🧱 O artesanato de Caruaru ganhou novos contornos no painel que discutiu a reinvenção do barro na era digital. Mestres como Ademilson Eudócio e Marliette Rodrigues compartilharam memórias de infância, quando acompanhavam seus pais nas feiras ao lado de nomes como Vitalino e Zé Caboclo. Hoje, a tecnologia amplia fronteiras e conecta artesãos a compradores de todo o mundo, sem que precisem sair do Alto do Moura. Camila Bandeira, da Adepe e Fenearte, reforçou que o digital não substitui as feiras, que seguem como vitrines essenciais da identidade cultural pernambucana.
🤖 A robótica aproximou a Física da prática em uma oficina interativa que encantou participantes. Débora Silva apresentou sensores ultrassônicos — os mesmos usados em carros — e mostrou como conceitos teóricos ganham vida quando aplicados em projetos reais. Conexões elétricas, experimentação e construção de dispositivos transformaram a sala em um laboratório de descobertas, revelando que a tecnologia pode ser ponte para compreender fenômenos físicos de forma mais intuitiva.
👗 O universo da moda também teve seu espaço com a oficina “Croqui de Moda: Do Traço à Ideia”. Selma dos Anjos conduziu iniciantes pelo processo de transformar rabiscos em peças de roupa, partindo da figura humana para definir proporções e detalhes. A atividade mostrou que o desenho é ferramenta essencial para estruturar ideias, visualizar modelos e desenvolver criações com precisão.
💻 Desenvolvedores mergulharam em produtividade com o workshop sobre o terminal moderno. Gabriel de Lemos Cardim apresentou recursos de automação, atalhos e personalização que tornam o terminal um ambiente mais ágil para quem trabalha com programação. A oficina destacou o terminal como espaço de experimentação, onde comandos se transformam em soluções práticas para o dia a dia profissional.
🧠 A inteligência artificial foi tema central na discussão sobre empresas agênticas. Rafael Soares, Filipe Rafael e Arthur Besone mostraram como agentes de IA podem atuar de forma integrada em processos internos, indo além da automação simples. A conversa abordou mudanças provocadas pela IA generativa e reforçou a importância de conectar tecnologia a objetivos concretos, evitando usos isolados que não geram impacto real.
🌵 Representações visuais e territoriais do Nordeste ganharam destaque em um painel potente na Arena Conteúdo. Xilogravura, performance e poéticas comunitárias foram discutidas por Baccaro Borges, Mayara Bezerra, Paloma Mendes e Ythalla Maraysa. O grupo refletiu sobre narrativas que rompem estereótipos e valorizam a força dos territórios nordestinos, trazendo o Agreste como referência estética e política.
🎨 Branding cultural foi apresentado como diferencial competitivo na era da IA. Aline Paiva mostrou como marcas podem se fortalecer ao incorporar elementos culturais de seus territórios, criando identidades mais autênticas e conectadas ao público. Participantes desenvolveram estratégias aplicadas a negócios reais e fictícios, explorando ferramentas que poderão aprofundar posteriormente.
🚀 O ecossistema de inovação do Agreste foi tema de uma mesa que reuniu empreendedores, gestores e instituições. Nara Lyra, da NAVIT, compartilhou sua trajetória e destacou a importância das conexões para fortalecer negócios. Josiana Ferreira, do Sebrae/PE, ressaltou o papel das parcerias, enquanto Mauricélia Montenegro apontou a transformação educacional que tem mantido talentos na região. A discussão reforçou que inovação depende da articulação entre empresas, ensino, governo e organizações de apoio.
📌 SERVIÇO — Rolê REC’n’Play 2026
📍 Onde: Recife – diversos polos
📅 Quando: Programação em andamento
🎨 Atividades: Oficinas, painéis, workshops, debates, experiências interativas
📷 Crédito: PC Pereira