🟡 O Brasil viveu mais um 5 de julho doloroso, data já marcada pela queda para a Itália em 1982. Agora, o torcedor acrescenta à memória a derrota por 2 a 1 para a Noruega, em Nova Jersey, pelas oitavas da Copa de 2026. O resultado prolonga dois tabus incômodos: desde 2002 a seleção não elimina europeus em mata‑mata, e a Noruega segue como o único país que o Brasil jamais venceu. Erling Haaland, estrela nórdica, foi novamente decisivo e chegou a sete gols no Mundial.
🔥 A partida começou intensa, com a Noruega propondo o jogo e assustando logo aos dois minutos. O Brasil respondeu com pênalti marcado após revisão do árbitro, mas Bruno Guimarães parou em Nyland, que iniciou noite inspirada. A seleção canarinho criou boas chances com Vinícius Júnior, Martinelli e Matheus Cunha, mas pecou na tomada de decisão e na finalização. A Noruega, por sua vez, mantinha posse e reconstruía jogadas sempre que o Brasil acelerava demais a saída de bola.
🧊 No fim do primeiro tempo, Alisson salvou chute de Odegaard após disputa entre Haaland e Gabriel Magalhães. O Brasil voltou do intervalo com Endrick, que perdeu chance clara logo no primeiro toque. Rayan e Bruno Guimarães também exigiram ótimas defesas de Nyland. A falta de efetividade custou caro. Aos 34, Schjelderup cruzou e Haaland venceu Gabriel Magalhães pelo alto, abrindo o placar. Dez minutos depois, o craque norueguês ampliou em contra‑ataque, com chute rasteiro no canto.
💔 Nos acréscimos, o Brasil ainda teve pênalti após cotovelada de Ostigard em Casemiro. Neymar, que entrou no segundo tempo, converteu e marcou possivelmente seu último gol em Copas. A seleção de Carlo Ancelotti caiu pela sexta vez seguida em mata‑mata e fez sua pior campanha desde 1990. O sonho do hexa fica para 2030, enquanto a Noruega avança às quartas para enfrentar Inglaterra ou México.
📉 A derrota aprofunda o jejum brasileiro, que chegará a 28 anos sem título mundial em 2030. A Noruega, por outro lado, celebra sua melhor campanha da história, impulsionada pelo talento de Haaland e pela consistência defensiva. Para o Brasil, fica a lição: criar não basta — é preciso transformar oportunidades em gols.
📸 Com foto e informações da Agência Brasil
