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segunda-feira, 10 de agosto de 2026

📽️ Última turma do Curso de Roteiro 101 encerra ciclo de formação no Recife



🎬 O Curso de Roteiro Cinematográfico 101 chega à sua quarta e última edição de 2026, marcando o encerramento de um ciclo que levou formação gratuita em audiovisual a diferentes regiões do Recife. As aulas acontecem no Compaz Governador Eduardo Campos, no Alto Santa Terezinha, reunindo participantes interessados em transformar ideias em narrativas para o cinema. O projeto, realizado pela Armada Filmes com apoio da Rede Compaz e incentivo do Sistema de Incentivo à Cultura, consolidou-se como uma porta de entrada para quem busca iniciar no universo do roteiro. A nova turma terá encontros nos dias 18, 20, 25 e 27 de agosto, sempre das 18h30 às 22h.

🎥 A iniciativa se destaca pela acessibilidade: todas as aulas contam com intérprete de Libras e exibição de cenas com audiodescrição, garantindo que pessoas com deficiência auditiva ou baixa visão tenham prioridade nas vagas. As turmas anteriores reuniram quase 100 participantes, que aprenderam fundamentos como construção de personagens, conflitos dramáticos e estrutura narrativa. Para muitos, foi a primeira oportunidade de desenvolver um projeto de roteiro e enxergar caminhos reais de atuação no mercado audiovisual. O curso também reforça a importância de valorizar histórias locais, aproximando o cinema das vivências dos bairros recifenses.

🎞️ Ao longo de 2026, o curso percorreu equipamentos públicos como os Compaz Dom Hélder Câmara e Atriz Lêda Alves, além da Escola Municipal de Arte João Pernambuco. A metodologia combina aulas expositivas, debates, exercícios práticos e análise de cenas, permitindo que cada aluno desenvolva seu próprio projeto inicial. Parte das vagas é destinada a grupos historicamente minorizados, como mulheres, pessoas negras, indígenas, LGBTQIAPN+, pessoas com deficiência e estudantes da rede pública. A proposta reforça o compromisso com a democratização do acesso à cultura e à economia criativa.

🎬 Para o secretário de Cidadania e Cultura de Paz, Rafael Arruda, a parceria entre a Rede Compaz e a Armada Filmes amplia o alcance da formação audiovisual. Ele destaca que oferecer Libras e audiodescrição em todas as aulas garante uma turma verdadeiramente aberta, onde cada participante descobre que sua própria história pode ocupar a tela. Já o roteirista e produtor Édnei Pedroso, idealizador do curso, celebra o impacto das três primeiras turmas e afirma que o encerramento do ciclo representa o início de novas trajetórias no cinema pernambucano.

📹 A última turma de 2026 reforça o propósito central do projeto: democratizar o acesso ao audiovisual e incentivar novas vozes a reconhecerem o valor das próprias narrativas. Com atividades gratuitas, metodologia acessível e foco na inclusão, o Curso de Roteiro Cinematográfico 101 segue fortalecendo a formação cultural na cidade. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo e-mail armada.cinema@gmail.com, e mais informações estão disponíveis no Instagram curso de roteiro.

Serviço
Curso de Roteiro Cinematográfico 101  
📍 Local: Compaz Governador Eduardo Campos (Alto Santa Terezinha)  
📅 Datas: 18, 20, 25 e 27 de agosto  
⏰ Horário: das 18h30 às 22h  
✉️ Inscrições: armada.cinema@gmail.com  
📱 Informações: Instagram @cursoderoteiro101

🍰 Doce luta após o prejuízo: Fatia da Mary faz campanha solidária em Olinda


🍰 A confeiteira Mary Figueiredo, conhecida pelo perfil @fatia_da_mary no Instagram, enfrenta um momento delicado após sofrer um prejuízo de R$ 11 mil em sua produção artesanal. O impacto financeiro abalou diretamente o pequeno negócio, que é tocado com dedicação e afeto em Olinda. Agora, Mary mobiliza sua comunidade para reconstruir o que foi perdido e seguir adoçando histórias.

💔 O episódio gerou não apenas danos materiais, mas também um forte abalo emocional, já que a confeiteira tem na cozinha sua principal fonte de renda. Determinada a se reerguer, ela iniciou uma vakinha solidária, convidando clientes, amigos e apoiadores a contribuírem com qualquer valor. A iniciativa busca garantir o ressarcimento dos prejuízos e permitir que o trabalho continue.

🤝 A campanha reforça a importância da solidariedade em momentos de vulnerabilidade. Mary destaca que cada contribuição, por menor que seja, representa um passo essencial para reconstruir sua estrutura de produção. A confeiteira também agradece o carinho recebido nas redes sociais, onde muitos seguidores têm compartilhado a vakinha e enviado mensagens de apoio.

🎂 Com receitas feitas “com amor”, como diz sua marca, Mary espera transformar esse momento difícil em um novo começo. A mobilização já começa a ganhar força, mostrando que a união da comunidade pode ser decisiva para manter vivo um pequeno negócio que faz parte da rotina afetiva de muitos moradores de Olinda.

SERVIÇO
Vakinha Solidária – Fatia da Mary  
📍 Olinda – PE  
💳 Chave Pix: 8198679-1471 (Maria José Pereira de Figueiredo)  
📲 Instagram: @fatiadamary

📰 Câmara do Recife aprova projetos que reforçam segurança nos morros e ampliam acesso à educação


📌 A Câmara Municipal do Recife aprovou, por unanimidade, dois projetos de lei da vereadora Kari Santos (PT), fortalecendo ações de proteção nas áreas de morro e ampliando oportunidades educacionais para jovens da cidade. As propostas passaram pela segunda votação nesta segunda-feira (10), consolidando apoio total dos vereadores e avançando no Legislativo Municipal. Kari destacou que ambas iniciativas têm um objetivo comum: cuidar das pessoas e garantir direitos essenciais às comunidades recifenses.

🌄 Um dos projetos cria mecanismos de fiscalização das geomantas instaladas em áreas de risco, assegurando acompanhamento contínuo das estruturas e manutenção adequada. A medida busca ampliar a segurança das famílias que vivem em morros, prevenindo deslizamentos e reforçando políticas públicas de proteção territorial. A vereadora ressaltou que a iniciativa “protege vidas e garante que o poder público esteja presente onde mais precisa”.

