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terça-feira, 27 de outubro de 2026

🦟 Alerta Vermelho: Crescimento de 31,8% nos Casos de Dengue Acende Sinal de Alerta em Pernambuco


🚨 Pernambuco registrou um aumento alarmante de 31,8% nas notificações de casos suspeitos de dengue entre janeiro e outubro de 2026, somando mais de 52 mil registros e 12.595 confirmações oficiais divulgadas pela Secretaria Estadual de Saúde.

🏡 A proliferação do mosquito Aedes aegypti ganha força não apenas em residências, mas também em condomínios e empresas, onde calhas obstruídas, reservatórios destampados e pequenos recipientes esquecidos em áreas externas tornam-se criadouros perfeitos.

🔬 A bióloga Dalvani Oliveira, diretora da Keyppy Dedetizações, destaca que o combate eficaz exige ir além do inseticida, eliminando os focos de reprodução e transformando a prevenção em uma rotina constante de manutenção e inspeção dos imóveis.

🧽 O Ministério da Saúde reforça que apenas esvaziar os recipientes não basta, sendo fundamental lavar e esfregar rigorosamente as paredes internas para remover ovos aderidos, além de manter caixas d'água e reservatórios devidamente vedados e protegidos.

🤝 A responsabilidade pelo controle da dengue, chikungunya e zika é compartilhada, exigindo que moradores, síndicos e empresários unam forças com os serviços públicos de vigilância para blindar os espaços coletivos contra o vetor.

📸 Foto: Divulgação / SES-PE

ℹ️ Informações de Serviço
 * Órgão Responsável: Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco (SES-PE / Boletim Epidemiológico nº 41)
 * Período Analisado: 4 de janeiro a 17 de outubro de 2026
 * Especialista Consultada: Dalvani Oliveira (Bióloga e Diretora da Keyppy Dedetizações)
 * Principais Cuidados: Limpeza com escovação de recipientes, manutenção de calhas, vedação de reservatórios e eliminação de focos de água parada em residências, condomínios e empresas.

🌸 Movimento Pink Club: Clube 17 une esporte e saúde em manhã dedicada ao Outubro Rosa

📌 O Clube 17, situado no bairro de Casa Forte, veste-se de rosa para abraçar a campanha de conscientização e promover o bem-estar através do esporte nesta quarta-feira, reunindo convidadas para uma programação especial voltada à prevenção do câncer de mama e ao autocuidado feminino. A iniciativa, batizada de Movimento Pink Club, acontece a partir das 7h com uma aula exclusiva de ginástica localizada, que promete contagiar o espaço com energia, integração e muita disposição entre as participantes. O momento inaugural destaca como a atividade física regular é uma aliada indispensável na promoção da saúde integral e na melhoria da qualidade de vida das mulheres em todas as fases.

📌 Logo após a movimentação física, a programação abrirá suas portas para a comunidade a partir das 8h30, dando início a rodas de conversa esclarecedoras que trarão especialistas de destaque para o centro do debate sobre prevenção. O bate-papo contará com a valiosa participação da renomada mastologista Larissa Cabral e da nutricionista Luciana Andrade, que unirão seus conhecimentos técnicos para aprofundar o tema "A importância de reforçar hábitos que têm papel essencial na prevenção do câncer de mama". Durante o encontro, as profissionais ressaltarão que a combinação entre uma alimentação equilibrada e o diagnóstico precoce são pilares fundamentais para salvar vidas e reduzir os riscos da doença.

📌 O evento reforça o papel dos espaços sociais e esportivos como agentes ativos de transformação e conscientização na sociedade, indo muito além do lazer ao promover debates de alto impacto para a saúde pública local. A expectativa de reunir um público engajado e participativo nas rodas de conversa evidencia a crescente busca por informação de qualidade e o interesse em adotar um estilo de vida mais saudável e preventivo no dia a dia. Com ações como o Pink Club, o Clube 17 reafirma seu compromisso comunitário e sua responsabilidade social, inspirando mulheres de todas as idades a colocarem a saúde em primeiro lugar durante o Outubro Rosa e ao longo de todo o ano.

📸 Foto: Divulgação

Serviço

  • Evento: Movimento Pink Club (Outubro Rosa)
  • Local: Clube 17
  • Endereço: Bairro de Casa Forte, Recife - PE
  • Data: 28 de outubro (amanhã)
  • Horários:
    • 07h00 - Aula especial de ginástica localizada (para convidadas)
    • 08h30 - Rodas de conversa abertas ao público com a mastologista Larissa Cabral e a nutricionista Luciana Andrade
  • Entrada: Gratuita para as rodas de conversa abertas ao público

segunda-feira, 26 de outubro de 2026

🎵 Festa 80 O Encontro Reúne Ícones da Música Nacional em Noite Nostálgica


✨ A cidade de Araripina se prepara para receber um evento imperdível que promete transportar o público diretamente para a década de ouro da música pop e rock nacional com grandes atrações. A superprodução assinada por Marcello Mancha traz para o palco do Seu Croc nomes consagrados que marcaram gerações e continuam arrastando multidões por onde passam com seus sucessos.

