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quinta-feira, 2 de julho de 2026

🌘 Pleno Desastre: o indie rock pernambucano que transforma caos em cura


🎸 O jovem recifense Mateus Aguiar, de 27 anos, lança o álbum Pleno Desastre, um mergulho profundo em dores existenciais convertidas em arte pulsante. A obra percorre o caminho entre a autodestruição e o renascimento, guiada por uma sonoridade que transita entre o indie rock, o pop rock e nuances alternativas que marcaram o início dos anos 2000. O disco chega às plataformas digitais como um relato íntimo de quem encontrou na música a rota possível para se reconstruir.

🎧 Com produção musical de Álvin Soares, o álbum reúne nove faixas que funcionam como capítulos de uma jornada emocional intensa. As letras, escritas por Mateus e Álvin — com exceção de Morto de Primeira, parceria com Gabriel Fontes — revelam crises, recaídas, vícios, amores rápidos e a busca por identidade. O artista descreve o trabalho como uma travessia que culmina em uma “morte simbólica” do velho eu, abrindo espaço para a cura e para a reconexão consigo mesmo.

🌫️ A estética sonora do disco bebe de referências como Pitty, Terno Rei, Adorável Clichê e Exclusive Os Cabides, criando atmosferas que vão do rock agressivo ao indie pop suave. Faixas como O Rastejador e Lítio exploram o colapso emocional, enquanto Viver Pra Sempre e Só Posso Ser Eu celebram o despertar, a autoaceitação e o retorno ao próprio eixo. O álbum também resgata composições antigas, como Perdido, escrita na adolescência e carregada de melancolia folk.

🔥 Lançado um mês após o single Morto de Primeira, Pleno Desastre inaugura uma nova fase na carreira de Mateus Aguiar, que estreou no mercado fonográfico em 2024 com o EP Tragédias Irônicas. Psicólogo escolar e apaixonado por contemplação e astrologia, o artista já participou de entrevistas em rádios, podcasts e foi destaque em portais como Terra e G1. Agora, prepara uma sequência de lançamentos em formato de singles, videoclipes e versões acústicas.

🌅 Pleno Desastre é, acima de tudo, um reencontro. Um álbum que nasce da vulnerabilidade e se transforma em manifesto de libertação. Ao final da jornada, o eu lírico encontra paz, compreende sua própria história e descobre que, apesar das noites mais sombrias, existe sempre um caminho de volta para casa — dentro de si mesmo.

📸 Foto: Madame Voodoox