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segunda-feira, 19 de outubro de 2026

🎸 A Melodia da Travessia: A Jornada de Fabian James entre Colômbia, Brasil e a Essência da Música

 



🎙️ Nascido na Colômbia e com uma trajetória sólida construída no Brasil, o cantor e compositor Fabian James transita por universos musicais diversos — do rock ao pop e repertórios internacionais —, transformando sua identidade artística e pessoal ao longo dos anos. A mudança de país trouxe novas nuances para o seu estilo, tornando-o mais extrovertido nos palcos e aberto a novos ritmos, impulsionado pela energia e pela cultura festiva do público brasileiro. Em meio a essa travessia cultural, o artista equilibra os desafios da profissão e a fidelidade à sua própria essência com um olhar sensível sobre a arte. Sua relação com a música envolve processos profundos de composição guiados pela emoção e pela experimentação, além de uma abordagem camaleônica na hora de interpretar diferentes idiomas.

🗣️ Seja cantando em espanhol, português ou inglês, James explora texturas vocais variadas que vão desde a intensidade técnica até a leveza da língua nativa. Essa pluralidade linguística e sonora revela um artista em constante evolução, que enxerga o sucesso de forma relativa, valorizando tanto a conquista de grandes palcos quanto o impacto transformador de um único momento de conexão com o público. A sensibilidade artística de Fabian também se fortaleceu em momentos de grande superação pessoal, como a perda do pai e a busca por reinvenção através da música e da sobriedade. Olhando para o passado e planejando o futuro, sua mensagem central é um convite apaixonado para que todos encontrem o prazer no que fazem. Com uma carreira marcada pela autenticidade e pela entrega emocional, ele prova que a verdadeira essência da música reside na capacidade de tocar vidas, emocionar e celebrar a jornada com leveza e verdade.

🌟 A jornada de Fabian James no Brasil também se consolidou através da cumplicidade com os músicos que o acompanham, criando uma atmosfera única em cada apresentação ao vivo. Seja em bares intimistas de voz e violão ou em palcos maiores acompanhado por sua banda, o artista cultiva uma troca sincera com a plateia, transformando cada show em um ritual coletivo de emoção. Histórias marcantes, como a de fãs que encontram conforto e saudade em suas interpretações, reforçam o propósito de sua arte e provam que a música tem o poder de cicatrizar feridas. Essa proximidade com o público e o respeito profundo pelas canções que interpreta moldaram um artista maduro, consciente de seu papel social e emocional na vida das pessoas que o escutam.

✨ Olhando para o futuro, o cantor enxerga sua trajetória como um livro em constante construção, onde cada acorde e cada nova composição representam um passo rumo à autenticidade plena. A superação de desafios pessoais, como a sua luta inspiradora pela sobriedade, devolveu-lhe o foco total e uma conexão ainda mais pura com as notas musicais. Com planos sólidos e o coração aberto para novas vivências, Fabian continua a trilhar seu caminho com a mesma paixão do primeiro dia, pronto para emocionar novas plateias. Afinal, mais do que acumular sucessos comerciais, sua grande missão é continuar dividindo sua verdade através da música e fazendo o que mais ama com intensidade, alma e verdade.

📸 Fotos: Acervo Pessoal Fabian James


1. Você nasceu na Colômbia e construiu parte da sua carreira no Brasil. Como essa travessia entre dois países transformou sua identidade artística e pessoal?
Assim, realmente, eu acho que o que me ajudou bastante no Brasil É a ser um pouco mais extrovertido. Eu sempre fui do rock. E então o rock, se você vai de um canto para outro e você canta as mesmas coisas, meio que não muda muita coisa, mas muda o público para o que você canta. Isso é o que muda. Então se mudou algumas coisas, eu me soltei um pouco mais. Sou mais extrovertido nos shows, um pouco mais animado, porque o público brasileiro gosta mais de farra, gosta mais da dança e tal também. Tem galera que vai sua para apreciar a música? Tem, mas eu acho que é mais a galera que vai para a farra que para o para apreciar a música que são duas coisas que trabalham juntas, mas às vezes nem se mistura. Então mudou essa parte de mim. Sim, fiquei um pouco mais solto, fiquei um pouco mais aberto a outros ritmos também. Eu acho que foi isso. E tem uma coisa interessante que Colômbia e Brasil são muito parecidos, a questão do povo animado e tal, mas nos lugares que eu tocava lá, o povo era mais pendente dessa execução musical, era mais crítico musicalmente, vamos dizer assim.

