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sexta-feira, 26 de junho de 2026

🌀 Alerta Renovado: Chuvas Intensificadas Elevam Risco no Litoral Pernambucano



🌧️ A Região Metropolitana do Recife e as zonas da Mata Norte e Mata Sul entraram oficialmente em Estado de Atenção após a intensificação das chuvas prevista pela APAC. O novo aviso meteorológico, de nº 65/2026, foi emitido às 05h15 desta sexta-feira e segue válido até o meio-dia de sábado. A mudança de nível — do amarelo para o laranja — reflete o aumento do volume de precipitação, que deve variar de moderado a ocasionalmente forte.

⚠️ A atualização do alerta reforça a necessidade de cautela por parte da população, especialmente em áreas suscetíveis a alagamentos, deslizamentos e elevação de rios e canais. A Defesa Civil orienta que moradores de locais de risco busquem abrigo seguro e evitem deslocamentos desnecessários durante os períodos de chuva mais intensa. O monitoramento segue contínuo, com equipes mobilizadas para possíveis ocorrências.

🌧️ Segundo a APAC, o cenário meteorológico atual é resultado de sistemas atmosféricos que favorecem a formação de nuvens carregadas sobre o litoral e a Zona da Mata. A combinação desses fatores aumenta a probabilidade de eventos extremos, exigindo atenção redobrada das autoridades e da população. A recomendação é acompanhar os canais oficiais para atualizações em tempo real.

🚨 O Governo de Pernambuco reforça que todas as medidas preventivas estão sendo adotadas, incluindo o acionamento de equipes de prontidão e a ampliação da comunicação com os municípios afetados. A população deve seguir rigorosamente as orientações repassadas pelos órgãos competentes e evitar circular por áreas alagadas ou próximas a barreiras.

SERVIÇO  
– Siga as orientações da Defesa Civil do seu município.  
– Em caso de emergência, ligue 199 ou 193.  
– Acompanhe atualizações no site da APAC e nas redes oficiais do Governo de Pernambuco.

quinta-feira, 25 de junho de 2026

🪁 Entre brincadeiras e descobertas: o poder das férias na infância



🌟 As férias escolares representam muito mais do que uma pausa na rotina: são um terreno fértil para vivências significativas que ampliam o repertório das crianças. Nesse período, atividades como contação de histórias, pintura, jogos de construção e passeios em família estimulam a curiosidade, fortalecem vínculos e contribuem para o desenvolvimento cognitivo, motor e emocional. A variedade de experiências é essencial para que a criança descubra o mundo ao seu redor de forma leve e prazerosa.

🎨 Para a coordenadora pedagógica Samantha Olegario, do Colégio CBV, a brincadeira livre é o eixo central do desenvolvimento infantil. Ao brincar, a criança cria, experimenta, interage e amplia sua linguagem, exercitando autonomia e aprendendo a lidar com desafios cotidianos. Atividades simples, como preparar uma receita em família ou construir cabanas, tornam-se oportunidades ricas de aprendizagem e afeto.

🏞️ Explorar espaços ao ar livre, visitar o teatro, brincar de faz de conta ou simplesmente compartilhar momentos de qualidade com adultos são práticas que geram memórias afetivas duradouras. Essas experiências fortalecem vínculos e ajudam a criança a compreender melhor a si mesma e ao outro, promovendo um desenvolvimento integral e equilibrado.

📵 Outro ponto destacado por Samantha é o equilíbrio entre tecnologia e vivências reais. Embora as telas façam parte da rotina das crianças, é fundamental garantir espaço para interações presenciais, brincadeiras e experiências concretas. São esses momentos que favorecem a criatividade, a socialização e a construção de conhecimentos de forma significativa.

💛 “As crianças aprendem o tempo todo”, reforça Samantha. Ao brincar, explorar, observar e participar da vida cotidiana, elas constroem saberes essenciais sobre o mundo. As férias, portanto, são uma oportunidade preciosa para fortalecer vínculos familiares, criar memórias afetivas e proporcionar experiências que contribuem para um desenvolvimento pleno e feliz.

📝 Brisa literária sopra em Surubim com encontro virtual de Cícero Belmar



📚 Nesta sexta-feira (26), às 19h, o Sesc Ler Surubim promove um encontro literário virtual que promete envolver amantes da crônica e da escrita sensível. O convidado é o escritor e jornalista pernambucano Cícero Belmar, que apresentará seu livro “Ainda há uma Brisa”, lançado pela Editora Bagaço em novembro de 2025. A atividade integra o Laboratório de Autoria Literária José Nivaldo e será realizada pelo Google Meet, sem necessidade de inscrição prévia.

🌾 Durante a conversa, Belmar abordará o tema “O Olhar Cotidiano: das Crônicas, a História”, eixo que orienta sua produção literária desde 2018, quando passou a colaborar quinzenalmente com a revista eletrônica Rubem. As 25 crônicas reunidas no livro resgatam memórias sertanejas e evocam o Interior de Pernambuco, especialmente Bodocó, sua terra natal, revelando o olhar afetuoso e atento do autor sobre o cotidiano.

💬 Para os participantes do laboratório, o encontro representa uma oportunidade de mergulhar no processo criativo de um dos nomes importantes da literatura pernambucana contemporânea. A professora Lucenilda do Espírito Santo destaca que ouvir Belmar será enriquecedor para quem aprecia o gênero e para quem busca aprimorar sua própria escrita, fortalecendo a cena literária local.

🏛️ O Sesc Ler Surubim, unidade integrante da rede Sesc Pernambuco, reforça seu compromisso com a difusão cultural e a formação de novos autores. A instituição, presente em diversas regiões do estado, oferece atividades acessíveis nas áreas de Educação, Cultura, Lazer, Assistência e Saúde, além de iniciativas digitais como o aplicativo Sesc-PE, que facilita o acesso a serviços e programações.

📖 O encontro literário reforça a importância de espaços que valorizam a produção regional e aproximam leitores e escritores. Para participar, basta acessar o link disponibilizado e aproveitar a troca de experiências com Cícero Belmar, cuja escrita continua soprando memórias, afetos e reflexões sobre o cotidiano.

📸 Foto: Cícero Belmar/Divulgação

Serviço – Encontro Literário Virtual com o escritor Cícero Belmar
Realização: Sesc Ler Surubim, por meio do Laboratório de Autoria Literária José Nivaldo
Data: sexta-feira, 26 de junho
Horário: 19h
Link de participação: https://meet.google.com/bhi-zxuj-wbd
Informações: (81) 99805-0067 (WhatsApp)

🪅 Fumaça fora de casa: truques para manter tudo limpo nas festas juninas



🧺 As festas juninas trazem alegria, música e comidas típicas, mas também deixam um rastro nada agradável: o cheiro de fumaça nas roupas e nos tecidos da casa. Para evitar que esse odor se espalhe, é essencial arejar as peças antes de guardá‑las. Deixar as roupas em um local ventilado por algumas horas reduz bastante o cheiro, e a lavagem com produtos adequados, como o Lava‑Roupas Brilux Tripla Ação, completa o processo com perfume e eficiência.

🏡 Os tecidos da casa também sofrem com a fumaça das fogueiras. Cortinas e almofadas absorvem rapidamente o odor e precisam ser ventilados ou higienizados após as comemorações. Esse cuidado simples evita que o cheiro se espalhe pelos ambientes e mantém a sensação de frescor por mais tempo, preservando o conforto do lar durante todo o período junino.

🌬️ A ventilação natural é uma grande aliada na limpeza pós‑festa. Manter portas e janelas abertas ajuda a renovar o ar e diminuir odores persistentes. Além disso, a circulação constante traz leveza aos ambientes e contribui para uma atmosfera mais agradável, mesmo após receber muitas visitas.

🧽 Depois das confraternizações, uma limpeza rápida evita acúmulo de sujeira e facilita a rotina dos dias seguintes. Recolher resíduos, limpar mesas e superfícies com produtos multiuso — como o Brilux Lavanda — deixa tudo organizado e perfumado. Pequenas ações imediatas fazem toda a diferença na manutenção da casa.

🍽️ Cozinha e banheiro exigem atenção especial durante as festas juninas. O preparo de comidas típicas aumenta a sujeira, enquanto o fluxo de convidados demanda higienização reforçada. Utilizar produtos adequados para cada tipo de superfície garante ambientes limpos e seguros. O Alvejante Multi Brilux, por exemplo, auxilia na desinfecção e deixa um perfume agradável.

⚠️ Por fim, é importante evitar misturas caseiras. Combinar substâncias sem conhecimento técnico pode gerar reações perigosas. A recomendação é seguir sempre as instruções dos fabricantes e usar cada produto conforme sua finalidade, garantindo segurança e eficiência na limpeza.

📸 Foto: (nome do fotógrafo)

Serviço:  
Brilux – Linha completa de produtos para limpeza doméstica.  
Mais informações: www.brilux.com.br  
Atendimento ao consumidor: 0800 707 6161

🧡🐮 Fazendinha do Plaza celebra 25 anos com edição especial ao lado do Mundo Bita


🐮 Celebrando um marco afetivo para gerações de famílias recifenses, a Fazendinha do Plaza chega à sua edição de 25 anos com uma programação ainda mais lúdica e interativa. A partir de 27 de junho, no piso E4 do Edifício Garagem, o espaço recebe crianças e adultos para vivenciar atividades que misturam fantasia, aprendizado e muita diversão. A parceria com o fenômeno Mundo Bita chega ao terceiro ano, reforçando o clima colorido e musical que conquistou o público.