🕺 No lineup da festa estão confirmados Willie de Oliveira, vocalista da banda Rádio Táxi, e o carismático Sylvinho Blau Blau, famoso à frente do grupo Absyntho, garantindo um repertório repleto de clássicos inesquecíveis que agitam qualquer pista. A programação festiva e dançante ainda conta com a presença especial do anfitrião Marcello Mancha, completando o time de artistas que vão agitar a noite pernambucana.

🎉 Os fãs do gênero já podem se programar para curtir essa verdadeira viagem no tempo nesta terça-feira, a partir das 20h, em um ambiente totalmente dedicado à alegria e à celebração dos grandes hits. A organização reforça que os ingressos para o espetáculo já estão à venda e podem ser adquiridos diretamente no local do evento para quem não quer ficar de fora.

📸 Foto: Divulgação / Marcello Mancha Produções

Serviço:
 * Evento: Festa 80 - O Encontro
 * Atrações: Willie de Oliveira (Rádio Táxi), Sylvinho Blau Blau (Absyntho) e Marcello Mancha
 * Local: Seu Croc (Araripina)
 * Data: Terça-feira
 * Horário: 20h
 * Ingressos: Vendas no local

🎅 Relógios, Alice e Magia: Shopping Boa Vista inaugura o Natal com chegada triunfal do Papai Noel


🎄 O Shopping Boa Vista entra oficialmente no clima natalino nesta terça-feira com a grandiosa festa de chegada do Papai Noel, marcada para as 15h30 na praça de eventos. A celebração gratuita traz um espetáculo musical encantador com a presença ilustre do Bom Velhinho, acompanhado por personagens clássicos como Alice, o Chapeleiro, a Rainha de Copas, a Bela e o Relógio. O evento promete emocionar famílias inteiras e marcar o início das festividades de fim de ano com muita fantasia, cor e alegria contagiante.

🎁 Além do show de abertura, a tarde reserva a inauguração oficial da decoração temática, espalhada pela praça de eventos, praça de alimentação da primeira etapa e passarela do centro de compras. Entre os grandes destaques visuais estão um relógio gigante suspenso, um trono automatizado com engrenagens em movimento e uma imponente árvore de Natal repleta de detalhes. Os visitantes também poderão se surpreender com elementos interativos exclusivos, como portas com olhos mágicos e painéis lúdicos com fechaduras que revelam animações mágicas especiais.

✨ A programação festiva seguirá movimentando o shopping ao longo dos próximos meses com apresentações teatrais e musicais ao vivo agendadas para datas específicas entre outubro e dezembro. O público terá a oportunidade de acompanhar os espetáculos temáticos em dias selecionados, sempre das 15h30 às 16h30, garantindo novas doses de encanto para quem visitar o centro de compras. As performances reúnem todo o elenco principal para interações inesquecíveis que celebram o espírito natalino de forma lúdica e cativante.

📸 Para completar a experiência, as crianças e suas famílias poderão garantir registros inesquecíveis através da tradicional visitação diária ao Papai Noel na praça de eventos. O Bom Velhinho estará à disposição do público todos os dias, de 27 de outubro a 24 de dezembro, nos horários das 11h30 às 15h e das 15h30 às 18h. É a oportunidade perfeita para entregar cartinhas, conversar com o querido personagem e eternizar momentos mágicos em um cenário totalmente preparado para celebrar a data mais esperada do ano.

📸 Foto: Reprodução 

📍 Informações de Serviço
 * O quê: Chegada do Papai Noel e inauguração da decoração de Natal do Shopping Boa Vista.
 * Quando: Terça-feira (27), a partir das 15h30 (abertura da decoração e evento musical).
 * Onde: Shopping Boa Vista (Praça de Eventos, Praça de Alimentação da 1ª etapa e Passarela).
 * Quanto: Evento gratuito e aberto ao público.
 * Visitação ao Papai Noel: Diariamente, de 27 de outubro a 24 de dezembro, das 11h30 às 15h e das 15h30 às 18h, na praça de eventos.
 * Datas das apresentações ao vivo (15h30 às 16h30): 29 de outubro; 7, 14, 19 e 28 de novembro; 3 e 10 de dezembro.

🎵 Do Palco à Canção: A Trajetória de Kiko Pissolato e o Despertar de sua Identidade Musical

 🎭 Conhecido por uma sólida e reconhecida carreira como ator e escritor ao longo de vinte e cinco anos de dedicação artística, o paulistano Kiko Pissolato abre um novo e potente capítulo em sua trajetória profissional ao se dedicar com total intensidade à música e à composição.


🎶 Depois de transitar com desenvoltura pela televisão, pelo cinema, pelo teatro e pela literatura, o artista decidiu que era o momento exato de colocar para fora mais de sessenta composições que guardava e alimentar o sonho antigo de cantar suas próprias histórias e reflexões.

🌟 O lançamento de seu mais recente trabalho musical, intitulado Contrato Social, funciona como um verdadeiro manifesto poético que convida o público a refletir profundamente sobre as relações humanas, o autoconhecimento, a filosofia e a reconexão essencial com a nossa natureza primitiva e sagrada.

💫 Entre lembranças de sua infância ligada ao piano e ao coral, além de desafios muito duros superados ao longo da vida como um câncer e um atropelamento, o artista transformou dores e vivências em arte imediata, visceral, pulsante e marcada por muita sinceridade.

