terça-feira, 23 de novembro de 2021
Pernambuco recebe 121.680 doses da vacina da Pfizer
Primeiro Leilão Genética Nelore RK, na Expoagro 2021
quinta-feira, 18 de novembro de 2021
Natal Ferreira Costa
terça-feira, 16 de novembro de 2021
LBV promove seleção para vagas de Educador Social no Recife
sexta-feira, 12 de novembro de 2021
Art Tattoo Expo
Annie Cake Shop inaugura doceria na Zona Norte
quinta-feira, 11 de novembro de 2021
Nota oficial do SINTEPE
*NOTA DO SINTEPE*
Imprudência no retorno em massa
Sem discutir com a comunidade escolar e, ao que parece, sem conhecer a realidade das milhares de escolas públicas e privadas no Estado de Pernambuco, o Governo flexibilizou, hoje (11), os protocolos de segurança contra a covid-19 nas salas de aulas de escolas estaduais, municipais, públicas e privadas. E o que torna o fato mais lamentável, sem o conhecimento do Sintepe, que participou ativamente e que é membro da comissão que construiu os protocolos de segurança que até hoje são vivenciados nas escolas da rede estadual de Pernambuco.
As escolas são espaços de grande aglomeração, por longa permanência e com multiplicidade de pessoas. Não é possível garantir, ainda, segurança sanitária suficiente para liberar geral os protocolos enquanto a vacinação não atingiu, de forma segura com duas doses, a grande maioria da população.
Avaliamos com temeridade um retorno em massa de estudantes para as escolas que reúnem entre 400 e 1.500 adolescentes e jovens em um mesmo lugar. Além do transporte público e das salas cheias, este também é um recado político do governo de que agora é possível tudo.
Celebramos a redução drástica das mortes e do contágio pelo coronavírus, assim como acreditamos, desde o início da pandemia, à vacina como um caminho de segurança e de volta à normalidade. Portanto, somos contrários à liberação geral do limite nas salas de aula, sob o temor de que sejam as escolas os novos vetores de retorno do aumento de contágio da covid-19.
*A DIREÇÃO DO SINTEPE*
terça-feira, 9 de novembro de 2021
Começou o esquenta da Black Friday da Ferreira Costa
Rip Curl inaugura sua primeira loja no Recife
segunda-feira, 8 de novembro de 2021
Certificação Internacional
Ainda dá tempo de adiar o fim do mundo?
A MITsp - Mostra Internacional de Teatro de São Paulo convida pensadores, artistas e políticos para a conversa “Políticas da destruição, poéticas da resistência: ainda dá tempo de adiar o fim do mundo?”. Para discutir o assunto, o líder político Ailton Krenak, a jornalista Eliane Brum, a diretora Gabriela Carneiro da Cunha e o cofundador do Partido Verde Alemão, Gerald Häfner, serão mediados pela curadora e diretora Andreia Duarte. A mesa redonda acontece dia 8 de novembro, às 17h, e será transmitida pela plataforma MIT+, braço digital da mostra anual. Para participar, é preciso cadastrar-se no site.
O encontro faz parte de uma programação mais ampla que contempla a palestra “Internacionalize: Workshop de Difusão de Artes Cênicas'', com o diretor alemão Wolfgang Hoffmann, de 17 a 20 de novembro; e a “Plataforma Brasil Mostra Digital de Artes Cênicas”, de 1 a 5 de dezembro, com a apresentação de 16 espetáculos e performances nacionais para programadores internacionais de diversos festivais do mundo inteiro.
MESA REDONDA
“Políticas da destruição, poéticas da resistência: ainda dá tempo de adiar o fim do mundo?”
Diante da urgente crise ambiental que atravessamos, agravada no Brasil pelas ações de devastação capitaneadas pelo governo federal, a Mit+, braço digital da Mostra Internacional de Teatro de São Paulo (MITsp), convida pensadores, políticos e artistas para discutir essa questão. A mesa redonda reúne pela primeira vez Eliane Brum, Ailton Krenak, Gerald Häfner e Gabriela Carneiro da Cunha, com mediação de Andreia Duarte, e pretende pensar não apenas a falta de políticas efetivas para a reversão do desastre ecológico iminente e do risco de extinção das atuais formas de vida, mas também as ações propositivas e de resistência, especialmente no campo da arte e da cultura, que estão em curso ou que ainda podem ser deflagradas. Algumas questões são lançadas aos participantes: É possível pensar em ações que tensionem as fronteiras entre política e arte? O que queremos tornar visível? Como imaginar futuros diante da terra arrasada que vivemos? E, principalmente, como criar um futuro que seja comum e coletivo?