🎓 O segundo projeto institui a Rede Municipal de Cursinhos Populares (RMCP), oferecendo preparação gratuita para estudantes — especialmente da rede pública — que desejam ingressar no ensino superior. A proposta amplia o acesso à educação, democratiza oportunidades e fortalece políticas de inclusão. Para Kari, o RMCP “abre caminhos para a juventude sonhar e chegar à universidade”.

🏛️ Com a aprovação unânime, os projetos seguem para os próximos trâmites legislativos, reforçando o compromisso da Câmara com ações que unem segurança, educação e justiça social. “É esse tipo de política que a gente quer construir: que cuide das pessoas e amplie oportunidades”, concluiu a vereadora, celebrando o avanço das propostas.

Serviço
- Projeto de Fiscalização das Geomantas  
  Acompanha e monitora estruturas instaladas em áreas de morro para prevenção de riscos.

- Rede Municipal de Cursinhos Populares (RMCP)  
  Oferta gratuita de preparação para vestibulares e ENEM destinada a estudantes da rede pública.

- Autoria: Vereadora Kari Santos (PT)  
- Local: Câmara Municipal do Recife  
- Data da aprovação: 10 de agosto de 2026  

Se quiser, posso transformar este texto em versão para redes sociais, nota oficial ou release profissional — é só escolher formato para redes, nota oficial ou release.

✨ Uma noite para dançar e cantar com Armando Fuentes no Recife



💃 Nesta sexta-feira, o artista Armando Fuentes apresenta pela primeira vez no Recife o show “Dança e Canta”, uma celebração vibrante da música internacional. A apresentação acontece às 20h30, na Adega do Clube Português do Recife, reunindo ritmos que atravessam décadas e fronteiras. Fuentes promete uma experiência única, marcada pela energia contagiante e pela diversidade sonora que compõe seu repertório.

🎶 No palco, o cantor será acompanhado por músicos pernambucanos de destaque: Caio Covosk no teclado, Márcio Scooby no contrabaixo, Well Medeiros na guitarra, Pedro Torres na bateria e André Botelho na percussão. Juntos, eles conduzem o público por uma viagem musical que vai dos anos 60 aos anos 2000, com canções premiadas pelo Grammy e Billboard. Salsa, Pop Latino, Merengue, Latin Jazz, Cumbia, Samba e Bachata se misturam às Baladas, ao Bolero e à Bossa Nova.

🕺 Sobre o diferencial da noite, Fuentes destaca: “Este show tem um diferencial muito importante, já que a Adega oferece um espaço amplo para dançar. O público do Recife poderá curtir e cantar ao som da boa música internacional e nacional em espanhol, inglês e português.” A proposta é unir performance, interação e liberdade para o público aproveitar cada ritmo.

🍷 O artista também ressalta a atmosfera especial do local: “Tudo será atrelado à excelente gastronomia contemporânea, vinhos 🍷 drinks e bebidas 🍸 de qualidade mundial dentro de um local muito bonito, acolhedor e seguro dentro das dependências do Clube Português do Recife.” A combinação de música, dança e gastronomia promete transformar a noite em uma experiência completa.

❤️ Com entusiasmo, Fuentes conclui: “Espero a todos para se divertir numa noite sem igual e inesquecível, quando cantarei com muita entrega e amor para todas e todos.” O show marca mais um encontro do artista com o público pernambucano, reforçando sua conexão com a cidade e sua paixão pela música.

📸 Foto: Jhonny Silva  

Serviço
Quando: Sexta-feira, 14 de agosto  
Onde: Adega do Clube Português do Recife – Av. Rosa e Silva, 172, Graças  
Horário: A partir das 20h30  
Reservas: Ligar para (81) 98256-6716

📚 Brilho, Palco e Protesto: quando o teatro vira memória viva em novo livro de Leidson Ferraz



✨ O lançamento virtual do livro Do Picante à Política: o teatro no Recife dos anos 1960, de Leidison Ferraz, promete reacender debates sobre arte, resistência e identidade cultural. A obra mergulha nos bastidores de uma década marcada por efervescência estética e tensão política, revelando personagens, movimentos e espetáculos que ajudaram a moldar a cena teatral pernambucana. Com narrativa envolvente, o autor reconstrói episódios que atravessam do humor ao enfrentamento, sempre com olhar atento às transformações sociais que ecoavam nos palcos.

🎭 A publicação chega como convite para revisitar um período em que o teatro era mais que entretenimento: era trincheira, manifesto e espaço de invenção. Ferraz destaca como artistas locais driblavam censuras, reinventavam linguagens e criavam espetáculos que dialogavam com o cotidiano e com os conflitos da época. O livro também ilumina trajetórias individuais, revelando figuras que, com ousadia e criatividade, ajudaram a consolidar uma tradição teatral vibrante e politicamente engajada.

🌆 O evento de lançamento, marcado para o dia 26 de agosto de 2026, às 19h, no Teatro Arraial Ariano Suassuna, reforça a importância de celebrar a memória cultural da cidade. Localizado na Rua da Aurora, o espaço é símbolo da resistência artística e palco de inúmeras manifestações culturais. A entrada franca reafirma o compromisso de democratizar o acesso à cultura e aproximar o público de obras que valorizam a história local.

📖 A iniciativa conta com incentivo do FUNCULTURA, Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura, e apoio da FUNDARPE e da Secretaria de Cultura de Pernambuco. Essas instituições desempenham papel fundamental na preservação e promoção das artes no estado, garantindo que pesquisas como a de Ferraz encontrem caminhos para alcançar leitores, pesquisadores e amantes do teatro. O lançamento promete reunir artistas, estudiosos e público interessado em revisitar esse capítulo marcante da história cultural recifense.

🎨 Mais que um livro, Do Picante à Política se apresenta como documento histórico e celebração da força criativa que atravessou os palcos nos anos 1960. Ao revisitar esse período, a obra convida o leitor a refletir sobre o papel da arte em tempos de turbulência e sobre como o teatro, com sua potência estética e política, continua sendo espaço de resistência e transformação. Um lançamento que promete emocionar, provocar e inspirar novas leituras sobre o passado e o presente da cena teatral.

