ÚLTIMAS NOTÍCIAS
Carregando manchetes...

domingo, 12 de julho de 2026

🪩 Rock na Calçada toma a Rua da Moeda e celebra o Dia Internacional do Rock no Recife


🎸 O Festival Rock na Calçada, referência da cena independente recifense, volta a ocupar a Rua da Moeda nesta segunda-feira (13), celebrando o Dia Internacional do Rock com uma edição especial que promete estremecer o Recife Antigo. A partir das 18h, o público terá acesso gratuito a uma programação que reúne quatro bandas da nova geração do rock local, reforçando o espírito de resistência que marca o evento desde sua criação em 2015.

🎤 A iniciativa, coordenada por Du Lopes, reafirma o propósito de dar voz à música autoral pernambucana e manter viva a cultura alternativa no estado. Para ele, o festival é mais que um encontro musical: é uma manifestação coletiva que reivindica o espaço público como palco de criação, liberdade e expressão. A Rua da Moeda, símbolo da boemia recifense, segue como território fértil para essa renovação.


👕 Além dos shows, esta edição traz uma camiseta exclusiva de colecionador, ilustrada por Cristiano Soarez, destacando a força da mulher latino-americana. As peças estarão à venda no local, acompanhadas de uma dinâmica interativa com brindes especiais para o público. A proposta reforça o compromisso do festival em valorizar artistas e criadores da cena local.

🔥 A programação reúne as bandas Salvea, Saga HC, Kramulhão e United for Distortion, cada uma trazendo sua identidade sonora para compor uma noite dedicada ao rock independente. O festival, que nasceu para difundir a música autoral do Nordeste e reverenciar nomes do rock nacional e internacional, segue firme com apoio institucional da Prefeitura do Recife e parceiros da iniciativa privada.

🎶 Para quem busca acompanhar novidades da cena, o Rock na Calçada mantém presença ativa nas redes sociais, fortalecendo a conexão com o público e ampliando o alcance da produção local. A edição de 2026 promete reafirmar o festival como um dos principais pontos de encontro do underground recifense, celebrando o rock como linguagem de resistência e pertencimento.

📸 Fotos: Divulgação 

SERVIÇO
Festival Rock na Calçada 2026  
📅 Segunda (13/07), às 18h  
📍 Rua da Moeda, Bairro do Recife – Recife-PE  
💸 Gratuito  
🔗 Mais informações: linktr.ee/rocknacalcada | @rocknacalcada  

Programação:  
18h30 — Salvea  
19h30 — Saga HC  
20h30 — Kramulhão  
21h30 — United for Distortion

😎 Tela demais, visão de menos: especialistas alertam para riscos no Dia da Saúde Ocular


📱 No Dia da Saúde Ocular, celebrado ontem, 10 de julho, cresce o alerta sobre um hábito cada vez mais comum: o uso excessivo de telas. Celulares, computadores e tablets já influenciam diretamente o aumento dos casos de miopia, fadiga visual e olhos secos. Segundo a OMS, até 2050 metade da população mundial poderá ser míope, cenário que reforça a preocupação de oftalmologistas e entidades de saúde. Estudos mostram que cada hora extra diária diante das telas eleva em 21% o risco de desenvolver miopia, tendência já observada no Brasil, onde diagnósticos em crianças e adolescentes aumentaram mais de 35% na última década.

👁️ Além da miopia, o uso prolongado de dispositivos eletrônicos está associado a sintomas como ardência, vermelhidão, coceira e sensação de areia nos olhos. A Fiocruz destaca que, durante o uso de telas, a frequência do piscar diminui, reduzindo a lubrificação natural ocular. O oftalmologista Herminio Bezerra Resende Filho, da Clínica SiM, explica que o estilo de vida atual — marcado por longos períodos em ambientes fechados e foco constante em telas próximas — favorece a sobrecarga visual. Isso resulta em dor de cabeça, dificuldade de foco e desconforto persistente após horas de exposição.

🌞 Outro ponto crítico é a redução da exposição à luz natural, que desempenha papel protetor no desenvolvimento ocular. Pesquisas mostram que a luz solar ajuda a controlar o crescimento do globo ocular, reduzindo o risco de progressão da miopia. O especialista reforça que hábitos simples podem fazer diferença: incentivar atividades ao ar livre, respeitar limites de tempo de tela e realizar pausas frequentes são medidas essenciais. Consultas periódicas ao oftalmologista também permitem identificar alterações precocemente e iniciar tratamentos adequados.

⏱️ Para minimizar os impactos do uso excessivo das telas, o Ministério da Saúde recomenda limites diários conforme a idade: até uma hora por dia para crianças de 2 a 5 anos, duas horas para crianças de 6 a 10 anos e até três horas para adolescentes entre 11 e 17 anos. Outra orientação importante é a regra 20-20-20: a cada 20 minutos de uso, olhar por 20 segundos para um ponto distante cerca de seis metros. Estudos publicados na Revista Brasileira de Oftalmologia revelam que mais de 75% dos participantes utilizam telas por mais de cinco horas diárias, relatando sintomas como olhos vermelhos, secos e visão turva.