🎵 Entre as novidades, a grande atração é a Casa do Bita, que traz apresentações diárias de teatro de fantoches com histórias cheias de música e aventuras. Além dela, retornam brincadeiras queridas como Caça ao Leite, Sapo na Lagoa, Piscina com Porquinhos, Tirolesa Voa Voa Passarinho, Oficina de Slime e o Passeio na Fazenda. Para os pequenos de até 23 meses, a Fazendinha Baby oferece um ambiente seguro e sensorial especialmente pensado para a primeira infância.

🌾 A edição comemorativa também reforça o compromisso social do Plaza Shopping. A entrada social arrecadará alimentos não perecíveis destinados à APAE Recife, instituição que há mais de 60 anos oferece assistência gratuita a pessoas com deficiência intelectual e múltipla. A iniciativa reforça o caráter solidário do evento, que já faz parte da memória afetiva de milhares de famílias.

👨‍👩‍👧 Segundo Carol Seabra, gerente de marketing do Plaza Shopping, celebrar os 25 anos da Fazendinha é motivo de orgulho. Ela destaca que muitas famílias que visitavam o evento na infância hoje retornam com seus filhos, fortalecendo o vínculo emocional com o projeto. A proposta desta edição é proporcionar momentos de convivência, aprendizado e diversão em um ambiente seguro, acolhedor e cheio de encantamento.

📸 Foto: Fernanda Acioly

Serviço
O que/onde: Fazendinha do Plaza – Edição Comemorativa de 25 anos, em parceria com o Mundo Bita – Plaza Shopping (Recife/PE)  
Quando: 27 de junho a 2 de agosto de 2026  
Horário: 14h às 20h (com alterações em dias de jogos do Brasil na Copa do Mundo)  
Local: Piso E4 – Edifício Garagem  
Formato: Atividades pagas e gratuitas para crianças na primeira infância  
Patrocínio: Colégio Damas  
Instituição beneficiada: APAE Recife  
Bilheteria: Piso E4, Edifício Garagem  

Valores:  
- Inteira: R$20  
- Meia / idoso / acompanhante de PCD: R$10  
- Social (1kg de alimento): R$10  
- Crianças até 1 ano e 11 meses: gratuito  

Política para crianças PCD:  
- 1º acesso: entrada gratuita  
- Atividades opcionais: 50% de desconto  
- A partir do 2º acesso: meia-entrada + 50% nas atividades  
- Direito a 1 acompanhante pagando meia-entrada  

Para acompanhar a programação: @plazacasaforte e site oficial.

🧩 Pernambuco inaugura era de inteligência na gestão de talentos em tecnologia


🖥️ A Agência Estadual de Tecnologia da Informação (ATI-PE) deu um passo decisivo rumo ao futuro ao lançar a inédita Plataforma de Gestão da Força de Trabalho de TIC, modernizando o acompanhamento dos profissionais que atuam nos Núcleos Setoriais de Informática do Governo de Pernambuco. A apresentação ocorreu em reunião com os diretores Eduardo Salvador e Flávia Danzi, consolidando mais um marco da estratégia estadual de transformação digital. A iniciativa reforça o compromisso do Estado com inovação, eficiência e valorização dos especialistas que sustentam a infraestrutura tecnológica pública.

📊 A plataforma marca a maturidade de um processo iniciado em 2016, quando o controle das equipes dependia de e-mails e, depois, do SEI. Agora, os cerca de 70 NSIs passam a operar com uma solução própria, estruturada e inteligente para coleta, consolidação e análise de dados. O desenvolvimento foi concluído em apenas 11 meses pela Gerência de Governança de TI, liderada por Josias Barbosa e Ariadnes Nunes, com apoio da equipe de Governança de Dados. O resultado é um mapa completo das equipes de TI do Estado, revelando quem são, onde estão e quais competências possuem.

📈 O grande diferencial da plataforma está na capacidade de transformar dados dispersos em evidências estratégicas. Com informações centralizadas, gestores públicos podem realizar diagnósticos precisos, planejar capacitações alinhadas às necessidades reais e equilibrar o dimensionamento das equipes. Ariadnes Nunes destaca que a força de trabalho é o motor das entregas planejadas, e que a ferramenta permitirá decisões mais assertivas e orientadas por dados. Já Josias Barbosa reforça que o foco sempre foi gerar valor para os NSIs, substituindo controles fragmentados por uma solução integrada e robusta.

🏛️ Com essa entrega, Pernambuco fortalece sua governança digital e aprimora a base tecnológica necessária para oferecer serviços públicos mais ágeis, eficientes e centrados no cidadão. A plataforma não apenas otimiza a gestão interna, mas também impulsiona a transformação digital do Estado, consolidando um ambiente mais inteligente e preparado para desafios futuros. A iniciativa reafirma o compromisso do governo com inovação contínua e com a valorização dos profissionais que sustentam a evolução tecnológica.

Serviço
Órgão: Agência Estadual de Tecnologia da Informação de Pernambuco – ATI-PE  
Projeto: Plataforma de Gestão da Força de Trabalho de TIC  
Diretores responsáveis: Eduardo Salvador (Planejamento e Governança) e Flávia Danzi (Tecnologia para Informações Corporativas)  
Coordenação: Josias Barbosa e Ariadnes Nunes  
Abrangência: Cerca de 70 Núcleos Setoriais de Informática do Poder Executivo Estadual  


🎤 Tacaruna mergulha na onda Hallyu com dois dias de festa K-pop



📣 O Tacaruna Hallyu Experience vai transformar o Rooftop do Shopping Tacaruna em um ponto de encontro para fãs da cultura pop sul-coreana neste sábado (27) e domingo (28). A proposta é criar uma imersão completa no universo da Hallyu, movimento que impulsionou o K-pop, os doramas e toda a estética coreana ao redor do mundo. Com entrada gratuita, o evento começa às 15h e promete dois dias de música, dança, brincadeiras e muita interação.

💜 Inspirado especialmente no fenômeno BTS, o encontro celebra o aniversário do grupo e funciona como um “aquecimento” para a aguardada vinda da banda ao Brasil, em outubro, com a turnê mundial Arirang. Enquanto o septeto não desembarca no país, o público poderá curtir um tributo especial com o grupo recifense Faster‑Z, reconhecido nacionalmente como um dos principais covers oficiais do BTS.

🕺 No sábado, quem assume o palco é o grupo MOVE, referência nacional em covers de K-pop. Além da apresentação, eles comandam uma aula de dança de 40 minutos aberta ao público. A programação também inclui o animado Random Play Dance, sessões de fotos, karaokê, batalha de passinho e dinâmicas promovidas pelas comunidades Beyond Conexion, Dorama Delas e Dorameiras de Recife.

🎬 Para os apaixonados por doramas, o evento traz momentos dedicados às produções coreanas, com atividades especiais e interação entre fãs. A proposta é reunir admiradores de diferentes vertentes da cultura sul-coreana em um ambiente leve, divertido e totalmente gratuito.

📸 Foto: Divulgação


📍 Serviço – Tacaruna Hallyu Experience
Quando: 27 e 28 de junho  
Horário: a partir das 15h  
Onde: Rooftop do Shopping Tacaruna  
Quanto: gratuito  

📅 Programação
Dia 27  
- Faster‑Z  
- Sessão de fotos  
- Workshop  
- Random Play Dance  
- Dorama Delas  

Dia 28  
- MOVE  
- Interação e brincadeiras  
- Dorameiras de Recife  


🎉 Encerramento do São João da Bahia anima o Nordeste de Amaralina


✨ O bairro do Nordeste de Amaralina viveu dois dias de pura celebração, marcando o encerramento oficial do São João da Bahia 2026, com uma programação vibrante que reuniu forró, arrocha e uma forte presença do tradicional samba junino, símbolo da cultura popular baiana. A festa, gratuita e aberta ao público, começou às 17h30 na sexta-feira e às 14h no sábado, atraindo moradores e visitantes para um grande encontro comunitário.  

🎶 A sexta-feira, 26, foi marcada por uma maratona de shows, trazendo ao palco nomes como Gilson do Arrocha, Canários do Reino, Ramonzinho, Dudu Francis, Simone Morena, Nonato Lima e Nenho, além de diversas atrações de samba junino. Grupos como Samba VC Bebeu, Samba Serra, Samba Junino Ubuntu, Samba Unidos do Capim, Samba do Gordinho e Samba SG – Samba do Morro garantiram a energia contagiante que tomou conta da noite.  


🪗 No sábado, 27, o clima junino continuou com ainda mais força, trazendo apresentações de Flavinho, Lu Sodré, Pirilampo, Cicinho de Assis (foto), Virgílio, Tayná Agazzi, Wilian Sean, Cantando de Galo e Kimimo do Forró. A Quadrilha Sustentável do Colégio Polivalente de Amaralina também encantou o público com sua performance temática.  