2. Quando você compõe ou escolhe uma música para interpretar, o que pesa mais: a técnica, a emoção ou a história que aquela canção carrega?
Quando eu compunho, eu não escolho. Composição, assim, a inspiração chega do nada, você está de repente fazendo dois acordes ali, chegou uma ideia. Aí você começa a explorar aquela ideia. Aí você vai atrás e você se sente um pouco livre. Então assim, nesse momento a composição é guiada pela emoção do que a música está lhe passando. Já o sentimento, eu acho que vem depois também, porque às vezes eu fico compondo alguma música e fico imaginando a história, como no cinema, quando você assiste um filme, você sabe mais ou menos como começa, mas você não sabe como vai terminar. Então, nos meus momentos de composição é assim. Quando eu vou interpretar, a música também me passa algumas emoções, assim, várias. Na verdade, tem músicas que odeio, tem músicas que não conheço, mas gosto, tem músicas que não conheço e não gosto. Então, na parte dos covers, eu acho que depende muito do estado de ânimo da pessoa na hora de abordar a música.

3. Quais elementos da cultura colombiana permanecem presentes na sua música, mesmo quando você está cantando rock, pop ou repertórios internacionais?
Essa pergunta é difícil, porque quando você faz rock em inglês é meio que meu chip muda, estou cantando em inglês, então muda até a forma de cantar, utilizo outra voz, utilizo outros. recursos que tenho a voz e o drive, por exemplo, notas mais agudas, mas assim, nesse momento eu não incorporo muita cosa da música colombiana assim em um repertório que seja pop rock em inglês, sabe? Agora, quando eu vou cantar rock em espanhol, aí realmente muda tudo, muda até minha voz muda fica uma voz mais limpa, dependendo da música que há, dependendo do estilo, se é Maná [banda de rock do México], que é mais romântico. Aí eu mudo completamente a voz, mudo o semblante. Interessante pergunta.

4. Muitos artistas enfrentam o desafio de equilibrar autenticidade e mercado. Em algum momento você sentiu que precisava escolher entre ser fiel à sua essência ou atender às expectativas do público?
Sim, é um desafio que eu enfrento todos os dias, sempre. Porque quando você se converte em um músico que toca músicas covers, você tem que estabelecer um repertório que agrade as pessoas. Mesmo que você não goste desse repertório, você vê a música como uma profissão, então o profissional não pode agradar todo mundo, mas ele vai fazer o que o povo espera que ele faça. Logicamente, na metade desses repertórios aí, eu sempre coloco coisas que eu gosto. E na questão de manter meu estilo, eu mantenho sim, eu posso tocar uma música em português, mas eu boto o Fabian James ali, que é meio grunge, meio folk no meio. Eu vou cantar uma música pop, aí eu coloco também meu DNA ali, coloco, faço minhas versões. Me acontece que às vezes eu já nem me lembro como são as músicas originalmente, só quando eu escuto de novo, caramba, mudou bastante, mas sim, se leva um equilíbrio, se mantém um equilíbrio entre a fidelidade e a essência.

5. Você canta em espanhol, português e inglês. Como cada idioma influencia a forma como você expressa sentimentos e se conecta com a audiência?
Interessante, quando eu canto em inglês, eu foco mais na expressividade da e no arranjo vocal, sabe? Ou seja, eu meio que me esforço mais pela técnica. E logicamente, você está cantando um idioma que não é o seu, então você foca mais na técnica, eu acho. Depois que você aprende essa música, você canta, você canta, você aprende a meio aqui a fazer ela parte de você. Então, em inglês, eu sou um pouco mais agressivo falando assim em português, eu acho lindo cantar em português. Eu sinto um prazer assim, eu não sei, é uma coisa pra sentir quando eu canto português, porque eu consigo entender o que eu estou cantando e ao mesmo tempo estou me esforçando para que soe parecido. Então para mim é um desafio isso. E cantar em espanhol é bom demais. Você não precisa se preocupar com o idioma, então você flui, você transmite um sentimento mais verídico, eu acho. E como eu falei antes, minha voz fica mais limpa, uma voz que eu uso pouco, na verdade. Então eu me sinto cantando mais à vontade, mais relaxado e não sei o porquê, mas cantar em espanhol eu vejo no público que o público reage como se fosse uma coisa sensual e eu não sabia disso até que eu vim para o Brasil e observei a sensualidade do espanhol.