Serviço
Lançamento virtual do livro  
Do Picante à Política: o teatro no Recife dos anos 1960 — Leidison Ferraz  

📅 26 de agosto de 2026 (quarta-feira)  
⏰ 19h  
📍 Teatro Arraial Ariano Suassuna  
Rua da Aurora, 457 — Boa Vista  
🎟️ Entrada franca  

Apoio: FUNCULTURA • FUNDARPE • Secretaria de Cultura • Governo de Pernambuco

🤝 PEC Store nasce com propósito e solidariedade na Pernambuco Construtora


🍀 A Pernambuco Construtora inaugurou a PEC Store, sua loja oficial, em uma ação que une marca e impacto social. Localizada no 19º andar da sede da empresa, a novidade chega com uma iniciativa beneficente: toda a arrecadação inicial será destinada à Fundação Alice Figueira, instituição que apoia o trabalho do IMIP. A construtora reforça, assim, seu compromisso com a responsabilidade social e com práticas alinhadas ao ESG. A parceria, que já dura duas décadas, ganha novo capítulo com essa estreia.

💚 Desde 2006, a Pernambuco Construtora mantém apoio contínuo ao Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira, contribuindo para a manutenção dos serviços gratuitos oferecidos. Esse vínculo é reconhecido pelo Selo Empresa Solidária do IMIP, concedido às organizações que colaboram regularmente com a instituição. A criação da PEC Store surge como extensão natural dessa trajetória, fortalecendo o relacionamento com clientes, parceiros e colaboradores por meio de produtos que carregam a identidade da marca.

🛍️ A loja inicia suas atividades com um catálogo que inclui taças, saca-rolhas elétrico, bonés, nécessaires, bolsas, garrafas e copos, com previsão de expansão gradual. O espaço foi pensado para reforçar a presença da marca e atender à demanda crescente de pessoas interessadas em adquirir itens da Pernambuco Construtora. Segundo Mariana Wanderley, Diretora Executiva Comercial e Marketing, transformar esse desejo em realidade era apenas questão de tempo, especialmente quando unido a uma causa que acompanha a história da empresa.

🤝 Mariana destaca que destinar 100% das vendas iniciais à Fundação Alice Figueira reflete o compromisso social da construtora. Para ela, a iniciativa fortalece vínculos com todos os públicos da empresa e contribui para transformar realidades. A inauguração da PEC Store amplia os canais de relacionamento da Pernambuco Construtora e cria uma nova forma de conexão com quem acompanha sua trajetória, reforçando valores que vão além dos negócios.

🏗️ Com 60 anos de atuação, o Grupo Pernambuco Construtora é referência em empreendimentos de médio e alto padrão, além de obras industriais, hospitalares, terraplanagem e infraestrutura. Presente em Recife, Região Metropolitana e Litoral Sul, a empresa segue comprometida em entregar obras de alta qualidade e proporcionar experiências marcantes aos seus clientes. A PEC Store chega como mais um passo na consolidação dessa história.

SERVIÇO  
PEC Store – Loja Oficial da Pernambuco Construtora  
📍 Localização: 19º andar da sede da Pernambuco Construtora  
🎯 Destinação das vendas iniciais: Fundação Alice Figueira (FAF)  
🛒 Produtos: taças, saca-rolhas elétrico, bonés, nécessaires, bolsas, garrafas, copos e mais  
🏢 Empresa: Pernambuco Construtora – 60 anos de atuação no mercado pernambucano

🥃 O Encontro Histórico de Almir Rouche e Conde Só Brega Agita a Cena Musical com o Lançamento de "Acochado Todo"


🎙️ A música pernambucana se prepara para vivenciar um momento verdadeiramente memorável e repleto de expectativas para todos os fãs do ritmo. Os renomados artistas Almir Rouche e Conde Só Brega unem seus imensos talentos em uma parceria inédita que promete marcar época. O aguardado single e clipe intitulado "Acochado Todo" chega para movimentar as plataformas digitais e conquistar o público apaixonado. A união dessas duas vozes consagradas representa um marco na trajetória da cultura local e celebra a rica diversidade sonora.

🎬 O projeto audiovisual foi cuidadosamente produzido em um cenário clássico, elegante e sofisticado, remetendo a um ambiente de clube boêmio e intimista. Nas imagens divulgadas, os cantores aparecem impecáveis em trajes sociais, brindando com copos de uísque em elegantes poltronas de veludo. Toda a atmosfera do videoclipe foi pensada para transmitir a grandiosidade e a maturidade artística desse encontro de gigantes. A direção visual aposta em tons fechados e iluminação dramática, criando um clima de mistério e pura reverência musical.

📅 O lançamento oficial do clipe está programado para o dia 1º de setembro, gerando grande burburinho e ansiedade nas redes sociais de ambos os intérpretes. Os admiradores já contam os dias para conferir o resultado dessa colaboração que une diferentes vertentes da nossa rica identidade cultural. A expectativa é de que o trabalho alcance enorme repercussão, consolidando ainda mais o prestígio dos artistas no cenário musical pernambucano. Fique atento às novidades e prepare-se para prestigiar este grande sucesso que promete embalar muitos momentos inesquecíveis.

📸 Foto: Divulgação / Produção Oficial

🎵 Informações de Serviço:
• Lançamento: Videoclipe oficial de "Acochado Todo"
• Artistas: Almir Rouche feat. Conde Só Brega
• Data de Estreia: 1º de setembro
• Onde Assistir: Canais oficiais dos artistas nas plataformas digitais e YouTube

🪶 Tradição que ecoa no sertão: Bacamarteiros celebram história em Bonito



🌵 O Grupo de Bacamarteiros Rei do Cangaço se prepara para mais uma participação marcante na 123ª Festa dos Bacamarteiros da Cidade de Bonito, evento que mantém viva uma das expressões culturais mais emblemáticas de Pernambuco. A celebração, marcada pela força da tradição e pelo orgulho das raízes sertanejas, reúne gerações em torno do som potente dos bacamartes e da estética histórica que remete ao cangaço. A apresentação acontece no dia 29 de junho de 2026, às 8h, no município de Bonito, reforçando o compromisso com a preservação da memória popular.