🥁 O samba junino encerrou a festa em grande estilo, com grupos como Arrastão Delas de Samba, Samba Reggae Mundinho, Samba Santa, Samba Brilho, Samba Natureza e RSJ – Resgate do Samba Junino, reforçando a força e a ancestralidade dessa expressão cultural que é patrimônio afetivo da Bahia.  

📸 Foto: Reprodução 

📌 Serviço
- Evento: Encerramento do São João da Bahia 2026  
- Local: Nordeste de Amaralina, Salvador – BA  
- Datas: 26 e 27 de junho  
- Horários: Sexta às 17h30 | Sábado às 14h  
- Entrada: Gratuita  

📚 Vozes que Transformam: Podcast ALFA‑EJA amplia debates e fortalece a educação popular no Brasil


🎙️ O Podcast ALFA‑EJA Transforma Brasil, criado pelo Instituto Paulo Freire em parceria com a Petrobras, já reúne seis episódios que aprofundam debates essenciais sobre a Educação de Jovens, Adultos e Idosos. A série traz especialistas e educadores para discutir Paulo Freire, mundo do trabalho, cultura popular, direitos humanos, audiovisual e decolonialidade. Com linguagem acessível e perspectiva crítica, o programa fortalece a EJA como política pública. Para o coordenador Paulo Roberto Padilha, cada episódio é um convite ao diálogo e à reflexão. O podcast está disponível no YouTube e no Spotify.

🎧 O primeiro episódio aborda a práxis freiriana e sua atualidade diante dos desafios contemporâneos. O segundo discute as relações entre EJA e mundo do trabalho, com foco em empregabilidade e geração de renda. O terceiro mergulha na cultura e arte popular, reforçando a importância de integrar saberes culturais ao currículo da EJA. O quarto trata da EJA como direito humano inalienável, lançado no Dia da Escola. Os episódios seguintes exploram audiovisual, memória, decolonialidade e vida em plenitude, sempre conectando teoria, prática e transformação social.

🌱 Além do podcast, o Projeto ALFA‑EJA Brasil desenvolve ações formativas em 15 municípios presencialmente e em outros 62 de forma online. A iniciativa promove assessorias pedagógicas, oficinas, encontros culturais e materiais educativos inspirados no legado de Paulo Freire. A etapa Leitura do Mundo envolveu visitas e diálogos com comunidades locais para compreender desafios e potencialidades. Em 2025 e 2026, encontros presenciais reuniram gestores e educadores para discutir práticas contextualizadas, equidade racial e questões socioambientais. As formações fortalecem vínculos e orientam os próximos passos do projeto.

✍️ Entre as ações de maior impacto estão as Oficinas de Leitura e Escrita, que incentivam educandos da EJA a registrarem suas histórias de vida. Inspiradas em Carolina Maria de Jesus e na metodologia freiriana, as atividades estimulam autoestima, autoria e protagonismo. Em 2025 e 2026, participantes produziram autobiografias, murais coletivos e cartas pessoais, conectando memórias, territórios e aprendizagens. Até o fim de 2026, serão dez oficinas, alcançando mais de mil pessoas. O projeto também marcou presença na COP 30, levando debates sobre justiça climática e educação popular para espaços de diálogo com movimentos sociais e comunidades amazônicas.

📚 Outro destaque é o curso online gratuito “Como Alfabetizar com Paulo Freire”, destinado a educadores de 77 municípios do Norte e Nordeste. Com 24 videoaulas inéditas, materiais complementares e certificação de até 60 horas, o curso propõe uma leitura crítica da realidade e práticas de alfabetização alinhadas à pedagogia freiriana. Os participantes contam com acompanhamento pedagógico e podem se tornar coautores de um e‑book ao final da formação. O Instituto Paulo Freire, responsável pela iniciativa, atua desde 1991 na promoção da educação, dos direitos humanos e da justiça social. Novos episódios do podcast serão lançados no segundo semestre de 2026.

SERVIÇO

Podcast ALFA‑EJA Transforma Brasil
YouTube ALFA‑EJA Brasil – https://www.youtube.com/@alfaejabrasil


🪗 A Força do Forró de Raiz: Muniz do Arrastapé Decide Resistir e Seguir na Música com Muita Fé


🎤 O talentoso sanfoneiro Muniz do Arrastapé emocionou seus seguidores com um desabafo sincero e repleto de resiliência em suas redes sociais. Diante da imponente estátua do Padre Cícero, o experiente artista expressou suas dores e as complexas dificuldades enfrentadas na estrada da música. Ele revelou publicamente que pensou seriamente em interromper sua trajetória profissional devido à falta de valorização aos artistas da terra por parte de contratantes e governos.

🙏🏼 Contudo, movido por uma fé inabalável e pelo carinho avassalador que recebe de seu povo, Muniz tomou uma grande decisão. Ele garantiu que, por amor à arte e em profundo respeito aos fãs, continuará firme e não vai parar sua jornada. O músico celebrou essa conexão verdadeira com o público, ressaltando que esse apoio é o combustível para superar os momentos de decepção. O namoradinho do Nordeste provou que a arte pulsa forte no peito e seguirá ecoando nos palcos.

📸 Foto: Reprodução / Redes Sociais

Informações de Serviço:
Artista: Muniz do Arrastapé
Local da Gravação: Juazeiro do Norte
Estilo Musical: Forró de Raiz e das Antigas
Contato Oficial: @munizdoarrastapeoficial

🪗 Alto do Moura encerra São João 2026 com dia de festa, tradição e reforço na programação


🎶 O Polo Alto do Moura se prepara para um encerramento vibrante neste sábado (27), coroando o São João de Caruaru 2026 com a força da cultura popular nordestina. Ao longo do mês, o espaço recebeu milhares de visitantes e reafirmou seu papel como um dos grandes guardiões das tradições juninas, reunindo forró, artesanato, manifestações culturais e o sempre animado Polo das Quadrilhas.  

🪗 A despedida promete manter o clima de celebração. A programação contará com quatro atrações, começando às 11h com o cantor Douglas Leon. Às 12h45, quem assume o palco é Flay, recém-incluída na grade para reforçar o encerramento. A festa segue às 14h30 com Caninana, trazendo o autêntico forró nordestino.  

💃 Às 16h15, a banda Baby Som fecha a programação com romantismo e sucessos que marcaram gerações. O clima promete ser de celebração total no Polo Mestre Vitalino, reafirmando o Alto do Moura como um dos espaços mais queridos e tradicionais do São João de Caruaru.  

🌾 Reconhecido nacionalmente, o Alto do Moura segue como um polo que une música, cultura, artesanato e identidade nordestina. A cada edição, fortalece o legado de Mestre Vitalino e mantém viva a essência do São João, celebrando a criatividade e a força do povo pernambucano.  

📍 Serviço – Programação deste sábado (27)
• 11h – Douglas Leon  
• 12h45 – Flay  
• 14h30 – Caninana  
• 16h15 – Baby Som  

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📣 Forró em Alta: Três Mestres Nordestinos Unem Vozes em Noite Histórica


🎶 O encontro de Três Nordestinos promete transformar o palco do Teatro Riachuelo em um grande terreiro de celebração cultural. Santanna O Cantador, Targino Gondim e Flávio José, três pilares da música regional, se reúnem para uma apresentação que exalta tradição, poesia e identidade. O espetáculo marca um momento raro em que gerações se cruzam para reafirmar a força do forró e da cultura popular brasileira.

🌵 A apresentação, intitulada Um por Todos e Todos por Um, destaca a união de estilos, trajetórias e repertórios que moldaram a sonoridade do Nordeste. O público poderá reviver clássicos, cantar junto e sentir a energia que só esses artistas conseguem transmitir. A proposta é oferecer uma noite de emoção, memória afetiva e celebração das raízes nordestinas.

✨ Com ingressos já disponíveis, o evento reforça o compromisso do Teatro Riachuelo em valorizar produções que representam a diversidade cultural do país. A curadoria aposta em encontros que ultrapassam o entretenimento e se tornam experiências marcantes. A expectativa é de casa cheia e de um público ansioso por reencontrar seus ídolos em um mesmo palco.

🎤 A realização é da Idearte Entretenimento, que celebra 15 anos promovendo espetáculos que conectam artistas e plateias. A produção destaca que a noite será dedicada à emoção e ao orgulho de ser nordestino. Para muitos, será a oportunidade de testemunhar um momento histórico da música regional.

📌 Serviço

Espetáculo: Três Nordestinos – Um por Todos e Todos por Um  
Artistas: Santanna O Cantador, Targino Gondim e Flávio José  
Data: 30 de setembro de 2026 (quarta-feira)  
Horário: 20h  
Local: Teatro Riachuelo – Natal/RN  
Classificação: 12 anos (menores acompanhados dos pais ou responsável autorizado)  
Ingressos: Disponíveis em uhuu.com e na bilheteria do teatro (terça a sábado, 14h às 20h)  
Promoção: Clube FM 106.3  
Realização: Idearte Entretenimento – 15 anos  


🟡 Futebol, Festas Juninas e zero complicação: Mimi vira aliada das celebrações no Nordeste


🟢 ✨ Junho chegou misturando fogueira, camisa da seleção e muita confraternização, e a Minhoto decidiu entrar em campo com reforço de peso: a assistente virtual Mimi. A marca lançou a campanha “Jogo sem MIMIMI. Com a Mimi torcer é sempre uma delícia”, destacando o papel da ferramenta em facilitar a vida de quem recebe amigos para assistir aos jogos ou celebrar as Festas Juninas. A proposta é simples: deixar tudo mais prático e garantir que ninguém perca tempo longe da festa.  