6. O que a música lhe ensinou sobre pertencimento, especialmente vivendo longe do seu país de origem?
Você aprende a valorizar mais, sabe? Quando você cresce escutando sempre o mesmo, você vai no carro, seu pai escuta uma rádio, sua mãe escuta a rádio em casa, está no trabalho e alguém está escutando uma música ali, você escuta músicas colombianas e até não me lembro agora exatamente, mas vamos dizer assim, músicas em espanhol, colombianas, aí você tem algumas que você enjoa, e essas músicas quando eles aparecem na sua vida e casualmente você escuta ela sei lá, num barzinho e porque toda a música em português, aí de repente só tocar uma música em espanhol. Aí você se sente um pouco nostálgico. Eu sinto, eu sinto um pouco de nostalgia e fico pensando, caramba, eu começo a escutar a música, os detalhes de como foi feita e isso me dá uma coisa muito legal, assim, não sei, é uma nostalgia boa, sabe? E começo a dar realmente a dar mais valor. Eu começo a escutar mais coisas desse artista, por exemplo, penso, poxa, porque eu nunca o vi antes. Você já escutou, mas você nunca o viu. O que vira é diferente nele.

7. Existe alguma apresentação específica que tenha mudado sua visão sobre o propósito da arte ou sobre o impacto que um artista pode ter na vida das pessoas?
Tem sim. Teve uma recentemente, eu estava tocando num barzinho e estava fazendo voz e violão, uma coisa bem simples. Como artista, às vezes eu nem gosto muito, mas no final, eu acabo gostando, porque é meio que uma conexão sempre comigo, irá começar a ser como um ritual. Vocês cantando, vocês escutando e às vezes você acha que o povo não está prestando atenção. Às vezes você acha que o povo não aplaude, você pensa assim, a galera não tá nem aí. Mas o curioso é que a galera tá assim. Aí um dia desses eu estava tocando. comecei a tocar “Yolanda” de Pablo Milanez e eu vi que um cara ficou olhando para mim assim fixamente eu tocando e ele olhava para mim e olhava cabeça ele começou a chorar e eu fiquei assim meio poxa que aconteceu né?

O show finalizou ele veio falar comigo e falou assim irmão muito obrigado muito obrigado por cantar essa música, pois minha mãe se chamava Yolanda e ela adorava essa música e eu não ouvia ela faz muitos anos, muitos anos, porque desde que ela faleceu, não conseguia ouvir mais. Eu não vou escutar a música, eu troco ela porque me dá uma saudade muito intensa. Mas hoje, como eu não tinha a opção de trocar a música e você começou a tocar a música, então o que eu fiz foi escutar ele e lembrar dela e isso me deu uma sensação muito legal. Eu agradeço você hoje, você mudou meu dia, sabe? Eu estava estressado do trabalho, estava vim aqui tomando cerveja, terminei chorando e drenando muita energia através dessa sua interpretação, que por certo foi muito boa. Aí fiquei pensando assim, caramba, hoje eu saí para tocar, pode ser que não tenha mudado a vida de ninguém, mas pelo menos mudei o dia de alguém.

8. Quando olha para a sua trajetória, qual foi o momento mais difícil e o que esse período revelou sobre você que o sucesso talvez nunca revelasse?
Eu acho que foi quando meu pai faleceu. Eu estava aqui no Brasil e eu estava sem emprego, sem expectativa de nada e peguei o violão e comecei a pensar assim, e se eu tocasse por dinheiro? Porque eu não tocava por dinheiro, eu tocava por prazer. Eu sempre tive dois trabalhos, mas nesse momento eu não tinha. Então pensei, vou tocar. E vou fazer um dinheiro com isso. Aí o que eu entendi, que às vezes você fica se preparando, se preparando sempre para algo e você às vezes não faz. E no momento que eu fiz, eu vi que eu gostava mais do que eu pensava que eu gostava. Eu comecei a fazer com mais amor e o sucesso foi acontecendo. Fui aos poucos. mais shows, mais shows, mais shows assim, show ali, show ali, show aqui. E aí eu percebi que que realmente eu poderia fazer algo. Eu poderia fazer algo além do dinheiro que eu fazia para me manter, que é sobreviver de música, não é viver de música, sobreviver de música que não é um mundo fácil. Eu entendi que o sucesso vem com muito esforço. O sucesso não é uma coisa fácil e o sucesso é relativo, não é? Tem gente que imagina que o sucesso é lotar estádios. Tem outras pessoas que pensam que o sucesso é pagar as contas do mês. Isso é muito relativo. Mas a música pode preencher estádios, pode pagar as contas do mês ou pode simplesmente não lhe dar dinheiro. Ou seja, pode ser você fazer um show que você sempre quis sem receber nada. Então o sucesso é uma coisa muito relativa e vá atrelado ao que a pessoa quer. Se você quer ser famoso, você quer ser mais, você simplesmente quer tocar. Só o fato de você tirar uma música da sua cabeça que estava ali há anos sendo trabalhada e você cantar ela e escrevê-la, isso já é um sucesso. Então é um sucesso realmente acontece de várias formas.