Participantes
Ailton Krenak - um dos maiores líderes políticos e intelectuais surgidos durante o grande despertar dos povos indígenas no Brasil, ocorrido a partir do final dos anos 1970. Sua atuação tem sido fundamental para a luta pelos direitos indígenas e a criação de iniciativas como a União das Nações Indígenas e a Aliança dos Povos da Floresta. Também é pesquisador e escritor de textos publicados em coletâneas no Brasil e exterior - entre eles, "Ideias para adiar o fim do mundo", livro brasileiro mais vendido da FLIP 2019. Ganhou o Prêmio Aristóteles Onassis 'Homens e Sociedade' (Grécia, 1990) e Doutor Honorário pela Universidade Federal de Juiz de Fora (2015). No campo das artes, entre várias atuações, é cocurador do festival “TePI – Teatro e os povos indígenas” ao lado de Andreia Duarte.
Andreia Duarte - atriz, curadora e diretora artística. Morou cinco anos no Parque Indígena do Xingu com o povo Kamayura e, desde então, trabalha como aliada dos povos indígenas. É doutoranda na Universidade de São Paulo (USP/ECA), onde estuda o cruzamento entre o teatro e os povos indígenas como espaços de reinvenção da vida. É diretora artística da Outra Margem, com a qual realiza curadorias e produções artísticas, como o TePI - Teatro e os povos indígenas no formato de mostra artística e plataforma digital. Atuou no espetáculo "O silêncio do mundo", com Ailton Krenak; e criou "Antes do Tempo Existir", com Jaider Esbell, Denilson Baniwa e Zahy Guajajara. É cocuradora do livro "Teatro e os povos indígenas". Para saber mais ver: www.outramargem.art
Eliane Brum - jornalista, escritora e documentarista, com 9 livros publicados aqui e no Exterior. Repórter mais premiada da história do Brasil, é colunista do espanhol El País e colaboradora de vários jornais e revistas da Europa e dos Estados Unidos. Seus livros mais recentes são "Brasil Construtor de Ruínas, um olhar sobre o país, de Lula a Bolsonaro" (Arquipélago, 2019) e “Banzeiro òkòtó, uma viagem à Amazônia Centro do Mundo” (Companhia das Letras, 2021), lançado neste mês de novembro. Vive em Altamira, na Amazônia.
Gabriela Carneiro da Cunha - atriz, diretora e pesquisadora. Há 5 anos desenvolve o “Projeto Margens - sobre Rios, Buiúnas e Vagalumes”, pesquisa de arte dedicada a ouvir e ampliar o testemunho de rios brasileiros que vivem uma experiência de catástrofe. Em 2019, estreou na Mostra Internacional de Teatro de São Paulo – MITsp, a performance-instalação "Altamira 2042”. Foi contemplada, entre outras, pela bolsa da Faperj de incentivo a criação artística, experimentação e pesquisa, Residência Oi Futuro Artsônica e Fundação Prince Claus e Instituto Goethe. Em sua carreira em teatro e cinema, trabalhou com diretores como Ariane Mnouchkine, Georgette Fadel, Cibele Forjaz, Grace Passô, Eryk Rocha e Heitor Dhalia. Em 2019 ganhou o prêmio de melhor atriz coadjuvante no Festival de Cinema do Rio.
Gerald Häfner - cofundador do Partido Verde Alemão, dos movimentos Mehr Demokratie (Mais Democracia) e Democracy International (Democracia Internacional). Häfner foi parlamentar em Berlim pelo Partido Verde e Partido União 90, assim como membro do Parlamento Europeu em Bruxelas e, atualmente, é dirigente da Seção de Ciências Sociais no Goetheanum, sede mundial do movimento antroposófico, localizado na Suíça.
Serviço
Dia 08 de novembro, 17h.
Pelo site da MIT+ (mediante inscrição)
Livre.
Público-alvo: artistas, ativistas, educadores, jornalistas, estudantes, entre outros.
sábado, 6 de novembro de 2021
Almério e Martins se apresentam juntos no Teatro do Parque
Livro Preta de Ébano é lançado no Rio
sexta-feira, 5 de novembro de 2021
Marilia Dias Mendonça (1995-2021)


quarta-feira, 3 de novembro de 2021
Jogê inaugura loja no Shopping Recife