Mínimo, Política e História
A ideia é que o Salário Mínimo recupere o poder de compra e fique acima da inflação, coisa que não estava acontecendo nos últimos quatro anos e que uma coisa fique acertada: se não fosse a aprovação da PEC da Transição - que o governo anterior queria impedir de todo jeito - dificilmente o salário mínimo chegaria a ultrapassar os R$ 1300. O governo anterior chegou a propor um reajuste sem aumento real pelo quarto ano seguido.
Com a aprovação da PEC da Transição, o Brasil teve condições de garantir aumentos em programas sociais, como o Bolsa Família e o próprio aumento do salário mínimo, possibilitando a medida provisória que aumentou de R$ 1212, 00 para R$ 1302,00. Além disso, a PEC garantiu o reajuste dos pagamentos dos R$ 600 - além do valor adicional por criança - e do reajuste das bolsas de pós-graduações - que não estavam previstos no orçamento
Traduzindo: essa MP - que aumentou o salário mínimo em R$ 90,00 foi assinada ainda em 2022, mas só foi possível sua promulgação porque a PEC da Transição foi aprovada e se não tivéssemos a PEC, - chamada de "PEC da gastança" pelos que não queriam a aprovação - o aumento iria para R$ 1294,00 e não os R$ 1320,00 propostos. Daí a importância da PEC 32.
Claro que as politicas de valorização do Salário Mínimo estão sendo rediscutidas.
Dito isso, vamos agora falar sobre o mais importante nisso tudo: o poder de compra dos brasileiros, o que faz a diferença na hora de ir pro supermercado e como, ao longo da história, poderemos saber quais gestões públicas viabilizaram esse poder de compra, e quais arrocharam os salários, dificultando o povo de fazer uma feira pra levar pra casa.
Esse infográfico do Senado Federal ilustra bem essa trajetória e aqui vamos tentar dar uma resumida:
- O Salário Mínimo foi criado pelo Governo Getúlio Vargas através do Decreto-lei n° 2162, de 1940 e passou a vigorar desde aquele ano e os pisos variavam conforme as regiões do Brasil. A unificação salarial só seria implantada em 1984.
- Ao longo dos anos 1940 e início dos anos 1950, houve uma diminuição do poder de compra e o Salário Mínimo acabou equivalendo a apenas 63% do piso original.
- Mas entre os anos de 1952 e 1964, uma série de reajustes acabou recuperando o poder de compra dos brasileiros e o benefício chegou a valer 2% a mais do que valia em 1940.
- Após a instauração do Regime Militar (1964-1985) e até a fase inicial da redemocratização (1985) o poder de compra dos brasileiros voltou a cair. Entre os anos de 1965 e 1989, a média de 55% do piso original.
- Na década de 1990, o poder de compra caiu mais ainda, pois sem uma política plena de reajustes, o valor do Salário Mínimo estava, pasmem, apenas 25% do que era pago em 1940.
- A partir de 2004, os trabalhadores iniciaram as Marchas para Brasília, a fim de cobrar a recuperação do poder de compra do Salário Mínimo e nos dois anos seguintes, os reajustes ultrapassaram os 15%.
- Em 2007, o Governo Lula adotou pela primeira vez um critério objetivo de correção: inflação mais o ganho real igual à variação do PIB de 2005.
- Essa política de valorização do Salário Mínimo virou lei em 2011 (Lei 12.382/2011). Pelo texto, essa política poderia ser renovada após quatro anos, por iniciativa do Governo Federal.
- Dilma Rousseff prorrogou essa política salarial em 2015 por mais quatro anos (Lei 13.152/2015) e em 2017, o mínimo alcançou o maior valor proporcional desde 1984 - Acima de 50% em relação ao piso original.
- Em 2019, o governo da época não renovou a política de reajuste e desde então, o Brasil perdeu uma regra de longo prazo para a correção do benefício.
- O Senado Federal, através do Projeto de Lei n° 1.231/2022 - de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), propõe a retomada dos reajustes a partir de 2023: Mínimo de R$ 1300 mais ganho equivalente ao PIB de 2022.
- Para o DIEESE, o ideal de um Salário Mínimo deve ser de R$ 6.647,00
Ah, e pra encerrar, vamos mostrar a evolução do Salário Mínimo, de 1994 (Implantação do Plano Real) até hoje:
1a. Fase - Governo FHC
1994* - R$ 64,792a Fase - Governos Lula I e II
2003 - R$ 240 (+20%, sendo que a inflação do ano anterior foi de 12,5%)
3a Fase - Governos Dilma I e II
2011** - R$ 540 (+5,3%, sendo que a inflação do ano anterior foi de 5,9%)
2012 - R$ 622 (+14,1%, sendo que a inflação do ano anterior foi de 6,5%)
4a Fase - Governos Temer e Bolsonaro
2017 - R$ 937 (+6,4%, sendo que a inflação do ano anterior foi de 6,3%)
*Em 1994 houve um segundo aumento durante o ano para R$ 70
**Em 2011 houve um segundo aumento durante o ano para R$ 545
***Aumento anunciado pelo presidente Lula para valer a partir de 1º de maio de 2023