🟡 📲 A grande estrela da campanha é o atendimento via WhatsApp, onde a Mimi orienta sobre quantidades de comidas e bebidas, ajuda a montar cardápios e sugere petiscos rápidos que combinam com futebol e com o clima junino. No Nordeste, onde a união dessas duas paixões movimenta as cidades, a ferramenta se destaca como apoio para quem quer receber bem sem complicação.  


🟢 🎉 A campanha reforça o papel da comida como ponto de encontro, destacando petiscos típicos da região e mostrando como os produtos Minhoto podem ser usados em preparações tradicionais. A Mimi também orienta sobre como organizar a casa, planejar o que servir e garantir que tudo esteja pronto antes do apito inicial ou da primeira quadrilha.  


🟡 🔥 A marca aposta na praticidade como diferencial, mostrando que, com poucos cliques, é possível resolver dúvidas, ajustar quantidades e encontrar sugestões que agradem diferentes perfis de convidados. A ideia é transformar o anfitrião em alguém que curte a festa do começo ao fim, sem estresse e sem perder o ritmo das comemorações.  


🟢 📞 Para conversar com a Mimi, basta enviar mensagem para o WhatsApp (81) 99179‑8046, onde a assistente está disponível para tirar dúvidas e ajudar na preparação dos encontros que prometem movimentar a temporada. A Minhoto reforça que mais conteúdos e dicas podem ser encontrados nos canais digitais da marca e na plataforma Segredinhos Minhoto.  

Serviço:  
– Assistente virtual Mimi – WhatsApp: (81) 99179‑8046  
– Conteúdos e dicas: Segredinhos Minhoto e redes sociais oficiais da marca

🪗 O fole continua roncando pelas estradas nordestinas


🪗 A melodia nordestina ganha fôlego renovado com a chegada de um circuito que promete estender as celebrações juninas pelas estradas do Nordeste. O projeto cultural idealizado para celebrar as tradições da música regional inicia uma circulação gratuita por diversas cidades estratégicas. Sob o comando de um dos grandes nomes da música instrumental, o público terá a oportunidade única de vivenciar apresentações que unem memória e identidade. Essa jornada artística busca descentralizar o acesso à cultura viva, alcançando novos espectadores e praças públicas em apresentações repletas de emoção, garantindo que o autêntico arrasta-pé continue ecoando com força e paixão em cada canto visitado.

✨ No comando dessa importante caravana musical está o Mestre Beto Hortis, artista consagrado que possui mais de três décadas de dedicação integral aos ritmos tradicionais da nossa região. O renomado sanfoneiro conduzirá o espetáculo com toda a maestria característica de sua carreira artística de imenso sucesso popular. As apresentações gratuitas foram planejadas para encantar públicos de todas as idades através de repertórios selecionados com profundo cuidado técnico. Essa circulação cultural conta com o importante incentivo da Lei Rouanet e o patrocínio master do Banco do Nordeste para viabilizar as oficinas pedagógicas. Os estados de Pernambuco e Paraíba receberão as ações formativas destinadas a preservar a memória e a riqueza instrumental sanfônica.

📸 Foto: Divulgação

Informações de Serviço:
Evento: Circuito Cantos e Encantos da Sanfona
Atração principal: Mestre Beto Hortis
Modalidade: Circulação cultural gratuita com apresentações musicais e formação de público
Locais: Cidades dos estados de Pernambuco e Paraíba
Patrocínio Master: Banco do Nordeste
Apoio: Mobibrasil, O Urso do Sítio e Associação Cultural Balaio Nordeste
Realização: BH Produções, Ministério da Cultura e Governo Federal
Perfil oficial no Instagram: @encantossanfona

🌀 Chuva em Observação: Pernambuco Entra em Alerta por Previsão de Pancadas Moderadas


🌧️ Estado de observação — A Agência Pernambucana de Águas e Clima (APAC) emitiu, na tarde desta quinta-feira (25), um aviso meteorológico válido até as 17h da sexta-feira (26). O órgão aponta a possibilidade de pancadas de chuva com intensidade moderada, especialmente a partir do período noturno. As áreas mais afetadas devem ser a Mata Sul, a Mata Norte e a Região Metropolitana do Recife, que historicamente sofrem com alagamentos em episódios semelhantes. A recomendação é de atenção redobrada por parte da população.

⚠️ Regiões afetadas — Segundo a APAC, o cenário exige monitoramento contínuo, já que o volume de chuva pode variar ao longo das próximas horas. Municípios da Mata Sul e Mata Norte tendem a registrar maior instabilidade, enquanto a RMR deve enfrentar precipitações intermitentes. A Defesa Civil reforça que moradores de áreas de risco devem seguir orientações oficiais e buscar abrigo seguro em caso de necessidade. O alerta permanece ativo até nova atualização.

🛑 Recomendações oficiais — Diante do aviso, equipes municipais e estaduais intensificaram o acompanhamento de pontos críticos. A população é orientada a evitar áreas alagadas, não tentar atravessar ruas inundadas e manter atenção a encostas. Em caso de emergência, é fundamental acionar os canais de atendimento da Defesa Civil. O objetivo é reduzir riscos e garantir a segurança coletiva durante o período de instabilidade climática.

Serviço
- Órgão emissor: APAC – Agência Pernambucana de Águas e Clima  
- Aviso: Meteorológico nº 64/2026  
- Emissão: 25/06/2026 – 17h  
- Validade: Até 26/06/2026 – 17h  
- Regiões: Mata Sul, Mata Norte e Região Metropolitana do Recife  
- Orientações: Seguir recomendações da Defesa Civil  


🌧️ Pernambuco em Alerta: Distúrbio de Leste Traz Chuvas Intensas para o Fim de Semana

Aparecida Fernandes - Meteorologista da Apac

🌦️ O clima em Pernambuco deve permanecer instável e com pancadas de chuva ao longo desta quinta-feira, 25 de junho, afetando diversas regiões. A Região Metropolitana do Recife, junto às Zonas da Mata Norte e Sul, registrará céu encoberto com precipitações de intensidade fraca a moderada. No Agreste, a previsão também aponta para pancadas de chuva moderadas, enquanto o Sertão deve ter apenas episódios isolados e de fraca intensidade ao longo do dia.

⛈️ A tendência para a sexta-feira e o sábado indica uma intensificação das instabilidades, com volumes mais expressivos nas áreas litorâneas e da mata. A meteorologia alerta para chuvas contínuas de intensidade moderada na capital e arredores, exigindo atenção redobrada da população para possíveis pontos de alagamento. O Agreste seguirá com tempo úmido e precipitações persistentes, e o Sertão continuará registrando chuvas isoladas devido ao avanço das instabilidades.

🌊 A explicação para a mudança repentina no tempo está associada a um sistema meteorológico conhecido como Distúrbio Ondulatório de Leste (DOL). Esse fenômeno está se aproximando do estado e empurrando densas nuvens carregadas, que se formaram originalmente sobre o Oceano Atlântico, em direção ao continente. Esse deslocamento de umidade é o grande responsável por espalhar as precipitações pelas demais regiões pernambucanas nos próximos dias.


Informações de Serviço

Defesa Civil do Recife: Em caso de necessidade, moradores de áreas de risco devem acionar o órgão pelo telefone 0800 081 3400 (ligação gratuita, 24h).

Trânsito: Motoristas devem redobrar a atenção, reduzir a velocidade e manter distância segura entre os veículos devido às pistas molhadas.

Acompanhamento: Atualizações em tempo real sobre o volume de chuva e alertas meteorológicos podem ser consultadas no site oficial da APAC.



🌧️ Céu em Alerta: Pernambuco Entra em Sequência de Dias Chuvosos



🌦️ A tendência de precipitação divulgada pela APAC aponta que o fim de junho será marcado por instabilidades em várias regiões do estado. As áreas da Mata Norte, Metropolitana e Mata Sul iniciam a sexta‑feira com chuva moderada, exigindo atenção redobrada para possíveis acumulados. O Agreste apresenta chuva fraca a moderada, enquanto o Sertão registra precipitações leves. Fernando de Noronha segue com chuva fraca, mantendo o padrão úmido.

🌧️ No sábado, a instabilidade costeira continua influenciando o litoral, mantendo a chuva moderada nas regiões da Mata e na área Metropolitana. O Agreste reduz a intensidade e passa a registrar chuva fraca, enquanto o Sertão permanece com volumes discretos. Fernando de Noronha mantém o mesmo comportamento, sem previsão de tempo firme. O cenário reforça a necessidade de cautela para quem circula pelas áreas litorâneas.

🌦️ No domingo, o mapa meteorológico indica continuidade das chuvas, especialmente na Mata Norte e na Região Metropolitana, que seguem com intensidade moderada. A Mata Sul mantém o mesmo padrão, enquanto o Agreste volta a registrar chuva fraca a moderada. O Sertão permanece com precipitações leves, e Fernando de Noronha segue estável dentro do esperado. A tendência é de manutenção do tempo úmido em grande parte do estado.