9. Se pudesse transmitir apenas uma mensagem através de toda a sua obra, qual seria e por quê?
Se pudesse transmitir apenas uma mensagem através de toda sua obra, eu acho que a mensagem seria divirta-se. Divirta-se como músico. O sucesso é apenas um. consequência dessa diversão você pode começar por se divertir se você se divertte se você gosta do que você faz faça com amor ninguém está lhe obrigando a tocar então bora se divertir faça com amor a música que ela vai lhe devolver muitas coisas!

10.  Qual é uma parte da sua história que o público quase nunca conhece, mas que foi fundamental para formar o Fabian James que vemos hoje?
Eu acho que foi a minha guerra contra o consumo de álcool, porque quando eu parei de viver, eu me tornei uma pessoa mais responsável, mais conectada com as notas. mais conectada com a música assim antes quando bebia e misturava muito as coisas. Muitas vezes bêbado, no meio do álcool e tal eu compunha coisas eu fazia coisas interessantes também, mas agora que minha mente está 100% sóbria, eu vejo que eu posso fazer muito mais. E se eu voltasse no tempo, eu beberia menos e tocaria bem mais.


🌉 Caminho Seguro: DER-PE Conclui com Sucesso o Içamento da Nova Passarela da BR-232 no Curado


🏗️ Travessia segura e garantida: o Departamento de Estradas de Rodagem de Pernambuco realizou com sucesso, na noite deste último domingo, o içamento da grandiosa estrutura metálica da nova passarela da BR-232, situada no quilômetro seis vírgula um, bem em frente ao renomado Hospital Pelópidas Silveira, no bairro do Curado, na capital pernambucana. A moderna estrutura instalada possui impressionantes trinta e cinco metros de extensão combinados com dois metros e sessenta centímetros de largura, tendo sido estrategicamente posicionada sobre a movimentada rodovia federal com o auxílio fundamental de guindastes de grande porte e alta precisão técnica.

⚙️ Toda a complexa operação de engenharia transcorreu de forma impecável e rigorosamente dentro do cronograma previsto, seguindo à risca o planejamento técnico detalhado e todas as exigências rigorosas de segurança estipuladas para intervenções em vias de grande fluxo. Logo após o encaixe perfeito da passarela metálica, as equipes de trabalho mobilizadas pelo órgão estadual deram imediata continuidade aos serviços complementares de acabamento e à rápida reinstalação de todo o cabeamento de iluminação do canteiro central da rodovia.

🚶 Com esta importante etapa concluída com êxito, a obra avança rumo à finalização para proporcionar mais tranquilidade, dignidade e excelentes condições de travessia aos pedestres que circulam diariamente pela região metropolitana. A nova estrutura representa um avanço expressivo na infraestrutura viária e na preservação da vida de milhares de cidadãos que transitam pelo local.

📸 Foto: Raul Buarque - Ascom DER-PE 

🎹 O Adeus ao Piano do Samba: Benito di Paula Deixa Legado Eterno na Música Brasileira


🎵 O cenário musical brasileiro amanheceu de luto com a dolorosa despedida de Benito di Paula, um dos maiores ícones da nossa cultura, que nos deixou aos 84 anos na noite do último domingo, em São Paulo. Internado no prestigiado Hospital 9 de Julho, o talentoso cantor, compositor e pianista enfrentava com bravura e discrição um tratamento contra o câncer ao longo do último ano. Sua partida encerra um ciclo brilhante, mas abre alas para a imortalidade de sua obra que atravessou gerações e conquistou corações em todo o país.

🎶 Com uma identidade sonora revolucionária, Benito marcou a história da MPB e do samba ao introduzir o piano como instrumento protagonista nas rodas de samba, criando uma bossa única e inconfundível. Ele eternizou grandes clássicos que embalaram festas, romances e o cotidiano popular brasileiro, como os inesquecíveis sucessos Retalhos de Cetim, Charlie Brown, Mulher Brasileira e Violão Não Se Empresta a Ninguém. Sua capacidade de unir a sofisticação harmônica com a alegria contagiante do povo transformou suas apresentações em verdadeiras celebrações da brasilidade.