🎺 Vestidos com trajes típicos, adornados com couro, chapéus estilizados e lenços vibrantes, os integrantes do grupo desfilam pelas ruas como verdadeiros guardiões da cultura nordestina. O cortejo, acompanhado por sanfoneiros e músicos tradicionais, transforma o espaço urbano em um palco vivo de celebração e resistência cultural. A cada disparo simbólico, ecoa não apenas o som do bacamarte, mas também a história de um povo que valoriza suas origens e mantém acesa a chama da identidade regional.

🤠 A Festa dos Bacamarteiros é reconhecida por atrair moradores, turistas e estudiosos da cultura popular, que encontram no evento uma oportunidade de vivenciar de perto a força das manifestações tradicionais. O Grupo Rei do Cangaço, com sua presença marcante, reforça o elo entre passado e presente, mostrando que a cultura se renova quando é compartilhada. O encontro promete emoção, beleza e um mergulho profundo na alma do Nordeste.

domingo, 9 de agosto de 2026

🌵 🎤 João Pessoa Celebra Petrúcio Amorim com Homenagem que Cruza Fronteiras



🎶 O cantor e compositor Petrúcio Amorim recebeu uma homenagem especial que reconhece sua relevância para a cultura nordestina e para o forró, celebrando sua trajetória de quatro décadas dedicadas à música. A distinção, concedida pelo projeto São João na Bahia, reforça o impacto de sua obra em diferentes cidades do estado, onde o São João é vivido como tradição, identidade e orgulho. Em João Pessoa, o reconhecimento ecoa entre fãs e artistas que acompanham sua caminhada.

🌟 Em publicação emocionada, Petrúcio destacou que o prêmio simboliza não apenas sua carreira, mas também o esforço coletivo dos forrozeiros que mantêm viva a chama do ritmo. Ele dedicou a homenagem à filha, Lara Amorim, e à sua banda, ressaltando que o forró segue unindo corações e derrubando fronteiras. A mensagem reforça o compromisso do artista com a preservação das raízes culturais e com a valorização da música regional.

🎼 A homenagem também evidencia a força do forró como expressão que atravessa gerações, conectando histórias e afetos. Petrúcio, conhecido por composições marcantes e interpretações que se tornaram clássicos, reafirma sua missão de celebrar o Nordeste através de cada canção. O reconhecimento chega como celebração de uma trajetória sólida, marcada por autenticidade e devoção à cultura popular.

🎤 O impacto da homenagem repercutiu entre admiradores e colegas de profissão, que destacaram a importância de Petrúcio para o cenário musical. Sua presença constante nos palcos e sua contribuição para o fortalecimento das tradições juninas fazem dele uma referência incontornável. A celebração reforça que sua obra segue viva, inspirando novos artistas e emocionando públicos diversos.

🔥 Em João Pessoa, onde o artista mantém forte ligação afetiva e musical, a homenagem é recebida como motivo de orgulho. A cidade reconhece sua contribuição para o fortalecimento da cultura nordestina e celebra o momento como marco de sua trajetória. Petrúcio Amorim segue cruzando fronteiras com música e amor, levando consigo a essência do forró e a força de suas raízes.

🌆 🎤 João Pessoa Revive Clássicos em Noite de Nostalgia Musical



🎶 O evento Revivendo ao Passado chega a João Pessoa com a promessa de transportar o público para uma viagem sonora repleta de memórias afetivas e ritmos que marcaram época. No Restaurante Panorâmico do Clube Cabo Branco, a atmosfera será de reencontro com sucessos que atravessam gerações, celebrando artistas que ajudaram a construir a identidade musical da cidade. A proposta une estilos diversos em uma noite dedicada à força da música como elo cultural e emocional.

🎸 Com apresentações de Los Cubanos, Vicente Jr. Trepidants e Banda e Condinho, o espetáculo reúne nomes que carregam a essência de diferentes fases da cena musical paraibana. Cada artista traz ao palco sua própria história, reforçando o caráter plural do evento. A participação especial da Banda Zé Amarok adiciona ainda mais energia, ampliando o repertório e a diversidade sonora da noite.

🎵 A programação acontece na sexta-feira, 28 de agosto, às 20h, em um dos espaços mais tradicionais da capital paraibana. O Restaurante Panorâmico do Clube Cabo Branco oferece o cenário ideal para uma noite de nostalgia, com estrutura acolhedora e vista privilegiada. A expectativa é de grande público, reunindo admiradores das bandas e amantes da música que marcou gerações.

🎼 O conceito do evento aposta na memória afetiva como protagonista, convidando o público a reviver canções que embalaram festas, encontros e histórias pessoais. A curadoria musical busca equilibrar emoção e diversão, criando um ambiente onde cada acorde desperta lembranças e cada performance reforça a importância da preservação cultural. Uma noite pensada para ouvir, dançar e recordar.

🎤 Com organização dedicada e artistas de destaque, Revivendo ao Passado surge como oportunidade única para quem deseja celebrar a música em sua forma mais afetiva. A produção reforça que o evento é mais que um show: é um reencontro com o que permanece vivo na memória coletiva. Uma celebração que promete marcar o calendário cultural de João Pessoa.

Serviço
Evento: Revivendo ao Passado  
Atrações: Los Cubanos, Vicente Jr. Trepidants e Banda, Condinho  
Participação Especial: Banda Zé Amarok  
Data: 28 de agosto (sexta-feira)  
Horário: 20h  
Local: Restaurante Panorâmico – Clube Cabo Branco, João Pessoa  
Informações: 83 9 8701-6917 Gilberto

🌟 Tributo que ecoa tradição e emoção no palco recifense



🎶 O grupo SaGrama prepara uma noite especial para celebrar a obra do mestre Dimas Sedícias, reunindo música, memória e afeto em um espetáculo que promete emocionar o público. A apresentação acontece no histórico Teatro de Santa Isabel, onde a atmosfera clássica se une à força da cultura popular pernambucana. Com convidados de destaque, o evento reforça a importância de Sedícias para a música regional e para gerações de artistas que seguem inspiradas por sua trajetória.