📸 Fotos: Reprodução Redes Sociais

💬 Entrevista na Íntegra

1. Você construiu uma carreira reconhecida como ator antes de se dedicar mais intensamente à música. Em que momento percebeu que cantar e compor precisavam ocupar um espaço maior na sua vida?A composição veio muito cedo na minha vida, praticamente junto com a escrita. Eu comecei a escrever ainda garoto e, com 13, 14 anos, já brincava de compor, como uma espécie de desafio comigo mesmo. Fiz piano quando era criança, participei de coral e sempre encontrava alguma maneira de estar perto da música.

Na verdade, o sonho de ser cantor veio antes mesmo do sonho de ser ator. Eu gostava de novela, de cinema, de teatro, claro, mas, quando imaginava meu futuro, primeiro me via cantando.

Depois o esporte me levou para outro caminho, fui fazer Educação Física e, mais tarde, veio a atuação. Mas a música nunca deixou de estar presente. Sempre procurei fazer musicais, continuei estudando canto e, durante muitos anos, alimentava a ideia de montar um show, de participar de programas como The Voice e Ídolos. Também me inscrevi em festivais de música, mandei músicas para festivais da Globo, cheguei a mandar até paródia para programa do SBT. Eu sempre estava tentando encontrar uma forma de fazer a música acontecer.

Ao mesmo tempo, eu me cobrava muito. Queria ter um repertório que realmente me representasse, queria qualidade, queria encontrar uma identidade própria. Por isso, durante muito tempo, fui adiando esse momento.

Até que, no ano passado, tive o que eu costumo chamar de um “surto criativo”. Comecei a compor de uma maneira muito intensa e, de repente, tinha dezenas de músicas. Hoje já são mais de 60 composições.

Então, percebi que não fazia mais sentido continuar guardando isso. Aos 46 anos, entendi que tinha chegado o momento de parar de adiar e simplesmente mostrar essas músicas para o mundo. É isso que estou fazendo agora: colocando para fora uma parte de mim que sempre esteve ali.

2. O que a música permite expressar que a atuação, por mais profunda que seja, não consegue alcançar?A música, para mim, tem a capacidade de sintetizar em alguns minutos algo que uma obra de audiovisual ou de teatro talvez leve duas horas para construir. Ela consegue entregar uma mensagem de maneira muito direta, mas ao mesmo tempo poética, metafórica e extremamente intensa.

E essa intensidade não vem só da letra. Pode estar em um som, em um instrumento, em um timbre de voz, em um melisma, em uma palavra. Às vezes, existe alguma coisa na própria sonoridade que provoca uma reação antes mesmo de você entender racionalmente o que está sendo dito.

A música também pode entrar num lugar quase de mantra, de oração, de contato com o sagrado, com a palavra, com o humano, com o chão, com a dança, com aquilo que existe de mais tribal em nós. É como se todas essas coisas pudessem acontecer ao mesmo tempo.

A catarse, na música, pode acontecer quase imediatamente. E talvez seja isso que sempre tenha me atraído tanto: essa capacidade de, em poucos minutos, colocar uma ideia para fora, gritar aquilo que você pensa, provocar uma emoção e contagiar outras pessoas.

Para mim, é uma das experiências mais potentes que as artes humanas podem proporcionar justamente por essa capacidade de ser tão imediata e, ao mesmo tempo, tão profunda.

3. Como suas experiências no teatro, na televisão e no cinema influenciam a maneira como você escreve suas canções?Tudo o que eu vivi reflete na minha música. As experiências no teatro, na televisão, no cinema, na literatura e, principalmente, as experiências da própria vida.

Eu sou escritor, dramaturgo, roteirista, ator. Faço isso há 25 anos e aprendi a organizar o mundo como histórias. Eu uso storytelling praticamente em tudo o que faço. Está nos meus livros, como o "Eu Conto, Você Conto"; "Sou Eu", que lancei no começo deste ano, e também está nas minhas músicas. Muitas letras nasceram de poesias que eu tinha escrito, de contos, de ideias que estavam guardadas há anos.

Minha obra vai transitando por todas essas vertentes que eu exerço. Não são coisas separadas. É tudo parte do mesmo artista. São as minhas histórias.

Então, quando eu escrevo uma música, está ali tudo o que eu vivi: meus tombos, minhas quedas, as cirurgias, um atropelamento, o câncer, o nascimento dos meus filhos, minha relação com minha esposa, as coisas em que acredito, minha visão de mundo, minhas reflexões sobre a sociedade, sobre filosofia, autoconhecimento e sobre Deus.

É por isso que o álbum se chama Contrato Social. Ele é, de certa maneira, um manifesto poético sobre a forma como eu enxergo o mundo e as relações humanas. E, ao mesmo tempo, eu quis que essa mensagem pudesse ultrapassar fronteiras. Por isso existem também duas músicas em inglês no álbum.

No fim, a música é mais uma linguagem para contar as mesmas histórias que eu venho contando há décadas. Só que, dessa vez, são histórias que vêm diretamente de mim.

4. Existe uma história pessoal ou um momento de transformação que marcou definitivamente sua identidade como artista e compositor?Existem muitos momentos que poderiam ser considerados transformadores na minha vida. Aos 27 anos, tive um câncer. Depois passei por um atropelamento e por um acidente em que quebrei uma perna. Foram situações muito duras, algumas delas me colocaram literalmente diante da possibilidade da morte e me fizeram olhar para a vida de uma maneira diferente.