💡 No Dia da Saúde Ocular, especialistas reforçam que a tecnologia pode — e deve — fazer parte da rotina, mas com equilíbrio. A adoção de hábitos saudáveis e o acompanhamento oftalmológico regular são fundamentais para preservar a visão e evitar problemas que podem acompanhar o paciente por toda a vida. Cuidar dos olhos é investir em qualidade de vida, bem-estar e saúde a longo prazo.

*Serviço*  
Para mais informações sobre a Clínica SiM e seus serviços, acesse o site www.clinicasim.com ou entre em contato pelo telefone 0800 357 6060.

#VcNoBlog Profª Ynah Nascimento

 


O que muda quando uma mulher de 40 anos aprende a ECOAR

Ynah de Souza Nascimento

Estamos tão acostumados ao cotidiano ato de ler que é raro parar um pouco para refletir na complexidade desse ato e nas portas que se abrem para um leitor ou leitora que não se limita à superficialidade da leitura nesse mundo digitalizado em que estamos vivendo.

Essa superficialidade tem forma reconhecível. É o texto percorrido em diagonal, a busca pelo resumo antes do conteúdo, a leitura interrompida a cada notificação, o hábito de escanear frases em vez de atravessá-las. Estudos de neurociência da leitura já mostram que esse padrão de consumo rápido tende a fortalecer circuitos de leitura superficial no cérebro, em detrimento dos circuitos ligados à leitura profunda, aqueles responsáveis por inferência, empatia narrativa e pensamento crítico. Não é só uma questão de gosto literário. É uma questão de que tipo de rede neural está sendo exercitada e qual está sendo deixada de lado. O que tudo isso pode prejudicar, ou facilitar, para quem deseja construir uma vida mais plena?

Depois dos 40, a maioria das mulheres já leu centenas de livros. Livros de faculdade, livros para ajudar o filho na escola, livros de desenvolvimento pessoal empilhados na cabeceira, livros abandonados no capítulo três porque a vida não deu tempo de terminar. O que quase mulher alguma aprendeu a fazer foi uma leitura que funcione como espelho de autoconhecimento.

Essa é a distinção que sustenta o LeiturAção, metodologia que venho desenvolvendo há anos como professora de Letras e pesquisadora em Educação. A leitura, na maior parte da vida adulta, funciona como consumo de conteúdo. Ler pra saber, pra render um assunto, pra terminar antes de dormir. O que o LeiturAção propõe é uma virada nessa relação: um livro ou um filme deixa de ser só narrativa externa e passa a funcionar como dispositivo capaz de revelar padrões, feridas e desejos que a rotina não dá espaço pra encarar.

Por que os 40 são um ponto de virada

Aos 40 e poucos, boa parte das mulheres carrega duas décadas de decisões tomadas em função de outras pessoas. Filhos, carreira, casa, cuidado com os pais que envelhecem. É uma fase em que a pergunta "quem eu escolhi ser" começa a concorrer com a pergunta "quem eu fui obrigada a ser pra dar conta de tudo". Essa fricção não costuma vir com um manual. Vem, na maioria das vezes, em silêncio, dentro de uma rotina que não para pra deixar a pergunta terminar de se formar.

A leitura sistêmica entra exatamente nessa brecha. Não como fuga, não como mais uma tarefa de autodesenvolvimento para empilhar sobre as outras. Como método estruturado de escuta de si, usando histórias que já existem no mundo como espelho para história que está sendo vivida.

O protocolo ECOAR

Dentro do LeiturAção, o processo de leitura sistêmica de livros e filmes segue um protocolo de cinco etapas, o ECOAR: Espelho, Conexão, Origem, Acolhimento e Realização.

Espelho. A primeira etapa pede que a leitora identifique, dentro da obra, o personagem, a cena ou o conflito que mais provoca reação nela. Não o que ela acha mais bonito ou mais bem escrito. O que incomoda, o que emociona sem explicação clara, o que ela releu duas vezes sem saber por quê. Esse ponto de reação é o espelho.

Conexão. Depois de identificado o espelho, a etapa seguinte é nomear a conexão entre esse elemento da narrativa e um episódio real da própria vida. Toda reação forte a uma obra carrega um encontro escondido com uma experiência pessoal, muitas vezes uma que a pessoa nunca tinha associado àquele livro ou filme antes.

Origem. Aqui a leitora nomeia, com clareza, a raiz do padrão que essa conexão revela. Um medo recorrente, uma forma de se relacionar, uma crença sobre o próprio valor. É o momento em que a leitura para de ser sobre o livro e passa a ser sobre quem está lendo.

Acolhimento. Nomeada a origem, essa etapa propõe uma conversa entre a leitora de hoje e a versão dela que viveu aquele episódio pela primeira vez. Muitas vezes é literal, por escrito, como uma carta. É a etapa que costuma gerar mais emoção dentro do processo, porque coloca lado a lado quem a pessoa era e quem ela é agora, sem julgamento, só acolhimento. O acolhimento também acontece de forma coletiva, nos encontros em que as participantes da mentoria compartilham entre si as leituras realizadas, e a escuta de uma história alheia devolve, muitas vezes, um pedaço da própria.