🎤 As participações especiais de Neris Rodrigues, Laís de Assis, Karol Maciel e Laila Campelo ampliam o brilho da homenagem, reunindo vozes que dialogam com a diversidade e a riqueza da produção musical pernambucana. Cada artista traz ao palco sua identidade e sua relação com o legado de Sedícias, compondo um mosaico afetivo que promete envolver o público. A união dessas intérpretes reforça o caráter coletivo da celebração, marcada pela reverência e pela continuidade da tradição.

🎼 O concerto, marcado para o dia 25 de agosto, numa terça-feira às 20h, surge como oportunidade única para quem deseja vivenciar uma noite de música de alta qualidade. O Teatro de Santa Isabel, conhecido por sua acústica privilegiada, oferece o cenário ideal para a homenagem. A expectativa é de casa cheia, reunindo admiradores do grupo, do homenageado e das convidadas. A iniciativa reafirma o compromisso de SaGrama com a preservação e difusão da cultura local.

📯 A homenagem a Dimas Sedícias também destaca sua influência na formação de músicos e na consolidação de uma estética sonora que atravessa décadas. SaGrama, reconhecido por sua maestria instrumental e por sua capacidade de reinventar tradições, revisita obras marcantes do compositor, criando pontes entre passado e presente. O espetáculo promete momentos de emoção, virtuosismo e celebração coletiva, reafirmando a força da música como elemento de identidade cultural.

🎵 Com ingressos já disponíveis, o público é convidado a garantir presença antecipadamente para não perder essa noite especial. A venda ocorre pela plataforma guichêweb, facilitando o acesso ao evento. A produção reforça que a homenagem é mais que um concerto: é um encontro de gerações, um gesto de reconhecimento e uma celebração da memória musical pernambucana. Uma noite para ouvir, sentir e celebrar.


Serviço
Evento: Homenagem a Dimas Sedícias – SaGrama  
Convidadas: Neris Rodrigues, Laís de Assis, Karol Maciel, Laila Campelo  
Data: 25 de agosto (terça-feira)  
Horário: 20h  
Local: Teatro de Santa Isabel  
Ingressos: À venda pelo guichêweb

🎶 O Poeta Cantador em Corpo Inteiro: Flávio Leandro abre o coração, a estrada e o sertão

 


🌵 O Teatro do Parque ficou pequeno para a energia de Flávio Leandro no último 1º de agosto. A estreia da turnê De Mala e Cuia no Recife foi um sucesso absoluto, com casa cheia, público emocionado e uma atmosfera de celebração que só o sertão sabe criar. O poeta cantador subiu ao palco com a força de quem carrega três décadas de estrada e reafirmou, mais uma vez, por que sua obra ocupa um lugar tão singular na música nordestina. “Eu creio que a questão da poesia é uma característica bem marcante da música popular nordestina”, disse ele ao lembrar que sua identidade artística nasceu do encontro entre palavra e melodia.

🎶 A trajetória de Flávio é profundamente marcada pela geografia afetiva do Araripe. Nascido em Bodocó, a poucos quilômetros de Exu, ele cresceu sob a sombra simbólica de Luiz Gonzaga, o Rei do Baião. “Essa influência geográfica já traz para mim todo o meu norte de composição”, afirma. Sua música nasce desse chão fértil, onde tradição e contemporaneidade convivem com naturalidade. Ao longo dos anos, Flávio transformou paisagens, histórias e personagens do sertão em canções que atravessam gerações e alcançam públicos de todo o país.

📸 No palco, o artista reafirma seu processo criativo particular, que ele define como um ato de fotografar o mundo. “Como poeta, eu me considero mais fotógrafo”, explica. Essa sensibilidade o levou a compor músicas que se tornaram símbolos de resistência, afeto e identidade, como “Chuva de Honestidade”, que marcou sua virada como intérprete. Flávio também se destaca por defender o forró pé de serra com firmeza, sem abrir mão da inovação, sempre respeitando o tripé essencial de sanfona, zabumba e triângulo.

🎭 O sucesso da apresentação no Recife confirma a força de uma carreira construída com autenticidade, coerência e muita estrada. A turnê De Mala e Cuia nasce do desejo de se aproximar ainda mais do público que acompanha sua trajetória pela internet e pelos palcos do Brasil. No teatro, Flávio encontra o ambiente ideal para cantar, conversar e tocar o coração das pessoas. E segue caminhando com a mesma filosofia que o guia desde o início: transformar fãs em amigos, e amigos em irmãos.

📸 Fotos: Reprodução Instagram do Artista

Vamos saber mais da entrevista?



Flávio, você é chamado de “Poeta Cantador”. Em que momento da sua trajetória você percebeu que poesia e música seriam inseparáveis na sua obra?

Olá, Taís. Coisa boa estar aqui com você. É isso. Eu creio que a questão da poesia é uma característica bem marcante da música popular nordestina. Isso já a partir do Luiz Gonzaga. Ele primava muito por essa coisa da poesia muito forte dentro da música. E, claro, como nossa poesia, como nossa poeta, ela é ligada diretamente à poesia do repente, onde os poetas também são chamados de cantadores, de poetas cantadores. Então, essa coisa talvez seja o diferencial de quem compõe para o Nordeste. Eu me descubro fazendo isso, compondo com essa medida, no terceiro disco, no terceiro álbum, que foi o álbum acústico. A poética dele foi tão forte que as pessoas realmente, de repente, começaram a me chamar de poeta cantador. Então, a partir daquele momento ali, eu praticamente assino um compromisso de continuar com esse olhar bem voltado para a poesia, não em detrimento da melodia, mas de uma forma que ela dê as caras primeiro. Porque a melodia, de todo modo, ela é uma característica sua já, ela é a sua impressão digital. Mas aí você tem que fazer com que sua poesia também se torne sua impressão digital. E é o que eu digo, você não aprende a ser poeta, não tem como. Porque isso tá muito dentro de você, é uma coisa muito peculiar. Mas aí você tem como melhorar essa poesia. Lendo mais, viajando mais, conhecendo mais, conversando mais. Observando mais. E é isso, eu tenho feito muito isso durante o meu caminhar de poeta, cantador.

Como o sertão do Vale do São Francisco molda sua forma de compor e de enxergar o mundo?