Também vivi uma trajetória muito intensa de investigação espiritual. Durante cerca de dez anos, me dediquei profundamente a esse campo, buscando conhecimento em diferentes áreas e tentando compreender melhor o ser humano, a existência e aquilo em que acredito.

Mas, se eu tivesse que apontar um verdadeiro ponto de virada na minha identidade artística, diria que foi o ano passado. Eu estava atravessando uma crise profissional e pessoal e, naquele momento, aconteceu uma espécie de desbloqueio criativo. Tive o que chamo de um “surto criativo”.

Comecei a escrever e compor de uma maneira muito intensa. As ideias simplesmente começaram a vir, e percebi que havia ali um universo inteiro que eu precisava colocar para fora. Foi quando compus dezenas de músicas e comecei a enxergar com clareza que aquilo não era apenas uma vontade antiga de cantar. Era uma parte fundamental de quem eu sou como artista.

Talvez a grande transformação tenha sido essa: entender que todas aquelas experiências — as dores, as perdas, os encontros, a espiritualidade, as perguntas que sempre fiz sobre a vida — estavam encontrando uma linguagem própria na música.

5. Quando você compõe, parte mais da emoção, da reflexão ou da observação do mundo ao seu redor?Eu acho que parto de tudo: da emoção, da reflexão, da observação do mundo, das experiências que vivi. Não existe uma única porta de entrada para uma música.

Mas existe um momento do processo em que eu simplesmente procuro deixar vir aquilo que precisa vir, a mensagem que, naquele momento, precisa ser colocada para fora. Eu acredito muito na minha espiritualidade e sinto que ela também participa desse processo criativo.

Muitas vezes tenho a sensação de que estou tentando traduzir em música algumas coisas que acredito que a nossa sociedade precisa resgatar, principalmente em relação aos valores humanos. Por isso, gosto de pensar que minhas letras têm um sentido de edificar, mas também de questionar, criticar e apontar aquilo que me incomoda.

Só que sem me colocar como dono da verdade. Eu também estou dentro dessas contradições. Eu não escrevo de um lugar de superioridade. Estou tentando entender tudo isso junto com quem me escuta.

Tem até um verso meu que resume muito essa postura: “Eu não sou nenhum santo, muito menos um rei. Sou um cara buscando um pouco de paz e quem sabe amor ainda é capaz.”

Acho que é exatamente isso: eu observo, questiono, sinto, reflito e deixo a música encontrar a forma que ela precisa ter.

6. Suas músicas trazem reflexões sobre comportamento humano e sociedade. Quais temas você sente que precisam ser debatidos com mais profundidade através da arte?Eu acho que existem muitos valores humanos que precisam ser resgatados. E, para mim, isso passa por uma reconexão com o sagrado e, ao mesmo tempo, com aquilo que existe de mais primitivo em nós.

Nós somos animais. Compartilhamos este planeta com outras espécies, mas construímos uma sociedade extremamente sofisticada, cheia de tecnologia, objetos, símbolos e estruturas que também criam diferenças e hierarquias entre nós. Andamos de carro, de avião, usamos relógios, celulares, roupas, construímos cidades inteiras. Desenvolvemos uma capacidade enorme de transformar o mundo ao nosso redor.

Mas, no fim das contas, continuamos sendo seres humanos vivendo em um planeta que é a nossa casa. E, paradoxalmente, enquanto avançamos tanto externamente, muitas vezes parece que estamos nos desconectando de nós mesmos, dos outros e até da própria natureza.

Estamos destruindo a nossa casa e, de certa maneira, também estamos nos destruindo. Criamos cada vez mais formas de conexão tecnológica, mas podemos estar vivendo uma experiência de isolamento humano cada vez maior. As redes sociais são um exemplo muito evidente dessa contradição.

Então, através da minha música, eu tento provocar perguntas. Não tenho a pretensão de oferecer respostas definitivas. Quero provocar um movimento em quem escuta: questionar, olhar para dentro, buscar autoconhecimento e talvez recuperar uma conexão com o sagrado e com aquilo que existe de mais essencial e primitivo em nós.

Para mim, esse encontro entre o humano, o primitivo e o sagrado é uma das grandes questões da minha obra.

7. Como foi o processo de assumir sua voz artística própria, sem o apoio de um personagem ou de um roteiro?Foi o processo mais libertador da minha vida e, ao mesmo tempo, um dos mais assustadores.

Porque agora sou eu. Não existe um personagem para me proteger, um roteiro para me orientar ou uma história que foi escrita por outra pessoa. Sou eu assumindo aquilo que penso, aquilo que sinto e aquilo que vivi diante do mundo.

E isso é assustador e maravilhoso ao mesmo tempo.

Não significa que eu não queira mais viver personagens como ator. Muito pelo contrário. Eu amo a atuação e continuo sendo ator. Mas existe uma diferença muito grande entre interpretar uma história e colocar a sua própria história em cena.

Hoje eu sinto que o meu personagem principal sou eu mesmo. E as histórias que eu quero contar são as que vivi ao longo desses 46 anos. Só que, agora, em vez de interpretá-las, eu posso cantá-las.

8. Em algum momento você teve receio de que o público o enxergasse apenas como ator? Como lidou com esse desafio ao lançar seus trabalhos musicais?Não tenho esse receio. Pelo contrário: acho que tudo o que construí até aqui só agrega à minha chegada à música.