Realização. O protocolo se encerra com uma decisão prática, pequena e concreta, que nasce direto da clareza gerada nas etapas anteriores. Não é uma meta genérica de "mudar de vida". É um gesto específico, do tamanho da vida real de quem está fazendo o processo.

O que muda, na prática

Mulheres que passam pelo ECOAR de forma consistente relatam uma mudança que não é sobre ler mais livros. É sobre lembrar como ouvir a própria voz por trás do barulho de décadas cuidando de tudo e de todos. Uma cena de filme vira ponto de partida pra uma conversa que estava engasgada há anos. Um personagem secundário de um romance revela um padrão de relação que se repete desde a adolescência. A leitura deixa de ser só hábito cultural e passa a ser ferramenta de trabalho interno, com estrutura e método, não só intenção.

Não é sobre encontrar respostas prontas dentro dos livros. É sobre desenvolver a capacidade de fazer as perguntas certas usando a literatura e o cinema como espelho, num momento da vida em que essas perguntas já não podem mais esperar.

Professora Ynah é licenciada em Letras pela UFRJ, professora da UFPE e doutora em Educação. É idealizadora da metodologia LeiturAção e do protocolo ECOAR de leitura sistêmica de livros e filmes. Autora do livro “LeiturAção: crenças limitantes superadas, vidas transformadas (https://link.amazon/B05uVEtKr). Criadora do evento presencial chamado Café Letrado, que aplica o protocolo ECOAR em filmes. Acompanhe o trabalho no Instagram @professoraynah. Mais detalhes em www.leituracao.com.br e no canal do YouTube @professoraynah.

🟣 Ovacionada em SP, Priscila Senna transforma participação surpresa em noite histórica


🎤 Priscila Senna viveu um dos momentos mais marcantes de sua carreira ao surgir de surpresa no primeiro show da turnê de despedida de Liniker, no Nubank Parque, em São Paulo. Diante de mais de 40 mil pessoas, as artistas dividiram o palco em “Pote de Ouro”, faixa do álbum Caju, indicado ao Grammy Latino. A música, que também concorreu ao Prêmio Multishow e teve videoclipe premiado, levou o público ao delírio e rendeu à pernambucana uma longa e calorosa ovação.

✨ Para a apresentação, Priscila escolheu um figurino de látex assinado por Cece Hsmali, estilista que veste nomes como Deborah Secco e Bruna Biancardi. A participação especial acontece em meio ao auge da carreira da cantora, que recentemente esgotou três shows em São Paulo. Em intensa turnê pelo Sudeste, Norte e Nordeste, ela consolida sua projeção nacional e amplia o alcance de seu trabalho.

🔥 A artista também acaba de se tornar a primeira cantora de brega a se apresentar em um estádio na capital paulista, além de realizar shows nas três regiões do país em um único mês. O feito reforça a força de Priscila no cenário musical brasileiro e evidencia o impacto crescente de sua presença nos palcos. A noite em São Paulo, marcada pela emoção e pela surpresa, já entra para a lista dos momentos históricos da artista.

📸 Foto: Divulgação 

#SendoProsperidade com Mariângela Borba

O passado não entra em campo

Por Mariângela Borba

Quando terminou a partida entre Brasil e Noruega, era natural que as conversas se concentrassem no placar.

Uns procuraram culpados.

Outros apontaram erros individuais.

Houve quem responsabilizasse o treinador.

Houve quem elegesse um jogador como símbolo da derrota.

É uma reação humana.

Quando algo nos frustra, nosso cérebro tenta encontrar uma explicação simples para acontecimentos que, quase sempre, são muito mais complexos.

Mas talvez a pergunta mais importante fosse outra:

O que uma derrota como essa revela sobre nós?

Durante semanas alimentamos o sonho do hexa.

No entanto, a eliminação trouxe uma lição que vai muito além do futebol.

Nenhuma conquista passada garante o resultado de amanhã.

O Brasil construiu uma das histórias mais vitoriosas do futebol mundial.

Mas história, por si só, não entra em campo.

Prestígio não marca gols.

Camisa pesa.

Mas não decide partidas.

Talvez seja exatamente aí que more uma das maiores armadilhas da vida.

Quantas vezes continuamos acreditando que aquilo que conquistamos ontem será suficiente para sustentar o amanhã?

Carreira não se faz em um único grande momento.

Constrói-se todos os dias.

Relacionamentos também.

Credibilidade também.

Excelência também.

Aristóteles já dizia:

"Somos aquilo que repetidamente fazemos. A excelência, portanto, não é um feito, mas um hábito."

Os resultados que aparecem hoje são consequência dos hábitos que repetimos quando ninguém está olhando.

Excelência não nasce do improviso.

Nasce da repetição.

Do treino.

Da constância.

Da disciplina silenciosa.

Há quem diga que grandes resultados exigem grandes renúncias.

Independentemente de concordarmos integralmente com essa ideia, a provocação permanece.

Estamos vivendo a disciplina que cobramos dos outros?

Enquanto criticamos a falta de preparo alheia...

Como está o nosso preparo?

Enquanto cobramos comprometimento...