Eu sou do sertão do Araribe pernambucano, de Bodalcó. É uma região que compõe, que é composta por dez municípios. Dentre eles, tem o mais importante de todos em se tratando de coordenada geográfica, que é Exu. Existe um ponto específico em Ashu, na fazenda Kaisara, onde nasceu Luiz Gonzaga, o rei do Baião. E eu tenho a felicidade de nascer a menos de 40 quilômetros de Luiz Gonzaga. Essa influência geográfica já traz para mim todo o meu norte de composição, de intérprete, de ver o mundo, de enxergar. Então, eu creio que existe uma determinada magia nesse entorno. Eu não vou nem citar somente o entorno da Caixara, em Pernambuco, eu vou citar o entorno da Chapada do Araripe todinha. Então, do lado de Pernambuco, nós temos Gonzaga, Flavlan, Jorginho do Axu, Taz Carvalho, Leninho, Do outro lado, e aí, claro, João Gomes, a gente não pode deixar essa geração de fora, Zé Vaqueiro, Akinori Kuri. Do outro lado, nós temos Patativo do Assaré, Sega Deraldo, os irmãos Aniceto, de forma mais contemporânea, Luiz Fidelis, grandissíssimo compositor, tacis do acordeon. Então você veja que esse entorno da chapada é bem mágico. É muito bom fazer parte desse contexto. E eu tenho essa influência direta a partir dessa visão, e a partir dessa observação, e a partir desse horizonte do qual fui gerado.

Suas letras têm força poética e crítica social. Como nasce uma música sua: da emoção, da observação ou da necessidade de dizer algo?

É isso. Eu sempre digo para as pessoas que, como poeta, eu me considero mais fotógrafo, porque minha mensagem poética é a mensagem de quem clica, de quem dá cliques na paisagem à frente do seu olhar. A minha poesia é bem dissertativa. Você colocou uma coisa aqui bem interessante, a necessidade de dizer algo. Eu creio que existe um pouco disso também. As coisas que eu clico ali e que me incomodam, ou que eu achei arretado e quero levar adiante essa mensagem. Então, tem um pouco de gozaga nessa coisa toda de sair dissertando sobre vários aspectos. Então, eu já falei sobre o embruseiro, Já falei sobre a pedra do claranã no meu município, sobre a minha terra, Bodalcó, sobre o Nordeste. E aí a gente vai dissertando. Então, como poeta, verdadeiramente eu sou um bom fotógrafo.

Essa música se tornou um hino para muita gente. O que motivou você a escrevê-la e como vê o impacto que ela ainda tem?

Chuva de Honestidade é um diferencial bem grande da minha carreira, porque até então eu era conhecido somente como compositor. Eu não conseguia, como intérprete, acompanhar minhas músicas. Eu fui assim com um monte delas. Mas aí chega Chuva de Honestidade e é a música que eu componho e que eu mesmo gravo. E que ela acontece comigo como intérprete. Então ela tem esse gosto bom de me mostrar para o mundo como intérprete. Eu já não estava mais sendo mostrado somente como compositor. A história dessa música é bem vasta, bem ampla, mas ela remonta 2013. Eu tinha acabado de chegar do Oriente Médio e tinha trazido algumas experiências de lá, porque eu tinha visitado o Oriente Médio todo ali. E eu estava, claro, buscando, fazendo uma pesquisa sobre as matrizes da cultura popular nordestina a partir de uma visão árabe. Estando no Oriente Médio, eu também não podia deixar de passar no Israel. Mesmo não tendo um existir árabe, mas o existir judaico no sertão nordestino também foi muito forte. E a gente queria trazer esses elementos todos para dentro da nossa pesquisa. E claro, como eu sou do sítio, da roça, eu também queria ver as experiências dos israelenses nos kibbutz e tal. Os kibbutz já nem existiam mais como foram originados, como foram concebidos. Já funcionavam mais como um ponto de turismo e tal. Mas a gente foi e viu várias pesquisas funcionando bem. E no sertão do Nordeste, pequenas práticas de irrigação mais sofisticadas, elas eram de origem israelense. E aí foi, tal. É uma música que eu fiz num ano de uma seca tremenda, mas que ela não é só daquele ano específico, ela é uma música de minha vida inteira, em contato com o semiárido nordestino. Tudo aquilo veio à tona, mas ela nasce por causa de um pedido de uma ONG, aliás, de uma ONG não, de várias ONGs da região do Araripe Pernambucano, que solicitaram que eu fizesse uma música, uma música não, um jingle, para ser colocado nos carros de som, e eu pelejei para fazer o jingle, mas aí só a música teimava em vir, teimava, então eu disse para o pessoal, pessoal, não me leve a mal, eu terminei compondo uma música e não um jingle, e mandei para eles. Eu fui para o estúdio ali, cheguei no Kraton com um amigo e aí a gente fez a música no estúdio em duas horas. Preparamos para mandar para o pessoal das ONGs, para botar nos carros de som. Terminou que eu botei também no meu palco MP3, que era a plataforma mais evidente à época. E ela foi sozinha criando isso, mas chuva de honestidade é de uma realidade localizada, específica para a região do Araripe e, claro, depois a dimensão do tumor me trouxe sabores e muitos de sabores, porque ela começou a ser utilizada com mediocridade por políticos no geral, que na verdade nem mereciam estar usando a música. E é isso. Ela ainda hoje é uma música muito forte.

Como você enxerga o forró pé de serra hoje, diante das novas tendências e da mistura de estilos?