Esses 25 anos de palco, televisão e cinema me deram experiências e oportunidades que provavelmente eu não teria se estivesse simplesmente começando agora como um cantor desconhecido. Inclusive, tive recentemente uma pauta no SBT justamente por essa trajetória anterior, e sou muito grato por isso.

Uma coisa não exclui a outra. Eu sempre me enxerguei como um artista multifacetado. Além de ator, sou escritor, dramaturgo e roteirista. Também danço, faço sapateado e já me aventurei em outras formas de expressão artística. São linguagens diferentes, mas todas fazem parte de quem eu sou.

E, no meio de tudo isso, existe um lugar onde eu me sinto especialmente pleno: o palco. E cantar sempre foi um sonho. Durante toda a minha vida, sempre que tive oportunidade, eu cantei. A diferença é que agora estou cantando as minhas próprias músicas.

Então, para mim, não existe uma ruptura entre o ator que eu fui e o músico que estou sendo. Existe uma continuidade. Estou levando toda essa bagagem comigo para essa nova jornada.

E acho que o público também vai, aos poucos, embarcando nessa transformação comigo. Sem ansiedade, sem tentar forçar nada. Deixando as coisas acontecerem naturalmente.

9. Qual foi o aprendizado mais importante que a música trouxe para sua vida que a atuação ainda não havia ensinado?A música me trouxe, principalmente, a experiência de voltar a ser aprendiz.

Depois de 25 anos trabalhando como ator, existe uma bagagem profissional, um ofício que eu conheço. Na música, apesar de cantar e compor há muitos anos, estou entrando em um universo que tem uma dinâmica própria e que eu ainda estou descobrindo.

Tenho aprendido diariamente como funciona o mercado, como são os lançamentos, como construir uma carreira musical, como fazer conexões e encontrar as pessoas certas. Tenho conhecido artistas novos, gente extremamente talentosa, de todas as idades e de todos os cantos do Brasil. E isso tem sido muito estimulante.

Mas também existe o aprendizado do próprio fazer artístico. É menos glamour e mais suor. É prática, dedicação, estudo, ensaio, reaprender a tocar violão, cantar, testar, errar, melhorar e continuar fazendo.

Talvez seja esse um dos grandes aprendizados que a música está me trazendo: entender que, independentemente de quanto tempo você tenha de carreira, é preciso estar disposto a começar de novo em alguma medida, a aprender com os outros e a colocar o trabalho na frente da vaidade.

Estou descobrindo um novo ofício sem deixar de ser quem eu já era. E isso tem sido muito rico.

10. Quando você olha para toda a sua trajetória, qual legado artístico gostaria de deixar para as próximas gerações?

Acho muito cedo para falar em legado artístico. Eu ainda estou no meio do processo. A gente não consegue enxergar o todo enquanto está dentro da parte. Então, prefiro fazer o meu trabalho e deixar que, no futuro, as pessoas façam os julgamentos que acharem necessários sobre aquilo que eu construí.

Acredito na possibilidade de escrever um novo contrato social, de descobrir um novo caminho e de perceber que o paraíso também está dentro da gente.

Se a minha obra puder provocar esse tipo de reflexão em alguém — fazer uma pessoa se olhar por dentro, questionar suas escolhas, buscar ser um pouco melhor e lembrar que ainda é possível recomeçar — já terá valido a pena.

E talvez eu já esteja deixando algumas pistas disso nos próprios títulos das minhas músicas: Contrato Social, Paraíso, Caminho, Cadê Você?… São perguntas, provocações e possibilidades de movimento.

No fim, é isso que eu quero fazer: deixar perguntas que continuem trabalhando dentro das pessoas.

Pergunta de encerramento: Se sua carreira pudesse ser resumida em uma única mensagem para o público, qual seria essa mensagem hoje?

O que eu quero deixar é uma mensagem; Eu acredito que o ser humano é uma das obras mais bonitas e potentes de Deus e que existe em nós uma capacidade enorme de transformação. Podemos ser mais humanos, mais amorosos, mais generosos, mais felizes, mais humildes, mais serenos, mais gratos, mais altruístas. Podemos escolher quem queremos ser e, quando necessário, podemos recomeçar.

💃 Dança sem Fronteiras une arte e acessibilidade em oficina na Biblioteca Louis Braille

 


💃 A Cia. Dança sem Fronteiras promove a Oficina de Performance e Narrativas em parceria com a Biblioteca Louis Braille, no Centro Cultural São Paulo (CCSP). A atividade propõe uma experiência que aproxima dança, voz e audiodescrição, convidando os participantes a explorar diferentes maneiras de perceber, interpretar e narrar pessoas, corpos e espaços. A iniciativa integra uma pesquisa desenvolvida pela companhia há mais de 16 anos sobre dança, inclusão e diversidade.

💃 A oficina transforma a audiodescrição em ferramenta de criação artística. Ao longo dos encontros, participantes e bailarinos percorrem ambientes da biblioteca elaborando narrativas por meio da voz e do próprio corpo. A proposta estimula reflexões sobre como descrever movimentos, construir imagens por meio das palavras e ampliar as formas de comunicação e expressão artística.