Estamos honrando a palavra que damos?

Enquanto apontamos a falta de foco...

Quanto tempo desperdiçamos diariamente em distrações que pouco acrescentam à nossa vida — como permanecer rolando infinitamente as redes sociais ("scrollando"), na expectativa de que o próximo conteúdo finalmente traga aquilo que estamos procurando?

Freud talvez dissesse que nem sempre percebemos como racionalizamos nossos fracassos.

É mais confortável localizar a culpa fora de nós do que reconhecer aquilo que precisa ser transformado em nosso próprio modo de viver.

Jung lembraria que a sombra nunca habita apenas o outro.

Ela também aparece quando projetamos, sobre alguém, aquilo que ainda resistimos em reconhecer em nós mesmos.

Talvez por isso derrotas despertem julgamentos tão rápidos.

Quando o Brasil perdeu, muitos buscaram imediatamente um culpado.

Mas vitórias e fracassos raramente pertencem a apenas uma pessoa.

São consequência de processos.

Processos de formação.

Processos de liderança.

Processos de cultura.

Processos de escolhas.

Talvez o problema também não esteja apenas dentro das quatro linhas.

Raymundo Faoro, em Os Donos do Poder, descreveu o estamento burocrático como uma elite dirigente que se perpetua no comando, frequentemente mais preocupada em conservar o próprio poder do que em promover renovação.

Guardadas as devidas proporções, essa reflexão nos convida a olhar para além do futebol.

Quantas instituições permanecem prisioneiras das próprias estruturas, confundindo permanência com competência?

Hannah Arendt lembrava que cada geração recebe um mundo antigo, mas é responsável por renová-lo.

Conservar não significa repetir.

Significa manter vivo aquilo que continua fazendo sentido.

Nenhuma instituição permanece viva apenas por aquilo que realizou no passado.

O mesmo vale para pessoas.

O mesmo vale para nós.

Nietzsche dizia que tornar-se quem se é exige uma permanente disposição para a superação.

Talvez seja justamente isso que a derrota oferece.

Ela interrompe a ilusão.

Rompe a acomodação.

Obriga-nos a abandonar a nostalgia.

E devolve a pergunta que realmente importa:

O que faremos daqui para frente?

Minha avó, ufanista como poucas, costumava torcer contra a Seleção.

Foi com ela que aprendi, além do patriotismo, o Hino Nacional, o Hino à Bandeira, o Hino da Independência, o Cisne Branco...

Quando eu perguntava por quê, respondia com uma serenidade desconcertante:

"Ganhando ou perdendo, o Brasil continua sendo Brasil."

Na infância, eu entendia a frase.

Hoje compreendo a profundidade dela.

Psicóloga e educadora extraordinária, ela não falava apenas de futebol.

Falava da vida.

Nenhuma vitória resolve todos os nossos problemas.

Nenhuma derrota explica quem somos.

Talvez a maior derrota não seja perder uma Copa do Mundo.

Talvez seja acreditar que conquistas antigas bastam para sustentar o futuro.

Porque legado não vive de lembranças.

Ele precisa ser renovado.

Todos os dias.

A vida não pergunta quantas estrelas já carregamos no peito.

Ela pergunta, silenciosamente,

o que estamos construindo hoje para que o amanhã tenha, de fato, algo a celebrar.

Jornalista (DRT-PE 4095), especialista em Cultura Pernambucana, produtora cultural, pesquisadora da palavra como território de poder e autora da coluna #SendoProsperidade🌻


 

📣 Arraiá da ACIAT anima Tamandaré e leva clima junino às férias de julho


🎶 Ontem (11), a Vila Padre Arlindo, em Tamandaré, virou cenário de pura celebração com o Arraiá da ACIAT, reunindo moradores e turistas em uma tarde marcada por cultura, música e sabores típicos. O evento gratuito, promovido pela ACIAT, manteve vivo o espírito das festas juninas mesmo em pleno mês de julho, período em que o município recebe grande fluxo de visitantes por conta das férias escolares.

🌽 Com música ao vivo, comidas tradicionais e um ambiente preparado para todas as idades, o arraiá reforçou o acolhimento característico de Tamandaré, que já é conhecido por suas praias e pela hospitalidade de seu povo. Famílias inteiras aproveitaram a programação, transformando a tarde em um momento de convivência e celebração das tradições nordestinas.

🪗 A iniciativa também movimentou o comércio local, fortalecendo empreendedores e artesãos que participaram da festa. A presença de turistas ajudou a ampliar o alcance do evento, consolidando o Arraiá da ACIAT como uma opção de lazer que une cultura e economia em benefício da comunidade. O clima festivo tomou conta da vila, com bandeirolas, cores vibrantes e muita animação.

🌟 Realizado em pleno sábado de férias, o arraiá mostrou que Tamandaré sabe receber e celebrar. Entre risadas, danças e sabores típicos, o público viveu uma tarde especial que reforçou o sentimento de pertencimento e valorização das raízes culturais da região. A festa deixou um gostinho de quero mais e já cria expectativa para as próximas edições.