📸 Foto: Redes sociais 


domingo, 18 de outubro de 2026

#SendoProsperidade com Mariângela Borba

A dignidade não tem tamanho: o corpo não é piada

Liberdade de expressão exige responsabilidade. Respeito não é favor.

Por Mariângela Borba

Em uma sociedade na qual a imagem vale curtidas e o escárnio rende visualizações, o corpo alheio tornou-se, muitas vezes, matéria-prima para o entretenimento. O que alguns chamam de brincadeira pode alimentar a discriminação e constranger pessoas pelo simples fato de existirem em público.

A gordofobia não se limita às ofensas explícitas. Manifesta-se no bullying escolar, nos ataques no transporte público e nas situações em que alguém passa a evitar determinados espaços por medo de ser ridicularizado. Quando uma criança deixa de querer ir à escola por causa da humilhação, não estamos diante de uma piada inocente, mas de uma realidade que exige atenção, acolhimento e responsabilidade.

A pergunta que precisamos fazer é simples: e se fosse com outra pessoa? Alguém com menos recursos emocionais para enfrentar a exposição, uma criança em formação ou uma pessoa marcada por sucessivas experiências de discriminação?

A defesa da cidadania, presente na trajetória do pernambucano Marcos Freire, ajuda a lembrar que direitos não podem depender da força individual de quem precisa defendê-los. Norberto Bobbio contribui para essa reflexão ao tratar dos direitos e de suas garantias; Jürgen Habermas nos leva a pensar na responsabilidade que acompanha a comunicação. A liberdade de expressão é essencial à democracia, mas não elimina o dever de respeitar os direitos alheios.

Carl Gustav Jung, ao abordar a sombra, oferece outra perspectiva: o que revelamos de nós mesmos quando transformamos as diferenças do outro em motivo de escárnio? A Doutrina Social da Igreja, por sua vez, reafirma a dignidade de cada pessoa, independentemente da aparência ou da condição social. O livre-arbítrio nos permite escolher, mas nossas escolhas também implicam responsabilidade moral.

No campo jurídico, a Constituição Federal protege a liberdade de expressão, a honra, a intimidade e a imagem. O enquadramento de uma conduta discriminatória depende das circunstâncias concretas, mas nenhuma liberdade deve ser confundida com autorização irrestrita para violar direitos.

A pressão estética também merece reflexão. Em busca de resultados rápidos, cresce o interesse por medicamentos para emagrecimento, que possuem indicações clínicas e exigem acompanhamento profissional. O tratamento da obesidade não deve ser motivo de vergonha, assim como o uso desses medicamentos não deve ser banalizado. Corpos têm histórias distintas, atravessadas por fatores genéticos, orgânicos e emocionais. Aparência não é diagnóstico, tampouco medida de caráter.

Prosperidade também é construir relações em que ninguém precise diminuir a si mesmo para ser aceito. Diante da discriminação, a solidariedade e o compromisso com a dignidade humana não são gestos de favor, mas expressões de responsabilidade coletiva.

Afinal, que sociedade estamos construindo quando o corpo do outro se torna motivo de riso — e o que estamos dispostos a fazer para mudar isso?

Mariângela Borba é jornalista (DRT-PE 4095), assessora de imprensa, especialista em Cultura Pernambucana, produtora cultural, psicanalista em formação, pesquisadora da palavra como território de poder e autora da coluna #SendoProsperidade.

 

🎃 Mistura de Ritmos e Terror: Lollipoprock Party Promove Edição Especial de Halloween no Recife


🎸 No próximo dia 31 de outubro, das 21h às 4h, o Downtown Pub ZN, localizado no bairro do Espinheiro, na Zona Norte do Recife, será palco da terceira edição da Lollipoprock Party. Promovido pela Lolli Produções, o aguardado evento temático de Halloween promete agitar a cena local com uma superestrutura dividida em dois palcos, reunindo os melhores estilos musicais e atrações inéditas para o público. Com um sucesso estrondoso de bilheteria nas redes sociais, as mesas foram completamente esgotadas com cinquenta dias de antecedência da grande festa.

