segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

🎬 Sessão de Cinema com Bebês Exibe Sucesso Internacional



🎥 O Agente Secreto, aclamado pela crítica e público em todo o mundo, será exibido na sessão CineMaterna desta terça-feira (03/02) no Cinemark do RioMar Recife. A sessão especial ocorrerá às 14h10 e é voltada para famílias com bebês de até 18 meses. A sala de cinema será adaptada para oferecer conforto e praticidade durante a exibição do filme, com condições especiais que garantem uma experiência agradável para todos os presentes.

👶 A ONG CineMaterna promove sessões adaptadas em diversas cidades do Brasil, com uma série de cuidados para atender às necessidades das famílias. O volume do som é ajustado para não incomodar os bebês, e a iluminação é mais suave durante a sessão. A temperatura do ar-condicionado também é controlada, e há tapetes especiais e trocadores dentro da sala. Além disso, voluntários estarão disponíveis para auxiliar os pais durante o evento.

🎟️ Para incentivar a participação, as primeiras famílias que chegarem com bebês de até 18 meses receberão cortesias. Serão oferecidos 10 ingressos gratuitos, limitados a um por bebê. Os filmes exibidos nas sessões são escolhidos por votação, seguindo critérios disponíveis no site da ONG, que priorizam obras sem cenas de violência ou conteúdo inadequado.

📽️ O filme escolhido para fevereiro é o premiado "O Agente Secreto", que concorreu a diversas premiações internacionais. Na trama, Marcelo (Wagner Moura) é um especialista em tecnologia acusado de atividades subversivas durante a ditadura militar. Ele se muda de São Paulo para o Recife em 1977, tentando escapar da perseguição, mas logo descobre que seu passado ainda o assombra.

🔍 A trama se desenrola em um contexto de medo e desconfiança, mostrando que a cidade que parecia um refúgio pode não ser tão segura quanto imaginado. O filme combina suspense e drama histórico, garantindo uma experiência cinematográfica envolvente, mesmo para os adultos presentes na sessão.

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📅 Serviço

· Filme: O Agente Secreto
· Data: Terça-feira, 03/02
· Horário: 14h10
· Local: Cinemark do RioMar Recife
· Público-alvo: Famílias com bebês de até 18 meses
· Cortesia: 10 ingressos gratuitos para as primeiras famílias (um por bebê)
· Informações: Site da ONG CineMaterna

domingo, 1 de fevereiro de 2026

🎤 Irmãos na Vida e na Canção: Caetano e Bethânia brilham no Grammy


🎶 A noite do Grammy foi marcada por emoção e celebração para a música brasileira.  O prêmio de Melhor Álbum de Música Global consagrou “Caetano e Bethânia Ao Vivo”.  A vitória reuniu dois dos maiores nomes da MPB em um momento histórico.  O álbum registra a turnê conjunta que percorreu o país entre 2024 e 2025.  A conquista reforça o impacto cultural dos irmãos no cenário internacional.

🌟 Para Maria Bethânia, o reconhecimento teve sabor especial e inédito.  A artista baiana levou para casa o primeiro Grammy da carreira, após décadas de trajetória.  Sua interpretação intensa e presença cênica foram amplamente celebradas.  Críticos destacaram a força emocional que ela imprime às canções.  A premiação coroou uma fase de renovado interesse global por sua obra.

🎵 Caetano Veloso, por sua vez, ampliou sua coleção de conquistas.  O cantor e compositor recebeu o terceiro Grammy, reafirmando sua relevância mundial.  Sua parceria com Bethânia no álbum trouxe releituras marcantes e novos diálogos musicais.  A química artística entre os irmãos foi apontada como um dos grandes trunfos do projeto.  O disco foi elogiado por unir tradição, experimentação e afeto.

🌍 A categoria de Melhor Álbum de Música Global reconhece obras de forte valor cultural.  O prêmio destaca produções que ultrapassam fronteiras linguísticas e estéticas.  A vitória brasileira reforça a presença da MPB no circuito internacional. Especialistas apontam que o álbum simboliza um reencontro afetivo com o público.  A conquista também impulsiona a visibilidade da música latino-americana no exterior.

📸 Imagem: Reprodução do Instagram de Caetano Veloso

#SendoProsperidade com Mariângela Borba


2026-CORE: prosperidade como eixo, não como promessa

Eu escolho o que me escolhe por inteiro

Por Mariângela Borba

2026 não inaugura uma pressa.

Inaugura um reposicionamento.

Depois de ciclos marcados por perda, luto e sustentação excessiva, a prosperidade deixa de ser promessa futura e passa a ser eixo estrutural. Não como ideal motivacional, mas como critério de permanência — na vida, nas relações, no trabalho e no pensamento.

Prosperidade, daqui em diante, não é fazer mais.

É parar de se negociar.

Durante muito tempo, prosperar foi sinônimo de compensar:

a dor,

a culpa,

a ausência,

o que não pôde ser vivido.

Isso gerou movimento.

Mas não centro.

Gerou funcionamento.

Mas não eixo.

2026 encerra a lógica do “eu dou conta”.

Não porque eu não dê — mas porque dar conta não é viver em centralidade.

E prosperidade real exige centro.