🎤🎶 O Poder do Belting na Voz de Joyce Alane


🎶 A cantora Joyce Alane, grande expoente da música brasileira, encanta o público com sua técnica vocal impecável. Recentemente, a artista teve seu talento analisado em um vídeo, que destacou a potência e o controle da cantora ao executar o belting. A técnica, muito presente na música pop internacional, ganha contornos e beleza singulares através de Joyce.

🗣️ O belting é uma técnica de canto que consiste em utilizar um registro de peito para atingir notas agudas com maior volume e intensidade, mantendo um som potente e brilhante. Diferente do canto lírico, essa abordagem busca um timbre mais próximo à fala, criando uma sonoridade impactante e expressiva. O segredo da prática está na manipulação inteligente dos espaços no trato vocal, garantindo a saúde da voz.

🎤 O belting na voz de Joyce Alane revela um controle preciso dos espaços dentro do trato vocal, permitindo que a artista projete uma sensação de profundidade sonora. Em momentos específicos de suas interpretações, como ao sustentar certas notas, a cantora utiliza vogais e sílabas que emitem um som mais fechado. Esse manejo técnico gera uma impressão de grande volume, garantindo segurança.

🎥 A análise técnica do desempenho de Joyce Alane foi conduzida pela criadora de conteúdo Camila Zaponi, que detalhou como a cantora utiliza a técnica para explorar a ressonância e garantir potência vocal. Com um olhar atento, Zaponi evidenciou a precisão na configuração do trato vocal de Joyce e como a escolha de certas vogais contribui para o resultado artístico final.

📸 Foto: Reprodução Instagram Camila Zaponi
 

⚽ Gigantes em Cena: Semifinais reúnem apenas Campeões Mundiais na reta final


🇫🇷🇪🇸 França, Espanha, Inglaterra e Argentina garantiram vaga nas semifinais da Copa do Mundo, formando um dos quadrantes mais prestigiados das últimas décadas. As classificações vieram após partidas eletrizantes, com prorrogações que mantiveram torcedores em suspense até o fim. Pela primeira vez desde 1990, todas as seleções semifinalistas já levantaram a taça, reforçando o peso histórico desta edição. O formato ampliado para 48 equipes, defendido pela FIFA, mostrou eficiência ao levar as quatro melhores do ranking até esta fase. Agora, o mundo volta sua atenção para os confrontos decisivos.

🏴󠁧󠁢󠁥󠁮󠁧󠁿🇦🇷 Inglaterra x Argentina duelam na quarta-feira, 15 de julho, reacendendo uma das rivalidades mais emblemáticas do futebol. Os argentinos chegam embalados pela classificação dramática, enquanto os ingleses exibem solidez defensiva e controle de jogo. O encontro carrega memórias históricas e promete ser um dos mais assistidos desta edição. A expectativa é de um confronto intenso, com estilos contrastantes e muita emoção do início ao fim. O vencedor segue para a finalíssima, onde poderá escrever novo capítulo na história do esporte.

📸 Foto: Imagem IA

📅 Informações de Serviço  
• Semifinal 1: França x Espanha — terça-feira, 14 de julho  
• Semifinal 2: Inglaterra x Argentina — quarta-feira, 15 de julho  
• Final da Copa do Mundo — domingo, 19 de julho

sábado, 11 de julho de 2026

🎬 A Arte de Camaleão: O Processo, o Sucesso no streaming e os desafios de Edvan Lima


 🎬 Para o ator e preparador de elenco Edvan Lima, a construção de cada personagem começa do lado de fora, a partir de uma imersão profunda em pesquisas, roteiros, músicas, observações cotidianas e referências muito específicas. Na construção de Baraúna, na aclamada série “Cangaço Novo”, foi necessário investigar a fundo o cotidiano de criminosos paraibanos, facções e pessoas privadas de liberdade, buscando compreender a hierarquia e o vocabulário das ruas. Essa preparação meticulosa visa estabelecer uma conexão simbiótica com as próprias experiências, medos e traumas do artista antes de colocar o papel no corpo. O objetivo principal nas telas é transcender a mera representação e alcançar a total disponibilidade para viver a verdade no momento em que se ouve o comando de ação no set.

💥 A participação em “Cangaço Novo” representou um divisor de águas na carreira de Edvan, consolidando a confiança profissional após um rigoroso processo seletivo e ampliando a projeção internacional através do Prime Video. O reconhecimento do público veio por meio de mensagens de diversos estados e países, com destaque para o elogio de conhecidos de longa data que não o reconheceram em cena devido à transformação. A vivência e a troca de experiências com outros atores nos bastidores também trouxeram grande aprendizado e amadurecimento técnico para explorar papéis desafiadores. Um dos trabalhos mais complexos até hoje foi no curta “Serena Perfeição”, interpretando o personagem Júnior, que exigia três estados corporais e psicológicos totalmente distintos na narrativa.