💃 Realizada na Biblioteca Louis Braille, referência no acesso à leitura para pessoas com deficiência visual, a atividade dialoga diretamente com a missão do espaço. O encontro entre dança e acessibilidade cria novas possibilidades de interação cultural e fortalece a valorização das múltiplas formas de percepção presentes na sociedade.

💃 Aberta a pessoas com diferentes características físicas, motoras e intelectuais, a oficina busca promover o encontro entre diversidade, arte e inclusão. A experiência incentiva a escuta, a criatividade e o compartilhamento de diferentes formas de compreender e ocupar os espaços culturais.

💃 As inscrições são gratuitas e podem ser feitas por e-mail. A atividade é destinada a pessoas a partir de 16 anos e integra a programação da Cia. Dança sem Fronteiras voltada à democratização do acesso à cultura e às artes do corpo.

📸 Foto: Divulgação

Serviço

💃 Oficina de Performance e Narrativas – Dança sem Fronteiras

📍 Local: Biblioteca Louis Braille – Centro Cultural São Paulo (CCSP)

📧 Inscrições: dancasemfronteiras@gmail.com

🎟️ Participação gratuita

👤 Classificação: a partir de 16 anos

📅 Próxima atividade da programação:

🎭 JAM Dança sem Fronteiras

📅 Data: 31 de outubro de 2026

🕓 Horário: 16h

📍 Local: Centro Cultural São Paulo (CCSP)

🎟️ Gratuito e aberto ao público.

🌿 Comunidades de terreiro ganham curso para transformar saberes ancestrais em projetos culturais

 


🌿 Mestres, mestras, griôs, músicos, artesãos e integrantes de manifestações culturais afro-brasileiras terão a oportunidade de participar gratuitamente do projeto “Economia Ancestral – Gestão Cultural Criativa para Territórios de Terreiro”, em Pernambuco. A iniciativa é voltada para integrantes de comunidades de Candomblé, Umbanda, Jurema Sagrada e outras tradições de matriz africana, além de representantes de Pontos e Pontões de Cultura e Patrimônios Vivos ligados à cultura negra. As inscrições acontecem de 15 a 30 de outubro por meio do Instagram @baobacultural.

🌿 O curso foi criado para ajudar agentes culturais e lideranças comunitárias a organizar ideias, estruturar projetos, aprimorar estratégias de divulgação e conhecer caminhos para acessar recursos por meio de editais culturais. A proposta busca fortalecer iniciativas já existentes nos territórios e ampliar as oportunidades de financiamento para ações culturais desenvolvidas por comunidades tradicionais.

🌿 As aulas serão realizadas nos dias 7, 8, 14 e 15 de novembro, sempre das 9h às 16h, em dois terreiros localizados no município de Paudalho, na Mata Norte pernambucana. Ao longo de 30 horas de formação presencial, os participantes terão acesso a atividades práticas, rodas de conversa e momentos de troca de experiências. O projeto também oferecerá alimentação durante os encontros e apoio para deslocamento de participantes de outros municípios da região.

🌿 A metodologia valoriza os saberes já desenvolvidos dentro das comunidades. Atividades como rodas de coco, grupos de percussão, capoeira, dança afro, culinária tradicional, produção artesanal e ações de preservação da memória poderão servir como ponto de partida para a elaboração de projetos culturais. A ideia é transformar experiências cotidianas em iniciativas estruturadas, com planejamento e estratégias de comunicação.

🌿 A formação também pretende preparar os participantes para oportunidades oferecidas por políticas públicas de incentivo à cultura, como a Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), o Funcultura Pernambuco, a Política Nacional Cultura Viva e outros editais municipais, estaduais e federais. Durante o percurso, os alunos aprenderão a identificar oportunidades e desenvolver propostas mais competitivas para captação de recursos.

🌿 A programação será dividida em quatro módulos temáticos. O produtor cultural Tagore Simões conduzirá o módulo sobre políticas culturais e oportunidades. Belisa Alves abordará planejamento e estruturação de iniciativas. Pedro Akanni tratará de economia criativa, geração de renda e sustentabilidade. Já o jornalista Salatiel Cícero ficará responsável pelos conteúdos relacionados à comunicação, narrativa e circulação cultural.

🌿 Um dos destaques do projeto será o laboratório de desenvolvimento de propostas culturais. A expectativa é que entre dez e quinze iniciativas sejam estruturadas ao longo da formação. No encerramento, os participantes apresentarão seus projetos em formato de pitch, exercitando a apresentação de ideias de forma clara e estratégica para potenciais parceiros e financiadores.

🌿 Além da capacitação técnica, o projeto reconhece os terreiros como espaços de preservação da memória, da espiritualidade e da cultura afro-brasileira. Música, dança, oralidade, culinária, vestimentas e celebrações fazem parte de um patrimônio cultural transmitido entre gerações. A iniciativa busca fortalecer esses territórios como centros de produção cultural, organização comunitária e economia criativa.