🌧️ A segunda‑feira apresenta comportamento semelhante, com destaque para a persistência da chuva moderada no litoral pernambucano. O Agreste mantém variação entre chuva fraca e moderada, enquanto o Sertão segue com registros leves. Fernando de Noronha continua com chuva fraca, sem previsão de estiagem. A umidade oceânica segue como principal responsável pelo padrão observado.

🌦️ Na terça‑feira, o quadro se estabiliza, mantendo praticamente o mesmo comportamento dos dias anteriores. As regiões da Mata e a Metropolitana seguem com chuva moderada, enquanto o Agreste apresenta variação leve. O Sertão continua com precipitações fracas, e Fernando de Noronha mantém o padrão úmido. A semana termina com a confirmação de um período marcado por instabilidade e céu carregado em Pernambuco.

SERVIÇO  
• Fonte: Agência Pernambucana de Águas e Clima (APAC)  
• Atualização: 25 de junho de 2026, às 09h20  
• Classificação das chuvas: fraca, fraca a moderada, moderada  
• Regiões analisadas: Mata Norte, Metropolitana, Mata Sul, Agreste, Sertão de Pernambuco, Sertão do São Francisco e Fernando de Noronha

quarta-feira, 24 de junho de 2026

🪩 Henrique Casttro domina o TOP 50 Brasil com “Nem Pagando” e celebra fase histórica



🎵 Henrique Casttro alcançou um novo patamar em sua trajetória musical ao conquistar o primeiro lugar do TOP 50 Brasil com “Nem Pagando”, parceria com o grupo Menos é Mais. A faixa ultrapassou 100 milhões de streams em poucos meses e se tornou a música mais ouvida do país, consolidando-se como um dos grandes fenômenos do pagode em 2024. O marco reforça a ascensão do cantor, que vem se destacando entre os principais nomes da música nacional.

💔 Com letra envolvente e ritmo marcante, “Nem Pagando” conquistou o público ao retratar o fim de um relacionamento sem volta, tema que gera forte identificação. A combinação entre melodia contagiante e narrativa emocional transformou a canção em um dos maiores sucessos do ano, ampliando ainda mais o alcance de Henrique Casttro no cenário musical brasileiro.

📺 O impacto da música também aparece nos números do clipe oficial, que ultrapassou 60 milhões de visualizações no YouTube. A faixa ganhou força em bares, encontros entre amigos, estádios e redes sociais, além de embalar diversos vídeos durante o período da Copa do Mundo, ampliando sua presença em diferentes ambientes e públicos.

🌟 Vivendo uma fase excepcional, Henrique Casttro celebra o reconhecimento e o crescimento contínuo de sua carreira. O cantor e compositor se firma entre os artistas mais comentados do momento, impulsionado pelo sucesso estrondoso de “Nem Pagando”, que segue dominando conversas, playlists e paradas musicais em todo o Brasil.

📸 Foto: Jhonnathas Franco

📌 Serviço
- Artista: Henrique Casttro  
- Música: “Nem Pagando” (feat. Menos é Mais)  
- Ouça nas plataformas: disponível em todos os serviços de streaming  

🇦🇷 ⚽ Quando a Mão de Deus toca a Copa: Maradona, "El Potro" e a lenda que ecoa até hoje

 


🕊️ No dia em que o mundo do futebol vibra com mais uma Copa do Mundo, a Argentina revive uma de suas histórias mais míticas: “La Mano de Dios”. O gol irregular, marcado por Diego Maradona em 1986 contra a Inglaterra, transcendeu o esporte e virou símbolo de genialidade, polêmica e identidade nacional. Hoje, essa memória ganha ainda mais força porque se completam 26 anos da morte de Rodrigo “El Potro” ("filhote de cavalo" em castelhano), o cantor que eternizou a história em música. A coincidência entre o presente esportivo e o passado mítico cria um paralelo emocional que só o futebol consegue produzir.

🎤 Rodrigo Bueno, ícone do cuarteto (ritmo semelhante à cumbia) argentino, transformou a trajetória de Maradona em poesia popular ao lançar “La Mano de Dios” no ano 2000. A música narra a infância humilde do craque, sua ascensão meteórica e o peso de carregar um país nas costas. Em cinco minutos, Rodrigo sintetiza o que muitos argentinos sentem: Maradona não foi apenas um jogador, mas um fenômeno cultural. O artista, que morreu tragicamente em um acidente de carro aos 27 anos, deixou como legado uma das maiores homenagens já feitas a um atleta. 

⚽ Enquanto a atual Copa do Mundo reacende paixões, a figura de Maradona continua pairando sobre cada jogo da Argentina. Nas arquibancadas, bandeiras com o rosto do ídolo dividem espaço com cânticos que citam sua genialidade. A cada drible ousado, a cada gol improvável, a sombra luminosa de D10S parece acompanhar o time. A música de Rodrigo, frequentemente tocada pelos torcedores, funciona como um lembrete de que o futebol argentino é construído tanto por vitórias quanto por mitos.

📜 A lenda da “Mão de Deus” nasceu no Estádio Azteca, mas se espalhou pelo mundo como metáfora de destino e irreverência. Maradona, ao justificar o gol com a frase que daria nome ao mito, reforçou sua imagem de anti-herói amado. A música de Rodrigo ampliou essa narrativa ao humanizar o craque, mostrando suas dores, quedas e redenções. Em tempos de Copa, essa história volta à superfície como se fosse parte do próprio ritual do torneio, lembrando que o futebol é feito de memória, emoção e personagens maiores que a vida.

🇦🇷 Hoje, a Argentina vive um duplo sentimento: a saudade de Rodrigo e a eterna devoção a Maradona. A coincidência da data transforma o dia em um momento de reflexão sobre ídolos que ultrapassam o campo e o palco. Em meio à tensão e à esperança da Copa atual, o país canta mais alto, como se cada verso fosse uma prece e cada gol, uma homenagem. A lenda segue viva — nos estádios, nas ruas, na música e no coração de quem acredita que o futebol é, acima de tudo, uma história de fé.



Em junho de 2000, Rodrigo "El Potro" Bueno esteve em Cuba onde apresentou a canção a Diego Maradona; em menos de 15 dias, Potro morreria em um acidente automobilístico após um show.

📚 Raízes que atravessam oceanos: a força de Iva em “O meu Jatobá"


🌿 A trajetória de uma mulher nordestina que cruzou fronteiras para transformar vidas ganha novo fôlego literário com o lançamento de “O meu Jatobá”, obra mais recente do autor Achel Tinoco, publicada há pouco mais de um mês. O livro narra a história de Iva Carvalho Engels, maranhense que deixou o interior para estudar e trabalhar na Alemanha, retornando depois ao Brasil para dedicar-se à sua comunidade. A narrativa combina memória, identidade e impacto social, revelando como uma vida pode inspirar muitas outras.

🌾 Achel Tinoco, que já soma 29 títulos publicados, mergulha na força e na sensibilidade de Iva para construir um retrato que ultrapassa a biografia tradicional. O autor destaca o percurso de superação da protagonista, que saiu de uma região marcada pela pobreza e, com determinação, abriu caminhos antes inimagináveis. A obra também ecoa o olhar de quem testemunhou de perto essa jornada, reforçando a importância de histórias reais que iluminam o coletivo.

🌍 O livro recebeu elogios do cônsul honorário do Brasil em Aachen, Klaus Pavel, que classificou Iva como uma mulher “excepcional”, digna de “uma medalha de ouro” por sua dedicação aos que mais precisam. Esse reconhecimento internacional reforça o alcance da obra e a relevância do legado de Iva, que ultrapassa fronteiras geográficas e simbólicas. A narrativa, assim, se torna também um convite à reflexão sobre pertencimento e responsabilidade social.

🌸 Com linguagem envolvente e forte apelo emocional, “O meu Jatobá” se insere no conjunto de obras que valorizam histórias de vida como patrimônio cultural. Achel Tinoco reafirma seu compromisso com narrativas que preservam memórias e ampliam vozes, especialmente as de mulheres nordestinas que desafiam expectativas. O livro chega às livrarias como um registro afetivo e histórico, capaz de dialogar com leitores de diferentes gerações.

📖 A obra já desperta interesse nas redes sociais e entre leitores que acompanham o trabalho do autor. A combinação entre fotografia histórica, paisagem afetiva e narrativa biográfica cria um mosaico que celebra a força de uma mulher e de sua terra. Para quem busca literatura que emociona e inspira, “O meu Jatobá” se apresenta como leitura indispensável e profundamente humana.