🎯 A vasta experiência como preparador de elenco trouxe uma habilidade fundamental para a atuação: a capacidade de analisar as cenas com um distanciamento técnico e uma visão externa apurada. Essa dupla perspectiva enriquece o trabalho coletivo diante das câmeras, aprimorando a escuta mútua, a percepção do espaço e o respeito à composição artística dos colegas em cena. Em seus grupos de estudo e treinamentos, Edvan Lima defende que a formação do ator deve ser contínua e focada em criar espaços de prática e experimentação prática constantes. O domínio das diferentes linguagens do audiovisual, desde o cinema até as redes sociais, é visto como um caminho indispensável para transformar a técnica rígida em pura organicidade.

✍️ Ao transitar entre a atuação, a direção e a escrita, Lima expande seu controle criativo para pensar na experiência completa do espectador, manipulando silêncios, enquadramentos e iluminação. Na dramaturgia, busca visualizar o comportamento, o clima e a atmosfera das cenas, sempre perseguindo o objetivo de fazer o público se sentir totalmente imerso no universo narrativo apresentado. Para o futuro, o foco está em consolidar o mercado audiovisual do Nordeste de forma sustentável, reduzindo a dependência de editais externos e incentivando realizadores locais a contarem suas próprias histórias. Entre os desejos de carreira, destacam-se a vontade de interpretar personagens gêmeos na mesma produção e a experiência na rotina intensa de novelas.

📸 Fotos: Ryan Galvão


Quando você inicia a criação de um personagem, qual é o primeiro ponto de ancoragem que busca — corpo, memória, ritmo, conflito? E qual personagem já exigiu a maior reinvenção do seu processo?

Eu costumo começar pela leitura do roteiro, tentando entender quem é aquele personagem dentro daquele universo. A partir daí, procuro os caminhos de pesquisa que podem me aproximar dele. Esse processo não segue uma regra fixa: algumas construções surgem por meio da música, outros a partir de vídeos, leituras, observação de pessoas ou referências muito específicas. Na construção de Baraúna, em “Cangaço Novo”, por exemplo, pesquisei criminosos paraibanos, facções, o cotidiano de pessoas privadas de liberdade e questões ligadas a poder, hierarquia e vocabulário. Eu precisava entender como aquele homem se organizava no mundo antes de tentar colocá-lo no corpo. Para mim, o personagem começa do lado de fora, por meio da pesquisa e da observação, mas precisa encontrar algo dentro de mim. Ele se conecta ao meu repertório, às minhas experiências, aos meus medos, traumas e frustrações. É quase uma simbiose: eu preciso dele e ele precisa de mim. "Não quero apenas representar um personagem. Quando escuto “ação”, preciso estar completamente disponível para viver aquele momento." O personagem mais desafiador que compor até hoje foi Júnior, do curta-metragem “Serena Perfeição”. Embora aparecesse em poucos momentos da narrativa, cada um exigia um estado completamente diferente, quase como se eu interpretasse três personagens. Em um desses momentos, ele já não tinha vida e se transformava em um boneco. Encontrar corporalidades distintas para o mesmo personagem, sem perder a ligação entre elas, tornou esse trabalho especialmente complexo.

Depois de Cangaço Novo, o que mudou na sua percepção sobre escala de produção, responsabilidade artística e impacto cultural do seu trabalho?

“Cangaço Novo” mudou minha carreira em dois sentidos. O primeiro foi a confiança. Ser escolhido para um projeto dessa dimensão, depois de um processo seletivo criterioso e de diferentes etapas de teste, faz você entender que uma equipe experiente enxergou naquele trabalho exatamente o que procurava para aquele personagem. Isso fortalece a confiança no próprio processo. O segundo foi a dimensão que o trabalho ganhou. Uma produção lançada em uma plataforma como o Prime Video faz o personagem chegar a lugares que eu dificilmente alcançaria em outros formatos. Passei a receber mensagens de pessoas de diferentes estados e até de outros países comentando sobre o Baraúna. O mais curioso é quando pessoas que me conhecem há muitos anos dizem que não me reconheceram em cena. Para um ator, esse talvez seja um dos maiores elogios. Também aprendi muito observando outros atores. Cada um encontra um caminho diferente para chegar ao personagem, e perceber isso acabou ampliando minha forma de trabalhar. No fim, “Cangaço Novo” foi uma experiência que contribuiu muito para o meu crescimento como ator e me deu ainda mais segurança para seguir explorando personagens cada vez mais desafiadores.

Como sua experiência como preparador de elenco molda sua presença diante da câmera? Há algo que você só compreendeu sobre atuação depois de preparar outros atores?

A preparação de elenco me deu uma coisa que hoje considero fundamental: a capacidade de olhar a cena também do lado de fora. Quando estou preparando um ator, não observo apenas a construção do papel, mas a relação dele com a cena, com os outros atores, com a câmera e com a história que está sendo contada. Quando volto para o lugar de actor, levo esse olhar comigo. Consigo perceber melhor o espaço, entender o que a cena precisa e propor caminhos sem perder a disponibilidade para ouvir a direção. Isso me deixa mais consciente tecnicamente, mas, principalmente, mais disponível para o trabalho coletivo. Também acredito que preparar atores ampliou minha escuta. Sempre enxerguei a atuação como um campo de possibilidades, e esse trabalho reforçou ainda mais essa visão. Como ator, gosto de propor, de buscar caminhos que sejam fiéis à história, mas que tragam surpresa, verdade e naturalidade. Ao mesmo tempo, tenho muito cuidado para que essas propostas não interferiram no trabalho do outro, respeitando a composição do colega em cena e contribuindo para que todos possam construir juntos. Como preparador, estimulo exatamente isso: que os atores compreendam as marcações e a estrutura da cena, mas que possam fluir com organicidade, criando momentos que pareçam únicos, como se estivessem acontecendo pela primeira vez. Conviver com essas diferentes formas de construção só fortaleceu o meu próprio trabalho diante das câmeras.

