🏛️ Recentemente, o local se tornou palco de manifestações de diversos companheiros e companheiras que se uniram em frente ao teatro para questionar a paralisação das obras de reforma. O ato público ecoou vozes em defesa da memória coletiva, criticando duramente a falta de transparência na aplicação dos recursos e a ausência de um cronograma claro para a execução dos serviços. O movimento destaca a urgência de preservar um bem de tamanha relevância afetiva.
📜 A comunidade cultural ressalta que um patrimônio não precisa seguir um estilo arquitetônico definido para ser tombado, uma vez que o foco principal é sua importância histórica para a sociedade. Diante da rejeição anterior do pedido de tombamento pela Fundarpe, classificada como um erro gritante pelo IHGAAP, a instituição promete reiterar o pedido. A disputa jurídica em torno do espaço já envolveu embargos junto ao Ministério Público e desdobramentos no TJPE.
📢 Estiveram presentes no ato nomes como Nivaldo Sousa, Ricardo, Fernando, Léo, Daniele e a poetisa Bernadete, que se somaram ao clamor popular para dar visibilidade ao caso, inclusive com cobertura da imprensa. A mobilização reforça que a luta pelo Cineteatro Paulo Freire vai além de uma simples estrutura física; trata-se de defender o direito à memória, à cultura e ao sentimento de pertencimento de todo o povo de Paulista.
📸 Foto: Reprodução
Serviço
O quê: Mobilização em defesa do patrimônio cultural do Cineteatro Paulo Freire.
Onde: Paulista, Região Metropolitana do Recife.
Realização: Artistas paulistenses, Instituto Histórico, Geográfico, Arqueológico, Antropológico do Paulista (IHGAAP) e comunidade local.
