🎵 Nesta entrevista especial de Páscoa, o Grupo Triii revive um momento de renovação artística embalado pela viralização de “Viro Vira Virou”. Logo no início da conversa, Marina Pittier resume o sentimento do trio: “A gente ficou muito feliz com essa trend… foi muito gratificante, muito divertido, emocionante.” Ela conta que a música já fazia parte dos shows há muitos anos, mas ganhar nova vida nas redes trouxe surpresa e alegria. “Ver de que forma ela se espalhou para diferentes públicos e pessoas de todas as idades é uma grande alegria pra gente.” Assim como a Páscoa, a canção renasceu para um público inteiro.
🎶 Ao explicar a origem de “Viro Vira Virou”, Marina destaca que a composição é de Estevão Marques, ex-integrante do grupo, inspirada em uma canção tradicional latino-americana de domínio público. Essa matriz cultural possui versões em espanhol e até em português de Portugal, todas diferentes, mas conectadas pela mesma raiz. A brincadeira corporal de imitar objetos já existia antes da adaptação. Estevão criou sua própria melodia e letra, transformando a tradição em algo novo e lúdico. O resultado é uma música que atravessa fronteiras e ganha novas leituras.
🌟 Sobre quais músicas marcaram a trajetória do Triii, Marina explica que isso muda conforme as fases e o retorno do público. Ela lembra que “Vira Virou” sempre teve ótima recepção, assim como “A E I O U” e, mais recentemente, “O Xote da Ema”. Após quase 20 anos de estrada, o público se renova constantemente, com adultos que cresceram ouvindo o trio e bebês que estão descobrindo agora. Entre as canções indispensáveis nos shows, ela cita “A E I O U”, “Pão” e “Tomate e Caqui”. Cada geração cria sua própria música favorita.
💛 Ao falar sobre o equilíbrio entre sofisticação musical e simplicidade lúdica, Marina afirma que nada é planejado de forma estratégica. “A gente faz a música com o que acredita, do jeito que sente, com muito amor, com muito respeito.” Ela destaca que essa autenticidade faz com que as músicas cheguem não só às crianças, mas também aos adultos que as acompanham. Para o Triii, é gratificante perceber que pais e mães também se divertem e se emocionam. A música nasce de um lugar genuíno, e isso se reflete na conexão com o público.
📱 Sobre o papel das redes sociais na formação de novos ouvintes, Marina celebra a energia das coreografias e brincadeiras recriadas digitalmente. Ela ressalta, porém, a importância de um uso saudável das plataformas pelas crianças. “Dentro desse limite saudável, é muito legal… está superdivertido, muito gratificante pra gente.” Um dos aspectos mais interessantes dessa fase é ver muitos adultos participando das trends. Para o Triii, é emocionante perceber que o trabalho está alcançando novos públicos. A viralização tem sido uma experiência divertida e surpreendente.
🎥 Ao comentar a energia dos shows sendo reinterpretada no ambiente digital, Marina descreve a experiência como maravilhosa. Ela destaca que a interação online amplia o alcance das brincadeiras, permitindo que crianças e adultos recriem movimentos, gestos e ritmos. A participação de diferentes gerações torna tudo ainda mais especial. Para o grupo, é gratificante ver como a essência dos espetáculos se transforma em vídeos, desafios e momentos compartilhados. A internet se tornou uma extensão natural da proposta artística do Triii.
🚀 Para o futuro, Marina revela que o grupo vive um momento de intensa movimentação, com vários projetos prestes a serem lançados. “A gente já estava com a estreia do show novo marcada para agosto… e agora coincidiu com esse momento.” O novo espetáculo estreia nos dias 29 e 30 de agosto, fruto de um trabalho que já vinha sendo desenvolvido antes da explosão da trend. Além disso, novas parcerias e músicas estão a caminho, algumas já prontas e esperando o momento certo. Marina define essa fase como alegre, criativa e cheia de novidades para o público que está redescobrindo o Triii.
A música “Viro Vira Virou” ganhou uma nova vida com a trend “Uma caneca, uma chaleira”. Como vocês percebem esse reencontro das crianças com a canção por meio das redes sociais?
A gente ficou muito feliz com essa trend então essa música a gente já canta ela muitos anos né no nosso shows e aí de repente ela viralizada dessa forma né foi muito gratificante muito divertido emocionante é então a gente tá curtindo muito mesmo ver de tanto né de que forma acho que ela se espalhou para diferentes públicos e pessoas de todas as idades então é uma grande alegria mesmo pra gente.
Quando criaram “Viro Vira Virou”, vocês imaginavam que ela teria esse potencial tão forte de movimento, brincadeira e viralização? O que inspirou essa estética tão lúdica?