📸 Foto: Divulgação

Serviço

🌿 Economia Ancestral – Gestão Cultural Criativa para Territórios de Terreiro

📍 Onde: Dois terreiros de Paudalho, na Mata Norte de Pernambuco

📅 Quando: Dias 7, 8, 14 e 15 de novembro

🕘 Horário: Das 9h às 16h

🎟️ Vagas: 25

💰 Quanto: Gratuito

⏳ Carga horária: 30 horas presenciais

📝 Inscrições: De 15 a 30 de outubro pelo Instagram @baobacultural

🔗 Link para inscrição: https://bit.ly/4i5GaSb


🤖 Pernambuco garante vagas na etapa nacional de robótica e mira competição mundial

 


🤖 Estudantes de Pernambuco conquistaram destaque no Festival Regional SESI de Robótica e garantiram classificação para a etapa nacional das competições FIRST LEGO League (FLL) e FIRST Tech Challenge (FTC). O evento foi realizado nos dias 23 e 24 de outubro, no Shopping RioMar, reunindo jovens talentos em desafios voltados para tecnologia, inovação e trabalho em equipe. A próxima fase acontecerá em março de 2027, em Salvador, na Bahia.

🤖 Na categoria FIRST Tech Challenge (FTC), avançaram para a etapa nacional as equipes Unity Sunset, do SESI Escada, e Rev Atom, do SESI Ibura. Também garantiu classificação a equipe V-Legacy, do Colégio Vita, de Sergipe. As equipes se destacaram em provas que exigem conhecimento em engenharia, programação e construção de robôs capazes de cumprir missões específicas em um ambiente competitivo.

🤖 Já na FIRST LEGO League (FLL), Pernambuco conquistou vagas com as equipes Kyrios Lego, do SESI Araripina, Unity Sunrise, do SESI Escada, Cyber Lego, do SESI Petrolina e Star Space, equipe de garagem do município de Paulista. Também avançou a equipe Shield, de Sergipe. A competição desafia estudantes a desenvolver soluções inovadoras para problemas reais, unindo pesquisa, programação e montagem de robôs.

🤖 O Festival Regional SESI de Robótica reuniu alunos do Ensino Fundamental e Ensino Médio, com participantes a partir dos 9 anos de idade. Além da competição, o evento estimula competências como criatividade, pensamento crítico, resolução de problemas e colaboração. As atividades proporcionam uma experiência prática que aproxima os estudantes das áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática.

🤖 Para a diretora de Educação do SESI, Mirella Barreto, a competição representa uma oportunidade para os estudantes demonstrarem os conhecimentos desenvolvidos ao longo do ano. Segundo ela, o envolvimento das equipes, a dedicação nos desafios e a busca por soluções inovadoras revelam talentos que merecem ser incentivados e reconhecidos.

🤖 Além dos resultados conquistados na etapa regional, os estudantes agora voltam sua preparação para a fase nacional. O desempenho nessa próxima etapa poderá garantir uma conquista ainda maior: a classificação para a competição mundial de robótica, prevista para acontecer nos Estados Unidos, em 2027.

🤖 A participação em eventos como o Festival SESI de Robótica fortalece o aprendizado prático e incentiva jovens a explorarem carreiras ligadas à inovação e à tecnologia. O avanço das equipes pernambucanas reforça o potencial do estado na formação de novos talentos e destaca o papel da educação tecnológica na construção de oportunidades para o futuro.

📸 Foto: Divulgação/SESI-PE

Serviço

Festival Regional SESI de Robótica

🤖 Competições: FIRST LEGO League (FLL) e FIRST Tech Challenge (FTC)

📍 Etapa nacional: Salvador (BA)

📅 Período: Março de 2027

🌎 Classificação para a etapa mundial nos Estados Unidos em 2027

🏫 Equipes pernambucanas classificadas: Kyrios Lego (SESI Araripina), Unity Sunrise (SESI Escada), Cyber Lego (SESI Petrolina), Star Space (Paulista), Unity Sunset (SESI Escada) e Rev Atom (SESI Ibura)

🏃‍♂️ Hausport cruza fronteiras e lança coleção Verão 2027 com campanha produzida em Paris

 


🏃‍♀️ A Hausport, marca de moda esportiva do Grupo Rota do Mar, apresenta sua coleção Verão 2027 com uma campanha internacional produzida em Paris, na França. Com o conceito “Crossing Horizons”, a iniciativa amplia a visão da marca sobre a cultura da corrida e propõe uma conexão entre diferentes estilos de vida, territórios e formas de vivenciar o esporte. A campanha reforça a ideia de que correr vai além da performance, tornando-se também uma forma de expressão e relacionamento com os espaços urbanos.

🏃‍♀️ Produzida por uma equipe franco-brasileira e liderada pela diretora criativa e fotógrafa Beatriz Xavier, a campanha percorre diversos cenários da capital francesa ao lado de corredores locais. A proposta valoriza o encontro entre culturas e a diversidade de experiências presentes no universo do running. Mais do que registrar treinos e percursos, o projeto destaca a corrida como uma experiência de atitude, presença e conexão com a cidade.

🏃‍♀️ Segundo a diretora comercial Isabel Xavier, a coleção acompanha uma visão contemporânea do esporte, em que o movimento não é definido apenas por números ou desempenho. A marca busca representar diferentes corpos, ritmos e trajetórias, fortalecendo sua aproximação com uma comunidade global conectada pela experiência de estar em movimento. A estratégia reforça o posicionamento da Hausport como uma marca que une moda, bem-estar e estilo de vida.

🏃‍♀️ O conceito “Crossing Horizons” se conecta ao subconceito “Sweat, Wet and Well”, que orienta o desenvolvimento dos produtos da nova coleção. A proposta traduz três dimensões do verão: a intensidade e a transpiração, representadas por Sweat; a água e o frescor, expressos em Wet; e o conforto e o bem-estar, sintetizados em Well. Esses elementos inspiram tanto o design das peças quanto a comunicação da campanha.