O quase como forma de escassez

Há vínculos que não ferem — apenas ocupam.

Não são violentos, não são caóticos, não são tóxicos no sentido raso da palavra.

São confortáveis demais para evoluir.

O quase não machuca.

O quase anestesia.

Existe uma escassez que não tem a ver com falta, mas com adiamento.

Quando algo permanece sempre no implícito, no sugerido, no subliminar, ele se mantém fora do campo da escolha real.

E tudo o que não entra no campo da escolha, não entra no campo da responsabilidade.

O quase preserva o outro.

Mas cobra de quem sustenta.

Sustentar demais não é virtude.

É desequilíbrio.

Prosperidade como centralidade

Prosperidade, aqui, não é abundância performática.

É centralidade.

É o fim da prosperidade por compensação.

O fim da prosperidade que nasce do esforço excessivo, da tolerância prolongada, da espera silenciosa.

O que nasce agora não vem do excesso de energia.

Vem da clareza sobre onde não investir mais.

Relações, trabalho e projetos intelectuais passam a obedecer ao mesmo critério:

·        não basta afinidade,

·        não basta conforto,

·        não basta admiração silenciosa.

Prosperidade exige investimento proporcional.

Tempo, presença e iniciativa precisam estar em equilíbrio.

Quando algo se sustenta apenas no implícito, pode ser bonito.

Mas não é estruturante.

E 2026 não é ano de estruturas frágeis.

O corte entre o herdado e o escolhido

Uma das tarefas centrais deste ciclo é separar com lucidez:

·        o que foi herdado

·        do que é escolha consciente.

Padrões de adiamento, de sustentação silenciosa e de centralidade deslocada muitas vezes não começam em nós.

Mas terminam quando são vistos.

Ressignificar não é negar a história.

É impedir que ela dite o roteiro.

Prosperar é honrar quem veio antes

sem repetir o sacrifício como destino.

Conhecimento como plataforma

O desejo por alianças intelectuais, estudo profundo e pensamento crítico não é fuga afetiva.

É identidade.

Em 2026, o conhecimento deixa de ser refúgio e passa a ser plataforma.

Não se trata de títulos, status ou deslocamentos simbólicos.

Trata-se de investir onde há troca viva, densidade e crescimento mútuo.

Onde não há lastro, não há permanência.

O corpo como bússola

O corpo percebe antes da mente quando algo não sustenta mais:

·        o cansaço súbito,

·        o gelo,

·        a quebra de entusiasmo,

·        a sensação de “isso não é tudo”.

Esses sinais não são confusão emocional.

São inteligência aplicada.

2026 favorece quem escuta o corpo sem dramatizar

e age sem precisar justificar demais.

Mudar de posição na cena

O maior movimento deste ciclo não é externo.

É posicional.

Sair do lugar de quem sustenta sozinha, espera definição alheia ou aceita o quase como teto.

E ocupar o lugar de quem escolhe, delimita e investe onde há retorno simbólico e real.

Prosperidade não é cortar o mundo.

É não se abandonar para permanecer.

2026-core

O eixo deste ano é simples e exigente:

não há prosperidade onde não há escolha plena.

O que for inteiro, fica.

O que for vago, perde força.

O que exigir autoengano, cai.

Não por rigidez.

Mas por maturidade.

E isso não empobrece a vida.

Ao contrário:

desocupa espaço para o que é vivo.

*Mariângela Borba é jornalista diplomada, especialista em Cultura Pernambucana, produtora cultural e mestre de cerimônias. Pesquisa a palavra como território político, simbólico e relacional, atuando na confluência entre comunicação, cultura, direitos humanos e inclusão. Professora, revisora credenciada e estrategista digital, atualmente dedica-se aos estudos da Psicanálise. Integra a UBE e a AIP.


🎭 Artista pernambucano inicia vaquinha para quitar dívidas hospitalares dos pais



💼 Com 35 anos de carreira artística, o ator e bailarino Adriano Cabral lançou uma campanha solidária nas redes sociais. Ele busca ajuda financeira para saldar despesas médicas acumuladas durante o tratamento intensivo de seus pais. A situação emergencial começou em novembro de 2025, quando ambos precisaram ser internados simultaneamente em UTIs. O artista segue dedicado aos cuidados familiares neste momento delicado.

🏥 A internação foi necessária após os dois desenvolverem broncopneumonia a partir de um quadro de gripe. Após nove dias, o pai recebeu alta, mas a mãe de Adriano permaneceu hospitalizada. O período prolongado no hospital gerou custos elevados e inesperados para a família. O objetivo da vaquinha é aliviar o peso financeiro dessas despesas médicas.

🤲 "Estou neste ciclo com eles", relatou o artista, que agradece antecipadamente qualquer contribuição. A campanha está organizada em uma plataforma online de arrecadação. Adriano convida o público a se solidarizar com essa causa através de doações, por menor que sejam. A iniciativa visa oferecer suporte em um momento de vulnerabilidade familiar.

🔗 Informações de serviço:

· Campanha: Vaquinha para despesas hospitalares dos pais de Adriano Cabral
· Plataforma: Vakinha.com.br
· Como ajudar: Acesse o link e contribua com qualquer valor
· Compartilhamento: Divulgue a campanha nas redes sociais para ampliar o alcance