🎤 A programação musical foi minuciosamente dividida entre os palcos Rock e Pop & Funk, garantindo diversidade e muita energia para os foliões fantasiados. A abertura do palco dedicado ao rock será realizada por duas bandas da School of Rock Recife, marcando também o aguardado relançamento da banda Gatunos em nova formação, além da presença confirmada da Banda Tamar, que ganhou destaque nacional no programa The Voice Brasil. O line-up conta ainda com participações especiais de Izzy Pecorelli, da banda Papercut, e de Heloisa Vasconcelos, integrante da Veil of Roses.

🎧 No embalo do segundo espaço, focado em pop e funk, os DJs Will e Thomas Henry comandarão repertórios vibrantes de pop, funk e brega-funk, enquanto o DJ Jeff Miguel manterá o ritmo animado durante os intervalos da festa. Para entrar de vez no clima de Dia das Bruxas, a produção preparou atrações temáticas imperdíveis, incluindo um empolgante concurso de fantasias com premiação, atores caracterizados como monstros clássicos, lojinha de acessórios de terror e distribuição de pirulitos. Os fãs do evento também poderão aproveitar uma ação promocional especial de clone de Caipirito válida até as 23h.

👻 Consolidando um sucesso absoluto de público, a marca Lollipoprock Party ultrapassou a impressionante marca de quinhentas mil visualizações nas redes sociais ao longo dos últimos noventa dias, repetindo o feito de edições anteriores com ingressos esgotados. Embora as mesas já estejam esgotadas, a organização informa que ainda resta apenas um camarote disponível, cujos detalhes e reservas podem ser verificados diretamente através do contato oficial de atendimento via WhatsApp fornecido pela produção.

📸 Fotos: Divulgação / Lolli Produções

ℹ️ Serviço:
• Evento: Lollipoprock Party – Edição de Halloween
• Data e Horário: 31 de outubro de 2026, das 21h às 4h
• Local: Downtown Pub ZN (Rua Conselheiro Portela, 568, Espinheiro, Recife - PE)
• Ingressos e Informações: sympla.com.br/lolli | WhatsApp: (81) 99877-9080

⚡ Conexão e Valorização: Jaguar e Tramontina Celebram o Dia do Eletricista no Recife com Grande Encontro


🔌 Na última sexta-feira (16), o restaurante Ponteio Grill, localizado na capital pernambucana, foi palco da quarta edição da confraternização promovida pela Jaguar Materiais Elétricos em parceria com a Tramontina para celebrar o Dia do Eletricista, data oficializada em 17 de outubro. O evento festivo reuniu cerca de 130 profissionais renomados do setor elétrico pernambucano, proporcionando uma noite especial repleta de integração, um jantar aconchegante e a tradicional distribuição de brindes exclusivos para todos os participantes presentes.

🤝 A iniciativa festiva faz parte do calendário estratégico de relacionamento mantido pela Jaguar, que busca estreitar laços com os trabalhadores da área ao longo de todo o ano, contando desta vez com o apoio de peso da Tramontina como marca parceira oficial. Durante a comemoração, os organizadores fizeram questão de ressaltar a relevância estratégica da capacitação técnica contínua para elevar a qualidade, a segurança e a eficiência no exigente mercado de instalações elétricas de Pernambuco.

📚 Com uma trajetória sólida de mais de 30 anos de mercado, a empresa distribuidora mantém uma agenda consistente de treinamentos trimestrais voltados especificamente para a categoria, focando na atualização profissional constante e na apresentação das mais modernas soluções tecnológicas do setor. Arthur Costa, gestor comercial da companhia e idealizador do encontro, destacou o orgulho de unir forças com uma gigante industrial para valorizar os profissionais que mantêm a infraestrutura elétrica funcionando com excelência e segurança.

🎯 Segundo o gestor, o compromisso vai muito além da festa anual, traduzindo-se em um suporte permanente por meio de capacitações que preparam os eletricistas para os desafios diários da profissão, garantindo que a Jaguar caminhe lado a lado com a categoria em todas as estações do ano. A ação conjunta consolida com sucesso um modelo que une momentos de lazer, reconhecimento e formação técnica, fortalecendo e profissionalizando ainda mais a cadeia produtiva do segmento elétrico em solo pernambucano.

📸 Foto: Luiz Fabiano 

ℹ️ Serviço:
• Evento: 4ª Edição da Confraternização do Dia do Eletricista
• Realização: Jaguar Materiais Elétricos e Tramontina
• Local: Restaurante Ponteio Grill, Recife (PE)
• Data da celebração: Sexta-feira, 16 de outubro