🟡 No Cantos e Encantos da Sanfona, idealizado por Beto Hortis, Terezinha do Acordeon vive momentos de expectativa e preparação para sua apresentação no cortejo que celebra o instrumento que marcou sua vida. A pioneira, primeira mulher nordestina a subir num palco tocando sanfona, leva ao evento a força de mais de seis décadas dedicadas ao forró pé de serra. Sua presença conecta passado e presente, reforçando a importância de valorizar quem abriu caminhos para tantas sanfoneiras. O público aguarda com carinho o momento em que ela abrirá o fole.
🟣 Enquanto se prepara, Terezinha revisita memórias que começaram aos 12 anos, quando recebeu sua primeira sanfona em Salgueiro. No cortejo, sua participação promete dar brilho especial às ruas, reunindo gerações em torno do instrumento que ela ajudou a popularizar entre mulheres. Cada ensaio carrega emoção, resistência e celebração. A artista transforma o evento em encontro afetivo com a tradição, trazendo consigo a força de quem vive a música como missão.
🟢 Sua presença no Cantos e Encantos dialoga com iniciativas que ela própria criou, como a Troça Sanfona do Povo e a Orquestra Sanfônica de Pernambuco. Ao se preparar para o cortejo, reafirma seu compromisso com a formação de novos talentos e com a preservação da identidade sanfoneira. O evento se fortalece com sua participação, que amplia o alcance da cultura popular. Terezinha segue sendo referência para quem aprende e para quem celebra, inspirando novas gerações.
🟠 Nos bastidores, a sanfoneira ajusta repertório, afina o instrumento e compartilha histórias com quem acompanha sua jornada. O Cantos e Encantos se torna palco ideal para celebrar seus 60 anos de carreira, marcados por discos, festivais e homenagens. A cada preparação, ela entrega afeto, ancestralidade e força. Sua presença promete transformar o cortejo em experiência que atravessa gerações, reafirmando a potência da sanfona como voz do Nordeste.
🟤 Patrimônio vivo da música nordestina, Terezinha do Acordeon se prepara para mais um momento marcante em sua trajetória. No Cantos e Encantos, sua atuação reafirma que o forró é movimento, memória e identidade. Com ela, o cortejo ganha alma, brilho e eternidade. A sanfona, quando passa por suas mãos, se torna poesia que permanece, pronta para emocionar quem acompanha o evento.
Imagem: Sori Galtama