Nos grupos de estudo e treinamento que você conduz, o que percebe como lacuna mais urgente na formação de atores do Nordeste hoje?

Acho que hoje a maior necessidade não é apenas formar atores, mas criar espaços permanentes de prática. Atuar é um ofício que se desenvolve fazendo. Não basta conhecer técnicas; é preciso experimentar, errar, ajustar e voltar para a cena. Também acredito que precisamos compreender melhor as diferentes linguagens do audiovisual. A atuação para cinema, para streaming, para televisão, para publicidade e até para as redes sociais não funciona exatamente da mesma maneira. Cada formato tem seu ritmo, sua medida e sua forma de comunicar. Quanto mais o ator entende essas diferenças, mais preparado ele está para transitar entre elas. É justamente por isso que conduzo grupos de estudo e treinamento de cena. A ideia é criar um ambiente onde seja possível experimentar, desenvolver repertório e transformar técnica em organicidade. Para mim, a técnica nunca é o objetivo final; ela é o caminho para que a atuação aconteça com verdade. A formação do ator não termina quando ele conclui um curso. Ela precisa ser permanente. É essa continuidade que dá segurança para chegar ao set disposto a criar, ouvir a direção e responder às necessidades de cada projeto.

Quando você dirige ou escreve, o que busca provocar no público que talvez não consiga apenas atuando? Há uma camada de discurso que só emerge quando você assume essas funções?

Quando estou atuando, minha responsabilidade é contar bem a história a partir de um personagem. Já quando dirijo ou escrevo, consigo pensar na experiência completa de quem está assistindo. Posso conduzir o olhar do espectador, decidir o que ele vê, o que ele descobre, o tempo de cada silêncio e até a forma como determinada emoção chega até ele. Gosto muito desse pensamento porque acredito que nenhuma escolha em cena é aleatória. O enquadramento, a luz, o ritmo, o silêncio, o movimento dos atores e até a ocupação do espaço ajudam a contar a história. Meu interesse está justamente em pensar como todos esses elementos podem trabalhar juntos para provocar uma experiência. Quando escrevo, também costumo visualizar muito do que estou criando. Não escrevo apenas os diálogos; gosto de imaginar o comportamento da cena, o clima e, em alguns momentos, até sugerir possibilidades para a direção. Não vejo isso como uma forma de limitar quem vai dirigir, mas de compartilhar a imagem que surgiu enquanto aquela história era escrita. No fundo, seja atuando, dirigindo ou escrevendo, continuo perseguindo a mesma coisa: fazer com que o público não apenas assista a uma história, mas sinta que esteve dentro dela.

Qual marca estética, ética ou sensível você acredita carregar como artista — aquela que deseja que o público reconheça imediatamente nos seus trabalhos?

Espero que o público não enxergue apenas um personagem, mas uma pessoa. Gosto quando alguém termina um trabalho e esquece que existe um ator interpretando aquela história. Para mim, esse é um dos maiores elogios que posso receber. Busco construir personagens que pareçam possíveis, que tenham contradições, fragilidades e humanidade. Quanto mais verdadeiro aquele universo parecer para quem está assistindo, maior a sensação de que a história poderia acontecer na vida real. É essa sensação de autenticidade que procuro levar para cada trabalho.

Como você enxerga o momento atual do audiovisual nordestino e quais são os próximos degraus que ainda precisamos subir para consolidar esse movimento?

Acredito que o audiovisual nordestino vive um momento muito importante de reconhecimento, mas o próximo passo é consolidar esse crescimento como mercado. Temos profissionais extremamente qualificados, mas ainda dependemos muito de editais e de produções que chegam de outras regiões. Gostaria de ver cada vez mais produtoras nordestinas desenvolvendo seus próprios projetos, criando modelos sustentáveis de produção e pensando também no audiovisual como um mercado capaz de gerar continuidade para quem vive desse trabalho. Também acredito que precisamos contar mais histórias a partir do nosso próprio olhar. Quem vive esses lugares conhece nuances, sotaques, relações e experiências que dificilmente podem ser reproduzidas de fora. Quanto mais fortalecermos nossos realizadores, mais diversas e verdadeiras serão as histórias que chegam ao público.

Qual foi o bastidor mais inesperado, delicado ou transformador que você viveu em set — aquele que mudou sua forma de trabalhar ou de se relacionar com a equipe?