🏃‍♀️ Na linha técnica, a coleção destaca atributos como ventilação, secagem rápida, proteção UV e tecidos desenvolvidos para oferecer maior conforto durante a prática esportiva. As peças foram concebidas para funcionar como uma segunda pele, acompanhando os movimentos do corpo em diferentes níveis de intensidade e condições climáticas. A combinação entre tecnologia e funcionalidade busca proporcionar mais liberdade para quem pratica atividades ao ar livre.

🏃‍♀️ Expressões como “Worn in Sweat”, “Sweat Is the Proof” e “Motion Leaves a Mark” complementam a identidade da campanha e reforçam a relação entre movimento, experiência e identidade pessoal. A comunicação também mistura português e inglês, estratégia que dialoga com o caráter internacional da coleção e fortalece a proposta de aproximação entre diferentes culturas e comunidades esportivas.

🏃‍♀️ Com a coleção Verão 2027, a Hausport amplia o debate sobre o vestuário esportivo ao integrar desempenho técnico, expressão individual e cultura urbana. A marca aposta em uma linguagem contemporânea que conecta moda, esporte e comportamento, acompanhando diferentes formas de viver o movimento no cotidiano.

📸 Foto: Beatriz Xavier/Divulgação

Serviço

Hausport – Grupo Rota do Mar

🏃 Coleção Verão 2027 – “Crossing Horizons”

🌍 Campanha produzida em Paris com corredores locais e equipe franco-brasileira

👕 Moda esportiva com foco em tecnologia, conforto, proteção UV e liberdade de movimento

📍 Unidades em Santa Cruz do Capibaribe (Centro, Moda Center e Rota do Mar Complex) e Caruaru

🛍️ E-commerce: www.hausport.com.br

📱 Instagram: @hausport_

🎀 Outubro Rosa mobiliza Hospital Dom Helder com ações de prevenção ao câncer de mama

 

🎀 O Hospital Dom Helder Câmara (HDH), no Cabo de Santo Agostinho, reforçou a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama durante as ações do Outubro Rosa. A iniciativa reuniu pacientes e acompanhantes na sala de espera do ambulatório para um momento de orientação sobre saúde da mulher, exames preventivos e conscientização sobre a doença. A atividade teve como objetivo ampliar o acesso à informação e incentivar o cuidado contínuo com a saúde.

🌸 Durante a palestra promovida pela equipe da unidade, foram apresentadas informações sobre o rastreamento do câncer de mama e a importância da mamografia. As orientações destacaram que mulheres entre 40 e 49 anos devem avaliar a realização do exame de forma individualizada, junto ao profissional de saúde. Já para aquelas com idade entre 50 e 74 anos, a recomendação é realizar a mamografia a cada dois anos, mesmo sem a presença de sintomas.

🎀 O encontro também abriu espaço para o esclarecimento de dúvidas e para orientações sobre alterações que podem surgir nas mamas. A equipe ressaltou a importância de observar sinais suspeitos e buscar atendimento médico logo nos primeiros indícios. A detecção precoce aumenta significativamente as chances de tratamento e recuperação, tornando a informação uma importante aliada na luta contra a doença.

🌸 Segundo Mariana Cabral, coordenadora psicossocial do HDH, é essencial que as mulheres estejam atentas às mudanças no próprio corpo. A profissional destacou que, ao perceber qualquer alteração significativa nas mamas, a recomendação é procurar avaliação médica para a realização dos exames necessários. Ela também lembrou que a mamografia pode ser solicitada gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), por meio das Unidades Básicas de Saúde (UBSs).

🎀 Além da ação educativa realizada no ambulatório, o Hospital Dom Helder promoveu ao longo do mês diversas iniciativas voltadas à conscientização de pacientes, acompanhantes e colaboradoras. Entre as atividades estiveram ações de orientação sobre prevenção, cuidados com a saúde feminina e a tradicional iluminação da fachada na cor rosa, simbolizando o apoio à campanha nacional.

🌸 As colaboradoras da unidade também participaram de uma ação especial por meio de parceria com a UPAE Escada. A iniciativa possibilitou a realização de exames preventivos, ampliando o acesso aos serviços de saúde e incentivando o autocuidado entre as profissionais. A medida reforçou a importância de manter os exames em dia e de adotar hábitos preventivos ao longo da vida.

🎀 As orientações promovidas durante o Outubro Rosa também destacaram a relevância do exame preventivo do colo do útero. Fundamental para identificar alterações que podem evoluir para doenças mais graves, o procedimento integra as ações de saúde da mulher e contribui para o diagnóstico precoce e para a redução dos índices de mortalidade feminina.

📸 Foto: Reprodução IA

Serviço

Hospital Dom Helder Câmara (HDH)

🎀 Ações educativas de conscientização, prevenção e diagnóstico precoce do câncer de mama.

📍 Endereço: Hospital Dom Helder Câmara, Cabo de Santo Agostinho (PE)

🩺 Mamografia gratuita disponível pelo SUS mediante encaminhamento em uma Unidade Básica de Saúde (UBS).

🌸 Campanha Outubro Rosa com ações de orientação, prevenção e incentivo ao cuidado com a saúde da mulher.