Sobre o contemporâneo, Belchior dizia uma coisa interessante, o novo sempre vem. E eu acho que é inevitável. Porque o novo é exatamente uma condição humana. Essa própria ebulição, essa própria efervescência, eu acho que a marca maior do ser humano é a inovação. Mas também a humanidade só chegou viva até esse ponto por causa da cultura. Cultura, eu digo sempre, por onde eu passo, que cultura é acima de tudo sobrevivência. A cultura, na minha cabeça, são caminhos, vários caminhos. O caminho do São João, o caminho do forró, o caminho do reggae, o caminho do blue, da bossa nova, o caminho, são caminhos. E as pessoas que fazem a música do caminho do forró, elas vão caminhando e deixando as suas passadas, as suas pegadas, as suas marcas. É justo que essas pessoas, cada uma delas, elas queiram deixar as pegadas que melhor lhe definam nesses caminhos. Eu não posso passar de um caminho para o outro. Eu vou estar distorcendo. Então, o que ocorre muitas vezes, em muita coisa que se produz, é que o cara já saiu do caminho há muito tempo, ele não está mais naquele caminho. Por exemplo, para permanecer no caminho do forró, você não pode perder o contato com o sanfona, zabumba e triângulo. Você pode até colocar uma guitarra, um contrabaixo, um metal e tal, mas com esses três elementos bem na cara, disparadamente na cara, e com a rítmica, você consegue enxergar isso muito claramente. Então eu não quero tirar das pessoas, eu não sou muito Caxias nesse ponto, eu não quero tirar das pessoas a possibilidade delas deixarem as suas marcas nesse caminho, o caminho do forró. Mas também não quero dizer que tirando todos os elementos que caracterizam o forró, ela possa permanecer no caminho do forró. Ela já saiu, por si só ela já saiu. A gente viu muito muita cerveja vendida como vinho nesse tempo. É uma loucura. Então, a inovação é inevitável, mas o novo tem que ser feito olhando para dentro, respeitando esses caminhos que nos trouxeram vivos até aqui. O forró, para mim, eu considero como um pote em cima de um tripé. Ele está ali, cheio d'água, muito bonito. Você pode botar uma tampa de madeira, uma tampa de metal, uma tampa de lata, uma tampa de plástico. Você pode botar uma vestimentazinha, que tem muitas casas sartenesas que botavam uma vestimenta no pote. E aí você pode botar uma chita, você pode botar um saco de estopa, um saco de açúcar, um outro tecido que você goste. A única coisa que você não pode fazer é tirar um pé desse tripé, porque o pote vai cair e quebrar.

Você tem uma conexão muito forte com seus fãs. O que mais te emociona quando está no palco?

É interessante essa questão da relação com o público, porque eu sou do ramo já há 30 anos, mas tenho dois filhos que são na música também. E aí eu também inclusi essa minha esposa, que aí quando eu falo 30 anos meu, eu digo, eu não tenho, nós temos 30 anos já de caminhada. E eu digo sempre para os meus filhos que a gente tem que procurar fazer com que os fãs se tornem amigos. E depois de um certo tempo, de uma relação mais apurada, que esses amigos se tornem irmãos. E a gente tem muitos irmãos hoje espalhados no Brasil, pela proximidade que a gente permitiu. Então a nossa relação é muito de tato, de contato. Eu não consigo isso na virtualidade. Eu não consigo responder ninguém na virtualidade, a não ser nos comentários de postagens que eu faço. Eu gosto além de, após alguma postagem, fazer alguns comentários, vou responder alguns comentários. Eu gosto disso, mas no inbox, aquela coisa do... Eu não faço porque eu não consigo, porque aí eu começo a deixar de viver e de praticar aquilo que eu componho. A minha composição, ela traduz uma vida mais frugal, mais leve, onde você vive verdadeiramente. Então, se eu for me entregar totalmente à virtualidade da internet, eu não vou conseguir mais essa frugalidade. E essa relação com o público, ela nasce daí, dessa necessidade do tato, porque no ao vivo, a gente é muito forte. A gente consegue, mesmo que rapidamente, entrar na intimidade daquelas pessoas. Então, é uma coisa que a gente... Eu acho que é um diferencial muito forte, que são poucos os artistas que conseguem fazer isso. Até porque é exaustivo, né? Mas a gente faz com prazer enorme. Tanto eu quanto Cissa. Hoje eu já não consigo me dissociar de Cissa em relação a isso. E as pessoas também não querem ver só Flávio Leandro, querem ver Cissa também. Que é minha esposa, que toca triângulo e faz vocal junto comigo e cuida da parte administrativa também de tudo. Então essa relação é muito forte. A nossa relação é sempre essa, o norte. É transformar os fãs em amigos e os amigos em irmãos. E é isso, a gente vai caminhando muito tranquilamente assim e isso tem dado muito certo.

Em suas músicas, a cultura do Nordeste é protagonista. O que você sente que ainda precisa ser contado ou valorizado?

É isso, em relação à cultura nordestina, eu acho que a gente que faz música nordestina, isso já é a partir de Gonzaga. Ou a gente denuncia, ou a gente está denunciando alguma coisa, ou a gente está evidenciando alguma coisa, ou a gente apenas quer contar. Alguma coisa, mas que tenha essa ligação íntima com o Nordeste. Eu sempre faço a minha música de uma forma que eu não possa, de uma forma que eu não traduza apartheid, segregação, separatismo, eu não curto muito isso, apesar de muita gente pregar isso. E quando eu componho, eu componho com o sentimento de fortalecer uma região que por muito tempo foi injustiçada na balança do equilíbrio das federações. E quando a gente canta é para, de certa forma, repor um pouco dessa dívida. Meio que fazer um pagamento dessa dívida de longas datas. Uma dívida que o país inteiro tem com o Nordeste, em função desse desequilíbrio regional que houve por muito tempo. É só você ver que as oportunidades, quando são dadas, a gente solta os pés e corre, e vai pra longe. Então hoje você já não vê mais um movimento migratório, porque essas pessoas sempre tiveram a vontade de ficar no Nordeste. E a nossa música é feita a partir de Gonzaga para quem estava fora dele, com saudade, e no meu caso hoje para quem está nele com a certeza de que a gente vive um novo Nordeste. Mas eu repito, tudo isso deve ser feito com respeito às outras regiões para que a gente não parta para divisões desnecessárias, porque o Brasil é um país lindo e é bonito exatamente por causa dessas divergências existenciais de características, não de condições econômicas e sociais, que aí sim a gente tem que buscar uma coisa equitativa e justa para todas as regiões. Então, o Nordeste é muito forte em mim, nesse sentido da gente buscar essa justeza de causa, E, claro, hoje o Nordeste está em moda, está em voga, está sendo mais compreendido. A gente já não tem mais o Nordeste estampado pelos sertões de Euclides da Cunha ou ratificado pela denúncia do Luiz Gonzaga. A gente já tem um outro Nordeste diferenciado, mas que deve ser cantado e propagado cada vez mais pelos seus cantadores. Eu sou um deles.


