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sábado, novembro 28, 2020

#Eleições2020 Povo Preto no Poder [3]

 

Ela já começou fazendo história: vai integrar uma inédita bancada preta na Câmara Municipal de Porto Alegre. E esse grupo de parlamentares negros já começou trabalhando unido em meio aos protestos contra a morte violenta de Beto Freitas, na véspera do Dia da Consciência Negra.

A jornalista de 29 anos chegou a ocupar, como suplente, em 2017, a tribuna da Câmara de Vereadores na semana da mulher, em março daquele ano. Mas agora, com 5390 votos, vai assumir em definitivo na legislatura 2021 a 2024. Suas lutas são pelo feminismo e pelo antirracismo.

"Fizemos historia com 5390 votos!!! Estou imensamente feliz que não chegarei sozinha, nossos passos vieram de longe e seremos vários para trazer a representatividade do povo negro desta cidade à Câmara de Vereadores na próxima legislatura".


Eleita vereadora com 37.550 votos, a psicóloga e educadora popular  Luana dos Santos Alves Silva, 27 anos, quer levar para a Câmara Municipal de São Paulo as lutas antifascistas e antirracistas que são travadas na periferia. Ela se formou em Psicologia pela Universidade de São Paulo e é especialista em Saúde Coletiva e Atenção Primária.

Profissionalmente ela tem como bandeira a defesa do SUS e trabalhou em unidades básicas de saúde da Região Oeste de São Paulo. Ela começou a atuar politicamente no movimento estudantil. Quando ingressou na faculdade, viu que o espaço universitário tinha poucas pessoas pretas e batalhou pela aprovação das cotas raciais nas universidades públicas

"Oficialmente ELEITA a primeira vereadora negra e trabalhadora da saúde do PSOL em São Paulo. Vai ter mulher preta na Câmara ano que vem! Obrigada aos mais de 37 mil votos! Queridas e queridos, esse mandato é uma vitória coletiva! Muito obrigada a quem comentou aqui, vocês são demais. Conto com vocês pra construir muita luta dentro e fora da Câmara”!


Ela é atriz e tem a militância no sangue: é neta do guerrilheiro Carlos Marighella (1911-1969), que lutou contra o Estado Novo (1937-1946) e o Regime Militar (1964-1985). Na infância, vendia broches das Diretas Já na escola e cresceu vendo os pais na política em plena redemocratização.

Maria Fernandes Marighella, 44 anos, é casada e tem dois filhos. A entrada na política veio através da militância no movimento feminista, no movimento negro e no setor cultural.

"Salvador, vencemos! Ocuparemos a Câmara, em coletivA, num conjunto de forças, por Salvador! Foram 4837 votos que pactuaram conosco um mesmo projeto de cidade. Pessoas que se encantaram pela Salvador que queremos e faremos: feminista, antirracista, socialmente justa e igualitária"!



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