Um dos bastidores mais marcantes aconteceu durante as gravações de "A Morte da Herança de Galinha". Eu interpretava Diana, uma personagem que usa salto alto, e nunca tinha gravado uma cena inteira nessas condições. Estávamos filmando em um cemitério, caminhando sobre paralelepípedos, enquanto carregávamos outro personagem durante a cena. No meio do percurso, perdi o equilíbrio. Consegui me recuperar quase até o fim da tomada, mas acabei tropeçando pouco antes do corte. Na hora foi um misto de tensão e vontade de rir. Hoje lembro desse momento com muito carinho porque ele mostra que, por trás de toda vivência artística, também existe improviso, adaptação e um pouco de caos, e faz parte do trabalho aprender a seguir em frente mesmo quando as coisas fogem do previsto.

O que muda no seu corpo, na sua escuta e na sua técnica quando você transita do teatro para o audiovisual?

A preparação para um personagem continua sendo praticamente a mesma. O que muda é a forma de comunicar esse personagem. No teatro, o corpo e a voz precisam alcançar uma plateia inteira. Existe uma expansão natural da presença cênica. No audiovisual, acontece o contrário: a câmera se aproxima e passa a perceber detalhes mínimos. Um olhar, uma respiração ou um pequeno silêncio podem comunicar muito mais do que um grande gesto. A intensidade do personagem continua existindo, mas ela precisa ser dosada de outra maneira. No fim das contas, não muda a essência do personagem. Muda apenas a escala em que essa verdade é apresentada ao público.

Que tipo de personagem ou projeto você sente que está pronto para viver agora — algo que ainda não fez, mas que hoje encontra você no momento certo?

Tenho vontade de viver personagens que me coloquem diante de desafios que ainda não experimentei. Não penso tanto no tamanho do papel, mas no tamanho da transformação que ele exige. Um projeto que desperta muita curiosidade em mim seria interpretar dois personagens dentro da mesma obra, como irmãos gêmeos ou figuras completamente distintas. Acho fascinante a possibilidade de construir duas pessoas diferentes dividindo o mesmo universo narrativo. Também tenho vontade de experimentar a rotina intensa de uma novela. Ainda não vivi esse ritmo de gravação por meses seguidos, e acredito que seria uma experiência importante para meu amadurecimento como ator. No fim, continuo aberto ao que cada história pode me ensinar. Mais do que buscar um papel específico, quero seguir encontrando histórias que ampliem meu repertório como ator e como ser humano.

 



🎙️ Voz de Kazuma Kiryu, dublador Takaya Kuroda anuncia mudança de agência aos 61 anos


 

📰 O renomado ator e dublador japonês Takaya Kuroda, amplamente conhecido por dar vida ao lendário protagonista Kazuma Kiryu na franquia de jogos Like a Dragon (antiga Yakuza), anunciou oficialmente sua transferência de agência de talentos. Aos 61 anos, o artista revelou que deixou a empresa Axlone, com a qual colaborava há anos, para integrar o elenco da nova agência HIYUSE (灯唯世).

📱 O anúncio foi feito pelo próprio ator por meio de suas redes sociais. Em comunicado oficial direcionado aos fãs e parceiros de trabalho, Kuroda expressou sua profunda gratidão pela jornada trilhada até aqui: 

"Gostaria de anunciar que eu, Takaya Kuroda, deixei a Axlone no dia 10 de julho e, a partir de hoje, 11 de julho de 2026, passo a fazer parte da nova agência 'HIYUSE'. Expresso meus sinceros agradecimentos a todos que me apoiaram e aos envolvidos. Sob este novo ambiente, pretendo continuar enfrentando cada trabalho com máxima seriedade."

🇧🇷 Para além de seu imenso sucesso no arquipélago japonês e entre a comunidade gamer global, Takaya Kuroda carrega uma conexão muito especial — e por vezes pouco conhecida — com o público sul-americano: ele morou no Brasil durante a sua infância.

🌱 Essa vivência internacional e o contato com a cultura brasileira ajudaram a moldar a personalidade marcante do artista. Kuroda já comentou publicamente em suas redes sobre o carinho que guarda pelo país tropical, gerando sempre grande engajamento entre os fãs brasileiros, que celebram com orgulho o fato de a voz de um dos personagens mais durões e icônicos dos videogames ter raízes em solo brasileiro.

🗣️ Dono de uma voz grave e imponente, Kuroda é facilmente reconhecido por interpretar figuras de forte presença, líderes respeitados ou mentores marcantes. Embora sua assinatura máxima no mundo dos jogos seja o "Dragão de Dojima" (Kazuma Kiryu), sua carreira na dublagem de animações (seiyuu) acumula papéis de destaque no cenário otaku global:

Masamichi Yaga (Jujutsu Kaisen): O imponente diretor da Escola Técnica de Jujutsu de Tóquio e criador dos carismáticos corpos amaldiçoados (como o Panda).

Rei Amayado (Hypnosis Mic): O carismático e misterioso vigarista que atua como o líder da divisão de Osaka, o grupo Dotsuitare Hompo.

Yaiba (GoGo Sentai Boukenger): Atuando também no universo de efeitos visuais live-action (Tokusatsu).

🚀 Com a mudança de agência, Kuroda sinaliza que, mesmo com quatro décadas de estrada na indústria do entretenimento, sua jornada artística está longe de desacelerar.

📷Foto: Sponichi Annex / Divulgação