🤣 Risos Depois do Fim: A Comédia Que Sobrevive ao Apocalipse



😀 Em meio a um cenário que brinca com o caos, o espetáculo Depois do Fim do Mundo surge como uma resposta bem‑humorada ao imaginário pós‑apocalíptico. A dupla Renato Bartolomeu e Drailton Oliveira transforma ruínas em palco e incertezas em piada, apostando na força do riso como alimento da alma. A proposta é simples e direta: se o mundo acabou, a comédia continua — e continua de pé, por enquanto.

😂 A ambientação remete a uma Recife devastada, onde placas tortas anunciam que o café acabou, mas a piada não. Nesse universo satírico, o humor funciona como resistência e como convite para enxergar leveza mesmo quando tudo parece desmoronar. O espetáculo promete provocar gargalhadas ao explorar o absurdo do cotidiano e a capacidade humana de rir até das próprias ruínas.

🤣 A apresentação acontece no Manguetown Comedy, reunindo público e artistas em uma noite que celebra a criatividade e a irreverência. Com linguagem afiada e referências locais, Renato e Drailton conduzem o público por situações improváveis, transformando o fim do mundo em ponto de partida para novas histórias. A comédia, afinal, é uma forma de sobrevivência.

SERVIÇO  
Depois do Fim do Mundo – Stand-up Comedy  
Com Renato Bartolomeu e Drailton Oliveira  
📍 Manguetown Comedy – Recife  
📅 14/08  
⏰ 20h30

🕺 Ritmos que Conectam: A Dança que Aquece Recife


💃 A Sala de Reboco abre as portas todas as quartas para transformar passos em encontros e música em alegria. O forró, tão presente na identidade cultural nordestina, ganha novo brilho com as aulas conduzidas por Marcelo Lima, que há anos dedica-se a fortalecer a dança de salão na cidade. Entre luzes coloridas e o clima acolhedor do espaço, iniciantes e iniciados encontram um ambiente perfeito para aprender, evoluir e celebrar a tradição que move gerações.

🪩 Às 19h, os alunos iniciados ocupam o salão com movimentos mais avançados, explorando giros, conduções e a expressividade que o forró permite. Já às 20h, é a vez dos iniciantes descobrirem o encanto dos primeiros passos, guiados por uma metodologia acessível e envolvente. A proposta vai além da técnica: é sobre criar laços, compartilhar risadas e sentir a energia contagiante que só o forró proporciona.

🎶 Com mensalidade de R$ 100,00, as aulas se tornam uma opção acessível para quem busca atividade física, diversão e convivência. O espaço, localizado na Rua Gregório Júnior, 264, no bairro do Cordeiro, reforça a atmosfera tradicional do forró pé de serra, reunindo pessoas de diferentes idades e histórias. A Sala de Reboco Bar & Comedoria, já conhecida por sua programação cultural, fortalece ainda mais sua identidade como ponto de encontro dos amantes da dança.

🪗 A iniciativa de Marcelo Lima Dança de Salão destaca a importância de manter viva a cultura popular, oferecendo aulas que respeitam a essência do ritmo e incentivam novos talentos. Em cada encontro, o salão se transforma em palco de descobertas, onde quem chega sozinho rapidamente encontra parceiros e novas amizades. A dança, aqui, é ponte: conecta, acolhe e celebra a diversidade que faz do Recife um território pulsante.

SERVIÇO  
Aulas de Forró na Sala de Reboco  
📍 Rua Gregório Júnior, 264 – Cordeiro, Recife  
🗓 Toda quarta-feira  
⏰ 19h – Iniciados | 20h – Iniciantes  
💲 Mensalidade: R$ 100,00  
📱 Inscrições: Whatsapp 81 98613-8570  
🎤 Realização: Marcelo Lima Dança de Salão

🎶 Reencontro de Forró na Caixa promete sacudir Recife com baile de rabeca e energia pós‑São João


🌼 O Baile de Rabeca do projeto Forró na Caixa está de volta ao Recife, reacendendo a chama dos apaixonados pelo arrasta‑pé depois da maratona junina. A festa, marcada pela vibração calorosa da Casa Astral, promete reunir forrozeiros de todas as idades em uma celebração que mistura tradição, música de raiz e aquele clima acolhedor que só o espaço no Poço da Panela sabe oferecer. Com a saudade já apertando, o reencontro ganha ainda mais força e expectativa.

💃 A edição de agosto chega com a proposta de “lavar a alma” dos frequentadores, convidando o público a dançar coladinho até o corpo pedir descanso. A atmosfera do evento reforça o espírito comunitário do forró, onde quem chega sozinho encontra par no salão e quem chega acompanhado encontra música para fortalecer o abraço. A rabeca, símbolo da cultura nordestina, assume protagonismo e guia a noite com seu timbre marcante.

🎻 A participação especial do músico Tonfil adiciona brilho ao baile, trazendo sua habilidade com a rabeca e sua presença carismática para o palco. O artista, querido pelo público, promete elevar ainda mais a energia da noite com repertório que passeia entre o tradicional e o contemporâneo. A parceria reforça o compromisso do Forró na Caixa com a valorização de artistas regionais e da música de raiz.

🌺 O evento também marca o retorno das atividades do coletivo após o período intenso de festas juninas, quando o forró toma conta das ruas, palcos e arraiais do Nordeste. Agora, em clima de reencontro, a Casa Astral abre suas portas para receber quem deseja prolongar o espírito festivo e manter o corpo em movimento. A expectativa é de casa cheia e de uma noite marcada por sorrisos, reencontros e muita dança.

🔥 Com ingressos disponíveis na bio do perfil oficial e na plataforma Sympla, o Baile de Rabeca se firma como uma das programações culturais mais aguardadas do mês. A abertura da casa às 17h permite que o público chegue cedo, aproveite o ambiente e se prepare para uma noite de celebração da cultura nordestina. A promessa é clara: quem gosta de forró não vai querer perder.

Informações de Serviço
📅 Quando: 22 de agosto  
📍 Onde: Casa Astral — Poço da Panela, Recife  
⏰ Abertura da casa: A partir das 17h  
🎟️ Ingressos: Disponíveis na bio do @forronacaixa e na plataforma Sympla