Serviço
- Livro: O meu Jatobá  
- Autor: Achel Tinoco  
- Lançamento: há pouco mais de um mês  
- Disponibilidade: Nas livrarias de todo o Brasil
- Tema: Biografia, memória, identidade nordestina  

📚 O cotidiano em movimento: a escrita que encontra o leitor antes que ele perceba


✨ A trajetória de Renan Mariano, o escritor por trás do perfil @renan.escreve, é marcada por uma relação íntima com os textos curtos, aqueles que cabem na palma da mão, no intervalo do café, no respiro entre uma tarefa e outra. Desde os tempos dos blogs, quando ainda era adolescente, ele descobriu que poucas linhas podem carregar um impacto profundo — e nunca mais abandonou essa forma de expressão. Hoje, suas crônicas, contos e pequenas situações alcançam milhares de leitores no Instagram, onde ele publica semanalmente e transforma o ordinário em literatura. Literatura cotidiana é, para ele, uma forma de tocar quem não estava esperando ser tocado.

📝 A escrita de Renan nasce de dois impulsos complementares: a observação e a lapidação. Às vezes, uma cena se apresenta pronta, como se já viesse com começo, meio e fim. Outras vezes, surge apenas um esqueleto, uma fagulha que exige trabalho, método e paciência. Ele descreve esse processo como esculpir: a ideia se revela enquanto é moldada. Entre humor e melancolia, Renan não enxerga oposição — enxerga humanidade. Seus personagens transitam entre o riso e a dor, e o leitor decide onde pousar. Processo criativo é, para ele, tanto instinto quanto técnica.

💡 Mesmo sem rotina rígida, Renan mantém um compromisso consigo: escrever toda semana. Engenheiro de profissão, ele escreve à noite, no tempo que sobra entre o trabalho e a vida afetiva. Anota tudo no celular — ideias desconexas, frases soltas, lampejos. Algumas viram textos no mesmo dia; outras dormem anos. O que o move não é a cobrança externa, mas a interna: a vontade de não desperdiçar o que o alimenta. E quando um texto repercute, como aconteceu com “Farelo de bolo”, ele entende que a força está menos no formato e mais na verdade que carrega. Criação literária é, acima de tudo, encontro.

📖 Suas referências vão de Machado de Assis a Conceição Evaristo, passando por Veríssimo, Nelson Rodrigues e Lygia Fagundes Telles. Mas Renan também encontra literatura nas conversas de café, nos diálogos casuais, nas histórias que as pessoas contam sem perceber que estão oferecendo matéria-prima. Para ele, uma boa crônica é como uma carroça em movimento: o autor puxa o leitor pela gola, o coloca dentro da narrativa e salta — deixando-o seguir sozinho, ainda em movimento. Boa crônica é aquela que continua mesmo depois do ponto final.

🌅 O futuro? Um romance — ainda que a coragem e o tempo estejam em negociação. Enquanto isso, Renan revisa sua primeira coletânea de crônicas, que em breve chegará ao público. Ele sabe que não precisa se prender a um formato para ser lido; precisa apenas de um texto forte, honesto e capaz de fazer o leitor deslizar a próxima tela. E isso, definitivamente, ele já domina. Futuro literário

📸 Fotos: Arquivo Pessoal

Entrevista – Renan Mariano (@renan.escreve)

1. O que te fez começar a escrever textos curtos — e por que esse formato continua te atraindo.
Quando eu tinha uns 18 anos, os blogs eram populares como diários virtuais e espaço para reflexões. Naquela época, eu acompanhava algumas páginas que tinham textos um pouco mais trabalhados. Para mim eram mais que diários virtuais. Eu ficava admirado com o fato de alguns textos, mesmo curtos, me impactarem tanto. Resolvi então criar minha própria página e comecei a dar vazão ao que eu pensava. Quis tentar escrever textos impactantes também. Eu praticamente não tinha leitores, mas aquilo me moldou. Mantive a página por muitos anos.

Hoje em dia, os textos curtos (basicamente crônicas e contos) ainda me fazem transbordar. Diferente de um livro, que espera pelo leitor, um texto curto publicado na internet vai até o leitor. No ônibus, no metrô, no aeroporto, no intervalo do almoço, no cafezinho, o texto curto alcança as pessoas e é capaz de mudar o dia, a semana ou até mesmo a vida de alguém que não esperava por isso. Acho espetacular.

2. Como nasce uma crônica no seu dia a dia — você observa primeiro ou escreve para entender depois.
No meu caso, há duas formas: uma por simples observação prévia. Algo interessante acontece ao meu redor (ou comigo) e logo penso: isso é uma crônica completa. É um processo mais fácil, pois o texto já vem todo na cabeça, rápido.

A outra forma é mais trabalhosa. Nasce uma ideia bruta como esqueleto, e nela vou incluindo elementos inicialmente desconexos entre si. É mais difícil de escrever porque a ideia vai se estabelecendo ao mesmo tempo em que produzo. Não é que eu entenda o texto somente depois de pronto. O entendimento se dá no processo de lapidação. Parece que estou esculpindo algo. É extremamente satisfatório quando termina.

3. Qual é a linha tênue entre humor e melancolia nos seus textos — e como você decide em qual lado cair.
Não vejo humor e melancolia como opostos. Talvez seja por isso que eles pareçam próximos em alguns escritos. Muitas piadas, dessas contadas oralmente, se baseiam na tragédia. Existe o tal do humor autodepreciativo também. E eu gosto de personagens que possuem uma visão amarga, ácida e bem-humorada ao mesmo tempo, embora eu não seja assim. Tento não forçar demais um lado; não sei se consigo. Às vezes é o leitor que decide de que lado caiu, humor ou drama.

No mais, convenhamos, uma pessoa apenas bem-humorada, que é alto astral o tempo todo, não é a melhor pessoa para se ter por perto. Não é realista. Claro que o contrário é péssimo. Mas acredito que conexões mais profundas sejam feitas de um pouco de melancolia compartilhada, pois é quando as pessoas mostram suas vulnerabilidades. Ter confiança em alguém a ponto de mostrar sua vulnerabilidade é lindo. Essa é a verdadeira intimidade.

4. Existe alguma rotina criativa que você segue — ou a escrita chega quando quer.
Não consigo estabelecer uma rotina muito metódica de escrita. O trabalho que paga minhas contas é o de engenheiro. Sendo assim, é no meu tempo livre que eu consigo pôr no papel as ideias. Só que eu também namoro; não fico muito em frente ao notebook nos fins de semana. Então me sobram os dias úteis à noite. A única coisa que tenho como protocolo é anotar todas as ideias no celular, por mais loucas e desconectadas que elas pareçam. Anoto de qualquer jeito. Às vezes aquilo cresce e vira um texto, que em algum momento, no período noturno, eu vou escrever. Tenho ideias muito antigas anotadas que nunca viraram nada. E outras que se tornam texto no mesmo dia em que surgem.

5. Qual texto seu mais te surpreendeu pela repercussão — e por quê.
Foi o “Farelo de bolo”. Porque é um texto em prosa corrida, diferente dos contos-diálogos que eu tanto compartilho. Descobri que os contos-diálogos prendem mais o leitor no Instagram, plataforma que uso hoje como principal canal de divulgação. O ser humano é curioso por natureza; ele adora ouvir (no caso, ler) a conversa alheia.

Mas o “Farelo de bolo” é prosa “clássica”, que era o que eu sempre escrevia desde os tempos do blog. Foi incrível ver que repercutiu tão bem, porque minha origem está nesse estilo mais intimista, em primeira pessoa. Recebi desabafos e pedidos de pessoas para que eu escrevesse suas histórias. Os comentários que esse texto recebeu, nossa, é literatura à parte.

Algumas pessoas acharam até que a história fosse minha. Isso me fez entender que eu não preciso ficar preso a um formato para ser lido. Na verdade, o que eu preciso é de um texto forte e cativante, com o qual as pessoas se identifiquem, além de um bom gatilho na tela inicial, considerando o Instagram. A primeira frase de “Farelo de bolo” é “Todos os dias, mainha fazia bolo e levava surra do meu pai”. Uma ternura e uma violência juntas; um problema exposto logo de cara. “Nossa, o que será que vai acontecer aqui?”, o leitor deve ter pensado, e continuou deslizando as telas. Houve comoção. Tenho outros textos felizes em repercussão entre seguidores e não seguidores. Esse foi feliz acima do esperado. Não dá para produzir sempre um desses; pelo menos não na frequência com que me proponho.

6. Como você lida com a expectativa dos leitores — especialmente quando esperam que você publique “toda semana”.
Acho que não há expectativa dos leitores quanto à cadência. Ainda não fui cobrado. Nunca nem mesmo externaram algo do tipo “Qual será o texto dessa semana?”. Não é para tanto. E o fato de eu não estabelecer um dia fixo para publicar me ajuda. Esse “toda semana” que escrevi na bio do Instagram é mais um compromisso comigo mesmo, para que eu esteja sempre escrevendo. Já passei mais de um ano sem escrever absolutamente nada. Isso é péssimo, perdi tempo, deixei de fazer algo que tanto me alimenta. Pior, deixei de me aprimorar, pois é fazendo que a gente melhora. Tenho cumprido a proposta semanal, mas se eu passar de sete dias creio que ninguém mandará mensagem cobrando.

No geral, eu gostaria que todos os textos fossem bem distribuídos, comentados, compartilhados etc. Mas nem sempre acontece, faz parte. O maior problema é lidar com minhas próprias expectativas acerca de cada texto. Estou aprendendo. Tem texto que eu já sei que não vai engajar tanto, e mesmo assim eu publico porque eu acho que ele precisa existir. Eu quero que ele exista. Não posso ficar preso aos números.