Essa música lá é uma composição do Estevão Marques, que é um ex-integrante do Grupo Tri.Ele compôs essa música baseado numa canção tradicional latino-americana, que inclusive, dessa matriz original — que é uma canção tradicional de domínio público — tem algumas outras versões pelo mundo, inclusive em espanhol e em português de Portugal.Tem uma versão também, que são todas bem diferentes entre si, mas todas saem dessa origem, dessa canção tradicional.Estevão compôs em cima dessa brincadeira, que já era uma brincadeira que envolvia imitar os objetos com o corpo.E ele fez a versão dele com a melodia e letra adaptada. Enfim, a criação dele em cima dessa brincadeira.
Qual canção do Grupo Triii vocês sentem que mais marcou a trajetória de vocês e por quê?
Eu acho que tem fases em relação à música, a gente vai acompanhando um pouco também o que o público devolve pra gente. Então, essa música, o Vira Virou já era uma música que tinha uma recepção muito boa, de brincadeira e tal. O A E I O U também, agora mais atual, o shot da Ema. Enfim, a gente vai, acho que isso vai mudando com cada fase, visto que a gente está há quase 20 anos fazendo. Então, acho que inclusive vai mudando o público, porque as crianças crescem. Então, hoje tem gente de adultos que vem falar, ah, vocês fizeram parte da minha infância. E ao mesmo tempo chegando bebês de um aninho ou menos de um aninho. Então, é muito bonito ver as gerações que vão crescendo, passando e naturalmente vão se interessando por outras coisas. E vai chegando uma geração nova, enfim. E acho que nessas ondas, essas músicas vão mudando. Nós temos músicas muito marcantes, A E I O U, Pão, Tomate Kaki. São músicas que até hoje a gente não pode deixar de fazer no show. Então, acho que talvez seja por aí.
Como vocês encontram esse equilíbrio entre sofisticação artística e simplicidade lúdica?
Eu acho que, bom, primeiro, eu não sinto que isso seja uma coisa premeditada, digamos, né? A gente quer fazer de tal jeito. A gente faz a música, a gente sente que faz a música com o que a gente acredita, do jeito que a gente sente, com muito amor, com muito respeito. E eu acho que, por ser nossa própria musicalidade mesmo, ela chega também às famílias, aos adultos, não só às crianças. Acho que isso é um ponto bonito, assim: perceber que, muitas vezes, as mães, os pais, os adultos que estão ali junto com as crianças curtem também. Então, acho que isso é muito gratificante e emocionante pra gente, porque é assim também que a gente faz. A gente sente isso também quando está fazendo, né? É uma coisa, é o jeito natural que a música acontece pra gente.
Como vocês enxergam o papel das redes sociais na formação de novos ouvintes? Isso influencia o processo criativo?
Sobre as brincadeiras e as coreografias no ambiente digital, é muito, é maravilhoso, né? Eu acho que sempre a gente tem que ter, também, aquela atenção para o quanto que a rede social é usada por crianças, né? Então, acho que, assim, dentro desse limite saudável, é muito legal e acho que também é grande o diferencial dessa situação para a gente é ver, também, muitos adultos participando, enfim. Então, está superdivertido, é muito gratificante para a gente e a gente está realmente feliz e emocionado de perceber como que a coisa vai indo, né? E atingindo novos públicos, pessoas que talvez não conhecessem a gente. Enfim, está sendo uma experiência maravilhosa mesmo.”
Como é ver essa energia sendo reinterpretada pelas crianças no ambiente digital?
Sim, tem muitos projetos novos, já tinham alguns encaminhados, né? A gente já estava com a estreia do show novo marcado para agosto, no final de agosto. Então, dia 29 e 30, a gente vai estrear o show novo. A gente já vem trabalhando nele há um tempo. Então, isso foi muito legal que coincidiu com esse momento, a gente poder também contar isso para todo mundo. E fora isso, sim, novas parcerias surgindo, tem músicas novas também para serem lançadas, que já estavam prontas, esperando o momento e agora aconteceu tudo isso. Então, também é uma coisa bem legal de a gente poder anunciar isso, né? Mas vem muita coisa por aí, vem coisa nova. A gente está finalizando alguns projetos aqui para poder contar para todo mundo. Então, é um momento de muito movimento, de muita alegria e muita coisa acontecendo. Então, está bem legal. Acho que vem coisa legal, a gente espera que todo mundo curta o que vem pela frente. E é isso, estamos aí, seguimos fazendo o que a gente já fazia, com coisas novas e com muita alegria e é isso.
