domingo, 17 de maio de 2020

#SendoProsperidade

Olá gente linda que acompanha o #SendoProsperidade também aqui no blog da Taís Paranhos. Tudo bem? Vamos falar hoje, a pedidos, sobre felicidade em tempos de pandemia e como ela pode nos ajudar neste período. Começo dizendo: ser feliz não é só dar pulinhos de alegria. A felicidade pode estar presente no nosso dia a dia de vários modos. 

A noção de felicidade parece sempre estar vinculada a uma ausências de dificuldades, turbulências, problemas... Não é bem assim. Nesse momento pavoroso de pandemia, por exemplo, no qual não temos certeza de nada, e que temos o desejo, até, de que tudo desapareça e ultrapassar logo esse pesadelo, uma vez que o bom senso, a sabedoria dos grandes cientistas, termina nos colocando a um afastamento uns dos outros, até mesmo compulsório, para proteger as vidas. Este afastamento vem sendo, claro, de natureza física mas, mesmo assim, nunca houve tanta necessidade de se ficar perto mesmo sem se encostar uns nos outros. Exceto aqueles que cuidam de nós e que precisam nos cuidar, pessoas absolutamente valorosas, corajosas, que fazem isso como suas profissões de vida. Será que num tempo, num momento ou, até mesmo, numa circunstância em que isso que nos assusta, nos machuca e, de uma certa forma, produz agonia, existe possibilidade também dizer: não dá para ser feliz? É claro! É absolutamente tolo supor que a felicidade seja, apenas, uma coisa exuberante ou constante. A felicidade, quando vem, vem como um momento, um instante no qual sentimos, sim, a vida vibrar. É nesse espaço de tempo que a felicidade vem como aquela energia que dá sentido à própria existência não só individual, mas coletiva. E é nessa hora que a partilha da nossa vitalidade ganha uma dimensão mais forte. É difícil imaginar que nós possamos imaginar, exatamente, essa perspectiva de tempos felizes. Complexo, não é mesmo? Mas na prática é simples.

Os tempos em geral, nesses momentos, não são felizes, mas há momentos nos quais podemos, sim, escavar a felicidade dentro deles. Não é uma felicidade perene, não é contínua, não é persistente, mas marca uma condição em que, num período onde a dificuldade vem à tona, podemos exercer a solidariedade, o afeto, a capacidade de esperança e fluir o mais simples. Ao nos alegrar, de um modo mais intenso, ficamos um pouco mais felizes num momento obscuro da vida.

Ora, estamos vivendo a felicidade do sorriso, do tempo da música, da oração feita, da capacidade também, dentre outras coisas, de ajudar alguém, de ser solidário, de buscar empatia dno viver. Tudo isso nos coloca, de novo, a dizer que a felicidade está ali e não sumiu, principalmente neste momento nefasto no qual estamos vivendo. A felicidade é a exuberância da vida e sempre vem sempre, inclusive, quando parece se ausentar. É preciso ter Fé (licicidade) e acreditar no impossível como uma forma de renovar a Fé (licidade). Tudo é apenas um caminho, um portal ou uma janela se abrindo para além de nós mesmos. 

Com ❤ amor e 🙏gratidão por mais este momento aqui com vocês, Mariângela Borba.

Um comentário:

  1. Quando você fala de felicidade, aconteceu algo interessante comigo: neste final de semana, 17/05, postei no Facebook/Instagram uma mensagem de agradecimento. Escrevi "Obrigado: ...pela saude ...amigos ...familia ...lar. Enfim por uma série de eventos que me sinto agraciado. Daí vem a "surpresa"; meu amigos começaram a enviar mensagens perguntando se eu estava bem, se estava triste, se precisava de algo. Tão interessante! Apenas respondi que "ESTAVA FELIZ!". Não sei se é verdade, mas às vezes tenho a impressão que a felicidade assusta!

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