7. Quais autores ou referências moldaram seu olhar para o cotidiano — literários ou não.
Consigo pensar agora em Machado de Assis, Luís Fernando Veríssimo e Nelson Rodrigues. Mais recentemente, Conceição Evaristo. Ah, li um livro de contos da Lygia Fagundes Telles (“A noite escura e mais eu”) que me arrebatou e me inspirou. Eu queria poder citar também Kafka, Dostoiévski etc., mas ainda não li esses caras. Quanto às referências não literárias, o professor Yuval Noah Harari, autor de “Sapiens”, me acompanha bastante. No mais, todas as conversas informais e prolongadas com qualquer pessoa ajudam a moldar meu olhar. Bate-papo de café é literatura pura.

8. O que você considera uma boa crônica — e como sabe que um texto seu está “pronto”?
Imagine que o autor é um carroceiro conduzindo sua carroça (o texto). Ele vem trotando veloz e, sem parar, puxa o leitor pela gola — com uma força sobrenatural — e o leva consigo. Depois de percorrer alguns metros, o carroceiro pula e deixa o leitor se virar sozinho sobre a carroça, com o cavalo em movimento. Uma boa crônica é isso: pega o leitor distraído, o conduz, termina, mas o leitor continua em movimento. Um texto está pronto no instante em que, se eu pular da carroça, o leitor permanecerá nela, tão distraído quanto chegou. Uma boa crônica ou conto jamais é uma carroça que estaciona para o leitor subir e descer com segurança. Quem faz isso é livro didático e manual de instruções.

9. Como é transformar pequenas situações em literatura — existe um método ou é puro instinto?
A ideia em si é puramente instintiva. Eu não forço a barra para uma situação virar texto se ela não me ocorrer já com potencial de texto. Mas a escrita tem muito método. Fiz alguns cursos de escrita criativa, tento aplicar as técnicas. Mostrar em vez de contar, construir cenário, dar textura, atribuir aspectos emocionais ao personagem. Em termos de português, é preferir a voz ativa, evitar adjetivações e conectores em excesso, dar respiro por meio de quebra de frases, pontuações, e por aí vai.

10. O que você ainda quer escrever e ainda não teve coragem? — seja um tema, um livro ou um experimento.
Um romance. Mas falta de coragem não é exatamente o sentimento. Acho que é uma mistura de preguiça com certa desconfiança (“será que é hora de investir tanto tempo nisso?”). Creio que seja uma resistência comum de quem nunca escreveu um romance. Nada que realmente me impeça. Tenho vontade, sim, e acho que isso vai se consolidar. Por enquanto não estou me cobrando. Já tenho o manuscrito da minha coletânea de crônicas, em fase de revisão. Esse será o meu primeiro livro.



#SendoProsperidade com Mariângela Borba


Nem toda urgência merece um pedaço de mim
Por Mariângela Borba

Por muito tempo, achei que prosperidade era dizer "sim".
Sim para os convites. Sim para os projetos. Sim para as urgências. Sim para as pessoas.

Talvez por generosidade. Talvez por competência. Talvez porque eu sempre acreditei que, se pudesse ajudar, deveria ajudar. Talvez por não saber dizer não, mesmo.
Mas a vida, às vezes, nos convida a uma outra aprendizagem.

Nem todo pedido é um chamado.

Nem toda oportunidade é, de fato, uma oportunidade.
Nem toda urgência merece um pedaço de nós.

Há coisas que são construídas ao longo de anos: conhecimento, experiência, maturidade, discernimento. E tudo isso tem valor. Alto, diga-se de passagem.

Também há um custo invisível em cada "sim" que damos: o nosso tempo, o nosso descanso, a nossa energia, a nossa paz.

Nesta última semana, percebi algo importante: existem missões que simplesmente não são minhas.
E está tudo bem.

Às vezes, o mais honesto é reconhecer: isso é maior do que eu.

Não é sobre fugir. É sobre se preservar.

É entender até onde é saudável permanecer em determinadas situações, relações ou demandas; reconhecer que nem toda dor pode ser resolvida por nós, nem toda energia precisa ser acolhida e nem todo peso precisa ser carregado.

Aprender a dizer "não" para o mundo é, muitas vezes, a forma mais bonita de dizer "sim" para si mesmo.
Prosperidade também é poder escolher.

Escolher onde colocar o coração, o talento e a disponibilidade.

Escolher o que faz florescer a vida e o que apenas nos esgota.

Escolher não assumir todas as urgências do mundo.
Escolher preservar o sono, o silêncio, a mesa do café com quem amamos, um São João tranquilo, uma viagem, um tempo de descanso, de meditação, oração e paz.

Porque a verdadeira abundância não está em fazer mais.
Está em viver com mais intenção.

E talvez um dos maiores luxos da vida adulta seja este: poder olhar para algo perfeitamente possível e dizer, com serenidade:

"Hoje, eu escolho a mim."

Porque amor também é limite.

Cuidar é saber parar.

A própria energia importa.

Não é o amor que adoece. É a ausência de escolha.
Talvez a prosperidade seja isso: aprender a distinguir o que é nosso do que não é, acolher o que nos faz florescer e, com delicadeza, soltar aquilo que apenas nos pesa.

Porque nem tudo precisa ser resolvido.
Nem tudo precisa ser carregado.

E algumas coisas, simplesmente, precisam ser entregues ao universo.

Mariângela Borba é jornalista, produtora cultural e estrategista digital. Especialista em Cultura Pernambucana, atua na interseção entre comunicação, cultura e política. Com passagem pelo Ministério da Cultura e gestões públicas, integra a AIP e a UBE. Pesquisa a palavra como território de poder e estuda Psicanálise.

📀 A metamorfose sonora de Tip Joe: entre a psicodelia, a noite e o futuro da música eletrônica

 


🎶 A história de Tip Joe começa muito antes dos sintetizadores, nas reuniões de karaokê em família e na imaginação fértil de um garoto que desenhava, criava histórias e inventava mundos. “Minha família sempre gostou muito de música”, lembra Erick, seu nome de registro. O ponto de virada veio aos 15 anos, quando ouviu Os Afro Sambas pela primeira vez e sentiu “uma vontade enorme de criar e me expressar através da música”. A partir dali, mergulhou em pesquisas, descobertas e experimentações que moldariam sua sensibilidade artística.

🌙 O nome Tip Joe nasceu como uma espécie de alter ego. “Meu nome de registro é Erick, mas eu queria um nome artístico que fosse diferente”, explica. O trocadilho com tiptoe funciona como uma sátira de si mesmo: “Sempre fui uma pessoa muito cautelosa, tímida… então o Tip Joe funciona como se ele estivesse rindo do Erick”. Essa persona mais ousada permitiu que ele explorasse universos sonoros diversos, desde a guitarra psicodélica dos anos 60 até as batidas eletrônicas que hoje definem sua identidade.

🌌 A evolução de sua sonoridade acompanha sua própria trajetória emocional. “No início eu não entendia absolutamente nada”, diz sobre suas primeiras experiências em DAWs. Mas a curiosidade venceu a técnica, e a técnica veio com o tempo. Hoje, Tip Joe define sua identidade como “noturna, nostálgica e profundamente emocional”, guiada por sintetizadores, distorções e narrativas musicais que conduzem o ouvinte por clímax, calmarias e tensões. Suas influências vão de Jefferson Airplane e Velvet Underground a Tame Impala, Boogarins e Polo & Pan.

🌈 Um dos momentos mais marcantes de sua trajetória recente é o medley psicodélico dedicado à música brasileira dos anos 60 e 70. “A música psicodélica brasileira teve um papel muito importante na minha adolescência”, conta. Ele cita descobertas como Lindo Sonho Delirante, Pedro Santos, Serguei, Gal Costa, Os Mutantes, Wanderléa, Antônio Carlos & Jocafi, Cátia de França, Marisa Rossi e Fábio Stella. “Eu queria montar uma coletânea que eu mesmo adoraria encontrar”, afirma. O resultado é uma curadoria afetiva e histórica, que resgata raridades e celebra a riqueza da psicodelia nacional.

🌞 O futuro de Tip Joe aponta para novas fusões e experimentações. “Tenho vontade de criar um set exatamente com essa proposta: raridades brasileiras para ouvir numa tarde de domingo”, revela. Ele também demonstra interesse por tecnobrega, samba-rock e outras vertentes brasileiras. Em paralelo, prepara faixas com influências de electro rock, electroclash, disco dance e garage. “Pretendo lançar em breve uma faixa mais voltada para esse universo”, adianta. Para ele, cada criação é uma estreia emocional: “Acho que toda vez que crio algo novo sinto que aquela é a melhor apresentação da minha vida”.

📸 Fotos: Reprodução Instagram e Arquivo Pessoal

Serviço:
Tip Joe — DJ, produtor musical e criador de conteúdo
Redes: YouTube, SoundCloud, TikTok e Instagram
Atividade: desde 2015 (instrumental) e 2020–2021 (produção e sets)
Cidade-base: Campinas -SP



ENTREVISTA - DJ TIP JOE

1. Como começou a sua trajetória na música eletrônica e o que te motivou a se tornar DJ e produtor?
Minha família sempre gostou muito de música. Um dos programas que a gente sempre faz é se reunir para cantar no karaokê (risos). Também sempre fui uma pessoa muito criativa e ligada à arte. Desde pequeno gostava de desenhar, criar histórias e imaginar cenários.

Mas meu interesse pela música despertou de verdade quando um amigo me apresentou Os Afro Sambas. Eu tinha uns 15 anos e lembro de ficar fascinado, porque era algo completamente diferente de tudo o que eu costumava ouvir. Foi aí que comecei a pesquisar artistas e músicas de diferentes gêneros e países.

Quanto mais eu descobria ritmos que nem imaginava que existiam, mais surgia em mim uma vontade enorme de criar e me expressar através da música. Foi quando comecei a mexer nos softwares de produção musical. Aprendi praticamente tudo sozinho, assistindo vídeos e praticando em casa.
No começo foi difícil, porque eu não conseguia transformar em som exatamente o que imaginava na minha cabeça. Mas, com o tempo, fui estudando, fazendo alguns cursos e entendendo melhor como poderia me expressar através de batidas e sintetizadores.

Naturalmente, comecei a me envolver também com a mixagem. Sempre fui aquela pessoa que gosta de apresentar músicas e artistas novos para quem está ao redor, e isso acabou me levando a montar repertórios e criar sets que misturam gêneros, sentimentos e referências. Gosto de construir uma narrativa sonora tanto nos meus sets quanto nas minhas produções, sempre buscando algo diferente e que mereça ser descoberto.

2. Qual é o seu nome de registro e como surgiu o nome artístico Tip Joe?
Meu nome de registro é Erick, mas eu queria um nome artístico que fosse diferente e representasse uma persona distinta de quem eu sou no dia a dia. Tip Joe surgiu como um trocadilho com tiptoe, expressão em inglês que significa andar na ponta dos pés, agir com cautela ou evitar conflitos. Como Erick, sempre fui uma pessoa muito cautelosa, tímida e até medrosa em alguns aspectos. Então, de certa forma, o Tip Joe funciona como uma sátira de mim mesmo, como se ele estivesse rindo do Erick e assumindo tudo aquilo que ele tem medo de expressar.

3. Há quanto tempo você está na ativa e como percebe a evolução da sua sonoridade desde o início?
Comecei, por volta de 2015, tocando guitarra e violão. Como eu era muito ligado à música psicodélica dos anos 60, meu objetivo inicial era aprender a tocar minhas músicas favoritas. Eu e alguns amigos chegávamos a tocar em pequenos bares da nossa cidade, que é bem pequena, mas na maioria das vezes nos reuníamos apenas pelo prazer de tocar e cantar juntos.

Com o tempo, comecei a me interessar por produção musical e a fazer minhas primeiras experiências nas DAWs. No início eu não entendia absolutamente nada. Ficava apenas apertando teclas e criando sons que achava interessantes, sem saber gravar, mixar ou usar efeitos.

Lembro que eu e um amigo próximo passávamos horas criando sons aleatórios, gravando tudo no celular e depois juntando no Audacity para subir no SoundCloud. Naquela época eu não tinha uma identidade sonora definida; era apenas um conjunto de sons que eu achava legal (risos).
Com o passar dos anos, fui estudando, fazendo cursos, experimentando coisas novas e entendendo melhor as ferramentas de produção. Hoje consigo traduzir muito mais claramente aquilo que quero transmitir, mesmo que às vezes o processo ainda leve tempo.

Durante um período fiquei bastante preocupado em encontrar uma sonoridade específica ou me manter fiel a um único gênero para atingir um determinado público. Mas fui entendendo que a minha identidade está justamente em transformar sentimentos em música, independentemente do gênero: house, dance, disco, rock ou pop. Acho que foi exatamente isso que me fez me apaixonar pela música: ela pode ser o que a gente quiser.

4. Quais artistas, estilos e referências moldaram sua formação musical, tanto dentro quanto fora da música eletrônica?
Os Afro Sambas foram responsáveis por abrir meu terceiro olho para a música. Foi quando percebi que existia muito mais além do que tocava nas rádios.

Depois disso, fui profundamente influenciado pela psicodelia dos anos 60 e 70, especialmente artistas como Jefferson Airplane, The Velvet Underground, The Electric Prunes e Os Mutantes. Mais tarde, também passei a acompanhar a nova geração da música psicodélica, como Tame Impala, Temples e Boogarins.

Dentro da música eletrônica, uma das minhas maiores referências é a dupla Polo & Pan, inclusive pela maneira como incorporam elementos e samples da música brasileira em suas produções e sets.

Acho que cada fase da minha vida teve artistas, álbuns ou músicas que acabaram se tornando parte das experiências que vivi e influenciando minha forma de criar. Algo que também me inspira muito é toda a estética nostálgica e noturna. Gosto de tudo que remete à noite, estradas, luzes, algo lúdico e cinematográfico.

Estou sempre sendo influenciado por alguma coisa. Ultimamente, por exemplo, tenho ouvido bastante Pixel Grip e Sextile, e já consigo perceber essas referências aparecendo nas minhas produções mais recentes.

5. Como você definiria sua identidade sonora atual e o que considera essencial no seu processo criativo?
Eu definiria minha identidade sonora como noturna, nostálgica e profundamente emocional. Quase tudo o que crio nasce da tentativa de traduzir algum sentimento.

Gosto muito de trabalhar com sintetizadores, distorções, delays, reverbs e flangers, elementos que inevitavelmente me conectam às minhas influências psicodélicas. Também gosto de batidas marcantes e de criar progressões que conduzam o ouvinte até um momento de clímax.

Nos meus sets, procuro sempre construir uma narrativa, misturando diferentes gêneros e criando momentos de euforia, calmaria, tensão e contemplação. Mais do que tocar músicas, gosto de contar histórias através delas.

6. O que te levou a criar o medley psicodélico com artistas brasileiros dos anos 60 e 70 e como foi o processo de escolha das faixas?
A música psicodélica brasileira teve um papel muito importante na minha adolescência. Eu e alguns amigos passávamos horas trocando descobertas de bandas, raridades, filmes e discos esquecidos.

 Algumas coletâneas escondidas me apresentaram diferentes artistas e músicas, como Lindo Sonho Delirante do Fábio. Lembro também de ter descoberto o álbum Krishnanda, do Pedro Santos (Pedro Sorongo), através de uma revista na escola, e aquilo me marcou profundamente. Descobrir raridades brasileiras era quase uma aventura.

Mesmo trabalhando hoje principalmente com música eletrônica, sempre volto aos clássicos que ajudaram a construir a minha identidade artística. Foi justamente isso que me levou a criar esse medley. Eu queria montar uma coletânea que eu mesmo adoraria encontrar caso estivesse pesquisando sobre psicodelia brasileira, reunindo principalmente alguns dos meus clássicos preferidos.

7. Você pretende explorar outros gêneros brasileiros em futuros sets ou medleys?
Com certeza. O samba-rock, por exemplo, esteve muito presente nessa fase de descobertas da música brasileira e continua sendo uma das minhas trilhas sonoras favoritas para os domingos (risos).
Inclusive, tenho vontade de criar um set exatamente com essa proposta: raridades brasileiras para ouvir numa tarde de domingo.

Também gosto bastante do tecnobrega, que considero algo extremamente experimental e criativo. Acho que existem muitos artistas brasileiros produzindo coisas incríveis atualmente, e quero explorar cada vez mais essa riqueza nos meus projetos.

8. Como enxerga o papel da música brasileira dentro da cena eletrônica atual e o potencial de fusões entre esses universos?
A música brasileira sempre esteve muito presente na cena eletrônica, seja através de samples, vocais, ritmos ou até mesmo na estética de muitos artistas. Acredito que ela seja um acervo praticamente infinito de referências e possibilidades criativas.

O grande potencial dessa fusão está justamente na capacidade de criar algo novo sem perder a conexão com as nossas raízes. O Brasil possui uma diversidade musical gigantesca, e quando esses elementos dialogam com a música eletrônica surgem sonoridades muito únicas, capazes de atravessar fronteiras e apresentar a nossa cultura para diferentes públicos ao redor do mundo.

9. Quais são seus próximos passos como artista?
Recentemente eu estava produzindo e me aventurando em batidas drum n bass. Agora estou muito envolvido com sonoridades como electro rock, electroclash, disco dance e garage. Pretendo lançar em breve uma faixa mais voltada para esse universo, com batidas e graves mais agressivos, além de vocais distorcidos.

Também estou experimentando gravar diferentes tipos de voz para trazer ainda mais personalidade e sentimento às minhas produções.

Além disso, quero criar um set reunindo raridades psicodélicas de diferentes países, algo pensado para ser ouvido no fim de uma tarde de domingo, acompanhado de uma boa taça de vinho.

10. Qual foi o momento que você considera a melhor apresentação da sua vida?
Acho que toda vez que crio algo novo ou me apresento para alguém, sinto que aquela é a melhor apresentação da minha vida (risos). Gosto de viver cada experiência como algo único. Talvez seja justamente essa sensação de descoberta constante que me faz continuar criando.



Veja a seguir o vídeo completo de Tip Joe remixando a psicodelia brasileira: